Curso Online de Sedação e analgesia em UTI
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Curso Online de Sedação e analgesia em UTI

Aspectos claros sobre a utilização de sedação e analgesia na unidade de terapia intensiva.

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Aspectos claros sobre a utilização de sedação e analgesia na unidade de terapia intensiva.


- Daniel Vasconcelos Coutinho Vargas Flores

- Michele Garcia Machado

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  • SEDAÇÃO, ANALGESIA E BLOQUEIO NEUROMUSCULAR EM TERAPIA INTENSIVA

    SEDAÇÃO, ANALGESIA E BLOQUEIO NEUROMUSCULAR EM TERAPIA INTENSIVA

  • SEDAÇÃO E ANALGESIA

    SEDAÇÃO E ANALGESIA

    SEDAÇÃO? ANALGESIA?
    Todos os pacientes em uma UTI são potenciais candidatos à administração de agentes sedativos e/ou analgésicos em alguma fase do tratamento.

  • SEDAÇÃO E BLOQUEIO NEUROMUSCULAR

    SEDAÇÃO E BLOQUEIO NEUROMUSCULAR

    Fatores de risco que podem gerar graus de ansiedade em um paciente de uma UTI:
    Perda do controle físico;
    Desorientação;
    Incapacidade de comunicar-se;
    Analgesia inadequada;
    Agitação;

  • SEDAÇÃO E ANALGESIA

    SEDAÇÃO E ANALGESIA

    Causas possíveis de agitação em UTI:
    Alterações metabólicas;
    Hipoglicemia, hipercapnia, hiponatremia;
    Disfunção renal ou hepática;
    Intoxicação por drogas ou abstinência;
    Infecção, sepse;
    Dor;
    Ansiedade

  • SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    SEDAÇÃO

    É o uso farmacológico de depressores do sistema nervoso central (SNC) para reduzir o medo, a ansiedade e a agitação.

  • SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    Salvo situações de emergência, a administração de um agente sedativo, hipnótico ou analgésico constitui, em última análise, um procedimento anestésico e deverá seguir um planejamento rigoroso para cada etapa:

  • SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    Avaliação cínica pré-sedação:
    avaliação do estado geral (anamnese padrão);
    avaliação neurológica (nível de consciência – escala de coma de Glasgow, pupilas, resposta motora, reflexos de face, ritmo respiratório);
    avaliação do fator nociceptivo (em pacientes acordados: interrogatório e em pacientes confusos e sonolentos: observar fácies,comportamento, sudorese, taquicardia,...).

  • SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    Por que sedar?
    Propiciar conforto ou proteção diante de fatores nociceptivos (medo, ansiedade, dor, alucinações ou delírios).
    Ação terapêutica: diminuir o metabolismo celular – proteção do miocárdio ou encéfalo de lesões isquêmicas em evolução, durante intubação traqueal – sem lesões, traumas ou estresse.

  • SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    Por quanto tempo?
    Pode ser usado durante apenas alguns minutos para realização de pequenos procedimentos (Ex: broncoscopia, punção para acesso venoso central);
    E para manutenção de estado de hibernação prolongada (Ex: tratamento de edema cerebral grave, ventilação mecânica por lesão pulmonar grave, etc).

  • SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    O que e como utilizar?
    A escolha do agente, a dose de indução e manutenção são determinados durante avaliação clínica do paciente, é importante o conhecimento das drogas e efeitos colaterais.
    Vários estudos demonstram que a associação de drogas e infusão contínua otimizam a sedação, mantém níveis séricos mais estáveis, reduzem ocorrência de efeitos colaterais e diminuem custos.

  • SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    SEDAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA

    Despertar – Extubação
    Alcançada a resposta clínica e os objetivos, a sedação é reduzida progressivamente.
    O despertar deve ser tão previsível e programável quanto os motivos que indicaram a sedação, propiciando bem-estar, evitando agitação psicomotora, alterações cardiocirculatórias e ventilatórias.


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  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS