Curso Online de Prevenção da Doença de Alzheimer

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Com o aumento da população idosa o número de indivíduos acometidos por este tipo de demência aumentará, pois muitos, por exemplo, não c...

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Com o aumento da população idosa o número de indivíduos acometidos por este tipo de demência aumentará, pois muitos, por exemplo, não consomem quantidades adequadas de antioxidantes, colina, ácidos graxos ômega 3 e vitaminas B6,B9 e B12.

Docente no ensino superior, médio e fundamental. Biólogo, químico e bioquímico. Doutorando em ciência e tecnologia de alimentos. Especializando em nutrição, envelhecimento e longevidade. Mestre em alimentos e nutrição. Especialista em nutrição clínica e esportiva, gerontologia e qualidade de vida e metodologia de ensino de biologia e química. Graduado em bacharelado em bioquímica, licenciatura em química e também em biologia. Experiência como professor de ciências, biologia, química, bioquímica e alimentos. Currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4485065A7.



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  • PREVENÇÃO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

    Especialista em Gerontologia e Qualidade de Vida Professor Walisson

  • DEFINIÇÃO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

    DEFINIÇÃO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

    A doença de Alzheimer foi identificada pela primeira vez pelo psiquiatra e neuropatologista alemão Alois Alzheimer, em 1906. É descrita como uma doença que proporciona uma redução do número de neurônios, com diminuição da síntese dos neurotransmissores de uma forma lenta, progressiva e irreversível.

  • É um mal social que atualmente não tem cura, uma das piores doenças em todo o mundo e que afeta em maior número os idosos.

  • Alzheimer definiu a doença como uma patologia neurológica, qualificada como uma demência, onde se destacavam os sintomas de déficit de memória, alterações de comportamento e incapacidade para atividades rotineiras. Alzheimer ainda evidenciou características anatomopatológicas como o acúmulo de placas senis e de emaranhados neurofibrilares, além da perda neuronal.

  • A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência, correspondendo de 60 a 70% dos casos.

  • A demência é uma doença mental caracterizada por prejuízo cognitivo que pode incluir alterações de memória, desorientação em relação ao tempo e ao espaço, raciocínio, concentração, aprendizado, realização de tarefas complexas, julgamento, linguagem e habilidades visuais-espaciais. Essas alterações podem ser acompanhadas por mudanças no comportamento ou na personalidade (sintomas neuropsiquiátricos).

    http://abraz.org.br/sobre-alzheimer/demencia

  • Muitas mudanças ocorrem no cérebro dos portadores de Alzheimer. Células do cérebro diminuem ou desaparecem e são substituídas por estruturas chamadas Placas Senis, nas quais se encontra depositada a proteína Beta Amilóide. Verifica-se também a presença de um emaranhado neurofibrilar, cujo principal componente é uma proteína chamada Tau.

  • Em 2010, existiam cerca de 8,7 milhões de pessoas acima de 60 anos na América do Sul. Essa população possuía uma estimativa bruta de prevalência de doença de Alzheimer e outras demências de 7%, totalizando 0,61 milhões de pacientes. Esse número pode vir a ser de 1,83 milhões de dementes na América do Sul no ano de 2050. A probabilidade de diagnostico de DA em pessoas de 65 a 85 anos dobra a cada 5 anos.

  • Estudos epidemiológicos têm revelado que as pessoas com demência são mais propensas a terem fracos resultados em testes de inteligência quando eram mais novos quando comparados com pessoas sem demência.
     

  • As áreas afetadas por essas alterações degenerativas são aquelas que controlam as funções de memória, concentração e cognição ou raciocínio. Essas áreas compreendem os córtex frontal, têmporo-parietal e occipital, com comprometimento também do hipocampo. Há uma significativa diminuição na atividade colinérgica nesta doença, uma vez que a maior perda neuronal compreende neurônios que utilizam a acetilcolina como neurotransmissor.

  • No panorama mundial existem 24,3 milhões de pessoas que vivem com demência e são estimados 4,6 milhões de novos casos de demência diagnosticados anualmente, com um número que duplica a cada 20 anos, atingindo os 81,1 milhões no ano de 2040. Esta patologia é a quarta maior causa de morte em idosos com mais de 65 anos.
     


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