Curso Online de AEROSSOLTERAPIA  E OXIGENIOTERAPIA EM PEDIATRIA E NEONATOLOGIA

Curso Online de AEROSSOLTERAPIA E OXIGENIOTERAPIA EM PEDIATRIA E NEONATOLOGIA

As doenças respiratórias são responsáveis, atualmente, pelo elevado índice de morbidade e mortalidade na infância e por inúmeros casos de...

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As doenças respiratórias são responsáveis, atualmente, pelo elevado índice de morbidade e mortalidade na infância e por inúmeros casos de internação hospitalar. Dentre essas doenças, estão a bronquiolite, a pneumonia, a asma, as crises de sibilância, entre outras. Por esse motivo, o uso de aerossolterapia associada ou não à oxigenoterapia torna-se o pilar do tratamento desses pacientes. O curso é voltado para todos os profissionais da área de saúde, em especial aos fisioterapeutas e estudantes.

Formada no curso de fisioterapia. Crítica, admiradora e sempre em busca de conhecimentos CURSOS: urgências e emergências; Raios x; DRY NEEDLING; Semiologia pediátrica; Reabilitação do complexo de ombro; Abordagem fisiotetapêutica em órteses e prótese; VENTILAÇÃO MECÂNICA EM PEDIATRIA; URGÊNCIAS EM PEDIATRIA.



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  • AEROSSOLTERAPIA E OXIGENOTERAPIA EM PEDIATRIA E NEONATOLOGIA

    AEROSSOLTERAPIA E OXIGENOTERAPIA EM PEDIATRIA E NEONATOLOGIA

    Dra. MILIAN OLIVEIRA

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    As doenças respiratórias são responsáveis, atualmente, pelo elevado índice de morbidade e mortalidade na infância e por inúmeros casos de internação hospitalar. Dentre essas doenças, estão a bronquiolite, a pneumonia, a asma, as crises de sibilância, entre outras. Por esse motivo, o uso de aerossolterapia associada ou não à oxigenoterapia torna-se o pilar do tratamento desses pacientes.

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    A aerossolterapia é a administração de fármacos diretamente no sistema respiratório na forma de aerossol, que consiste na suspensão de partículas sólidas ou líquidas em um meio gasoso.

    Basicamente, existem três tipos de dispositivos inalatórios:

    nebulizadores convencionais;
    inaladores a pó seco (DPIs);
    inaladores pressurizados dosimetrados (MDIs).

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    A oxigenoterapia consiste no tratamento da hipóxia por meio da administração de oxigênio (O2) a uma pressão maior do que no ar ambiente (21%), o que facilita a troca gasosa e reduz o trabalho respiratório

  • AEROSSOLTERAPIA

    AEROSSOLTERAPIA

    O aerossol é um grupo de partículas sólidas ou líquidas que se encontra em suspensão em um gás. A eficácia da aerossolterapia depende diretamente da deposição pulmonar dos fármacos e está ligada ao tamanho das partículas produzidas.
    O tamanho das partículas produzidas é fator determinante para a deposição pulmonar e consequentemente para a eficácia da aerossolterapia.

  • AEROSSOLTERAPIA

    AEROSSOLTERAPIA

    O tamanho ideal das partículas é de 3 a 5m. Normalmente as partículas de até 5 m depositam-se nas vias aéreas distais, e as menores de 0,5m são exaladas.
    A classificação do tamanho e da densidade das partículas é feita através do diâmetro mediano aerodinâmico de massa (DMAM). O DMAM é o diâmetro multiplicado pela raiz quadrada de sua densidade. Outra propriedade relevante é o desvio-padrão geométrico (DPG), que consiste na distribuição do tamanho das partículas. Um aerossol monodisperso tem o valor de DPG menor do que 1,22. A maioria dos aerossóis produzidos é heterodispersa, mas quanto menor o DPG, maior a deposição pulmonar.

  • MECANISMOS DE DEPOSIÇÃO PULMONAR

    MECANISMOS DE DEPOSIÇÃO PULMONAR

    Existem três mecanismos básicos de deposição pulmonar:

    impactação inercial: é o resultado da deposição de partículas que ocorre secundariamente à sua colisão com uma superfície. Caracteriza o primeiro mecanismo de deposição para partículas maiores de 3m de diâmetro e é dependente do fluxo inspiratório. Em fluxos rápidos inspiratórios, a tendência é a deposição das partículas em vias aéreas superiores. Fluxos lentos facilitam a deposição na via aérea distal;
    sedimentação gravitacional: sofre o efeito da gravidade, e não da inércia. Como é tempo- dependente, uma pausa inspiratória de 5 a 10 segundos maximiza a deposição de partículas nas vias aéreas distais;
    difusão browniana: afeta partículas bem pequenas que sofrem influência do movimento browniano, resultando em colisão e coalescência com as vias aéreas e com outras partículas.

  • DISPOSITIVOS GERADORES DE AEROSSÓIS  

    DISPOSITIVOS GERADORES DE AEROSSÓIS  

    Existem diversas formas de gerar aerossóis. Dentre elas:
    nebulizador tipo a jato;
    nebulizador ultrassônico;
    nebulizador com desempenho melhorado pela respiração;
    DPI;
    MDI;

  • NEBULIZADORES TIPO A JATO  

    NEBULIZADORES TIPO A JATO  

    O aerossol é gerado pelo princípio de Bernoulli nos nebulizadores a jato. Nesse mecanismo, o fluxo de ar ou de O2 se expande ao passar por um orifício, e ocorre queda de pressão e aumento de velocidade.

    O líquido do reservatório de inalação é sugado, e são gerados aerossóis. As menores partículas são inaladas, e as maiores são retidas em anteparos, juntando-se ao restante do líquido do reservatório para serem nebulizadas novamente

  • NEBULIZADORES TIPO A JATO

    NEBULIZADORES TIPO A JATO

    O gás utilizado nos nebulizadores tipo a jato pode ser proveniente de cilindros pressurizados ou de compressores elétricos. Predizer a dose que é efetivamente nebulizada é difícil, pois a eficácia da nebulização sofre influência do volume da solução, do fluxo e da umidade do gás utilizado para alimentar o dispositivo. Quanto maior a pressão e o fluxo de ar comprimido, menor o tamanho das partículas.
    Há também uma alta variabilidade entre o desempenho atingido por nebulizadores de marcas e fabricantes diferentes.

  • NEBULIZADORES TIPO A JATO

    NEBULIZADORES TIPO A JATO

    Em hospitais, os nebulizadores necessitam de um fluxo de 6 a 8L/min para gerar partículas de tamanho aceitável com um volume em torno de 4mL de solução salina. Já em compressores elétricos domésticos e em ventilação mecânica (VM), o fluxo de ar comprimido gerado pode sofrer grandes variações, e, com isso, os nebulizadores retêm certa quantidade da medicação que não é ofertada ao paciente, a qual fica dentro do copinho do inalador. Esse volume remanescente, chamado volume morto ou residual, pode variar de 0,5 a 2mL, dependendo do fabricante do dispositivo e do volume total de solução utilizado.

    O posicionamento do copinho do nebulizador pode influenciar na entrega da medicação e no volume residual; por isso, é aconselhável, como observado na prática clínica, mantê-lo posicionado na vertical durante toda a nebulização, para um melhor desempenho.


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  • OBJETIVOS DA FISIOTERAPIA  
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  • UTILIZAÇÃO DO ESPAÇADOR COM MÁSCARA
  • UTILIZAÇÃO DO ESPAÇADOR COM O BOCAL
  • OXIGENOTERAPIA  
  • HIPOXEMIA
  • Em situações de hipoxemia prolongada, desenvolvem-se alguns mecanismos compensatórios para preservar o aporte de O2 aos tecidos, mecanismos do ponto de vista ventilatório, cardiovascular e sistêmico.
  • HIPÓXIA
  • MONITORAÇÃO
  • MÉTODOS DE ADMINISTRAÇÃO DE OXIGÊNIO
  • SISTEMAS DE BAIXO FLUXO
  • SISTEMAS DE ALTO FLUXO Nebulizador de arrastamento de ar
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  • DEPRESSÃO VENTILATÓRIA
  • ATELECTASIA DE ABSORÇÃO
  • DISPLASIA BRONCOPULMONAR
  • CONCLUSÃO