Curso Online de Bronquiolite em Pediatria
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Curso Online de Bronquiolite em Pediatria

Afecção comum do trato respiratório inferior. De característica epidêmica e de curso benigno caso não haja complicações ou patologias de ...

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Afecção comum do trato respiratório inferior. De característica epidêmica e de curso benigno caso não haja complicações ou patologias de base.

Boa leitura!
Att. Giselle

- Henrique Mallmann Dos Santos

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  • BRONQUIOLITE EM PEDIATRIA

    Giselle stefanelli de lima
    2012

    BRONQUIOLITE EM PEDIATRIA

  • CITAÇÃO

    Lima (2012) ou (LIMA, 2012)

    REFERÊNCIA

    LIMA, G. S. Bronquiolite em Pediatria. Curso oferecido à distância pelo BUZZERO, 05 jul. 2012 (ano de realização de seu curso).

  • BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    Bronquiolite viral aguda (BVA) ou bronquite capilar.

    É uma síndrome infecciosa viral aguda que se apresenta, inicialmente, no trato respiratório superior e que progride com manifestações no trato respiratório inferior, afetando sobretudo os bronquíolos.

    A infecção pelo vírus provoca inflamação da mucosa que reveste as vias aéreas distais, ocasiona edema e congestão, reduz o calibre dos bronquíolos e dificulta a passagem de ar, levando a obstrução do fluxo aéreo.

    A bronquiolite é uma doença particularmente contagiosa e autolimitada de curta duração, que se estende por poucos dias (caráter benigno).

    (CANTO; PEIXE apud SARMENTO, 2011, p. 99 e 108)
    (RAIMUNDO et al. apud SARMENTO, 2011, p. 59)

  • BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

    Crianças menores de um ano de idade costumam apresentar infecções respiratórias, por vírus sincicial respiratório ou outro agente etiológico, retratando um importante problema de saúde nacional e mundial.

    A bronquiolite viral aguda (BVA) constitui uma das principais causas de hospitalização de crianças com até dois anos de idade. Principalmente lactentes com < 6 meses e baixo peso ao nascer.

    É a afecção das vias aéreas inferiores mais comum no primeiro ano de vida podendo levar à hospitalização e UTI.

    (CANTO; PEIXE apud SARMENTO, 2011, p. 99)

  • RECÉM NASCIDOS PREMATUROS

    RECÉM NASCIDOS PREMATUROS

    Os sintomas e a gravidade dos pacientes com esta doença são variáveis, desde leves, moderados ou graves.

    Quando a infecção acomete recém nascidos prematuros com displasia broncopulmonar e/ou cardiopatias, as condições são geralmente graves, com necessidade de internação em unidade de cuidados intensivos.

    (MUCCIOLLO, 2008, p. 258)

  • FATORES DE INCIDÊNCIA

    FATORES DE INCIDÊNCIA

    Principalmente em crianças de até 2 anos

    ↑ em temperaturas baixas e umidade (outono/inverno)

    ↑ com confinamentos em creches e residências

    ↑ em caso de imunodeficiência e doenças de base

    ↑ em caso de desnutrição e ausência de aleitamento materno

    ↑ com a presença de tabagismo por membros da família

    (CANTO; PEIXE apud SARMENTO, 2011, p. 99)

  • ETIOLOGIA

    ETIOLOGIA

    O vírus sincicial respiratório (VSR) é o agente etiológico mais comum em até 75% dos casos.

    Também pode se ocasionar por outros vírus como o parainfluenza tipo 3, o influenza tipos A e B, o da caxumba, os adenovírus e os rinovírus, além de agentes como a Bordetella pertussis, a Clamydia trachomatis, o Mycoplasma pneumoniae e a Morexella catarrhalis.

    Infecção bacteriana secundária.

    (CANTO; PEIXE apud SARMENTO, 2011, p. 99-100)

  • FISIOPATOLOGIA

    FISIOPATOLOGIA

    Inoculação do vírus na mucosa nasal
    (4 a 5 dias)

    Infecção das vias aéreas superiores

    Aspiração de secreções

    Infecção das vias aéreas inferiores

    Produz tampões de muco + infiltrados peribronquiolares
    com acúmulo de linfócitos e polimorfonucleares

    Resposta Inflamatória

    Repercute com transtornos na relação V/Q

    Resulta em edema de submucosa

    Descamação celular +
    exsudação de proteínas plasmáticas

    Leva a obstrução rápida de pequenas vias aéreas

    ↓pH sanguíneo ↑CO₂ Hipoxemia
    Acidose Respiratória

  • QUADRO CLÍNICO

    QUADRO CLÍNICO

    A gravidade do quadro clínico está relacionada com o processo inflamatório causado pelo vírus com infiltração de neutrófilos, linfócitos e liberação de mediadores inflamatórios, que provocam edema, espasmo muscular, maior produção de muco e sua menor eliminação através de mecanismo muco-ciliar e, consequentemente, obstrução e aumento da resistência das vias aéreas, além da relação ventilação/perfusão (V/Q) alterada que resulta em hipoxemia e hipercapnia, e que podem progredir para Insuficiência Respiratória Aguda.

    (MUCCIOLLO, 2008, p. 258-259)

  • QUADRO CLÍNICO

    QUADRO CLÍNICO

    Sinais de “resfriado”, coriza, rinorréia, redução do apetite/anorexia, febre baixa ou ausente, irritabilidade, desidratação e dispnéia.

    Taquipnéia, dispnéia, febrícula, respiração superficial, cansaço, aumento do esforço respiratório, uso da musculatura acessória com outros sinais de desconforto respiratório.

    Febre, tosse produtiva, expiração prolongada, taquicardia, taquidispnéia e crises de sibilância, podendo evoluir para insuficiência respiratória ou até falência respiratória aguda.

    (CANTO; PEIXE apud SARMENTO, 2011, p. 101)

  • QUADRO CLÍNICO

    QUADRO CLÍNICO

    A percussão torácica pode apresentar timpanismo.

    A ausculta pulmonar nos estágios mais avançados pode apresentar sibilos, roncos e estertoração, com MV + ou ↓

    A radiografia pode apresentar áreas de atelectasia e hiperinsuflação pulmonar.

    Obstrução de VAS, hipersecreção, fadiga muscular, taquidispnéia, expiração prolongada, tosse intensa, cianose, taquicardia, batimento de asa de nariz.

    (CANTO; PEIXE apud SARMENTO, 2011, p. 101 e105)


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