Curso Online de INCONTINÊNCIA URINÁRIA NO IDOSO

Curso Online de INCONTINÊNCIA URINÁRIA NO IDOSO

O curso discorre sobre etiologia, sintomas, diagnóstico e tratamento desta patologia

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O curso discorre sobre etiologia, sintomas, diagnóstico e tratamento desta patologia

Acadêmicada 9° Período de Enfermagem.



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  • incontinência urinária no idoso

  • Conceito

    conceito

    é a perda involuntária da urina pela uretra em quantidade suficiente para constituir-se um problema médico e social.

    a sociedade internacional de incontinência
    define incontinência urinária como a condição na qual a perda involuntária de urina é um problema social ou higiênico e é objetivamente demonstrada.

  • anatomia e fisiologia do aparelho urinário:

    o processo de produção da urina se dá nos rins, quando o sangue é filtrado e limpo de impurezas.
    a urina formada flui desde os rins através dos ureteres até ser depositada na bexiga que a armazena até ser eliminada do corpo através da uretra.
    a bexiga é um saco coberto por uma membrana e rodeado pelo músculo detrusor.

  • a conexão entre a bexiga e a uretra é chamada de colo vesical.
    poderosos músculos rodeiam esta parte formando os esfíncteres interno e externo.
    o esfíncter interno é formado de músculo liso, involuntário.
    o esfíncter externo é formado por músculo estriado, voluntário.
    o processo de micção é uma combinação de ações musculares involuntárias ou automáticas e voluntárias ou conscientes.

  • Fases: de enchimento e depósito e a de esvaziamento.

    na fase de enchimento e depósito dá-se a ação involuntária que é o processo de sinalização automático que se origina desde o cérebro, desce pela medula, chegando ao músculo detrusor, que se relaxa permitindo que a bexiga se encha de urina e a armazene. quando a bexiga enche a sua capacidade de armazenamento, os nervos enviam um sinal de retorno até o cérebro.

    na fase de esvaziamento dá-se a ação voluntária que é quando a bexiga está cheia e se dilata, a pessoa toma consciência disso. em resposta, tenta conter a urina contraindo voluntariamente o esfíncter externo.

    fases: de enchimento e depósito e a de esvaziamento.

  • Epidemiologia

    um em cada três indivíduos idosos apresenta algum problema com o controle da bexiga.

    ocorre em 5% a 30% dos idosos que moram na comunidade, em 50% a 70% dos idosos hospitalizados, e em 40% a 50% dos idosos em instituições geriátricas e residenciais.

    as mulheres apresentam o dobro de probabilidade que os homens de serem afetadas.

    estudos revelam que a prevalência da incontinência
    urinária no idoso varia de 8 a 34%.

    epidemiologia

  • por que somos continentes?

    1. temos um reservatório urinário eficiente.
    bexiga de boa capacidade, complacente, e que não contrai involuntariamente
    mecanismo esfincteriano adequado

    2. somos capazes de urinar até o completo esvaziamento da bexiga.
    bexiga tem contração de boa qualidade
    a uretra é capaz de diminuir a resistência ao fluxo urinário durante a micção

    3. o sistema nervoso é capaz de coordenar essas funções.

  • por que nos tornamos incontinentes?

    alterações na estrutura e na função do músculo detrusor músculo.

    neuropatias
    disfunções esfincterianas:
    no homem – doença prostática
    na mulher – alterações uretrais intrínsecas e extrínsecas.

  • Causas

    causas

    comprometimento da musculatura dos esfíncteres ou do assoalho pélvico;
    tumores malignos e benignos;
    doenças que comprimem a bexiga;
    obesidade;
    quadros pulmonares obstrutivos que geram pressão abdominal;
    • bexigas hiperativas que contraem independentemente da vontade do portador.

  • Causas relacionadas ao idoso

    causas relacionadas ao idoso

    o envelhecimento provoca no idoso um assoalho pélvico enfraquecido; a diminuição da capacidade e do volume vesical; o enfraquecimento dos músculos esfincterianos; a diminuição na inibição das contrações vesicais esporádicas.

    maior freqüência de micção; aumento do volume urinário residual; diminuição do volume urinário necessário para desencadear contrações vesicais; aumento da excreção urinária noturna; hiperreflexia do músculo detrusor.

  • o trato urinário inferior apresenta alterações relacionadas ao envelhecimento, que ocorrem mesmo na ausência de doenças.

    a força de contração da musculatura detrusora, a capacidade vesical e a habilidade de adiar a micção aparentemente diminuem, no homem e na mulher.

    contrações involuntárias da musculatura vesical e o volume residual pós-miccional aumentam com a idade em ambos os sexos.

    a pressão máxima de fechamento uretral, o comprimento uretral e as células da musculatura estriada do esfíncter alteram-se predominantemente
    nas mulheres.


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  • Causas relacionadas ao idoso
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