Curso Online de Nutrição do Idoso

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Muitos idosos não consomem adequadamente os micronutrientes.

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Muitos idosos não consomem adequadamente os micronutrientes.

Docente no ensino superior, médio e fundamental. Biólogo, químico e bioquímico. Doutorando em ciência e tecnologia de alimentos. Especializando em nutrição, envelhecimento e longevidade. Mestre em alimentos e nutrição. Especialista em nutrição clínica e esportiva, gerontologia e qualidade de vida e metodologia de ensino de biologia e química. Graduado em bacharelado em bioquímica, licenciatura em química e também em biologia. Experiência como professor de ciências, biologia, química, bioquímica e alimentos. Currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4485065A7.



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  • NUTRIÇÃO DO IDOSO

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    Pesquisas mostram que o principal fator determinante do potencial de longevidade é a nutrição adequada. A qualidade da alimentação está diretamente associada à qualidade de vida do indivíduo e a menor incidência de doenças. O desequilíbrio nutricional no idoso está relacionado ao aumento da mortalidade, um risco aumentado de desnutrição, à susceptibilidade a infecções e à redução da qualidade de vida.

  • O crescimento da população de idosos é explicado por especialistas por meio da queda da taxa de fecundidade aliada à queda da taxa de mortalidade, consequência do avanço da medicina que, além de combater as epidemias que ceifavam vidas jovens, pôde (e poderá cada vez mais) controlar doenças crônicas.

  • A alimentação e a nutrição integram os principais fatores ambientais modificáveis do estilo de vida com potencial de interferência na modulação metabólica do processo de envelhecimento, o que é de grande relevância para a prevenção e o tratamento das doenças.

  • O envelhecimento mundial é fato incontestável no século XXI. Este fato gera maior necessidade em aprofundar a compreensão sobre o papel da nutrição na promoção e manutenção da saúde, independência e autonomia dos idosos.

  • Espera-se que, em 2030, a população com mais de 65 anos, dobre de 36 para 72 milhões, aumentando de 12,5% para 20% da população.

  • No início do século XX, a média da expectativa de vida ao nascer era cerca de 47 anos, passando para cerca de 78 anos no início do século XXI.

    Nunca antes na história da humanidade, os países haviam registrado um contingente tão elevado de idosos em suas populações. Os avanços da medicina e as melhorias nas condições gerais de vida da população repercutem no sentido de aumentar a média de vida do brasileiro. A expectativa de vida ao nascer, que era de 45,5 anos de idade em 1940, passou para 72,7 anos em 2008, ou seja, mais 27,2 anos de vida.

  • Os primeiros dados do Censo 2010 do IBGE mostraram que a expectativa de vida no País aumentou cerca de três anos entre 1999 e 2009, saltando para 73,1 anos. A expectativa de vida no Brasil, entretanto, ainda é menor que a da América Latina e do Caribe (73,9 anos), só ficando à frente da Ásia (69,6 anos) e da África (55 anos). Na América do Norte essa expectativa de vida fica em 79,7 anos.

  • No Brasil, a esperança de vida foi de 73,8 em 2012, seguindo essa tendência, o país, dentro de duas décadas, estará entre os dez com maior população idosa.

  • O rápido envelhecimento da população brasileira indica um contingente atual de aproximadamente 15 milhões de idosos. As projeções mais conservadoras indicam que, em 2020, o Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos, com um contingente superior a 30 milhões de pessoas.

  • As pessoas de 60 anos ou mais representavam 8% do total da população do mundo em 1950, passando a 10% em 2000 e podendo alcançar os 21% no ano de 2050. Fato relevante é que em 2050 o número de pessoas idosas deverá igualar-se ao da população com menos de 15 anos.


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