Curso Online de Saúde do Idoso

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Informações sobre prevenção de várias patologias através de hábitos saudáveis.

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Mestre em alimentos e nutrição. Professor no ensino superior, médio e fundamental. Atualmente professor de biologia no ensino médio e graduando em Qualidade de Vida na Contemporaneidade. Licenciado em biologia e química, bacharel em bioquímica com ênfase no entendimento de ciências dos alimentos, fitoterapia e nutrição e ensino no decorrer da graduação. Especialista em nutrição clínica e esportiva, gerontologia e qualidade de vida e metodologia de ensino de biologia e química. Experiência como professor de ciências, biologia, química, bioquímica e alimentos. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1141431817967324. Alguns cursos online por mim cursados: Nutrição Funcional. Atualização em Nutrição Humana. Anatomia e Fisiologia Humana. Biologia Molecular. Saúde Pública. Imunonutrição. Desenvolvimento Humano e Educação. Docência e Prática de Ensino. Fundamentos de Bioquímica. Bioquímica Clínica. Biologia. Química Geral. Química. Conceitos em Biodiversidade. Microbiologia dos Alimentos. Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos. Agentes Tóxicos Naturais. Plantas Medicinais: Química e Atividade Biológica. Nutrição em Saúde Pública e, Tecnologia de Alimentos.



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  • SAÚDE DO IDOSO

  • INTRODUÇÃO

    O envelhecimento é definido como um processo biológico, universal, dinâmico e progressivo, no qual ocorrem modificações morfológicas, funcionais, bioquímicas e psicológicas, que reduzem a capacidade de adaptação do indivíduo ao meio ambiente, afetando sua integridade e tornando mais propenso o surgimento das doenças crônicas, com impacto sobre a saúde e a qualidade de vida do idoso.

    Dentre os sistemas do organismo, os que mais sofrem efeitos do envelhecimento são o nervoso, o endócrino e o imunológico.

  • Modificações fisiológicas ocasionadas pelo envelhecimento

  • Com o aumento da idade, ocorrem modificações na composição corporal como a diminuição de água corporal, massa óssea, massa muscular, redistribuição da gordura corporal e redução progressiva da altura. Algumas alterações decorrentes do processo de envelhecimento podem ter um impacto direto sobre a alimentação, são elas: Perda de paladar e olfato que contribui para a perda de apetite. Além disso, a ausência parcial ou total dos dentes, uso de próteses e a diminuição da secreção salivar podem comprometer a mastigação e a deglutição.

  • Diminuição dos movimentos peristálticos, da secreção de ácido clorídrico, de enzimas digestivas, do fator intrínseco e de sais biliares, principalmente de gorduras, pode prejudicar a digestão e dificultar a absorção de nutrientes.

    Alterações na visão, audição e tato podem levar à perda de autonomia.

    Redução progressiva da altura.

  • Alteração da composição corporal, com redistribuição de gordura, que diminui perifericamente e aumenta no interior do abdômen, e redução da massa magra.

  • Convém incentivar aos idosos: O consumo de alimentos ricos em fibras, tais como frutas e hortaliças e cereais integrais, pois são nutritivos, coloridos e indicados para evitar a constipação intestinal. O consumo de alimentos ricos em cálcio, tais como leite e derivados, de preferência com pouca gordura, assim como a exposição ao sol em horários apropriados, para manutenção óssea. A ingestão hídrica, beber em média de 6 a 8 copos de água ou outros líquidos por dia, para manter uma boa hidratação e evitar quadros de constipação intestinal.

  • Evitar: O consumo de sal, açúcar, doces, alimentos gordurosos, alimentos e temperos industrializados. A ingestão de bebidas adoçadas e refrigerantes.

  • No idoso, diversos fatores de ordem biológica, social e psicológica podem produzir mudanças nas práticas alimentares. O processo de envelhecimento per se está relacionado a várias modificações fisiológicas, como alterações sensoriais no olfato e no paladar, prejuízos na capacidade de mastigação, esvaziamento gástrico alentecido e alterações neuroendócrinas que estão associadas à saciedade precoce e à redução do apetite e do prazer de comer. Somam-se a esses elementos os fatores psicossociais como a aposentadoria, a viuvez, a saída dos filhos de casa, a redução do poder aquisitivo, favorecendo o isolamento e a solidão, além da dificuldade de preparar as refeições e ingerir os alimentos.

  • Atualmente, chegar à velhice é uma realidade populacional, ainda que a melhora substancial dos parâmetros de saúde das populações esteja longe de se distribuir de forma eqüitativa nos diferentes países e contextos socioeconômicos.

    O crescimento da população idosa é um fenômeno mundial e, no Brasil, as modificações ocorrem de forma radical e bastante acelerada. O número de idosos no Brasil passou de 3 milhões, em 1960, para 7 milhões, em 1975, e 20 milhões em 2008 um aumento de quase 700% em menos de 50 anos. Conseqüentemente, doenças próprias do envelhecimento passaram a ganhar maior expressão no conjunto da sociedade.

  • No início do século XX, a média da expectativa de vida ao nascer era cerca de 47 anos, passando para cerca de 78 anos no início do século XXI. O crescimento da população de idosos é explicado por especialistas em estudos demográficos por meio da queda da taxa de fecundidade aliada à queda da taxa de mortalidade, conseqüência do avanço da medicina que, além de combater as epidemias que ceifavam vidas jovens, pôde controlar doenças crônicas. A expectativa de vida em 1940 era de 40,5 anos; em 2007 era de 70,4 anos, e as estimativas para 2050 são de 81,3 anos.

    O rápido envelhecimento da população brasileira indica um contingente atual de aproximadamente 15 milhões de idosos. As projeções mais conservadoras indicam que, em 2020, o Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos, com um contingente superior a 30 milhões de pessoas.


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