Curso Online de Enfermagem em Imunização

Curso Online de Enfermagem em Imunização

O curso aborda a história da vacina no Brasil, sala de vacinação, equipamentos, as vacinas, cuidados com o lixo e etc. 257 slides

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  • Enfermagem em Imunização

    Enfermagem em Imunização

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  • Programa de Educação Continuada à Distância
    EAD – Educação à Distância

  • Introdução

  • A imunização é definida como a aquisição de proteção imunológica contra uma doença
    infecciosa. Prática que tem como objetivo aumentar a resistência de um indivíduo contra
    infecções. É administrada por meio de vacina, imunoglobulina ou por soro de anticorpos. As
    vacinas são usadas para induzir a imunidade ativa; sua administração resulta numa resposta
    biológica e na produção de anticorpos específicos. Assim, a imunidade é induzida contra
    futuras infecções pelo mesmo microorganismo. A imunidade ativa dura muitos anos; a
    passiva é induzida pela administração de anticorpos contra uma infecção particular. Os
    anticorpos colhidos dos humanos são chamados imunoglobulina e os dos animais, soros. A
    imunidade passiva dura apenas algumas semanas.

  • Imunização ativa vs. Passiva

  • A imunização ativa ocorre quando o próprio sistema imune do indivíduo, ao entrar em
    contato com uma substância estranha ao organismo, responde produzindo anticorpos e
    células imunes (linfócitos T). Esse tipo de imunidade geralmente dura por vários anos, às
    vezes, por toda uma vida. Os dois meios de se adquirir imunidade ativa são contraindo uma
    doença infecciosa e a vacinação.

    A imunização passiva é obtida pela transferência ao indivíduo de anticorpos produzidos por
    um animal ou outro ser humano. Esse tipo de imunidade produz uma rápida e eficiente
    proteção, que, contudo, é temporária, durando em média poucas semanas ou meses. A
    imunidade passiva natural é o tipo mais comum de imunidade passiva, sendo
    caracterizada pela passagem de anticorpos da mãe para o feto através da placenta e também
    pelo leite. Essa transferência de anticorpos ocorre nos últimos 2 meses de gestação, de modo
    a conferir uma boa imunidade à criança durante seu primeiro ano de vida. A imunidade
    passiva artificial pode ser adquirida sob três formas principais: a imunoglobulina humana
    combinada, a imunoglobulina humana hiperimune e o soro heterólogo. A transfusão de
    sangue é uma outra forma de se adquirir imunidade passiva, já que, virtualmente, todos os
    tipos de produtos sanguíneos (i.e. sangue total, plasma, concentrado de hemácias,
    concentrado de plaquetas, etc) contêm anticorpos.

  • História da Vacina no Brasil

  • 1804 -Introdução da vacina no Brasil.
    1811 - Criada a Junta Vacínica da Corte.
    1832 - Primeira legislação de obrigatoriedade da vacina no Brasil.
    1834/35 - Epidemia de varíola no Rio de Janeiro.
    1846 - Criado o Instituto Vacínico do Império a partir da reestruturação da Junta Vacínica.
    1872 - Nasce Oswaldo Gonçalves Cruz em São Luís de Paraitinga, São Paulo.
    1878 - Epidemia de varíola no Rio de Janeiro.
    1886 - Extinção do Instituto Vacínico.
    1887 - Epidemia de varíola no Rio de Janeiro. Introdução da vacina antivariólica animal no Brasil.
    1889 - Obrigatoriedade da vacina para crianças de até seis meses de idade.
    1894 - Criação do Instituto Vacínico Municipal.
    1900 - Criação do Instituto Soroterápico Federal, primeira Instituição a produzir soro no Brasil.
    1902 - Oswaldo Cruz assume a Direção-geral do Instituto Soroterápico Federal.

  • 1903 - Rodrigues Alves nomeia Oswaldo Cruz como Diretor Geral de saúde pública, cargo que corresponde atualmente ao de Ministro da Saúde.
    1904 - Epidemia de Varíola assola a capital. Aprovada a lei da obrigatoriedade da vacinação. Estoura a Revolta da Vacina.
    1907 - Febre Amarela é erradicada no Rio de Janeiro.
    1908 - Epidemia de Varíola leva a população em massa aos postos de vacinação.
    1909 - Oswaldo Cruz deixa a Diretoria Geral de Saúde Publica, passando a dedicar-se apenas ao Instituto de Manguinhos, que passa a se chamar Instituto Oswaldo Cruz.
    1917 - Morre Oswaldo Cruz
    1919 - O Instituto Oswaldo Cruz incorpora em sua estrutura o Instituto Vacínico Municipal que passa a ser denominado Instituto Vacínico Federal.
    1921 - Regulamentação do Instituto Vacínico Federal.
    1925 - Introduzida a BCG no Brasil.
    1937 - Início da produção e utilização da vacina contra a febre amarela fabricada no Brasil.
    1939 - Discussões sobre a eficácia da vacina contra a febre amarela.
    1940 - Reforçada a necessidade de combater o mosquito vetor, aedes aegypti, devido à baixa eficácia da vacina.

  • 1942 - Erradicada a febre amarela urbana no Brasil.
    1948 - Realizado o I Congresso Mundial de BCG.
    1953 - Epidemias de difteria no Brasil.
    1961 - Realizadas as primeiras campanhas com a vacina oral contra a poliomielite
    1962 - Instituída a Campanha Nacional contra a Varíola.
    1966 - Criada a Campanha de Erradicação da Varíola.
    1970 - Criada a Superintendência de Campanha de Saúde Pública (SUCAM) resultado da fusão do Departamento Nacional de Endemias Rurais, da Campanha da Erradicação da Varíola e da Erradicação da Malária.
    1971 - Implantado o Plano Nacional de Controle da Poliomielite. Últimos casos de varíola no Brasil. Iniciada a produção do BCG liofilizado pelo Butantã.
    1972 - Início do Programa de Vacinação Anti-sarampo
    1973 - Certificação internacional da erradicação da varíola no Brasil.
    Formulado o Programa Nacional de Imunizações, com o objetivo de controlar ou erradicar doenças infectocontagiosas e imunopreveníveis.
    1974 - Criado o Programa Ampliado de Imunizações. Epidemia de meningite meningocócica no Brasil.


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  • Introdução
  • Imunização ativa vs. Passiva
  • História da Vacina no Brasil
  • Personalidades
  • A revolta da vacina
  • Programa Nacional de Imunização (PNI)
  • Bases imunológicas das imunizações
  • Rede de frio
  • Estrutura física
  • A Sala de Vacinação
  • Equipamentos para conservação das vacinas
  • Impressos e manuais técnicos e operacionais
  • Arrumação das vacinas no refrigerador
  • Funcionamento da sala de vacinação
  • Congelamento das vacinas e sua viabilidade
  • Limpeza da sala de vacinas
  • Cuidados com o lixo da sala de vacinação
  • Acompanhamento das atividades
  • Acompanhamento das coberturas de vacinação
  • Procedimentos básicos para remoção e reconstituição de soluções
  • Procedimentos básicos segundo as vias de administração dos imunobiológicos
  • Registros das atividades e arquivos da sala de vacinação
  • Agentes imunizantes
  • Vacinas
  • Eventos adversos pós-vacinação
  • Calendário básico de vacinação
  • Bibliograf