Curso Online de Tratamento de Dentes Impactados

Curso Online de Tratamento de Dentes Impactados

Neste curso serão abordados os aspectos clínicos em relação ao tratamento de dentes impactados.

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Neste curso serão abordados os aspectos clínicos em relação ao tratamento de dentes impactados.

Estudante de Graduação em Odontologia.



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  • TRATAMENTO DE DENTES IMPACTADOS

    TRATAMENTO DE DENTES IMPACTADOS

    CURSO - CIRURGIA

    CIRURGIA BUCO MAXILO FACIAL

  • Um dente impactado é aquele que não conseguiu erupcionar na arcada dentária dentro do tempo esperado. Ele se torna impacta- do devido aos dentes adjacentes, recobrimento por osso denso, excesso de tecido mole, ou uma anormalidade genética que evita a erupção. Uma vez que os dentes impactados não erupcionam, são mantidos por toda a vida dos pacientes a menos que sejam removidos cirurgicamente ou expostos em virtude da reabsorção do tecido de recobrimento. O termo não-erupcionado inclui den- tes impactados e dentes que estão em processo de erupção.

  • Os dentes normalmente tornam-se impactados devido ao ina- dequado comprimento dos arco dental e espaço em que erupcio- nam; ou seja, o comprimento total do arco ósseo alveolar é menor que o comprimento total do arco dental. Os dentes impactados mais comuns são os terceiros molares maxilares e mandibulares, seguidos pelos caninos maxilares e pré-molares mandibulares. Os terceiros molares, em geral, são os mais impactados porque são os últimos dentes a erupcionarem; consequentemente, são os mais sujeitos à impacção, por terem espaço inadequado para erupção.

  • Na região anterior da maxila, o canino também é comumente impedido de erupcionar devido ao apinhamento de outros den- tes. Ele quase sempre erupciona após os incisivos laterais supe- riores e primeiro pré-molar superior. Se o espaço for inadequado para permitir a erupção do canino, este tornar-se-á impactado ou erupcionará labialmente no arco dental. Na região anterior da mandíbula uma situação similar afeta os pré-molares inferio- res, devido a estes erupcionarem após o primeiro molar e canino inferior. Entretanto, se o espaço para a erupção for inadequado, um dos pré-molares, geralmente o segundo pré-molar, manter- se-á não-erupcionado e tornar-se-á impactado ou erupcionará em posição vestibular ou lingual em relação ao arco dental.

  • Como regra geral, todos os dentes impactados devem ser re- movidos a menos que esta remoção seja contraindicada. A exo- dontia deve ser realizada assim que o dentista determinar que o dente é impactado. A remoção de dentes impactados torna-se mais difícil com o avanço da idade. O dentista não deve reco- mendar que dentes impactados fi quem no local a menos que causem difi culdade. Se o dente é deixado no local até que pro- blemas apareçam, o paciente pode sofrer um aumento na inci- dência de morbidade tecidual local, perda ou dano de dentes e osso adjacentes, e lesão potencial a estruturas vitais adjacentes. Adicionalmente, se a remoção dos dentes impactados é adiada até que estes causem problemas mais tarde ao longo da vida, é muito provável que a cirurgia seja complicada e arriscada pelo fato de o paciente poder ter doenças sistêmicas comprometedo- ras e o osso circundante poder vir a ser mais denso. Uma regra fundamental da fi losofi a da odontologia é que problemas devem ser prevenidos. A odontologia preventiva dita que dentes impac- tados devem ser removidos antes que complicações apareçam, a menos que a remoção cause problemas mais sérios.

  • INDICAÇÕES

    INDICAÇÕES

    Todos os dentes impactados devem ser considerados para remo- ção tão logo o diagnóstico seja feito. A idade média para com- pletar a erupção dos terceiros molares é 20 anos, entretanto, a erupção pode continuar até a idade de 25 anos. Durante o de- senvolvimento normal, o terceiro molar inferior começa a uma angulação horizontal; como o dente se desenvolve e a mandíbu- la cresce, a angulação muda de horizontal para mesioangular e para vertical. Falha na rotação mesioangular para direção verti- cal é a causa mais comum de os terceiros molares se tornarem impactados. O segundo maior fator é a dimensão mesiodistal do dente versus o comprimento da mandíbula, assim como o espaço inadequado existente no processo alveolar anterior em relação à margem anterior do ramo para permitir a erupção do dente em sua posição.

  • Como mencionado anteriormente, alguns terceiros molares continuam a erupcionar depois dos 20 anos, particularmente em homens, chegando em sua posição fi nal aos 25 anos. Múltiplos fatores são associados à erupção continuada. Quando a erupção tardia ocorre, o dente não-erupcionado está quase sempre co- berto apenas por tecido mole ou de modo muito leve, por osso. Esses dentes estão quase sempre na posição vertical e são relati- vamente posicionados de forma superfi cial em relação ao plano oclusal do segundo molar adjacente, e o desenvolvimento com- pleto da raiz é tardio.

  • Finalmente, e possivelmente o mais importante, existe a ne- cessidade de espaço sufi ciente entre a margem anterior do ramo e o segundo molar para permitir a erupção.1-2 Do mesmo modo, se o dente não erupciona depois dos 20 anos, o recobrimento com osso é mais provável. Em adição, possivelmente o dente está em impacção mesioangular e localizado abaixo do processo alveolar, próximo ao nível cervical do segundo molar adjacente. Por esta razão, o dentista pode usar esses parâmetros para predizer se o dente irá erupcionar no arco ou permanecerá impactado.

  • A remoção precoce reduz a morbidade pós-operatória e per- mite uma melhor cicatrização.3-6 Pacientes jovens toleram bem o procedimento, recuperam-se mais rapidamente e com menos interferência em seus cotidianos. A saúde periodontal é melhor em pacientes jovens devido à melhor e mais completa regenera- ção dos tecidos periodontais distais ao segundo molar. Acontece o mesmo, na recuperação do nervo em pacientes jovens, quando lesionado. Além disso, o procedimento é mais fácil de ser rea- lizado em pacientes mais jovens porque o osso é menos denso e a formação da raiz está incompleta. O momento ideal para a remoção dos terceiros molares impactados é quando as raízes estão com 1/3 formado e antes de dois terços estarem formados, geralmente durante os últimos anos da adolescência, idade entre 17 e 20 anos.

  • PREVENÇÃO DE DOENÇA PERIODONTAL

    PREVENÇÃO DE DOENÇA PERIODONTAL

    Dentes erupcionados adjacentes a dentes impactados são predis- postos à doença periodontal (Figs. 9-1 e 9-2). A simples presen- ça de um terceiro molar inferior impactado reduz a quantidade de osso distal ao segundo molar adjacente. Devido à grande difi - culdade da superfície do dente ser mantida limpa em seu aspecto distal do último dente da arcada, os pacientes comumente têm infl amação gengival com migração apical da junção gengival na face distal do segundo molar. Mesmo com gengivite, as bacté- rias causadoras têm acesso a uma grande porção da superfície radicular, que resulta em formação radicular precocemente com- prometida pela periodontite. Pacientes com terceiros molares inferiores impactados frequentemente têm bolsas periodontais profundas na região distal do segundo molar, ainda que tenham profundidade sulcular normal no restante da boca.

  • O problema periodontal acelerado que resulta da impacção do terceiro molar é especialmente sério na maxila. Assim como as bolsas periodontais se expandem apicalmente, elas começam a envolver a bifurcação distal do segundo molar superior. Isso ocorre relativamente cedo, acarretando avanços mais rápidos e sérios na doença periodontal. Em adição, o tratamento da doen- ça periodontal ao redor do segundo molar superior é mais difícil devido ao envolvimento da bifurcação distal.


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