Curso Online de Doenças Odontogênicas do Seio Maxilar

Curso Online de Doenças Odontogênicas do Seio Maxilar

Neste curso serão abordados os aspectos clínicos das doenças odontogênicas que envolvem o seio maxilar.

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Neste curso serão abordados os aspectos clínicos das doenças odontogênicas que envolvem o seio maxilar.

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  • DOENÇAS ODONTOGÊNICAS DO SEIO MAXILAR

    DOENÇAS ODONTOGÊNICAS DO SEIO MAXILAR

  • EMBRIOLOGIA E ANATOMIA

    EMBRIOLOGIA E ANATOMIA

    Os seios maxilares são espaços preenchidos por ar, que ocupam
    a maxila bilateralmente. Os seios maxilares são os primeiros dos
    seios paranasais (p. ex., maxilar, etmoidal, esfenoidal e frontal) a
    se desenvolver embriologicamente, iniciando-se no terceiro mês
    de desenvolvimento fetal, como invaginações ou bolsas oriundas
    da mucosa dos infundíbulos etmoidais. O desenvolvimento inicial
    do seio maxilar, também denominado pneumatização primária,
    progride ao mesmo tempo em que a invaginação se expande
    em direção à cápsula nasal cartilaginosa. A pneumatização secundária começa no quinto mês de desenvolvimento fetal, ao
    mesmo tempo em que as invaginações iniciais expandem-se em
    direção ao osso maxilar em desenvolvimento.

  • Após o nascimento, o seio maxilar se expande através da
    pneumatização em direção ao processo alveolar em desenvolvimento,
    estendendo-se anterior e inferiormente da base do
    crânio, acompanhando intimamente a taxa de crescimento da
    maxila e o desenvolvimento da dentição. Enquanto a dentição
    se desenvolve, partes do processo alveolar da maxila, liberadas
    como consequência da erupção dentária, tornam-se pneumatizadas.
    2 Quando a criança chega aos 12 ou 13 anos, o seio terá
    se expandido ao ponto em que o seu assoalho estará no mesmo
    nível horizontal que o assoalho da cavidade nasal. Nos adultos,
    os ápices dentários podem estender-se para dentro da cavidade
    sinusal, podendo ser visualizados em peças anatômicas ou por
    meio de imagens de tomografi a computadorizada.3

  • A expansão
    do seio normalmente cessa após a erupção dos dentes permanentes,
    mas, ocasionalmente, o seio se pneumatizará mais tarde,
    após a remoção de um ou mais dentes maxilares posteriores, para
    ocupar o processo alveolar residual. Em muitos casos, o seio poderá
    estender-se virtualmente até a crista do rebordo edêntulo.
    O seio maxilar é signifi cativamente maior em pacientes adultos
    edêntulos na parte posterior da maxila, com relação aos que possuem
    a dentição completa.4

  • O seio maxilar é o maior dos seios paranasais. É, também, conhecido
    como antro ou antro de Highmore. A palavra antro é derivada
    do grego e signifi ca caverna. O Dr. Nathaniel Highmore, um médico inglês do século XVII, descreveu uma infecção sinusal
    associada a um dente maxilar, e seu nome tem sido associado
    à nomenclatura do seio, desde então.

  • O seio maxilar é descrito como uma pirâmide de quatro lados,
    com a base fi xada verticalmente na superfície medial e forma
    a parede nasal lateral. Seu ápice estende-se lateralmente em
    direção ao processo zigomático da maxila. A parede superior, ou
    teto, do seio é também o assoalho da órbita. A parede posterior
    estende-se em todo o comprimento da maxila, mergulhando na
    tuberosidade. O seio estende-se anterior e lateralmente até a região
    de primeiro pré-molar ou de canino. O assoalho do seio
    forma a base do processo alveolar (Figs. 19-1 e 19-2). O comprimento
    médio de um seio maxilar adulto é de 34 mm no sentido
    ântero-posterior, de 33 mm de altura, e de 23 mm em largura. O
    volume do seio é de aproximadamente 15 a 20 mL.

  • Os seios são primariamente revestidos por epitélio respiratório,
    um epitélio que é secretor de muco, pseudoestratifi cado,
    ciliado e colunar. Os cílios e o muco são necessários para a drenagem
    do seio, já que a abertura do seio, ou óstio, não está em
    uma posição dependente (inferior), mas está a dois terços de
    distância acima da parede medial e drena para a cavidade nasal
    (Figs. 19-1 e 19-2). O seio maxilar se abre na borda posterior,
    ou inferior, do hiato semilunar, que se localiza no meato médio
    da cavidade nasal, entre as conchas nasais inferior e média. Os
    movimentos ciliares movem o muco produzido pelo epitélio da
    mucosa e qualquer material estranho contido no seio em direção
    ao óstio, de onde é drenado para a cavidade nasal. Os cílios
    movem-se em uma taxa de até 1.000 movimentos por minuto e
    podem mover o muco a uma distância de 6 mm por minuto.5 O
    ambiente dentro do seio consiste em uma fi na camada de muco
    que constantemente se move, sendo transportada ao longo das
    paredes do seio através do óstio e em direção à nasofaringe.

  • EXAME CLÍNICO DO SEIO MAXILAR

    EXAME CLÍNICO DO SEIO MAXILAR

    A avaliação clínica de um paciente com suspeita de sinusite
    maxilar deve iniciar-se com um exame visual cuidadoso de sua face e do vestíbulo intraoral à procura de aumento de volume e
    eritema. A secreção nasal pode ser evidente durante a avaliação
    inicial. O exame do paciente com suspeita de sinusite deve incluir,
    também, a percussão das paredes laterais dos seios externamente,
    acima da proeminência do zigoma, além de palpação
    intraoral, na superfície lateral da maxila, entre a fossa canina e o
    pilar zigomático. O seio afetado pode ser muito sensível à suave
    percussão ou palpação. Em alguns casos, pode haver erosão da
    parede lateral do seio/maxila com um defeito palpável. Pacientes
    com sinusite maxilar frequentemente reclamam de dor dentária,
    e dor à percussão de vários dentes maxilares posteriores geralmente
    é indicativa de uma infecção sinusal aguda.

  • Um exame mais aprofundado pode incluir a transiluminação
    dos seios maxilares. Isto é feito colocando-se uma iluminação
    clara de fi bra ótica contra a mucosa nas superfícies palatina ou
    facial do seio e observando-se a transmissão de luz através do
    seio em um ambiente escurecido (Fig. 19-3). No caso de doença
    unilateral, um seio pode ser comparado com o seio do lado
    oposto. O seio envolvido demonstra transmissão diminuída de luz devido ao acúmulo de fl uidos, detritos, ou pus, além do espessamento
    da mucosa sinusal. Estes testes simples podem ajudar
    a distinguir doença sinusal, que pode causar dor nos dentes
    superiores, de abscesso ou outra dor de origem dental associada
    aos dentes molares ou pré-molares.

  • EXAME RADIOGRÁFICO DO SEIO MAXILAR

    EXAME RADIOGRÁFICO DO SEIO MAXILAR

    O exame radiográfi co pode ser feito por meio uma ampla variedade
    de tomadas facilmente disponíveis no consultório dentário
    ou em uma clínica radiológica. As radiografi as dentárias padrão
    úteis na avaliação do seio maxilar incluem as tomadas periapical,
    oclusal e panorâmica. A radiografi a periapical é limitada porque
    somente uma pequena porção do aspecto inferior do seio pode ser
    visualizada. Em alguns casos, os ápices das raízes dos dentes maxilares
    posteriores podem ser vistos projetando-se no assoalho
    do seio (Fig. 19-4). As radiografi as panorâmicas podem oferecer
    uma visão “geral” dos seios maxilares (Fig. 19-5). Esta projeção
    é a melhor radiografi a disponível em muitos consultórios dentários,
    que provê uma visão de ambos os seios maxilares para comparação.
    Devido ao fato de a radiografi a panorâmica fornecer
    uma imagem focada dentro de uma depressão focal limitada, as
    estruturas fora desta área podem não ser claramente delineadas.

  • As radiografi as periapicais, oclusais e, ocasionalmente, as panorâmicas
    são valiosas na localização e para a remoção de corpos
    estranhos dentro do seio – particularmente dentes, ápices
    radiculares, ou fragmentos ósseos – que tenham sido deslocados
    por traumatismo ou durante remoção dentária (Fig. 19-6). Estas
    radiografi as também devem ser utilizadas para o planejamento
    minucioso da remoção cirúrgica dos dentes adjacentes ao seio.


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