Curso Online de Reciclagem em Enfermagem Cirúrgica para Técnicos de Enfermagem
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Curso Online de Reciclagem em Enfermagem Cirúrgica para Técnicos de Enfermagem

Definição de termos em Enfermagem Cirúrgica. Cuidados no pré, trans e pós-operatório. Cuidados nos principais procedimentos cirúrgicos.

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Definição de termos em Enfermagem Cirúrgica. Cuidados no pré, trans e pós-operatório.
Cuidados nos principais procedimentos cirúrgicos.

Mestre em Ensino na Saúde - UFF Especialista em Educação a Distância - UFF Especialista em Ativação de Processos de Mudanças na Formação Superior em Saúde - ENSP Especialista em Formação Pedagógica - ENSP Especialista em CTI Cardiológico - UFF Pós graduanda em Gênero, Sexualidade e Direitos Humanos - ENSP lattes: http://lattes.cnpq.br/2401227655072032 Professora do ensino médio em enfermagem e preparatório para concursos. Enfermeira assistencial do setor de Pediatria.


- Luana Benatti Cardozo

- Delcy De Jesus Miranda Magalhões

"foi otimo, pois obtive um grande aprendizado como trabalho na area da saude.e um curso bem detalhado."

- Cleide Borges Ramos

"muito explicativo"

- Soraia Cristina Sombra De Oliveira

"Muito Bom"

- Shaloa Ayann Marques Gomes Silva Leite

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  • RECICLAGEM DE ENFERMAGEM Enfermagem Cirúrgica Técnico de Enfermagem

    reciclagem de enfermagem enfermagem cirúrgica técnico de enfermagem

    prof. enf. adriane das neves

    módulo ii

  • Central de Material e Esterilização

    central de material e esterilização

    local onde é realizada o preparo de todo o material estéril a ser utilizado no hospital. para tento, é composta pelas áreas de recepção, limpeza, preparo, esterilização, guarda e distribuição dos materiais esterilizados utilizados pela equipe de saúde no atendimento ao cliente.
    idealmente , a cme deve ter sua estrutura física projetada de forma a permitir o fluxo de materiais da área de recepção à distribuição, evitando o cruzamento de material limpo com o contaminado.
    também em relação ao ambiente, é importante que as paredes e o piso sejam de cor clara e fácil limpeza; e as janelas amplas, de forma a proporcionar uma iluminação que possibilite o bom trabalho na unidade.
    quanto à localização, este serviço deve estar situado o mais próximo possível das unidades que mais utilizam os seus materiais – como o centro cirúrgico e obstétrico, o pronto socorro e a terapia intensiva-, o que facilita a circulação dos mesmos.

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  • fluxo do processamento de material esterilizado

    os materiais recebidos são anotados em caderno ou ficha de controle. os que estiverem limpos são encaminhados para a área de acondicionamento, onde serão preparados; os sujos ficam no expurgo, para lavagem.
    no expurgo ocorre a lavagem do material sujo encaminhado a cme. os materiais sujos de matéria orgânica (pus, sangue e outras secreções) devem ficar imersos em detergentes enzimáticos.
    após, a limpeza deve ser feita com água, sabão e escova de cerdas. após o enxágüe, onde todo o sabão deve ser retirado, os materiais devem ser secos com pano, maquina secadora ou ar comprimido e, posteriormente encaminhados para a área de preparo.
    o uso de epi é indispensável.
    os funcionários da área de preparo de material são responsáveis pela inspeção de limpeza, condições de conservação dos materiais e funcionalidade instrumentais, bem como o acondicionamento e identificação dos pacotes, caixas e bandejas.
    na área de preparo os materiais são agrupados por tipo de material: vidros, tecido (roupas e campos) , instrumental e borrachas.
    as roupas são recebidas da lavanderia e encaminhadas diretamente para o setor de preparo para serem inspecionadas, dobradas e acondicionadas. na inspeção, devem ser observadas sujidades, rasgos e ausência de cadarços ou amarrilhas.

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  • - campos cirúrgicos e fenestrados  são dobrados ao meio e depois transversalmente e deve ser finalizado dobrando-se a ponta superior externa na diagonal.

    - os aventais  devem ser dobrados de forma que as mangas fiquem ao longo do corpo, a abertura das costas, para o lado externo e a ponta da gola, com amarrilhas, para cima.

    - os campos de algodão  devem ser duplos.
    o pacote deve ser feito de forma a envolver todo o material.
    os instrumentais cirúrgicos, após verificação de sua limpeza, conservação e funcionamento, serão acondicionados em caixa metálica perfurada ou bandeja de aço inoxidável, empacotada em campo de algodão.
    as tesouras e pinças mais delicadas devem ser protegidas com gaze ou compressa pequena e postas na parte superior da caixa ou bandeja. as agulhas, porta-agulhas, pinças de campo e pinças de antissepsia devem ser organizadas de acordo com o tipo de cirurgia.
    as agulhas metálicas, utilizadas em algumas procedimentos especializados, são condicionados em tubo de ensaio com uma bola de algodão no fundo, para proteger suas pontas e outra na boca do tubo para fechá-lo. os materiais de borracha e cânulas siliconizadas de baixa pressão são acondicionadas individualmente em envelope de polamida ou papel grau cirúrgico.

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  • ao empacotar materiais, o invólucro utilizado deve possibilitar a penetração do agente esterilizante como mantê-los protegidos ate o momento do uso; portanto, faz-se necessário verificar a adequação do tipo de invólucro com o processo de esterilização.

    na autoclave: são utilizados campos de tecido de algodão, papeis (grau cirúrgico e kraft), filme polamida transparente e caixa metálica perfurada embalada em campo, para permitir a livre circulação do vapor;

    na estufa: são utilizados laminas de alumínio, recipiente de vidro refratário e caixa metálica fechada;

    no esterilizador de oxido de etileno: são utilizados filme de poliamida transparente e papel grau cirúrgico.

    nos pacotes embalados com filme polamida e papel grau cirúrgico o fechamento deste é feito por seladora. os demais com fita crepe simples, evitando-se deixar aberturas.
    existe uma fita crepe especial que deve ser colocada no pacote – a qual apresenta listras que, quando submetidas a ação do calor, ficam escuras, identificando que o material foi submetido a processo de esterilização.

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  • principais formas de esterilização

     vapor saturado sob pressao
    o aparelho utilizado para este tipo é o autoclave. este tipo de esterilização está indicado para todo o material resistente ao calor úmido como tecidos (aventais, campos cirúrgicos, campos fenestrados), materiais de borracha e de metal.
    é contra-indicado para materiais termossensíveis, como cateteres e materiais de terapia respiratória.

     calor seco
    o aparelho utilizado neste processo é denominado estufa. seu uso é apenas para pós, óleos e graxas (vaselina liquida ou gaze vaselinada).

     esterilização por óxido de etileno
    os materiais indicados para este tipo de esterilização são os termossensíveis (marcapassos, próteses, instrumentos de hemodinâmica, acessórios de respiradores, materiais com fibras óticas, cânulas siliconizadas de baixa pressão e materiais de borracha.
    o óxido de etileno é um gás tóxico e carcinogênico, o operador responsável pela remoção do material da câmara deve obrigatoriamente fazer uso de avental, gorro, máscara e luvas de procedimento, o que o protegerá do contato com o gás.

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  •  esterilização por peróxido de hidrogenio
    os materiais esterilizados por este processo são os metais, vidros, acrílicos, borrachas e plásticos, que devem estar acondicionados em embalagem isenta de compostos de celulose.

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  • Introdução à Clínica Cirúrgica

    introdução à clínica cirúrgica

    cirurgia  ou operação é o tratamento de doença, lesão ou deformidade externa e/ou interna com o objetivo de reparar, corrigir ou aliviar um problema físico.

    classificação de cirurgia
     
     quanto ao risco de vida:
    - cirurgia de emergência – cirurgia que deverá ser realizada imediatamente, sem perda de tempo, pois o distúrbio pode ameaçar a vida do paciente. ex.: hemorragia interna, obstrução intestinal, apendicite, prenhês tubária, fratura de crânio, paf.
    - urgência – cirurgia que deve ser solucionada no prazo de até 24 horas. ex: abdome agudo, calculo renal.
    necessária – cirurgia a ser solucionada no prazo de algumas semanas ou meses. ex: hiperplasia de próstata.
    - eletiva – cirurgia determinada de acordo com o programa do paciente e do medico. ex: catarata, hérnia simples, distúrbios da tireóide.
    - opcional – cirurgia que fica a critério do cliente. ex: cirurgias de estética.

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  •  de acordo com a finalidade:
    - diagnóstica ou exploratória – quando utilizada para visualizar as partes internas e/ ou realizar biopsias (laparotomia exploradora)
    - curativa – quando se corrige alterações orgânicas. (retirada de amígdalas)
    - reparadora – quando da reparação de múltiplos ferimentos (enxerto de pele)
    - reconstrutora – quando se processa uma reconstituição (plástica)
    paliativa – quando se necessita corrigir algum problema aliviando os sintomas da enfermidade, não havendo cura (abertura do orifício artificial para a saída das fezes sem ressecção do tumor intestinal)

     por potencial de contaminação: 
    - limpas – são aquelas realizadas em tecidos estéreis ou de fácil descontaminação, na ausência de processo infeccioso local, sem penetração no tratos digestório, respiratório, ou urinário, em condições ideais de sala de cirurgia (cirurgia de ovário)
    - potencialmente contaminadas – são aquelas realizadas em tecidos de difícil descontaminação , na ausência de supuração local, com penetração nos tratos sem contaminação significativa. (redução de fratura exposta)
    - contaminadas – realizadas em tecidos recentemente traumatizados, e abertos de difícil descontaminação, com processo inflamatório mas sem supuração. (apendicite não supurada)
    - infectadas – realizadas em tecido com supuração local, tecido necrótico, feridas traumáticas sujas. (cirurgia de reto e ânus com pus)

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  • nomenclatura cirúrgica

    é o conjunto de termos usados para indicar o procedimento cirúrgico.
    o nome da cirurgia é composto pela raiz que identifica a parte do corpo a ser submetida à cirurgia, somando o prefixo ao sufixo.

    prefixos

    adeno: indicando glândula
    angio: indicando vaso
    blefaro: indicando pálpebras
    col(o): indicando intestino grosso
    cole: indicando vias biliares
    colpo: indicando vagina
    cist: indicando bexiga
    enter: indicando intestino
    esplen: indicando baço
    gastro: indicando estomago
    hister: indicando útero
    lobo: indicando uma projeção ou parte de um órgão separada por fissuras
    mio: indicando músculo
    mast: indicando mama

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  • nefro: indicando rim
    oofor/coper: indicando ovário
    oftalm: indicando olhos
    orquido/orqui: indicando testículo
    osteo: indicando osso
    oto: indicando ouvido
    pneum: indicando pulmão
    rino: indicando nariz
    salping: indicando tubas uterinas (trompas de falópio.
    toraco: indicando tórax
    traqueo: indicando traquéia.

    sufixos

    cele: indicando hérnia
    centese; indicando punção
    dese: indicando imobilização
    ectomia: indicando retirada ou remoção
    litíase: indicando cálculos
    otomia; indicando abertura de um órgão
    ostomia: indicando abertura de uma comunicação de uma parte interna com o exterior; “ fazer uma nova boca”.

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