Curso Online de Prevenindo e Controlando Infecção em Odontologia
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Curso Online de Prevenindo e Controlando Infecção em Odontologia

Este curso foi desenvolvido para aprimorar os níveis de barreira que todo odontólogo deve fazer para prevenir e controlar as infecções.

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Este curso foi desenvolvido para aprimorar os níveis de barreira que todo odontólogo deve fazer para prevenir e controlar as infecções.

Enfermeira especialista em Enfermagem do Trabalho e docência do Ensino Médio;Cursando Especialização em Gestão em Saúde.


- Dayse Chaves Cardoso De A Lmeida

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  • Prevenindo e Controlando Infecção em Odontologia

    prevenindo e controlando infecção em odontologia

    adriane duarte amorim costa

  • Prevenção e Controle de Infecção em Odontologia

    prevenção e controle de infecção em odontologia

    apesar da escassez de estudos epidemiológicos sobre infecções pós-procedimentos odontológicos, que incluem números significativos de pacientes, é possível afirmar que as incidências documentadas dessas infecções permanecem baixas.
    as infecções que envolvem a região maxilofacial e cavidade oral podem ser categorizadas em infecções localizadas (cáries, pulpites, abcessos, gengivites, alveolites, periodontites, amigdalites, parotidites, adenites, entre outras), infecções por extensão

  • direta (osteomielites, sinusites, mediastinites,entre outras) e infecções distantes, secundárias a uma infecção oral primária, que, apesar de mais raras, podem atingir regiões intracranianas e pulmonares. infecções por via hematogênica em próteses artificiais cirurgicamente implantadas, originárias de uma infecção oral prévia, também têm sido descritas.
    alguns relatos de bacteremias transitórias secundárias a drenagens de abcessos dentoalveolares e septicemias secundárias a infecções orais em pacientes imunocomprometidos também têm sido encontrados.

  • Patógenos Orais

    patógenos orais

    uma grande variedade de microrganismos podem ser encontrados como agentes causais dessas infecções, presentes nas secreções orais,respiratórias ou sangue. muitos deles fazem parte da microbiota normal encontrada na cavidade oral dos humanos. esses microrganismos podem incluir grupos de bactérias, vírus, protozoários e fungos. na saliva comumente são encontrados staphylococcus spp., streptococcus spp., veillonellae spp., neisseria spp., branhamella spp., candida spp., herpes simples vírus (hsv),endamoeba gingivalis, trichomonas tenax. na placa dentária e gengiva podem ser encontrados streptococcus spp., peptostreptococcus spp.,

  • veillonellae spp., neisseria spp., branhamella spp., actinomyces spp., bacterionema matruchotii, bacteroides spp., porphyromonas spp., prevotella spp., capnocytophagia spp., eikenella corrodens, fusobacterium nucleatum, actinobacillus actinomycetemcomitans, treponema spp. além destes, ainda podem ser isolados da cavidade oral outros microrganismos patogênicos, tais como mycobacterium tuberculosis, cytomegalovírus (cmv), vírus da hepatite b (hbv), vírus da hepatite c (hcv), vírus da imunodeficiência adquirida (hiv).

  • a prática da odontologia abrange uma grande variedade de procedimentos, que podem incluir desde um simples exame até uma cirurgia mais complexa.esses procedimentos geralmente envolvem contato com secreções da cavidade oral, algumas vezes representados simplesmente pelo contato com saliva, outras vezes pelo contato com sangue, secreções orais, respiratórias e aerossóis, resultando na possibilidade de transmissão de infecções, tanto de paciente para paciente, como dos profissionais para pacientes ou dos pacientes para os profissionais.

  • pacientes submetidos a procedimentos odontológicos e profissionais envolvidos nessa atividade estão expostos a uma grande variedade de microrganismos presentes em secreções orais, respiratórias ou sangue, conforme já discriminados. esses microrganismos podem ser transmitidos por várias rotas,incluindo contato direto com secreções e/ou sangue, contato indireto com instrumentos, equipamentos ou superfícies contaminadas, e contato com ar, partículas e/ou aerossóis contaminados. para que as infecções ocorram, três condições devem estar envolvidas: um hospedeiro suscetível, um patógeno capaz de causar infecção, e uma porta de entrada, caracterizando a chamada ‘cadeia de infecção’. efetivas medidas de controle de infecção visam quebrar ou minimizar esse risco de transmissão de infecções na prática da odontologia.

  • em virtude de que nem todos os pacientes portadores de hepatites, hiv, ou outros patógenos importantes possam ser identificados previamente à realização de um procedimento invasivo, é recomendado que todos os pacientes sejam considerados potencialmente contaminados e que, consequentemente,precauções padronizadas sejam utilizadas em todos os procedimentos, com todos os pacientes.

  • apesar da recomendação de precauções padronizadas com todos os pacientes, é fundamental o conhecimento do paciente que vai ser atendido. para tanto, é necessária a realização da anamnese do paciente, incluindo um histórico das doenças pregressas e atuais, e investigação de pacientes portadores de vírus hiv e hepatites.

  • a crescente aderência às precauções e recomendações tem provavelmente contribuído para a diminuição dos riscos de transmissão de infecções na prática odontológica. em um estudo de gruninger e colaboradores, no qual foram investigados 6.451 dentistas da associação de dentistas americanos(ada), foi demonstrado que a vacinação contra hepatite b aumentou de 57.8% em 1987 para 71,6% em 1990, a aderência ao uso de luvas aumentou de 61,6% em 1987 para 93,2% em 1990, enquanto a média de acidentes com instrumentos e agulhas diminuiu de 83,7% para 74,9% nesses mesmos anos. nesse mesmo estudo, a soropositividade para hiv entre dentistas apareceu em 0.0% (1987), 0.09% (1988),0,0% (1989) e 0,0% (1990).

  • Risco de Transmissão de HIV e Hepatites em Odontologia

    risco de transmissão de hiv e hepatites em odontologia

    uma grande preocupação com o risco de transmissão de hiv e hepatites tem sido encontrada na prática odontológica.o risco médio de aquisição de hiv entre profissionais de saúde é de, aproximadamente, 0,3% após exposição percutânea e de 0,09% após exposição mucocutânea a sangue contaminado. o risco de aquisição de hepatites é mais alto, podendo atingir 40% para hepatite b (dependendo do tipo de exposição e da carga viral do paciente) e até 10% para hepatite c.alguns relatos de transmissão de hiv e hbv em odontologia têm sido publicados sem, entretanto,identificar claramente as vias de contágio.


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