Curso Online de Hipertensão Arterial

Curso Online de Hipertensão Arterial

Abordagem geral sobre Hipertensão Arterial

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Abordagem geral sobre Hipertensão Arterial

Enfermeiro Especialista em Saúde da Família e Mestrando em Farmacologia.



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  • Hipertensão Arterial Sistêmica

    Hipertensão Arterial Sistêmica

    Glaubert Aires de Sousa

  • Hipertensão

    Hipertensão

    Mais freqüente das doenças cardiovasculares;
    Fator de risco para as complicações mais comuns como AVC e IAM, além da doença renal crônica terminal;
    Brasil: cerca de 17 milhões de portadores de HA, 35% da população de 40 anos e mais;
    Aparecimento está cada vez mais precoce e estima-se que cerca de 4% das crianças e adolescentes também sejam portadoras.

  • Hipertensão

    Hipertensão

    Ela é um dos mais importantes fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e renais, sendo responsável por pelo menos:
    40% das mortes por AVC
    25% das mortes por doença arterial coronariana
    Em combinação com o diabetes, 50% dos casos de insuficiência renal terminal.

  • Hipertensão

    Hipertensão

    Medida da PA:
    Explicar o procedimento ao paciente, orientando que não fale e descanse por 5-10 minutos em ambiente calmo, com temperatura agradável. Promover relaxamento, para atenuar o efeito do jaleco branco.
    Certificar-se de que o paciente não está com a bexiga cheia; não praticou exercícios físicos há 60-90 minutos; não ingeriu bebidas alcoólicas, café, alimentos ou fumou até 30 minutos antes; e não está com as pernas cruzadas.

  • Hipertensão

    Hipertensão

    Utilizar manguito de tamanho adequado ao braço do paciente, cerca de 2 a 3 cm acima da fossa antecubital, centralizando a bolsa de borracha sobre a artéria braquial. A largura da bolsa de borracha deve corresponder a 40% da circunferência do braço e o seu comprimento, envolver pelo menos 80%.
    Manter o braço do paciente na altura do coração, livre de roupas, com a palma da mão voltada para cima e cotovelo ligeiramente fletido.
    Posicionar os olhos no mesmo nível da coluna de mercúrio ou do mostrador do manômetro aneróide.
    Palpar o pulso radial e inflar o manguito até seu desaparecimento, para a estimativa do nível a pressão sistólica; desinflar rapidamente e aguardar um minuto antes de inflar novamente.

  • Posicionar a campânula do estetoscópio suavemente sobre a artéria braquial, na fossa antecubital, evitando compressão excessiva.
    Inflar rapidamente, de 10 em 10 mmHg, até ultrapassar, de 20 a 30 mmHg, o nível estimado da pressão sistólica. Proceder a deflação, com velocidade constante inicial de 2 a 4 mmHg por segundo.
    Após identificação do som que determinou a pressão sistólica, aumentar a velocidade para 5 a 6 mmHg para evitar congestão venosa e desconforto para o paciente.
    Determinar a pressão sistólica no momento do aparecimento do primeiro som (fase I de Korotkoff), seguido de batidas regulares que se intensificam com o aumento da velocidade de deflação.
    Determinar a pressão diastólica no desaparecimento do som (fase V de Korotkoff). Auscultar cerca de 20 a 30mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e depois proceder à deflação rápida e completa. Quando os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a pressão diastólica no abafamento dos sons (fase IV de Korotkoff).

  • Hipertensão

    Hipertensão

    Registrar os valores das pressões sistólicas e diastólica, complementando com a posição do paciente, o tamanho do manguito e o braço em que foi feita a medida. Não arredondar os valores de pressão arterial para dígitos terminados em zero ou cinco.
    Esperar 1 a 2 minutos antes de realizar novas medidas.
    O paciente deve ser informado sobre os valores obtidos da pressão arterial e a possível necessidade de acompanhamento.

  • Hipertensão

    Hipertensão

    Hipertensão Arterial:
    PA sistólica maior ou igual a 140 mmHg
    PA diastólica maior ou igual a 90 mmHg
    Em indivíduos que não estão fazendo uso de medicação anti-hipertensiva.

  • Hipertensão

    Hipertensão

    Classificação da pressão arterial em adultos

  • AVALIAÇÃO CLÍNICA INICIAL

    AVALIAÇÃO CLÍNICA INICIAL

    A investigação clínico-laboratorial do paciente hipertenso objetiva explorar as seguintes condições:
    Confirmar a elevação da pressão arterial e firmar o diagnóstico.
    Avaliar a presença de lesões em órgãos-alvo.
    Identificar fatores de risco para doenças cardiovasculares e risco cardiovascular global.
    Diagnosticar doenças associadas à hipertensão.
    Diagnosticar, quando houver, a causa da hipertensão arterial.

    Para atingir tais objetivos, são fundamentais as seguintes etapas:
    • História clínica.
    • Exame físico.
    • Avaliação laboratorial inicial do paciente hipertenso.

  • Hipertensão

    Hipertensão

    Dados relevantes da história clínica dirigida ao paciente hipertenso
    Identificação: sexo, idade, raça e condição socioeconômica.
    História atual: duração conhecida de hipertensão arterial e níveis de pressão; adesão e reações adversas aos tratamentos prévios; sintomas de doença arterial coronária: sinais e sintomas sugestivos de insuficiência cardíaca; doença vascular encefálica; doença arterial periférica; doença renal; diabete melito; indícios de hipertensão secundária; gota.
    Investigação sobre diversos aparelhos e fatores de risco: dislipidemia, tabagismo, sobrepeso e obesidade, sedentarismo, perda de peso, características do sono, função sexual, doença pulmonar obstrutiva crônica.


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