Curso Online de Nutrição Esportiva

Curso Online de Nutrição Esportiva

A nutrição esportiva é um ramo dedicado à alimentação de atletas, com o objetivo de aumentar o desempenho físico e desportivo dos jogador...

Continue lendo

Autor(a):

Carga horária: 10 horas

De: R$ 40,00 Por: R$ 23,00
(Pagamento único)

Mais de 0 alunos matriculados no curso.

Certificado digital Com certificado digital incluído

A nutrição esportiva é um ramo dedicado à alimentação de atletas, com o objetivo de aumentar o desempenho físico e desportivo dos jogadores. Esta é uma área interdisciplinar e o profissional nutricionista deve ter conhecimentos não apenas em nutrição, mas também em fisiologia, bioquímica aplicada ao esporte e educação física. A nutrição também é responsável pela manutenção da saúde do atleta, que pode ser afetada pela perda rápida de nutrientes devido a esforços constantes. O curso de Nutrição Esportiva trabalha os principais conceitos desta especialidade, questões nutricionais e fisiológicas e muito mais.

Trabalho a 10 anos na área de Informática Formação ? TI Técnico em Redes e Manutenção Administrador de Redes Certificações ? Cisco RS e CCNA Security



  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
  • Adquira certificado ou apostila impressos e receba em casa. Os certificados são impressos em papel de gramatura diferente e com marca d'água.**
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
** Material opcional, vendido separadamente.

Modelo de certificados (imagem ilustrativa):

Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • ANTEÇÃO

    PARA MELHOR VISUALIZAÇÃO DO CURSO AMPLIE A PAGINA PARA 150.

  • Cronograma das Aulas
    Nutrição e Esporte Uma abordagem bioquímica (QBQ 2003)
    Instituto de Química Bloco 6 inferior

    Dia

    Período

    Tema Abordado

    Manhã

    Apresentação do curso
    Contração muscular e fibras
    Revisão de vias metabólicas

    10/02/2003

    Tarde

    Adaptação
    Tomada de O2
    VO2

    Manhã

    Lactato
    Carboidratos
    Lipídeos
    Intensidade do exercício físico

    11/02/2003

    Tarde

    Proteínas

    Manhã

    Estresse Oxidativo
    Defesa Anti-Oxidante

    12/02/2003

    Tarde

    Vitaminas
    Sais Minerais
    Câimbra
    Hidratação

    Manhã

    Doping

    13/02/2003

    Tarde

    Suplementos

    Manhã

    Grupos Especiais

    14/03/2003

    Tarde

    Palestra

  • INDICE

    1.

    Contração Muscular e Fibras ....................................................................... 1

    2.

    Revisão Vias metabólicas....................................................................... 16

    3.

    ?-Oxidação .............................................................................................. 23

    4.

    Síntese de Ácidos Graxos......................................................................... 28

    5.

    Tomada de Oxigênio ................................................................................ 30

    6.

    Déficit de O2 ............................................................................................ 31

    7.

    VO2max - Consumo máximo de oxigênio ................................................... 32

    8.

    Recuperação após o exercício ................................................................... 35

    9.

    Limiar de Lactato ..................................................................................... 40

    10.

    Adaptações na utilização de diferentes substratos durante o treinamento ... 42

    11.

    Treinamento de longa duração e alta intensidade ..................................... 44

    12.

    Exercícios de intensidade baixa e moderada.............................................. 46

    13.

    Proteínas................................................................................................. 48

    14.

    Carboidratos............................................................................................ 55

    15.

    Lipídios.................................................................................................... 57

    16.

    Estresse Oxidativo, Defesa Antioxidante e Atividade Física ......................... 61

    17.

    Vitaminas e Minerais ................................................................................ 80

    18.

    Adaptações ao exercício em diferentes populações .................................... 91

    19.

    Doping ...................................................................................................103

    20.

    Suplementos ..........................................................................................119

    21.

    Suplementação de Aminoácidos...............................................................131

    22.

    Hidratação..............................................................................................135

    23.

    Mitos e verdades acerca dos suplementos alimentares..............................136

    24.

    Apêndice ................................................................................................139

  • CONTRAÇÃO MUSCULAR E FIBRAS

    Nutrição e Esporte Uma abordagem Bioquímica

    -1-

    1. Contração Muscular e Fibras

    S STEMA MU

    SI

    ISTEMA MUSCULAR

    SCULAR

  • CONTRAÇÃO MUSCULAR E FIBRAS

    Nutrição e Esporte Uma abordagem Bioquímica

    -2-

    1.1.

    Introdução

    Os  músculos  são  órgãos  constituídos  principalmente  por tecido  muscular,
    especializado  em  contrair  e  realizar  movimentos,  geralmente  em  resposta  a  um
    estímulo nervoso. Os músculos podem ser formados por três tipos básicos de tecido
    muscular (figura 1):

    Tecido Muscular Estriado Esquelético

    Apresenta,  sob  observação  microscópica,  faixas  alternadas  transversais,
    claras e escuras. Essa estriação resulta do arranjo regular de microfilamentos
    formados  pelas  proteínas  actina  e  miosina,  responsáveis  pela  contração
    muscular.  A  célula  muscular  estriada  chamada  fibra  muscular,  possui
    inúmeros núcleos e pode atingir comprimentos que vão de 1mm a 60 cm.

    Tecido Muscular Liso

    Está presente em diversos órgãos internos (tubo digestivo, bexiga, útero etc)
    e também na parede dos vasos sanguíneos. As células musculares lisas são
    uninucleadas e os filamentos de actina e miosina se dispõem em hélice em
    seu interior, sem formar padrão estriado como o tecido muscular esquelético.
    A  contração  dos  músculos  lisos  é  geralmente  involuntária,  ao  contrário  da
    contração dos músculos esqueléticos.

    Tecido Muscular Estriado Cardíaco

    Está  presente  no  coração.  Ao  microscópio,  apresenta  estriação  transversal.
    Suas células são uninucleadas e têm contração involuntária.

    Figura 1: Os três tipos de tecido muscular

    Músculo Esquelético

  • CONTRAÇÃO MUSCULAR E FIBRAS

    Nutrição e Esporte Uma abordagem Bioquímica

    -3-

    Antes  de  prosseguirmos  devemos  nos  recordar  que  os  músculos  esqueléticos  não  podem
    executar suas funções sem suas estruturas associadas (figura 2). Os músculos esqueléticos geram a
    força que deve ser transmitida a um osso através da junção músculo -tendão. As propriedades destes
    elementos estruturais podem afetar a força que um músculo pode desenvolver e o papel que ele tem
    em mecânicos comuns.

    O movimento depende da conversão de energia química do ATP em energia
    mecânica pela ação dos músculos esqueléticos.  O  corpo  humano  possui  mais  de
    660 músculos esqueléticos envolvidos  em  tecido  conjuntivo.  As  fibras  são células
    musculares longas e cilíndricas, multinucleadas que se posicionam paralelas umas
    às outras. O tamanho de uma fibra pode variar de alguns mm como nos músculos
    dos olhos a mais de 100 mm nos músculos das pernas.

    Composição Química

    Cerca de 75% do músculo esquelético e composto por água e 20%, proteína. Os
    5% restantes consistem em sais inorgânicos, uréia, acida lático, fósforo , lipídeos,
    carboidratos, etc. As proteínas mais abundantes dos músculos são : miosina (60%),
    actina e tropomiosina. Além disso, a mioglobina também esta incorporada no tecido
    muscular (700 mg de proteína para 100g tecido).

    Aporte Sanguíneo

    Durante o exercício , a demanda por oxigênio é de 4.0L/min e a tomada de
    oxigênio pelo músculo  aumenta  70  vezes,  11mL/110g/min,  ou  seja,  um  total  de
    3400mL  por  minuto.  Para  isso,  a  rede  de  vasos sanguíneos  fornece  enormes
    quantidades  de  sangue  para  o  tecido.  Aproximadamente  200  a  500  capilares
    fornecem sangue para cada mm de tecido ativo.
    Com  treinamentos  de  resistência,  pode  haver  um  aumento  na  densidade
    capilar dos músculos treinados. Além de fornecer oxigênio , nutrientes e hormônios,
    a  microcirculação  remove  calor  e  produtos  metabólicos  dos  tecidos.  Há  estudos
    utilizando  microscopia eletrônica  que  mostram  que  em  atletas  treinados,  a
    densidade de capilares é cerca de 40% maior do que em pessoas não treinadas.
    Essa relação  era  aproximadamente  igual à diferença  na  tomada máxima  de
    oxigênio observada entre esses dois grupos.

    2

    Figura  2:  Estruturas  associadas  ao
    músculo.

  • CONTRAÇÃO MUSCULAR E FIBRAS

    Nutrição e Esporte Uma abordagem Bioquímica

    -4-

    Para entender a fisiologia e o mecanismo da contração muscular, devemos
    conhecer  a  estrutura  do  músculo  esquelético.Os  músculos  esqueléticos  são
    compostos de fibras musculares que são organizadas em feixes, (fascículos) (figura
    3).

    Os  miofilamentos  compreendem  as  miofibrilas,  que  por  sua  vez  são
    agrupadas  juntas  para  formar  as  fibras  musculares.  Cada  fibra  possui  uma
    cobertura ou membrana, o sarcolema, e é composta de uma substância semelhante
    à  gelatina,  sarcoplasma.  Centenas  de  miofibrilas  contráteis  e  outras  estruturas
    importantes, tais como as mitocôndrias e o retículo sarcoplasmático, estão inclusas
    no sarcoplasma.

    Figura 3: Estrutura muscular

    Ultraestrutura

    Cada miofibrila contém muitos miofilamentos. Os miofilamentos são fios finos
    de  duas  moléculas  de  proteínas,  actina  (filamentos  finos)  (figura4)  e  miosina

    (filamentos  grossos),  que  forma  um  filamento  bipolar  (figura  5).  H

    á  outras
    proteínas  envolvidas  na contração  muscular:  troponina  e  tropomiosina,  que  se
    localizam ao longo dos filamentos de actina (figura 4), dentre outras.

    Figura 4: Os filamentos
    de   actina   são   polímeros   de
    moléculas     globulares     de
    actina     que     se     enrolam
    formando    uma    hélice.    A
    tropomiosina   é   um   dímero
    helicoidal que se une cabeça a
    cauda formando um cordão. A
    troponina  é  um  trímero  que  se
    liga  a  um  sítio  específico  em
    cada dímero de tropomiosina.

  • CONTRAÇÃO MUSCULAR E FIBRAS

    Nutrição e Esporte Uma abordagem Bioquímica

    -5-

    Figura  5:  Filamento  grosso  de  miosina.  As  moléculas
    de  miosina  se  associam  cauda  a  cauda  para  formar  o
    filamento

    Ao  longo  da  fibra  muscular  é possível observar bandas claras e escuras, o
    que dá ao músculo a aparência estriada (figura 6). A área mais clara é denominada
    banda I e a mais escura, A. A linha Z bissecciona a banda I e fornece estabilidade à
    estrutura. A unidade entre duas linhas Z é denominada de sarcômero, a unidade
    funcional da fibra muscular. A posição da actina e miosina no sarcômero resulta em
    filamentos com sobreposição. A região A contém a zona H, onde não há filamentos
    de actina.  Essa  zona é  bisseccionada  pela  linha  M  que  delineia  o  centro  do
    sarcômero e contém estruturas protéicas para suportar o arranjo dos filamentos de
    miosina.

    Figura   6:   (A)   Micrografia   eletrônica   de   baixa   magnificação   através   de   corte
    longitudinal  de  músculo  esquelético,  mostrando  o  padrão  estriado.  (B)  Detalhe  do
    músculo  esquelético  mostrado  em  (A),  mostrando  porções  adjacentes  de  duas
    miofibrilas  e  a  definição  de  sarcômero.  (C)  Diagrama  esquemático  de  um  único
    sarcômero,   mostrando   a   origem   das   bandas   claras   e   escuras   vistas   nas
    micrografias  eletrônicas.  A  linha  Z,  localizada  nas  extremidades  dos  sarcômeros,
    estão  ligadas  a  sítios  dos  filamentos  finos  (filamentos  de  actina),  a  linha  M,  na
    metade   do   sarcômero,   é   a   localização   de   proteínas   específicas   que   ligam
    filamentos  grossos  adjacentes  (filamentos  de  miosina).  As  regiões  verdes  marcam
    a  localização  dos  filamentos  grossos  e  são  referidas  como  banda  A.  As  regiões
    vermelhas contêm somente filamentos finos e são chamadas de banda I.

  • CONTRAÇÃO MUSCULAR E FIBRAS

    Nutrição e Esporte Uma abordagem Bioquímica

    -6-

    Etapas da Contração Muscular

    1) Um  potencial  de  ação  trafega  ao  longo  de  um  nervo  motor  até  suas
    terminações nas fibras musculares;

    2) Em cada terminação, o nervo secreta uma pequena quantidade de substância
    neurotransmissora: a acetilcolina;

    3) Essa  acetilcolina  atua  sobre  uma  área  localizada  na  membrana  da  fibra
    muscular,  abrindo  numerosos  canais  acetilcolina-dependentes  dentro  de
    moléculas protéicas na membrana da fibra muscular;

    4) A abertura destes canais permite que uma grande quantidade de íons sódio
    flua para dentro da membrana da fibra muscular no ponto terminal neural.
    Isso desencadeia potencial de ação na fibra muscular;

    5) O  potencial  de  ação  cursa  ao  longo  da  membrana  da  fibra  muscular  da
    mesma forma como o potencial de ação cursa pelas membranas neurais;

    6) O  potencial  de  ação  despolariza  a  membrana  da  fibra  muscular  e  também
    passa  para  profundidade  da  fibra  muscular,  onde  o  faz  com  que  o  retículo
    sarcoplasmático libere para as miofibrilas grande quantidade de íons cálcio,
    que estavam armazenados no interior do retículo sarcoplasmático;

    7) Os  íons  cálcio  provocam  grandes  forças  atrativas  entre  os  filamentos  de
    actina e miosina, fazendo com que eles deslizem entre si, o que constitui o
    processo contrátil;

  • CONTRAÇÃO MUSCULAR E FIBRAS

    Nutrição e Esporte Uma abordagem Bioquímica

    -7-

    8) Após  fração  de  segundo,  os  íons  cálcio  são  bombeados  de  volta  para  o
    retículo sarcoplasmático, onde permanecem armazenados até que um novo
    potencial  de  ação  chegue;  essa  remoção  dos  íons  cálcio  da  vizinhança  das
    miofibrilas põe fim à contração.

    Mecanismos da Contração Muscular

    A  teoria  mais  aceita  para a contração  muscular é  denominada sliding
    filament  theory (figura 7), que propõe que um músculo se movimenta devido ao
    deslocamento relativos dos  filamentos  finos  e  grossos  sem  a  mudança dos seus
    comprimentos.  O  motor  molecular  para  este  processo  é a ação das  pontes  de
    miosina que ciclicamente se conectam e desconectam dos filamentos de actina com
    a  energia  fornecida  pela  hidrólise  de  ATP.  Isto  causa  uma  mudança no tamanho
    relativo das diferentes zonas e bandas do sarcômero e produz força nas bandas Z.

    A miosina tem um papel enzimático e estrutural na ação muscular. A cabeça
    globular tem atividade de ATPase ativada por actina no sitio de ligação a actina e
    fornece a energia necessária para a movimentação das fibras

    Seqüência de eventos na contração muscular

    1)Com o sítio de ligação de ATP livre, a miosina se liga fortemente a actina (figura
    8);

    2) Quando uma molécula de ATP se liga a miosina, a conformação da miosina e o
    sítio de ligação se tornam instáveis liberando a actina;

    3)   Quando   a   miosina   libera   a   actina,   o   ATP   é   parcialmente   hidrolisado
    (transformando -se em ADP) e a cabeça da miosina inclina-se para frente;

    4) A religação com a actina provoca a liberação do ADP e a cabeça da miosina se
    altera novamente voltando à posição de início, pronta para mais um ciclo.

    5) Todo este ciclo leva ao deslocamento dos filamentos e o músculo contrai;

    Figura  7:  Sliding  filament
    theory   como   modelo   de
    contração    muscular.    Os
    filamentos  de  actina  e  de
    miosina     deslizam     uns
    sobre     os     outros     sem
    diminuição    no    tamanho
    do  filamento.

  • CONTRAÇÃO MUSCULAR E FIBRAS

    Nutrição e Esporte Uma abordagem Bioquímica

    -8-

    6) A ativação continua até que a concentração de cálcio caia e libere os complexos
    inibitórios troponina-tropomiosina, relaxando o músculo.

    Tipos de Fibras Musculares

    Há  diferentes  e  controversos critérios  para  a classificação  do músculo
    esquelético  humano.  Baseados  nas características  de contração  e  metabolismo
    podemos classificar dois tipos de fibras, as de contração rápida e lenta (figura 9).

    Figura   9: (A)   Células   especializadas   em   produzir   contrações
    rápidas  são  marcadas  com  anticorpos  contra  miosina  “rápida”.  (B)
    Células  especializadas  em  produzir  contrações  lentas  e  longas  são
    marcadas com anticorpos contra miosina “lenta”.

    Figura  8:  O  ciclo  de  mudanças
    nas  quais  a  molécula  de  miosina
    “caminha”  sobre  os  filamentos
    de    actina    (Baseado    em    I.
    Rayment  et  al.,  Science  261:50-
    58,  1993).


Matricule-se agora mesmo Preenchendo os campos abaixo
R$ 23,00
Pagamento único
Processando... Processando...aguarde...

Desejo receber novidades e promoções no meu e-mail:


  • Contração Muscular e Fibras
  • 2. Revisão ? Vias metabólicas
  • 3. ?-Oxidação
  • 4. Síntese de Ácidos Graxos
  • 5. Tomada de Oxigênio
  • 6. Déficit de O2
  • 7. VO2max - Consumo máximo de oxigênio
  • 8. Recuperação após o exercício
  • 9. Limiar de Lactato
  • 10. Adaptações na utilização de diferentes substratos durante o treinamento
  • 11. Treinamento de longa duração e alta intensidade
  • 12. Exercícios de intensidade baixa e moderadaProteínasCarboidratosLipídios
  • 16. Estresse Oxidativo, Defesa Antioxidante e Atividade Física
  • 17. Vitaminas e Minerais
  • 18. Adaptações ao exercício em diferentes populações
  • 19. Doping Suplementos
  • 21. Suplementação de AminoácidosHidratação
  • 23. Mitos e verdades acerca dos suplementos alimentares
  • 24. Apêndi