Curso Online de Diagnóstico Ortodôntico

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Neste curso serão abordados todos os temas relacionados ao diagnóstico ortodôntico.

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Neste curso serão abordados todos os temas relacionados ao diagnóstico ortodôntico.

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  • Diagnóstico Ortodôntico

    Diagnóstico Ortodôntico

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  • Em diagnóstico, quer em ortodontia ou em outras áreas da odon- tologia ou da medicina, é importante não se concentrar excessiva- mente em um único aspecto da condição geral do paciente, negligenciando outros problemas importantes. Em um contexto ortodôntico, é importante não prestar atenção somente na oclusão enquanto se negligenciam discrepâncias entre os arcos, uma síndro- me de desenvolvimento, doença sistêmica, problema periodontal, problema psicossocial ou o meio cultural no qual o paciente vive. A tendência natural de qualquer especialista (e não é necessário ser um especialista em odontologia para ter um ponto de vista especializa- do) é caracterizar os problemas de acordo com seus próprios interes- ses. Esta tendência deve ser reconhecida e conscientemente evitada. Em resumo, o diagnóstico deve ser abrangente, e não focalizado so- mente em um único aspecto daquilo que muitas vezes pode ser uma situação complexa. O diagnóstico ortodôntico requer uma ampla revisão da situação do paciente.

  • A abordagem orientada pelo problema para o diagnóstico e pla- no de tratamento tem sido largamente defendida na medicina e na odontologia como uma maneira de superar a tendência de se con- centrar em somente uma parte dos problemas do paciente. A essên- cia da abordagem orientada pelo problema é o desenvolvimento de uma abrangente base de informações pertinentes, de modo que ne- nhum problema deixe de ser observado. Desta base de informações elabora-se a lista de problemas da qual se extrai o diagnóstico.

  • Para propósitos ortodônticos, os dados da base de informações devem ser considerados como advindos de três principais fontes: (1) entrevista com o paciente (escrita e oral), (2) exame clínico do pa- ciente e (3) avaliação dos elementos de diagnóstico, incluindo mo- delos dentários, radiografias e fotografias. Já que não teremos todos os elementos de diagnóstico possíveis para todos os pacientes, um dos objetivos do exame clínico é determinar quais informações extras são necessárias. Os passos para a obtenção de uma base de informações adequadas são apresentados em sequência a seguir. Uma discussão sobre quais elementos de diagnóstico são necessários está incluída.

  • Em todos os estágios da avaliação do diagnóstico o especialista pode obter informações mais detalhadas do que um clínico geral, e esta é a principal razão para se encaminhar um paciente ao especia- lista. É mais provável que o especialista obtenha mais elementos au- xiliares de diagnóstico, alguns dos quais podem não ser de pronta utilidade para o clínico geral. Em ortodontia, radiografias cefalo- métricas são um exemplo. Não obstante, a abordagem básica é a mesma. Um clínico geral competente irá seguir na avaliação do pa- ciente a mesma sequência de passos que um especialista e utilizará a mesma abordagem no plano de tratamento, caso pretenda prover os mesmos cuidados ao paciente. Afinal de contas, dos pontos de vista legal e moral existe apenas um padrão de cuidado.

  • Questionário/Entrevista

    Questionário/Entrevista

    O primeiro passo na entrevista é estabelecer a queixa principal do paciente (a principal razão da procura pela consulta e tratamento), geralmente uma pergunta direta ao paciente ou ao responsável. Na prática da especialidade ortodôntica, pode ser de grande utilidade utilizar um formulário para começar o processo de descobrir por que este paciente em particular procurou a consulta, especialmente se a estética facial for um problema (Fig. 6-1). Mais informações devem ser procuradas em três principais áreas: (1) história médica e odon- tológica, (2) estado do crescimento físico e (3) motivação, expecta- tiva e outros fatores sociocomportamentais.

  • Queixa Principal

    Queixa Principal

    Existem três principais razões para as preocupações dos pacientes re- lativas ao alinhamento e à oclusão dos dentes: estética dentofacial prejudicada que possa levar a problemas psicossociais, função preju- dicada e desejo de melhorar a estética dentofacial e, por consequên- cia, a qualidade de vida. Embora frequentemente mais de uma dessas razões possa contribuir para a procura do tratamento ortodôntico, é fundamental estabelecer a importância relativa dada pelo pacien- te. O dentista não deve assumir que a estética é a principal preocu- pação do paciente somente porque os dentes não têm aparência estética, nem deve se focar nos aspectos funcionais, por exemplo, de uma mordida cruzada com deslocamento lateral, sem apreciar a pre- ocupação do paciente a respeito do que parece ser um simples espa- ço entre os incisivos centrais superiores. Para um indivíduo com estética e função razoáveis e adequada adaptação psicossocial, a prin- cipal razão do tratamento pode ser o desejo de melhorar a aparên- cia além do normal. O grande foco em estética da clínica geral aumenta a chance de que o paciente tenha sido encaminhando ao ortodontista para tratamento com a finalidade de melhorar a apa- rência facial e dentária.

  • Quando os pacientes perguntam sobre a sua necessidade de tra- tamento ortodôntico, uma série de questões intuitivas, começando com “Você acha que precisa de aparelho? Diga-me o que lhe aborrece em sua face ou em seus dentes”, talvez seja necessária para esclare- cer o que é importante para o paciente. O dentista ou o ortodontista pode ou não concordar com a avaliação do paciente — este julga- mento vem depois. Neste estágio o objetivo é descobrir o que é im- portante para o paciente.

  • História Médica e Odontológica

    História Médica e Odontológica

    Problemas ortodônticos são quase sempre o ápice do processo de desenvolvimento, não o resultado de um processo patológico. Como a discussão no Capítulo 5 ilustrou, geralmente é difícil ter certeza da etiologia, mas é importante estabelecer a causa da má oclusão, se isto puder ser feito, ou pelo menos enumerar algumas causas possíveis. É necessário um levantamento cuidadoso da his- tória médica e odontológica para os pacientes ortodônticos tanto para prover uma base apropriada para o entendimento da condição geral do paciente quanto para avaliar especificamente os problemas ortodônticos.

  • Duas áreas merecem um comentário especial. Primeiro, apesar de a maioria das crianças com fraturas condilares recuperar-se normalmente, lembrar que uma deficiência de crescimento rela- cionada a uma antiga fratura condilar é a mais provável causa da assimetria facial (Fig. 6-3). Nos últimos anos ficou evidente que fraturas precoces no colo do côndilo da mandíbula ocorrem mais frequentemente do que se pensava anteriormente (Cap. 5). Fraturas mandibulares em crianças são geralmente negligenciadas, sendo a atenção dispensada a outros traumas que o acidente causou, e en- tão uma fratura de mandíbula pode não ter sido diagnosticada na- quele momento. Apesar de antigas fraturas de mandíbula terem uma importância particular, dentes traumatizados também podem afetar o desenvolvimento da oclusão e não devem ser negligen- ciados.

  • Segundo, é importante observar se o paciente está tomando qual- quer tipo de medicação de longo prazo, por qualquer razão. Isto pode revelar doenças sistêmicas ou distúrbios metabólicos que o paciente não reportou de nenhuma outra maneira. Problemas crônicos mé-dicos em adultos ou em crianças não contraindicam o tratamento ortodôntico desde que o problema médico esteja sob controle, mas precauções especiais podem ser necessárias se o tratamento orto- dôntico for realizado. Por exemplo, o tratamento ortodôntico pode ser possível em paciente com diabete controlada, mas pode reque- rer monitoramento especial e cuidadoso, visto que a diabete descon- trolada pode levar a uma perda periodontal que é acentuada pelas forças ortodônticas. Em adultos em tratamento para artri- te ou osteoporose, doses altas de inibidores de prostaglandina ou agentes inibidores da reabsorção podem impedir o movimento dentário ortodôntico.


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