Curso Online de ENZIMAS CARDÍACAS

Curso Online de ENZIMAS CARDÍACAS

Este é um estudo especifíco sobre enzimas cardíacas. Utilizado muito em unidades de terapia intensiva, os marcadores de lesão miocárdica ...

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Este é um estudo especifíco sobre enzimas cardíacas. Utilizado muito em unidades de terapia intensiva, os marcadores de lesão miocárdica representam um grande avanço no diagnóstico da síndrome coronariana aguda, pois apenas 15% desses apresentam alguma alteração eletrocardiográfica.

Bacharel em Farmácia Generalista ano de 2013 pela faculdade Alfredo Nasser ( UNIFAN ) Goiânia . Atuante como RT / Drogaria. CRF-GO :11213



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  • ENZIMAS CARDÍACAS

    Marcadores de necrose miocárdica.

    ENZIMAS CARDÍACAS

  • Infarto agudo do miocárdio (IAM)

    Infarto agudo do miocárdio (IAM)

  • Enzimas Cardíacas As enzimas cardíacas são denominadas : CK (CKMB), LD (LD1), E AST. CK creatinoquinase = Enzima cardíaca dimérica com peso molecular de 86 KDa e possui duas subunidades M (músculo) B (cérebro). Resultando a formações de 03 isoenzimas :( CKBB= Encontra-se no tec. Cerebral, CKMB= Encontra-se no musculo do miocárdio, CKMM= Abundante no musculo esquelético. Sobre o CK total , devido ao seu peso molecular aumentado essa enzima não é liberada diretamente para os capilares diretamente após o IAM. Observa-se sua elevação de 04 a 08 horas após o inicio dos sintomas, tem seu pico entre 12 a 24 horas e retorno a níveis basais em cerca de 03 a 04 dias.

    Enzimas Cardíacas As enzimas cardíacas são denominadas : CK (CKMB), LD (LD1), E AST. CK creatinoquinase = Enzima cardíaca dimérica com peso molecular de 86 KDa e possui duas subunidades M (músculo) B (cérebro). Resultando a formações de 03 isoenzimas :( CKBB= Encontra-se no tec. Cerebral, CKMB= Encontra-se no musculo do miocárdio, CKMM= Abundante no musculo esquelético. Sobre o CK total , devido ao seu peso molecular aumentado essa enzima não é liberada diretamente para os capilares diretamente após o IAM. Observa-se sua elevação de 04 a 08 horas após o inicio dos sintomas, tem seu pico entre 12 a 24 horas e retorno a níveis basais em cerca de 03 a 04 dias.

  • Enquanto a isoenzima CKMB é utilizada para o diagnostico do IAM, elevando-se cerca de 03 horas , já a isoenzima CKMM é de pouca especificidade. Portanto não se pode usar CK no um diagnostico tardio de IAM. Observa-se elevação de CK no esforço físico prolongado , no pós parto, após traumas , injeções e cirurgias, após administrações de certas drogas, após cateterismo , eletrochoque e IAM.

    Enquanto a isoenzima CKMB é utilizada para o diagnostico do IAM, elevando-se cerca de 03 horas , já a isoenzima CKMM é de pouca especificidade. Portanto não se pode usar CK no um diagnostico tardio de IAM. Observa-se elevação de CK no esforço físico prolongado , no pós parto, após traumas , injeções e cirurgias, após administrações de certas drogas, após cateterismo , eletrochoque e IAM.

  • CKMB É a isoenzima da CK mais específica para o miocárdio; É Dosada por Imunoinibição da fração “M”; E os valores normais não ultrapassam 4 a 6% da atividade da CK total; Sobre o Índice relativo temos: CKMB/CK x 100.

    CKMB É a isoenzima da CK mais específica para o miocárdio; É Dosada por Imunoinibição da fração “M”; E os valores normais não ultrapassam 4 a 6% da atividade da CK total; Sobre o Índice relativo temos: CKMB/CK x 100.

  • LD ou LDH (lactato desidrogenase) Enzima distribuída entre diversos tecidos e órgãos; De menor especificidade e menor valor diagnóstico no IAM; Atua reduzindo o piruvato a lactato (glicólise anaeróbica); E Possui 5 isoenzimas (separadas por eletroforese): • LD1(HHHH) e LD2(HHHM): coração, eritrócitos e rim; • LD3(HHMM): pulmão; • LD4(HMMM) e LD5(MMMM):fígado e m.esquelético. Soro normal: 1<2>3>4>5.

    LD ou LDH (lactato desidrogenase) Enzima distribuída entre diversos tecidos e órgãos; De menor especificidade e menor valor diagnóstico no IAM; Atua reduzindo o piruvato a lactato (glicólise anaeróbica); E Possui 5 isoenzimas (separadas por eletroforese): • LD1(HHHH) e LD2(HHHM): coração, eritrócitos e rim; • LD3(HHMM): pulmão; • LD4(HMMM) e LD5(MMMM):fígado e m.esquelético. Soro normal: 13>4>5.

  • LD ou LDH É uma proteina citosolica tetramerica arranjada partir de 02 tipos de cadeias peptídicas. Participa da via glicolítica anaerobica catalisando a reação. A LD é importante principalmente nos tecidos em condições anaeróbicas e baixo aporte de oxigênio como o fígado e o musculo esquelético. São vários os métodos que podem ser utilizados para o fracionamento da LDH, porém a eletroforese e o teste do calor são os mais empregados. O aquecimento a 60°C por 30 minutos inativa 3 frações, deixando intactas as frações 1 e 2, de origem cardíaca que são termoestáveis. Pela eletroforese, o perfil mostra que as frações LDH1 e LDH2 (cardíacas) são mais rápidas frente ao ânodo (polo positivo).

    LD ou LDH É uma proteina citosolica tetramerica arranjada partir de 02 tipos de cadeias peptídicas. Participa da via glicolítica anaerobica catalisando a reação. A LD é importante principalmente nos tecidos em condições anaeróbicas e baixo aporte de oxigênio como o fígado e o musculo esquelético. São vários os métodos que podem ser utilizados para o fracionamento da LDH, porém a eletroforese e o teste do calor são os mais empregados. O aquecimento a 60°C por 30 minutos inativa 3 frações, deixando intactas as frações 1 e 2, de origem cardíaca que são termoestáveis. Pela eletroforese, o perfil mostra que as frações LDH1 e LDH2 (cardíacas) são mais rápidas frente ao ânodo (polo positivo).

  • Devido à sua distribuição diversificada pelos tecidos, a dosagem da LDH total não é um indicador específico nem de doenças hepáticas nem de doenças cardíacas. Porém, quando determinada conjuntamente com outras enzimas, ou quando fracionada em isoenzimas, torna-se bastante útil para o diagnóstico dessas patologias. Valores elevados de LDH total são observados em uma variedade de condições clínicas. Os níveis mais altos são encontrados em pacientes com anemia megaloblástica, em carcinomas e no choque grave. Elevações moderadas ocorrem em pacientes com infarto do miocárdio, infarto pulmonar, anemia hemolítica, leucemia, mononucleose infecciosa e nos pacientes com distrofia muscular progressiva.

    Devido à sua distribuição diversificada pelos tecidos, a dosagem da LDH total não é um indicador específico nem de doenças hepáticas nem de doenças cardíacas. Porém, quando determinada conjuntamente com outras enzimas, ou quando fracionada em isoenzimas, torna-se bastante útil para o diagnóstico dessas patologias. Valores elevados de LDH total são observados em uma variedade de condições clínicas. Os níveis mais altos são encontrados em pacientes com anemia megaloblástica, em carcinomas e no choque grave. Elevações moderadas ocorrem em pacientes com infarto do miocárdio, infarto pulmonar, anemia hemolítica, leucemia, mononucleose infecciosa e nos pacientes com distrofia muscular progressiva.

  • LD e o Infarto No Infarto Agudo do Miocárdio: há elevação moderada da LDH1 e pequena da LDH2 nas primeiras horas após o infarto, atingindo o pico em 48-72 horas, retornando aos níveis de referência dentro de 10-14 dias. Uma relação LDH1/LDH2 maior do que 1 é uma informação bastante indicativa de infarto do miocárdio. A isoenzima LDH1 pode ser determinada diretamente através de técnicas imunoquímicas, usando anticorpos específicos para a LDH1. Pode-se fazer também uma quantificação aproximada da LDH1, usando o princípio da termoestabilidade. Enquanto a fração LDH1 resiste a uma desnaturação a 65°C por 30 minutos, as outras isoenzimas são destruídas nessas condições. O processo compreende a dosagem da LDH total antes e após submeter a amostra a 65°C por 30 minutos.

    LD e o Infarto No Infarto Agudo do Miocárdio: há elevação moderada da LDH1 e pequena da LDH2 nas primeiras horas após o infarto, atingindo o pico em 48-72 horas, retornando aos níveis de referência dentro de 10-14 dias. Uma relação LDH1/LDH2 maior do que 1 é uma informação bastante indicativa de infarto do miocárdio. A isoenzima LDH1 pode ser determinada diretamente através de técnicas imunoquímicas, usando anticorpos específicos para a LDH1. Pode-se fazer também uma quantificação aproximada da LDH1, usando o princípio da termoestabilidade. Enquanto a fração LDH1 resiste a uma desnaturação a 65°C por 30 minutos, as outras isoenzimas são destruídas nessas condições. O processo compreende a dosagem da LDH total antes e após submeter a amostra a 65°C por 30 minutos.

  • AST- ASPARTATO AMINOTRANSFERASE É uma enzima encontrada em concentração muito alta no músculo cardíaco, no fígado, músculos esqueléticos e em menor concentração nos rins e pâncreas. Até os 15 anos de idade, a atividade da AST é levemente maior que a da AST, enquanto que em adultos. No infarto: eleva-se nas primeiras 12 horas, atinge um pico em 24 horas e volta ao normal em torno do quinto dia. AST está ligada à necrose de células miocárdicas e sua elevação é geralmente moderada raramente chegando a atingir 10 vezes o limite superior normal. No entanto, a AST é muito menos específica do que a CK-MB para o diagnóstico do infarto do miocárdio.

    AST- ASPARTATO AMINOTRANSFERASE É uma enzima encontrada em concentração muito alta no músculo cardíaco, no fígado, músculos esqueléticos e em menor concentração nos rins e pâncreas. Até os 15 anos de idade, a atividade da AST é levemente maior que a da AST, enquanto que em adultos. No infarto: eleva-se nas primeiras 12 horas, atinge um pico em 24 horas e volta ao normal em torno do quinto dia. AST está ligada à necrose de células miocárdicas e sua elevação é geralmente moderada raramente chegando a atingir 10 vezes o limite superior normal. No entanto, a AST é muito menos específica do que a CK-MB para o diagnóstico do infarto do miocárdio.

  • TROPONINAS- Marcador São Proteínas contidas nas células musculares, Proteínas do complexo regutatório miofibrilar que se encontram presas a uma das extremidades de cada molécula da tropomiosina; Regulam a interação entre a actina e a miosina; Contém Subunidades: T, I e C; Somente a T e a I possui isoforma cardíaca específica (cTnT e cTnI); São marcadores precoces do IAM. TROPONINA T (TnT) = Possuí peso molecular de 37 KDa

    TROPONINAS- Marcador São Proteínas contidas nas células musculares, Proteínas do complexo regutatório miofibrilar que se encontram presas a uma das extremidades de cada molécula da tropomiosina; Regulam a interação entre a actina e a miosina; Contém Subunidades: T, I e C; Somente a T e a I possui isoforma cardíaca específica (cTnT e cTnI); São marcadores precoces do IAM. TROPONINA T (TnT) = Possuí peso molecular de 37 KDa


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  • ENZIMAS CARDÍACAS
  • Infarto agudo do miocárdio (IAM)
  • Enzimas Cardíacas As enzimas cardíacas são denominadas : CK (CKMB), LD (LD1), E AST. CK creatinoquinase = Enzima cardíaca dimérica com peso molecular de 86 KDa e possui duas subunidades M (músculo) B (cérebro). Resultando a formações de 03 isoenzimas :( CKBB= Encontra-se no tec. Cerebral, CKMB= Encontra-se no musculo do miocárdio, CKMM= Abundante no musculo esquelético. Sobre o CK total , devido ao seu peso molecular aumentado essa enzima não é liberada diretamente para os capilares diretamente após o IAM. Observa-se sua elevação de 04 a 08 horas após o inicio dos sintomas, tem seu pico entre 12 a 24 horas e retorno a níveis basais em cerca de 03 a 04 dias.
  • Enquanto a isoenzima CKMB é utilizada para o diagnostico do IAM, elevando-se cerca de 03 horas , já a isoenzima CKMM é de pouca especificidade. Portanto não se pode usar CK no um diagnostico tardio de IAM. Observa-se elevação de CK no esforço físico prolongado , no pós parto, após traumas , injeções e cirurgias, após administrações de certas drogas, após cateterismo , eletrochoque e IAM.
  • CKMB É a isoenzima da CK mais específica para o miocárdio; É Dosada por Imunoinibição da fração “M”; E os valores normais não ultrapassam 4 a 6% da atividade da CK total; Sobre o Índice relativo temos: CKMB/CK x 100.
  • LD ou LDH (lactato desidrogenase) Enzima distribuída entre diversos tecidos e órgãos; De menor especificidade e menor valor diagnóstico no IAM; Atua reduzindo o piruvato a lactato (glicólise anaeróbica); E Possui 5 isoenzimas (separadas por eletroforese): • LD1(HHHH) e LD2(HHHM): coração, eritrócitos e rim; • LD3(HHMM): pulmão; • LD4(HMMM) e LD5(MMMM):fígado e m.esquelético. Soro normal: 1&lt;2&gt;3&gt;4&gt;5.
  • LD ou LDH É uma proteina citosolica tetramerica arranjada partir de 02 tipos de cadeias peptídicas. Participa da via glicolítica anaerobica catalisando a reação. A LD é importante principalmente nos tecidos em condições anaeróbicas e baixo aporte de oxigênio como o fígado e o musculo esquelético. São vários os métodos que podem ser utilizados para o fracionamento da LDH, porém a eletroforese e o teste do calor são os mais empregados. O aquecimento a 60°C por 30 minutos inativa 3 frações, deixando intactas as frações 1 e 2, de origem cardíaca que são termoestáveis. Pela eletroforese, o perfil mostra que as frações LDH1 e LDH2 (cardíacas) são mais rápidas frente ao ânodo (polo positivo).
  • Devido à sua distribuição diversificada pelos tecidos, a dosagem da LDH total não é um indicador específico nem de doenças hepáticas nem de doenças cardíacas. Porém, quando determinada conjuntamente com outras enzimas, ou quando fracionada em isoenzimas, torna-se bastante útil para o diagnóstico dessas patologias. Valores elevados de LDH total são observados em uma variedade de condições clínicas. Os níveis mais altos são encontrados em pacientes com anemia megaloblástica, em carcinomas e no choque grave. Elevações moderadas ocorrem em pacientes com infarto do miocárdio, infarto pulmonar, anemia hemolítica, leucemia, mononucleose infecciosa e nos pacientes com distrofia muscular progressiva.
  • LD e o Infarto No Infarto Agudo do Miocárdio: há elevação moderada da LDH1 e pequena da LDH2 nas primeiras horas após o infarto, atingindo o pico em 48-72 horas, retornando aos níveis de referência dentro de 10-14 dias. Uma relação LDH1/LDH2 maior do que 1 é uma informação bastante indicativa de infarto do miocárdio. A isoenzima LDH1 pode ser determinada diretamente através de técnicas imunoquímicas, usando anticorpos específicos para a LDH1. Pode-se fazer também uma quantificação aproximada da LDH1, usando o princípio da termoestabilidade. Enquanto a fração LDH1 resiste a uma desnaturação a 65°C por 30 minutos, as outras isoenzimas são destruídas nessas condições. O processo compreende a dosagem da LDH total antes e após submeter a amostra a 65°C por 30 minutos.
  • AST- ASPARTATO AMINOTRANSFERASE É uma enzima encontrada em concentração muito alta no músculo cardíaco, no fígado, músculos esqueléticos e em menor concentração nos rins e pâncreas. Até os 15 anos de idade, a atividade da AST é levemente maior que a da AST, enquanto que em adultos. No infarto: eleva-se nas primeiras 12 horas, atinge um pico em 24 horas e volta ao normal em torno do quinto dia. AST está ligada à necrose de células miocárdicas e sua elevação é geralmente moderada raramente chegando a atingir 10 vezes o limite superior normal. No entanto, a AST é muito menos específica do que a CK-MB para o diagnóstico do infarto do miocárdio.
  • TROPONINAS- Marcador São Proteínas contidas nas células musculares, Proteínas do complexo regutatório miofibrilar que se encontram presas a uma das extremidades de cada molécula da tropomiosina; Regulam a interação entre a actina e a miosina; Contém Subunidades: T, I e C; Somente a T e a I possui isoforma cardíaca específica (cTnT e cTnI); São marcadores precoces do IAM. TROPONINA T (TnT) = Possuí peso molecular de 37 KDa
  • TROPONINA T º É Detectada de 3 a 12 horas após o IAM; º Permanece No sangue até 10 dias; º Com Níveis de 0,1 a 0,2 ng/ml (Valor Referência:&lt;0,1ng/mL) º É necessário Dosar admissão, 4, 8 e 16 horas. Injúria não miocárdica com elevação da TnT: -Rabdomiólise -Distrofia muscular (TnT fetal) -Polimiosite -Insuficiência renal Pacientes em diálise. Troponina T podem aumentar em pacientes com necrose muscular severa e pacientes com falha renal crônica,
  • TROPONINA I -É altamente específica para o miocárdio; -No sangue de 7 a 10 dias após a necrose; -Para cada aumento de 1 ng/ml da TnI, o risco de mortalidade aumenta significativamente. -O risco existe mesmo nos pacientes com CKMB normais. -Detecção de microinfartos. Apresenta menor sensibilidade, sendo detectada no sangue entre 4 e 6 horas após o início da dor, atinge seu pico (acrofase) em torno de 12 horas e retorna ao normal após 3 a 10 dias. A troponina I cardíaca (cTnI) é singularmente diferente da troponina I encontrada nas fibras musculares esqueléticas. Por possuir uma sequência adicional de 31 aminoácidos é encontrada exclusivamente no miocárdio e, portanto, foi estudada como um marcador altamente sensível e específico para lesão miocárdica.
  • A troponina I está, cada vez mais, ganhando aceitação como marcador sérico de escolha na estratificação de risco das Síndromes Coronárias Agudas. Pode ser detectada no sangue periférico mesmo quando ainda não houve elevação dos níveis de CK-MB. Acrescenta-se o fato de que existe relação quantitativa direta entre nível de troponina e evolução adversa. Alguns pacientes podem apresentar CK-MB normal, mas a troponina já é detectável, denotando lesão menor ao miocárdio, o que leva esses pacientes a serem considerados como de alto risco. Vale lembrar que a troponina, independentemente se a T ou a I, costuma estar positiva apenas por volta de quatro a seis horas após o início dos sintomas e se mantém assim por cerca de duas semanas, o que dificulta o diagnóstico de re-infarto por meio desse marcador.
  • MIOGLOBINA Mioglobina é o marcador cardíaco que mais precocemente se altera no infarto agudo do miocárdio , Presente no citoplasma dos músculos esquelético e cardíaco, a mioglobina é uma proteína de baixo peso molecular com estrutura semelhante à da hemoglobina, uma vez que tem também a capacidade de se ligar ao oxigênio. Seu teor no sangue aumenta sempre que há destruição muscular. Após uma lesão isquêmica da fibra muscular, a mioglobina é liberada precocemente na circulação, razão pela qual sua dosagem ajuda o médico no diagnóstico de infarto do miocárdio.
  • . Concentrações elevadas da proteína já podem ser observadas de uma a duas horas depois que a precordialgia começa, atingindo o pico em 12 horas e, em geral, normalizando-se 24 horas após um episódio único de isquemia. Essa curva, aliás, contribui para que a determinação seriada seja útil para detectar um novo infarto em pacientes com dor precordial recorrente. Convém ponderar que o aumento da mioglobina circulante não é específico de lesão cardíaca, ocorrendo igualmente em trauma da musculatura esquelética e na insuficiência renal, por exemplo. A mioglobina é uma hemoproteína citoplasmática de baixo peso molecular, encontrada tanto em músculo cardíaco como em periférico, sendo, portanto, inespecífica.
  • . Como é liberada rapidamente e com vida média curta, o que limita seu uso. Não é um marcador a ser utilizado para diagnóstico, principalmente por causa de sua inespecificidade (se eleva nas lesões musculares, além do cardíaco). No infarto do miocárdio, os níveis se encontram entre 0,15 e 0,5 microgramas/mL e se elevam antes da creatinoquinase. PACIENTES SUSPEITOS: -Avaliação enzimática e testes não enzimáticos nas primeiras 48 horas; -ECG ( eletrocardiograma) -Dados clínicos
  • PCR e DCI A inflamação tem um papel importante na etiologia da doença cardiovascular; Pacientes com angina instável com níveis de PCR&gt;1,5mg/dL está associado a um pior prognóstico em 90 dias; Pacientes que passaram da fase aguda e estão clinicamente estáveis, PCR elevado no momento da alta indica risco de complicações isquêmicas subseqüentes.
  • Tratamento do infarto agudo do miocárdio O tratamento precoce pode prevenir e limitar os danos causados ao músculo cardíaco. O importante é agir rápido diante dos primeiros sintomas de infarto agudo do miocárdio, procurando um atendimento médico prontamente. Alguns tratamentos são iniciados pelo médico diante da primeira suspeita de infarto do miocárdio, mesmo antes do diagnóstico ser confirmado definitivamente. São eles: •Inalação de oxigênio, para melhor oxigenação no músculo cardíaco. •Aspirina, para prevenir formação de trombos ou coágulos sanguíneos. •Nitroglicerina: trata-se de um medicamento utilizado para reduzir a sobrecarga de trabalho do coração e melhorar o fluxo de sangue pelas artérias coronarianas. •Tratamento da dor torácica com analgésicos.
  • Os medicamentos mais utilizados pelos médicos são: •Trombolíticos: medicações que dissolvem o trombo ou coágulo no interior das coronárias. •Beta-bloqueadores: diminuem a sobrecarga do coração. •Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA): controlam a pressão arterial e reduzem a tensão do músculo cardíaco. •Anticoagulantes: previnem a formação de trombos ou coágulos. •Antiagregantes plaquetários: também previnem a formação de trombos. •Outras medicações para reduzir a dor, ansiedade ou tratar arritmias.
  • Quando as medicações não conseguem parar o processo de infarto, são necessários procedimentos médicos para melhor tratamento. Os procedimentos mais utilizados para desobstruir as coronárias são a angioplastia e procedimentos do tipo ponte de safena (a safena é uma veia da perna que é transplantada para o coração no lugar da artéria coronária obstruída). Este procedimento de transplante de vasos sanguíneos para substituir a artéria coronária, que está obstruída, pode ser feito também com artérias mamárias (do tórax) e artérias radiais (dos antebraços).
  • BONS ESTUDOS!!!