Curso Online de OXIGENIOTERAPIA

Curso Online de OXIGENIOTERAPIA

1) Considerações gerais O oxigênio é um velho conhecido e importante elemento para a vida. Sua descoberta se deu em 1774 por Joseph Pries...

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1) Considerações gerais
O oxigênio é um velho conhecido e importante elemento para a vida. Sua descoberta se deu em 1774 por Joseph Priestley. E na natureza conhecemos sua forma livre, chamada de gás oxigênio, o que corresponde a 21% do nosso ar ambiente.
O uso do oxigênio como forma de tratamento começou a ganhar força na década de 50 com uso de pequenos cilindros de oxigênio.
2) Conceito
A oxigenioterapia consiste em oferecer oxigênio sob uma pressão maior que as encontradas no meio ambiente. O uso inadequado de oxigênio pode implicar em risco a vida humana. A seguir descreveremos pontos importantes para o entendimento fisiológico e clínico da administração de oxigênio.

BOMBEIRO MILITAR DO RIO GRANDE DO NORTE HÁ 8 ANOS, ATUANTE NO GRUPO DE RESGATE DE ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR, INSTRUTOR DE PRIMEIROS SOCORROS HABILITADO PELO CBM-RN, INSTRUTOR NO SENAC-RN, CFEPS E ETEF, GRADUADO EM LICENCIATURA E BACHARELADO EM ENFERMAGEM UERN-RN, PÓS GRADUADO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA NA FIP-PB



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  • oxigenioterapia

    oxigenioterapia

    manutenção da função respiratória

  • Respiração

    respiração


    consiste na sucessão rítmica de movimentos de expansão e de retração pulmonar, tendo o diafragma uma grande importância, com a finalidade de efetuar as trocas gasosas entre o organismo e o meio ambiente promovendo absorção de o2 e eliminação de co2.


  • em termos didáticos a respiração pode ser dividida em respiração macroscópica, que corresponde às trocas gasosas entre um organismo multicelular e seu meio ambiente, especificamente à captação de o2 e eliminação de co2 , e respiração microscópica, que é o processo molecular de quebra de macromoléculas com o gasto de oxigênio com resultante formação de gás carbônico, água e energia.

  • Padrões Respiratórios da Criança

    padrões respiratórios da criança

    bebês prematuro: 40 – 90
    neonato: 30 - 80
    crianças de até 1 ano: 20 - 40
    crianças de 2 a 3 anos: 20 - 30
    crianças de 5 anos: 20 - 25
    crianças de 10 anos: 17 - 22
    crianças de 15 anos à vida adulta: 12 - 20
    atletas bem treinadas: 6 - 10

  • ASFIXIA

    asfixia


    no neonato, asfixia é definida como sendo a falência de iniciar e sustentar a respiração após o nascimento.

  • Sinais de ausência da Asfixia

    sinais de ausência da asfixia

    choro vigoroso ao nascimento – importante indicativo de vitalidade
    pele e mucosas rosadas
    tônus muscular presente
    reação vigorosa
    inspiração e aspiração do ar
    batimentos cardíacos acima de 100 bpm

  • em uma pequena proporção de rn (1 a 5%) as alterações anatomo-funcionais necessárias não ocorrem de forma tranqüila. essas crianças apresentam asfixia ao nascimento e necessitam de assistência para iniciar a respiração

  • Situações Maternas – Risco para Asfixia Neonatal

    situações maternas – risco para asfixia neonatal

    doença sexualmente transmitida
    malária
    eclampsia
    sangramento anterior e durante
    o parto
    febre durante o parto
    sedação, analgesia ou anestesia
    materna

    ruptura prolongada de membranas
    posições anômalas de apresentação
    trabalho de parto prolongado
    nascimento difícil ou traumático
    prolapso de cordão
    fluido amniótico tinto de mecônio
    nascimento prematuro ou pós-termo
    gestações múltiplas
    anomalias congênitas

  • Aspiração

    aspiração

    material
    sonda de aspiração de calibre adequado/cateter estéril; luva estéril;
    aparelho de sucção/aspirador; frasco (500ml) de sf 0.9% para limpeza do cateter após a utilização; gaze estéril; máscara de proteção; saco de lixo.

  • PROCEDIMENTO

    procedimento

    lavar as mãos;
    explicar o procedimento ao paciente e/ou mãe(acompanhante);
    elevar a cabeça do paciente e lateralizá-la;
    abrir a extremidade da sonda e adaptar ao aspirador;
    manter o restante da sonda na embalagem para não contaminar;
    colocar a máscara e a luva estéril (considerar uma das mãos estéril e a outra não);
    introduza o cateter, realizando movimentos circulatórios;
    aspire e retire a sonda com a mão estéril;
    a cada movimento de aspiração, limpar a sonda com sf;
    desprezar em caso de obstrução;
    aspirar primeiro o nariz, posteriormente a boca;
    aspirar durante 15 s e dar intervalos de 30 segundos;
    lavar todo o circuito e desprezar a sonda;
    trocar todo circuito a 24hs.

  • ENFERMAGEM APÓS ASPIRAÇÃO

    enfermagem após aspiração

    anotar
    data e hora;
    quantidade;
    característica da secreções;
    reações do paciente/cliente;


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