Curso Online de Medidas preventivas de infecções relacionadas a cateteres vasculares

Curso Online de Medidas preventivas de infecções relacionadas a cateteres vasculares

Este curso refere_se a medidas preventivas relacionadas ao uso, inserção e manipulação de cateteres vasculares.

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Este curso refere_se a medidas preventivas relacionadas ao uso, inserção e manipulação de cateteres vasculares.

Enfermeira, pós graduanda de docência do ensino superior e enfermagem neonatal, hoje Funcionária do ministério da saúde e da marinha do brasil



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  • Curso de Medidas preventivas de infecções relacionadas a cateteres vasculares

    curso de medidas preventivas de infecções relacionadas a cateteres vasculares

    enfermeira: sabryna santos

  • Importante

    importante

    cada episódio de ics associada a cateter aumenta o tempo de internação em média 6,5 a 22 dias. um programa efetivo de controle pode prevenir de 20% a 40% das infecções,resultando em redução da morbidade e da mortalidade e, conseqüentemente, em diminuição do custo dessa hospitalização.

  • anualmente milhões de cateteres vasculares são usados para administração de fluidos, hemoderivados, medicamentos, suporte nutricional e para fornecer monitorização hemodinâmica. a maioria dos cateteres vasculares utilizados na prática é inserida em veias periféricas, porém um número expressivo são inseridos em vasos profundos ou centrais.

  • a despeito dos enormes benefícios da terapia intravascular, existe com a mesma, risco potencial de complicações relacionadas ao procedimento, as infecções da corrente sanguínea (ics). embora o risco de infecção relacionada ao cateter seja baixo, a preocupação se deve ao crescente número de pacientes que necessitam de acesso intravascular e a elevada morbimortalidade quando ocorrem infecções

  • Tipos de Cateteres Intravasculares

    tipos de cateteres intravasculares

    cateter venoso periférico (cvp): de curta permanência, usualmente inserido em veias periféricas.
    cateter central inserido perifericamente (picc): inserido por veia periférica (geralmente cefálica ou a basílica) até a veia cava superior.
    cateter venoso central não tunelizado: inserido percutaneamente em veias centrais (jugulares internas, femorais ou subclávias); é o tipo de cvc mais utilizado.

  • cateter venoso central tunelizado: é implantado cirurgicamente (cateter de hickman, broviac, groshong ou quinton) com um túnel subcutâneo e um cuff de dracon próximo ao sítio de exteriorização, que inibe a migração de microorganismos e estimula a aderência ao tecido subjacente selando o túnel; indicado para pacientes que necessitam de acesso vascular prolongado (quimioterapia, infusão domiciliar ou hemodiálise).

  • cateter totalmente implantável (cat): implantado cirurgicamente e acessado por punção através da pele íntegra; possui um reservatório subcutâneo com septo auto-selante em um túnel abaixo da pele.

    flebotomia: implantado cirurgicamente, através da dissecção de veia (braquial, basílica e outras).

    cateter da artéria pulmonar: inserido percutaneamente através de um introdutor em veias centrais (jugulares internas, femorais ou subclávias).

    cateter umbilical: inserido na veia ou artéria umbilical em recém-nascidos nos primeiros dias de vida.

  • Infecção associada a cateter

    infecção associada a cateter

    presença de sinais flogísticos no sítio de inserção do cateter (hiperemia, calor e enduração com pelo menos 2 cm diâmetro ou drenagem purulenta) com ou sem febre.

    febre sem outro foco infeccioso identificado associado ou não a presença de sinais clínicos de sepse.

    os agentes mais freqüentemente isolados em culturas de cateteres são os cocos grampositivos(staphylococcus aureus, staphylococcus coagulase-negativo, enterococcus) fungos(candida), bastonetes gram-negativos (enterobacter, serratia e acinetobacter)

  • Bacteremia relacionada ao Cateter

    bacteremia relacionada ao cateter

    a bacteremia ocorre por contaminação das mãos do pessoal que manuseia o sistema, com a penetração de bactérias no lúmem do cateter através dos dispositivos de conexão. pode ser:
    bacteremia primária: infecção primária da corrente sanguínea não relacionada a outro foco identificável; ou evidências clínicas de bacteremia, sem outro foco infeccioso identificável,porém sem hemocultura positiva;

  • bacteremia secundária: bacteremia relacionadas a focos infecciosos em outros sítios;
    infecção do sítio de inserção do cateter: sinais locais de infecção sem evidência de infecção de corrente sanguínea;
    flebites: presença de inflamação na veia periférica (dor, eritema, sensibilidade aumentada ou ainda presença de trombo ou de um cordão venoso palpável).

  • Fatores de Risco para Infecções Relacionadas a Cateteres Venosos Centrais

    fatores de risco para infecções relacionadas a cateteres venosos centrais

    cateterização prolongada;
    manipulação freqüente do sistema;
    função do cateter (ex: hemodiálise oferece maiores riscos);
    falha na técnica asséptica durante inserção;
    múltiplos lúmens;
    curativos oclusivos (pouco permeável à umidade);
    gravidade da doença;
    local de inserção do cateter (membro inferior leva a maior risco que membro superior).


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  • Fatores de Risco para Infecções Relacionadas a Cateteres Venosos Centrais
  • Medidas Preventivas das Infecções associadas ao Cateter Vascular Central na Inserção
  • Medidas Preventivas das Infecções associadas ao Cateter Vascular Central
  • Prevenção de infecção no preparo e administração de medicações
  • Local de Inserção do Cateter
  • Curativo em Cateteres Venosos Centrais
  • Observações Importantes
  • REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA