Curso Online de Enfermagem no Cuidados em UTI Neonatal - Módulo II
4 estrelas 3 alunos avaliaram

Curso Online de Enfermagem no Cuidados em UTI Neonatal - Módulo II

Os prematuros com muito pouco peso, que ao ultrapassarem os 28 dias de vida, continuam ainda sob os cuidados do Neonatologista, porque ai...

Continue lendo

Autor(a):

Carga horária: 23 horas

Por: R$ 80,00
(Pagamento único)

Certificado digital Com certificado digital incluído

Os prematuros com muito pouco peso, que ao ultrapassarem os 28 dias de vida, continuam ainda sob os cuidados do Neonatologista, porque ainda estão hospitalizados nas Unidades Neonatais, os antigos berçários, ou mesmo nas Unidades de Terapias Intensivas.

Neonatologia é o ramo da pediatria que se dedica à atenção do recém-nascido sadio ou enfermo.

Mestre em Ensino na Saúde - UFF Especialista em Educação a Distância - UFF Especialista em Ativação de Processos de Mudanças na Formação Superior em Saúde - ENSP Especialista em Formação Pedagógica - ENSP Especialista em CTI Cardiológico - UFF Pós graduanda em Gênero, Sexualidade e Direitos Humanos - ENSP lattes: http://lattes.cnpq.br/2401227655072032 Professora do ensino médio em enfermagem e preparatório para concursos. Enfermeira assistencial do setor de Pediatria.


"Bom ,é até uma forma de reciclagem."

- Suzana De Lima Tavares

- Lilian Kelly Strider Krevin Ramson

- Aline Andrade De Lima Silva

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
  • UTI NEONATAL

    uti neonatal

    cuidados de enfermagem ao rn em situação de risco
    módulo ii

  • Distúrbios gastrointestinais

    distúrbios gastrointestinais

    enterocolite necrotizante
    refluxo gastroesofágico
    atresia esofágica e fístula traqueoesofágica
    gastrosquise
    onfalocele
    ânus imperfurado
    fissura palatina e labial

  • Enterocolite Necrosante

    enterocolite necrosante

    a enterocolite necrosante (ecn) é uma patologia multifatorial determinada fundamentalmente por isquemia intestinal, lesão da mucosa, edema, ulceração e passagem de ar ou bactérias pela parede da víscera. caracteriza-se pela distensão abdominal, vômitos biliosos e hematoquesia, capaz de evoluir para peritonite, pneumoperitôneo e choque.

    quadro clínico:

    inicia-se com distensão abdominal, aumento de resíduos gástricos, vômitos biliosos, queda do estado geral, sinais toxêmicos e presença de sangue nas fezes (oculto ou mesmo como enterorragia); é comum a presença de fleimão periumbilical, que se estende pelo abdômen quando se instala a peritonite, a qual geralmente se associa com septicemia, coagulação intravascular disseminada, choque séptico e acidose metabólica persistente.

  • tratamento clínico:

     esvaziamento gástrico contínuo através de sonda orogástrica aberta;

     cobertura antibiótica de amplo espectro; associação de agentes eficazes contra bactérias anaeróbicas (metronidazol ev, nas doses habituais, vide capítulo de infecções bacterianas);

     manutenção adequada da perfusão por expansão intravascular com solução cristalóide, plasma ou sangue total e/ou uso de drogas vasoativas ;

     correção dos distúrbios hidreletrolíticos e ácido-básico;

     tratamento da coagulação intravascular disseminada, quando instalada, com uso de hemoderivados. em casos de hemorragias importantes com trombocitopenia severa, pode-se usar de concentrado de plaquetas, embora ainda faltem evidências clínicas para certificação de seu benefício;

     monitorizar o perímetro abdominal (avaliar distensão);

  •  o suporte nutricional depende da severidade da ecn. para o rn com “suspeita clínica”, manter nutrição parenteral e cessar a nutrição enteral por 2-3 dias e então reavaliar: se não há pneumatose intestinal nem sangue nas fezes e houve melhora da distensão abdominal, pode-se reiniciar a nutrição enteral com leite humano, avançando em torno de 20 ml/kg/dia e desmamar a nutrição parenteral. nos casos de ecn avançada (pneumatose intestinal/peritonite/perfuração), a dieta zero é mantida por pelo menos 10 dias e a nutrição parenteral por 10-14 dias, ou até que se atinja a nutrição enteral satisfatória.

    indicação cirúrgica:

     deterioração clínica;
     choque endotóxico/sepse persistente (apesar do tratamento);
     pneumoperitônio, gás no sistema venoso portal;
     paracentese com líquido pardacento ou bacterioscopia positiva (método de gram);
     alça fixa em estudo radiológico seriado;
     sinais clínicos de peritonite avançada / gangrena, hiperemia da parede abdominal, massas palpáveis;
     severa hemorragia digestiva;
     severa trombocitopenia.

  • verificar sinais vitais e pa regularmente
     manuseio com luvas de procedimento
     manter acesso venoso
     administrar hidratações venosas prescritas ou npt, atentando para o ml/ hora
     administrar medicações prescritas e observar efeitos
     observação do rn (hipoatividade, irritabilidade, perfusão, distensão abdominal, eliminações, peso, dor)
     balanço hídrico rigoroso
     observar resíduo gástrico (coloração e volume)
     promover ambiente termo neutro
     avaliar necessidade de suporte ventilatório, observando saturação de oxigênio

    cuidados

  • refluxo gastroesofágico

    incompetência do esfíncter esofágico inferior (eei) com refluxo passivo de conteúdo gástrico para o esôfago.

    quadro clínico

    - regurgitações e vômitos (80% 1°sem de vida)
    - queimação retroesternal
    - saciedade precoce
    - irritabilidade e choro ao se alimentar
    - dificuldade em ganhar peso (2/3 cças)
    - anemia
    - fraqueza
    - rouquidão
    - pneumonia de repetição
    - otite e sinusite
    - hemorragia: hematêmese > melena
    - raramente: laringoespasmo, apnéia e bradicardia

  • diagnóstico

    - quadro clínico
    - cintilografia gástrica: sensibilidade e especificidade baixas
    - esofagoscopia: avalia grau de refluxo e possibilidade de biópsia
    - phmetria: freqüência e duração do refluxo
    - padrão ouro
    - desnecessário para diagnóstico rotineiro
    - pacientes com sintomas atípicos ( tosse, engasgo, estridor e apnéia)
    prova de tuttle – sonda a 4 cm acima da transição gastroesofagiana, em dd, com administração de ácido – 30 minutos.

    tratamento

    posicionamento
    reduz a freqüência e a duração dos
    episódios

     posicionar o rn em decúbito ventral;
     elevação da cabeceira da cama com
    criança em posição reclinada.

  • dieta
    reduzir distensão gástrica, apressar esvaziamento gástrico, reduzir estímulo à secreção ácida gástrica.
     espessamento do leite artificial ;
     introdução de alimentos sólidos.
     manter o aleitamento materno com oferecimento de papa de epstein 15 minutos antes da amamentação.

    medicamentos

    usa-se metoclopramida (plasil), bromipride, domperidona, cisaprida;
    antiácidos e antagonistas da histamina – esofagite e dor retroesternal comprovadas.

    tratamento cirúrgico

    tratamento é recomendado nos casos persistentes de refluxo gastroesofágico. é feito uma diminuição do esfíncter gastroesofágico, dificultando assim que ocorra vômito e refluxo.

  • Atresia esofágica e Fístula traqueoesofágica

    atresia esofágica e fístula traqueoesofágica

    é uma malformação em que a parte proximal do esôfago termina em fundo cego. é a malformação mais comum do esôfago.

    -atresia sem fístula (8%) – tipo i (a)

    -atresia com fístula distal com a traquéia (86%)- tipo iii (c)

    -atresia com fístula proximal com a traquéia (2%) - tipo ii (b)

    -atresia com fístula proximal e distal com a traquéia (1%) – tipo iv (d)

    -fístula traqueoesofágica sem atresia (3%) – tipo v (e)

  • sinais e sintomas

    emagrecimento
     lento
     rápido e acentuado
     sialorréia
     aspiração traqueal :na deglutição ou s/ relação com a deglutição
     pirose
     regurgitação
     roncos pulmonares
     macroglossia
     vômito
     rouquidão
     dor torácica
     anemia e glossite
     doenças mucocutâneas
     estados de imunodepressão
     candidíase orofaríngea
     distensão abdominal
     dificuldade respiratória precoce


Matricule-se agora mesmo Preenchendo os campos abaixo
R$ 80,00
Pagamento único
Processando... Processando...aguarde...

Desejo receber novidades e promoções no meu e-mail:


  • UTI NEONATAL
  • Distúrbios gastrointestinais
  • Enterocolite Necrosante
  • Atresia esofágica e Fístula traqueoesofágica
  • Gastrosquise e Onfalocele
  • Ânus imperfurado
  • Distúrbios hematológicos
  • Hiperbilirrubinemia neonatal
  • Fototerapia
  • Distúrbios urinários
  • Hipospádia
  • Epispádia
  • Sepse Neonatal
  • Transporte do Recém-Nascido
  • Alguns Procedimentos na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal
  • Coleta de Sangue Capilar em RN
  • Cateterismo Umbilical
  • Administração de Surfactante
  • Exsanguineotransfusão em Neonatologia
  • O procedimento
  • Ventilação Mecânica em UTI Neonatal Conduta de Enfermagem
  • Ventilação Mecânica
  • Materiais
  • Técnica de mensuração
  • O Procedimento
  • Observações durante a inserção do cateter
  • Inserção
  • Manutenção do Cateter
  • Protocolo de instalação e manutenção da PIC
  • Cuidados Gerais como Cateter
  • Retirada do Cateter
  • Controle de infecção no cateter de PICC
  • Curativo Ideal ? Filme Transparente
  • Modo de Uso
  • Reanimação Neonatal
  • Posicionar o Neonato
  • Retificar Vias aéreas
  • Entubação endotraqueal
  • Tamanho da cânula traqueal
  • Humanização em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal
  • A Enfermagem nas Situações de Perda em Neonatologia
  • Perda Perinatal
  • Conduta de Enfermagem nas situações de perda em neonatologia
  • Condutas de Enfermagem nas situações de perda em neonatologia
  • Referências Bibliográficas