Curso Online de DENGUE
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Curso Online de DENGUE

O vírus causador da dengue é um arbovirus (arthropode borne virus)da família dos flavivírus, é causador da dengue clássica e da febre hem...

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O vírus causador da dengue é um arbovirus (arthropode borne virus)da família dos flavivírus, é causador da dengue clássica e da febre hemorrágia da dengue, ou dengue hemorrágica. O vírus é transmitido por mosquitos. É constituído de RNA e são conhecidos 4 sorotipos (DEN1, DEN 2, DEN 3 E DEN 4).

Produziu cursos na área de Instrumentação Cirúrgica, onde é formado desde 2003. Autor de mais de 100 cursos na área da saúde onde atuou por mais de 10 anos na enfermagem onde é formado desde 2004. Também produziu aproximadamente 200 cursos na área da educação (Geografia e História principalmente) onde cursou Licenciatura em História de 2009 a 2013. Autor também de alguns cursos de Administração onde cursa atualmente o 3º semestre em Administração e Gestão pela IERGS em Porto Alegre - RS. Pós-Graduado em História do Brasil pela PROMINAS.


- Thiago Braga Vieira

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  • DENGUE

  • Vírus do Dengue

    Vírus do Dengue

    É um arbovírus da família dos flavivírus

    Transmitido por mosquitos

    Composto de RNA de filamento único

    Possui 4 sorotipos (DEN-1, 2, 3, 4)

    Causa de todas as formas de dengue

  • Transmissão do Vírus do Dengue pelo Aedes aegypti

    Transmissão do Vírus do Dengue pelo Aedes aegypti

    Viremia

    Viremia

    DIAS

    0

    5

    8

    12

    16

    20

    24

    28

    Ser humano 1

    Ser humano 2

    Mosquito pica /

    Adquire vírus

    Mosquito pica /

    Transmite vírus

    Período
    de incubação
    intrínseco

    Doença

  • Distribuição do Dengue no Mundo

  • Vírus da Dengue

    Vírus da Dengue

    Cada sorotipo proporciona
    imunidade permanente específica
    imunidade cruzada a curto prazo
    Todos os sorotipos podem causar doenças graves e fatais
    Variação genética dentro de cada sorotipo
    Algumas variantes genéticas
    mais virulentas

  • Resposta imunologica

    Tipo

    Intensidade

    Inaparente

    Oligo

    Clínica

    Clássica

    Grave

  • Espectro Clínico da Dengue

    17.926
    Infecções

    5.208 (29%)
    DC/FHD

    205 (1,1%)
    FHD/SCD

    12 (0,06%)
    Óbitos

    Guzman, MG, Kouri G, Valdes L, et al. Epidemiological studies ondengue in Santiago de Cuba, 1997. Am J Epidemiol 2000; 152:793–99.

  • 5.7%

    47.1%

    12.7%

    Complete Markov Model, Children 7-11, Thailand

    Jose Suaya, MD, MPH, PhD, Donald Shepard, PhD
    Heller School, Brandeis University
    WHO, Geneva, October 2, 2006

  • Características Clínicas da Febre do Dengue

    Características Clínicas da Febre do Dengue

    Febre
    Dor de cabeça
    Dor nos músculos e juntas
    Náusea/vômito
    Exantema
    Manifestações hemorrágicas

  • Manifestações Hemorrágicas do Dengue

    Manifestações Hemorrágicas do Dengue

    Hemorragias na pele: petéquias, púrpuras, equimoses
    Sangramento gengival
    Sangramento nasal
    Sangramento gastrointestinal: hematêmese, melena, hematoquezia
    Hematúria
    Metrorragia em mulheres

  • Quando o Paciente Desenvolve SCD:
    de 3 a 6 dias após o início dos sintomas

    Primeiros Sinais de Alerta:
    Desaparecimento da febre
    Queda em plaquetas
    Aumento no hematócrito

    Quatro Critérios para a FHD:
    Febre
    Manifestações hemorrágicas
    Permeabilidade vaso capilar excessiva
    Plaquetas £ 100.000/mm3

    Sinais de Alarme:
    Dor abdominal severa
    Vômito prolongado
    Mudanças súbitas de febre para hipotermia
    Mudança no Grau de consciência (irritabilidade ou sonolência)

    Sinais de Alarme de Choque do Dengue


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  • Vírus do Dengue
  • Transmissão do Vírus do Dengue pelo Aedes aegypti
  • Vírus da Dengue
  • Características Clínicas da Febre do Dengue
  • Manifestações Hemorrágicas do Dengue
  • SINAIS DE ALARME de FHD/SCD
  • SINDROME DE CHOQUE POR DENGUE
  • Dengue: Imunopatologia
  • FEBRE HEMORRAGICA DENGUE/ SINDROME DE CHOQUE POR DENGUE
  • DURAÇÃO DO CHOQUE
  • CHOQUE
  • - Apresenta-se como uma síndrome febril com sinais e sintomas inespecíficos: apatia ou sonolência, recusa da alimentação, vômitos, diarréia ou fezes amolecidas - Menores de 2 anos de idade, os sintomas cefaléia, mialgia e artralgia, podem manifestar-se por choro persistente, adinamia e irritabilidade, geralmente com ausência de manifestações respiratórias. - Menores de 5 anos, o início da doença pode passar despercebido e o quadro grave ser identificado como a primeira manifestação clínica.
  • Espectro Clínico da Dengue
  • Definição de Caso Clínico para a Febre Hemorrágica do Dengue (OMS)
  • Definição de Caso Clínico para a Síndrome do Choque do Dengue
  • Dengue: Classificação da FHD, de acordo com o grau de gravidade (OMS)
  • Prova do Laço
  • SINDROME DE CHOQUE POR DENGUE EM CRIANÇAS
  • Plaquetas
  • Possíveis Fases da infecção pelo Vírus do Dengue
  • Apresentações Não Usuais de Formas Graves da Febre do Dengue
  • Dengue: ESTADIAMENTO para Conduta Terapêutica
  • SINAIS DE ALARME de FHD/SCD
  • SINAIS DE ALARME de FHD/SCD Exames Complementares
  • Referencia de normalidade para pressão arterial em crianças   RN até 92 horas: Sistólica = 60 a 90 mmHg Diastólica = 20 a 60 mmHg Lactentes < de 1 ano : Sistólica = 87 a 105 mmHg Diastólica = 53 a 66 mmHg Pressão sistólica (percentil 50) para crianças > de 1 ano= Idade em anos x 2 + 90.
  • 1-Sempre que possível fazer hidratação venosa bomba de infusão 2-Com a resolução do choque, há reabsorção do plasma extravasado, com queda adicional do hematócrito mesmo com suspensão da hidratação parenteral. Essa reabsorção poderá causar hipervolemia, edema pulmonar ou insuficiência cardíaca, requerendo vigilância clínica redobrada. 3-A persistência da velocidade e dos volumes de infusão líquida 12 a 24 horas após a reversão do choque, poderá levar ao agravamento do quadro de hipevolemia. 4-Observar presença de acidose metabólica para corrigi-la e evitar a coagulação intravascular disseminada.
  • IMPORTANTE - Não consumir alimentos que eliminem pigmentos escuros (exemplo: beterraba, açaí e outros) para não confundir a identificação de sangramentos gastroentestinais.