Curso Online de Balconista de farmácia

Curso Online de Balconista de farmácia

O que faz um balconista de farmácia? Um profissional que especializa-se como balconista de farmácia deverá realizar o contato direto com ...

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O que faz um balconista de farmácia?
Um profissional que especializa-se como balconista de farmácia deverá realizar o contato direto com os clientes que visitam o local, atendendo-os para suprir suas necessidades e vendê-los os remédios e produtos que são requisitados.

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  • 1

  • ATENÇÃO

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  • 2

    Conteúdo Programático:

    Conceitos básicos para a prática da Farmácia

    Farmacocinética e Farmacodinâmica

    Classificação de medicamentos

    Classes farmacológicas

    Organização da farmácia

    Dispensação de medicamentos

    Serviços farmacêuticos

    Cálculos em Farmácia

    Ética profissional

    Noções de cidadania e Mercado de Trabalho

  • 3

    Introdução.

    É inegável a importância dos estabelecimentos farmacêuticos

    para a sociedade e, independente da sua natureza, pública ou

    privada, cada farmácia precisa ter funcionários capacitados para
    que possa garantir que os medicamentos e outros

    produtos

    relacionados, como cosméticos, sejam armazenados em boas
    condições e entregues ao consumidor de forma apropriada.

    O farmacêutico responsável-técnico por cada farmácia necessita,
    desse modo, de uma equipe preparada para auxiliá-lo

    nas
    diversas atividades desenvolvidas nesse estabelecimento.

    O

    balconista

    de

    farmácia,

    nesse

    sentido, deve

    possuir

    uma

    qualificação que o prepare para o mundo do trabalho. Para isso,

    esse curso pretende oferecer um aprendizado sobre os assuntos
    mais diretamente relacionados com a farmácia de dispensação.

    Entretanto, vale ressaltar que a aquisição do conhecimento é um

    processo dinâmico, que exige muita dedicação. O volume de

    informações que um balconista de farmácia precisa ter domínio é

    tão extenso que nenhum curso é capaz de repassar todos os

    detalhes. O que vai garantir que o profissional esteja realmente

    preparado

    é

    a

    prática

    profissional.

    E após o curso e a inserção no mercado de trabalho, o balconista
    de farmácia pode parar de estudar? A resposta é NÃO!

    O

    aprendizado deve ser contínuo, pois, a cada ano, surgem novas
    legislações que regulamentam o setor farmacêutico,

    novos

    medicamentos são lançados, outros são proibidos, além de toda

    a inovação que cerca o mundo dos cosméticos.

    Portanto, fica a dica: se você quiser ser um profissional de

    sucesso, com um grande diferencial e disputado pelo mercado,

    terá

    que

    estudar

    bastante,

    dedicar-se

    muito

    e

    acumular
    experiência profissional. Mas fique tranqüilo, pois o

    Instituto
    Federal do Paraná irá te auxiliar na primeira etapa do

    seu

    sucesso, que é a qualificação profissional. O resto... deixemos

    para

    você

    escrever

    a

    sua

    história!

    O Balconista de Farmácia atua na dispensação de medicamentos
    e correlatos, em farmácias públicas e privadas, prestando

  • 4

    informações sobre o uso correto dos medicamentos prescritos

    pelo médico ou cirurgião dentista.

    Esse

    profissional

    ainda

    auxilia

    na

    organização

    do

    estabelecimento

    farmacêutico,

    trabalhando

    sempre

    sob

    a

    supervisão do profissional farmacêutico.

    Conceitos

    básicos

    para

    a

    prática

    da

    Farmácia

    O primeiro esclarecimento que se faz necessário é diferenciar
    “fármaco” de “medicamento”. Fármaco é toda substância

    ativa

    farmacologicamente,

    ou

    seja,

    que

    promove

    um

    efeito
    farmacológico quando administrada a um organismo. É

    a

    substância pura, que irá ser a responsável pelo efeito. Já o termo

    “medicamento” é empregado para o produto farmacêutico final
    que contém um ou mais fármacos, além de várias

    outras
    substâncias com funções as mais diversas, mas que

    não
    farmacológico.

    contribuem

    para

    o

    efeito

    Para ficar clara a diferença, vamos citar um exemplo: uma das

    apresentações do medicamento Diovan® contém 14 comprimidos

    revestidos sulcados de 40 mg de valsartano. Na composição

    desses comprimidos, encontramos 40 mg de valsartano, além de

    celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício coloidal,

    estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol,

    óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro
    preto. De todas as substâncias contidas no comprimido

    de

    Diovan,

    apenas

    o

    valsartano

    responde

    pelo

    efeito

    anti-

    hipertensivo.

    Todas as outras substâncias apresentam um papel secundário,

    sendo responsáveis por características da forma farmacêutica, no

    caso “comprimido”. Todas essas outras substâncias que não são

    apresentam efeito farmacológico e entram na composição apenas

    como

    conservantes,

    secantes,

    agregantes,

    agentes

    de

    revestimento,

    etc.,

    são

    conhecidas

    como

    excipientes.

    No

    conjunto, o fármaco e os excipientes formam o “medicamento”.
    Portanto, fármaco é a substância ativa e medicamento é

    o

    produto final, que contém o fármaco, mas também contém todo

    um conjunto de excipientes, indispensáveis para a formulação do
    produto.

  • 5

    Pois bem, se você já sabe a diferença entre fármaco

    e

    medicamento,

    vamos

    avançar

    no

    nosso

    aprendizado

    e

    conceituarmos outros termos muito utilizados no dia-a-dia da

    farmácia: “forma

    farmacêutica”

    e “via

    de administração”.

    Como já falamos, um fármaco precisa ser misturado com várias

    outras substâncias para chegar ao medicamento. No final da
    preparação do medicamento, o produto toma uma forma,

    a

    chamada “forma farmacêutica”. Forma farmacêutica é, portanto, a

    forma

    física

    que

    o

    medicamento

    adquire.

    Para

    facilitar

    a

    compreensão, vamos dividir as formas farmacêuticas em sólidas,

    semi-sólidas

    e

    líquidas.

    Os

    medicamentos

    nas

    formas

    farmacêuticas sólidas apresentam-se como um sólido, como no
    caso dos comprimidos, cápsulas, drágeas, pós,

    supositórios,

    pastilhas, óvulos, etc. Quando adquire uma forma farmacêutica

    semi-sólida, o medicamento apresenta-se num aspecto de gel ou
    geléia, como no caso dos cremes, pomadas, pastas,

    géis,

    geléias,

    etc.

    E

    as

    formas

    farmacêuticas

    líquidas

    são

    representadas pelas soluções, suspensões, xampus, enemas,

    colutórios,

    líquidos

    para

    injeção,

    etc.

    Agora que já sabemos o que é forma farmacêutica,

    vamos

    estudar as vias de administração

    . Todo medicamento precisa ser

    introduzido no organismo para que libere o fármaco, que será o

    responsável pelo efeito. Como, ou melhor, pode onde, administrar
    os medicamentos? A resposta é: pelas diferentes vias

    de

    administração.

    A via de administração é o local de “entrada” do medicamento em

    um organismo. Os conceitos de forma farmacêutica e via de

    administração tem uma correlação muito íntima, pois a escolha
    da forma farmacêutica orienta a via de administração a

    ser

    utilizada. Por exemplo, um comprimido deve ser utilizado pela via

    oral,

    um

    xampu

    deve

    ser

    utilizado

    pela

    via

    tópica, etc.

    As vias de administração são classificadas em enterais

    e

    parenterais. Para as parenterais, há ainda uma

    subdivisão

    (parenterais diretas e parenterais indiretas).
    Uma via enteral é aquela na qual o medicamento inicia

    o

    processo de absorção a partir de qualquer uma das porções do

  • 6

    trato gastrintestinal (TGI) (p. ex., via oral, sublingual, bucal, retal,

    etc.). Quando o medicamento não utiliza o TGI como ponto de

    início da absorção, a via é considerada parenteral.

    Benjamin Bell, em 1858, desenvolveu o método de utilização de

    uma agulha adaptada a uma seringa para injetar medicamentos

    diretamente no interior de tecidos. A prática recebeu o nome de

    injeção. As vias de administração que são parenterais e utilizam

    injeção

    são

    conhecidas

    como “parenterais

    diretas”;

    como

    exemplos temos as vias subcutânea (conhecida pela sigla SC),

    intramuscular (IM), intravenosa (IV), intracardíaca, intraocular,

    etc.. Todas as outras vias, que não utilizam o TGI e nem o

    recurso da injeção, são conhecidas como parenterais indiretas;

    como exemplos temos as vias cutânea (tópica), nasal, ocular,

    auricular, vaginal, etc.

    A via oral é a mais segura, econômica e conveniente.

    As

    desvantagens são a limitação da absorção, êmese (que significa

    “vômito”), destruição do fármaco por enzimas digestivas ou pelo
    pH gástrico (que é acido), irregularidades de absorção

    e
    fígado.

    passagem

    do

    fármaco

    pelo

    Nas vias parenterais diretas, geralmente há disponibilidade do

    fármaco

    de

    forma

    mais

    rápida,

    ampla

    e

    previsível.

    As

    desvantagens é a necessidade de se manter a assepsia no local

    da

    administração,

    a

    dor

    provocada

    e

    a

    impossibilidade na auto-medicação.

    Reconhecendo as diferenças entre fármaco, medicamento, forma farmacêutica e via

    de

    administração

    Para

    verificarmos

    se

    sabemos

    diferenciar

    fármaco

    de

    medicamento, e forma farmacêutica de via de administração,

    vamos

    exercitar

    um

    pouco.

    O produto Rasilez® está disponível nas seguintes apresentações:

    14 ou 28 comprimidos revestidos para uso oral contendo 150 ou

    300 mg de alisquireno e os excipientes celulose microcristalina,

    crospovidona,

    povidona, estearato

    de

    magnésio,

    dióxido

    de

    silício, macrogol, talco, hipromelose, dióxido de titânio, óxido de
    ferro vermelho e óxido de ferro preto. Qual o fármaco,

    o

    medicamento, a forma farmacêutica e a via de administração?
    Isso é muito fácil de reconhecer:

  • 7

    - fármaco: alisquireno;

    - medicamento: Rasilez®;

    - forma farmacêutica: comprimidos revestidos;
    - via de administração: via oral.

    Agora, teste os seus conhecimentos, em uma folha de papel à

    parte, pesquisando em livros e na internet, na resolução das

    seguintes questões:

    1) Associe a primeira coluna com a segunda:

    Auto-avaliação

    E agora que você já está familiarizado com a diferença dos

    termos “fármaco”, “medicamento”, “forma farmacêutica” e “via de

    administração”, você deverá testar os seus conhecimentos com

    cinco medicamentos encontrados na sua casa (ou na casa de
    amigos).

    (A) via parenteral direta

    ( ) oral

    (B) via parenteral indireta

    ( ) fluoxetina (princípio ativo do Prozac)

    (C) via enteral

    ( ) Prozac

    (D) forma farmacêutica sólida

    ( ) pulmonar

    (E) forma farmacêutica semi-sólida

    ( ) intravenosa

    (F) forma farmacêutica líquida

    ( ) creme

    (G) fármaco

    ( ) xarope

    (H) medicamento

    ( ) adesivo transdérmico

  • 8

    Farmacocinética

    Um medicamento, quando administrado a um organismo, terá

    que liberar o fármaco para que o mesmo atue no local afetado

    pela doença. Toda a movimentação do fármaco no organismo é

    conhecida como Farmacocinética.

    A Farmacocinética dedica-se ao estudo de quatro processos
    fundamentais: absorção, distribuição, metabolização e excreção.

    O processo de

    absorção

    compreende a passagem do fármaco do

    ponto onde foi administrado até o aparecimento do mesmo na

    corrente sanguínea. Para que o fármaco possa atingir a corrente
    circulatória, o maior empecilho é constituído pela

    membrana

    plasmática das inúmeras camadas celulares que precisa transpor

    até encontrar um vaso sanguíneo. Substâncias que se dissolvem

    em

    gordura

    (lipídeo)

    conseguem

    atravessar

    com

    mais

    facilidade as

    membranas

    plasmáticas;

    as

    demais

    podem
    apresentar dificuldade em ser absorvidas, o que limita

    esta
    farmacocinética.

    primeira

    etapa

    A

    forma

    farmacêutica

    e

    a

    via

    de

    administração

    também

    influenciam

    a

    absorção.

    É

    fácil

    de

    perceber

    que

    formas

    farmacêuticas líquidas favorecem a absorção, uma vez que o

    fármaco já se encontra dissolvido. Uma situação diferente ocorre

    com as formas farmacêuticas sólidas. Pense em um comprimido.
    Para que o fármaco contido no interior do comprimido

    seja

    absorvido,

    precisa

    estar

    solubilizado.

    Então,

    o

    comprimido
    precisa ser primeiramente molhado para, na sequência,

    ser

    desintegrado e, somente depois, disponibilizar o fármaco para ser

    solubilizado. Tudo isso leva um tempo, que deve ser considerado

    para que ocorra o processo de absorção.

    Quanto às vias de administração, via de regra, as vias enterais e

    parenterais indiretas levam mais tempo para permitir a absorção

    do fármaco que uma via enteral direta. É claro que há inúmeras

    exceções, de modo que o conjunto de fatores envolvidos na

    administração do medicamento é que vai ser decisivo para a

    velocidade e a extensão com que um fármaco é absorvido. Uma

    situação bem interessante é a que ocorre com a via intravenosa,

    que propicia 100% de fármaco na corrente circulatória, já que o

    medicamento é administrado diretamente no interior de um vaso
    sanguíneo. Para todas as outras vias, somente uma proporção,

  • 9

    inferior

    a

    100%,

    será

    abosrvida.

    Quanto à via oral, uma das mias utilizadas para administração de

    medicamentos, a absorção é regulada pelos vários fatores. Um

    dos mais importantes é a área da superfície absortiva. Desse

    modo, o intestino delgado é a porção do TGI desenvolvido para a

    absorção, já que possui uma grande área absortiva, (100m2),
    proporcionada pelo grande número de vilosidades, que

    são

    “pregas” na parede do intestino. Uma única célula da mucosa

    intestinal pode

    ter

    até

    3.000

    microvilosidades!

    A pele corresponde a 10% do peso corpóreo e é relativamente

    impermeável

    à

    maioria

    das

    substâncias,

    porém

    algumas

    substâncias podem atravessar essa camada e cair na corrente

    circulatória. A pele danificada aumenta a absorção; por exemplo,

    a hidrocortisona é absorvida apenas em 1% pela pele intacta,

    mas até 80% passa para a derme quando a camada epidérmica

    está dilacerada.

    A via respiratória (via pulmonar) é muito utilizada em casos de

    problemas nas vias respiratórias, como asma, por exemplo. Os

    fármacos administrados por essa via podem ser abosrvidos ou

    ficarem retidos nesse local, o que pode ser interessante se o

    objetivo da farmacoterapia é uma ação local.

    A cavidade bucal e o espaço sublingual merecem uma atenção
    especial. A mucosa oral funciona primariamente como

    uma

    barreira, pois não é um tecido altamente permeável. É mais

    semelhante à pele do que ao intestino, neste aspecto. Colutórios,

    pastas

    dentais

    e

    outras

    preparações

    são

    introduzidas

    na

    cavidade oral por motivos profiláticos ou terapêuticos locais. A via

    sublingual

    tem

    uma

    peculiaridade

    de

    promover

    uma

    boa

    absorção, mas poucas substâncias são administradas por esta

    via, um exemplo é o trinitrato de glicerila.

    Para

    bebês

    ou

    pacientes

    acamados

    com

    dificuldade

    de

    deglutição (dificuldade para “engolir” substâncias), uma via que

    pode ser explorada é a via retal. O reto permite absorção de

    aproximadamente

    metade

    do

    total

    de fármaco

    contido

    no

    medicamento administrado na forma de supositório. Um problema
    é a irritação local que pode ocorrer, sem falar no fato

    de

    pacientes homens adultos muitas vezes se recusarem a utilizar
    um supositório, que é a forma farmacêutica desenvolvida para

  • 10

    administração

    retal.

    Um último conceito importante quando se fala de absorção é a

    “biodisponibilidade”, que é a proporção da substância que passa

    para a circulação sistêmica após administração oral, levando em

    consideração tanto a absorção quanto a degradação metabólica

    local. Em outras palavras, biodisponibilidade quer dizer quanto do

    fármaco administrado vai ser realmente absorvido, pois, como já

    sabemos, somente a via intravenosa possibilita uma absorção

    completa (de 100%); todas as outras vias acabam por impedir a

    entrada de uma parcela do fármaco para a circulação sistêmica.

    O

    entendimento

    do

    conceito

    de

    biodisponibilidade

    será

    importante para a compreensão das bases farmacocinéticas que

    garantem a interbambialidade entre medicamentos genéricos e

    de

    referência.

    Por último, se o fármaco vencer todas essas barreiras

    e

    conseguir ser absorvido, estando no leito vascular, ele estará

    pronto para sofrer o segundo processo farmacocinético que é o

    fenômeno

    da

    distribuição.

    O processo de distribuição

    compreende a passagem do fármaco da

    corrente circulatória para os líquidos intersticial (líquido presente

    nos espaços entre as células) e intracelular (líquido presente no

    interior

    das

    células).

    O fármaco quando entra na corrente circulatória, na

    grande

    maioria

    dos

    casos,

    estabelecerá

    ligações

    (geralmente

    reversíveis) com proteínas plasmáticas, sempre numa proporção

    fixa que varia de fármaco para fármaco. Somente a porção que

    fica livre é que é passível de sofrer o processo de distribuição e

    irá para todos os compartimentos pelos quais tenha afinidade. A
    afinidade, portanto, e a diferença de concentração são

    os

    requisitos básicos para que ocorra o processo de distribuição. Os

    fármacos só deixam o leito vascular porque existe muito fármaco

    no plasma em comparação com qualquer outro compartimento do
    organismo (após o fim da absorção e antes do

    começo

    da distribuição) e, não menos importante, o fármaco só irá se

    dirigir para tecidos com os quais tenha alguma afinidade com
    alguns dos componentes celulares presentes nestes locais.


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