Curso Online de CRIAÇÃO DE SUÍNOS PARA AGRICULTORES FAMILIARES

Curso Online de CRIAÇÃO DE SUÍNOS PARA AGRICULTORES FAMILIARES

O presente curso, aborda de forma clara e com metodologia simples, a criação de Suínos para Agricultores Familiares que queiram produzir ...

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O presente curso, aborda de forma clara e com metodologia simples, a criação de Suínos para Agricultores Familiares que queiram produzir dentro de técnicas acessíveis.

Engenheiro Agrônomo (UFRPE), Especialista em Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável (UNINTER), Especialista em Educação Ambiental e Sustentabilidade (UNINTER) e Técnico em Edificações (CEFET/PE) - Experiência profissional em: Planejamento Ambiental (Planos e Projetos), Planejamento Rural (Projetos Agropecuários), Assistência Técnica e Extensão Rural, Agricultura Familiar, Cooperativismo e Associativismo, Projetos de Costruções e Instalações Rurais, Avaliação de Imóveis Rurais (Laudos Técnicos), Economia Solidária e Desenvolvimento Rural Sustentável. Tendo atuado nas áreas citadas durante 25 anos através de Entidades Públicas, Privadas e Organizações Não Governamentais.



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  • CRIAÇÃO DE SUÍNOS PARA AGRICULTORES FAMILIARES

    CRIAÇÃO DE SUÍNOS PARA AGRICULTORES FAMILIARES

    JANILSON BARROS DO AMARAL
    Engenheiro Agrônomo

  • 1 – INTRODUÇÃO

    1 – INTRODUÇÃO


    A criação de suínos sempre foi, para os agricultores familiares, uma importante fonte de alimentos e de renda por meio da comercialização de animais excedentes.

    O incentivo à produção de suínos em regime familiar, que historicamente se formou em torno dessa atividade, pode voltar a ser o pilar de sustentação do setor suinícola no Brasil. Nesse contexto, porém, deve – se levar em consideração que essa atividade será mais uma dentro do sistema produtivo da propriedade e, portanto, uma atividade de agregação de renda ao trabalho da família. Dessa forma, o rebanho deve ter um número pequeno de matrizes, com um sistema organizado de lotes de produção e, de preferência, com organização cooperativa entre várias famílias.

    O manejo correto dos dejetos tem sido um dos maiores desafios para suinocultores e ambientalistas, em razão dos problemas de poluição das águas, dos custos de armazenamento, das formas de tratamentos e do aproveitamento desses dejetos como adubo orgânico na agricultura. Nesse contexto, no planejamento da criação deve – se levar em consideração esse fator, para que sejam desenvolvidos sistemas de criações sustentáveis.

  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS

    2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS

    As raças de suínos podem ser divididas entre raças para produção de banha e raças para a produção de carne. No Brasil, os especialistas classificam as raças de suínos em dois tipos: raças estrangeiras (ou exóticas) e raças brasileiras (ou nacionais). As raças nacionais sofreram bastante mestiçagem e são utilizadas, principalmente, para produção de banha e carne, ou para serem criadas em laboratórios para o estudo de genética e nutrição. A criação desse tipo de animal para produção de carne é possível, porém não é aconselhável. O seu manejo é simples, e sua presença têm diminuído bastante, uma vez que a produção de banha deixou de ser economicamente atrativa.

    As principais raças de suínos brasileiras (ou nacionais) são: Piau, Pirapetinga, Caruncho, Nilo, Canastrão, Tatu, Canastra, Moura, Monteiro e Sorocaba.

    As principais raças de suínos estrangeiras (ou exóticas) são: Duroc, Hampshire, Landrace, Large White, Pietrain e Wessex.

  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2.1 – Raças Brasileiras (ou nacionais)
    Foram os colonizadores portugueses e espanhóis que trouxeram para o Brasil os primeiros suínos da Península Ibérica, cujos descendentes ainda sobrevivem, mas sem maior importância, por todo o interior do Brasil em algumas propriedades ou criados em fundos de quintais. Pertenciam essas raças aos três troncos originais de todas as raças conhecidas de suínos:

    1. Tronco Céltico – porco grande, descendente do javali europeu;
    2. Tronco Asiático - porco pequeno, de orelhas curtas e com aptidão para engorda; estes animais são descendentes da raça indiana e, finalmente; 3. Tronco Ibérico – que nada mais é do que a mistura dos dois primeiros.

    Nos últimos anos a suinocultura brasileira vem crescendo e aumentando a qualidade dos seus animais. As raças autóctones foram substituídas pelas raças precoces e com maior aptidão para a produção de carne magra.

  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2.1.1 – Raça “Piau”
    Animais de tamanho médio e de alta rusticidade. As matrizes são geradoras de número elevado de leitões por parto, muito boas leiteiras e dóceis. É uma raça considerada de dupla aptidão, ou seja, carne e banha.

  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2.1.2 – Raça “Pirapetinga”
    Animais de tamanho médio. Têm poucas cerdas, pele preta ou arroxeada. Produzem bem em pastoreio ou em pocilgas e aproveitam grande variedade de alimentos. Produzem toucinho de excelente qualidade e têm bom rendimento em gordura.

  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2.1.3 – Raça “Caruncho”
    Animais pequenos, com peso médio de 90 a 100 quilos. Pelagem com manchas pretas em fundo branco - cremoso ou cor de areia. São animais rústicos, pouco exigentes quanto à alimentação, de temperamento tranquilo e grandes produtores de gordura.

  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2.1.4 – Raça “Nilo”
    Animais de tamanho médio, com ausência de cerdas, peso médio de 100 a 150 quilos. Muito rústicos e precoces, indicados para o sistema de criação a campo. As matrizes são boas mães, produzindo ninhadas, em média, de 6 a 8 leitões. Os reprodutores da raça têm grande propensão à engorda e produzem muita banha e toucinho.

  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2.1.5 – Raça “Canastrão”
    Esses suínos apresentam corpo e orelhas grandes, cabeça grossa, papada e membros fortes e compridos. Têm pelagem preta ou vermelha e o couro é grosso e pregueado com cerdas duras e ralas. São animais grandes, descendentes do javali europeu. Trata-se de uma raça tardia, os animais só ficam prontos para o abate no segundo ano de vida.

  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2.1.6 – Raça “Tatu”
    Animal de tamanho pequeno a mediano, com cerdas pretas e pouco abundantes. Alcançam, no máximo, um peso de 90kg. São animais rústicos e pouco exigentes; são criados nas cidades do interior para a produção doméstica de carne e toucinho. A porca, que possui uma pequena prolificidade, produz em média 8 crias por parto.

  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)

    2.1.7 – Raça “Canastra”
    Essa raça é derivada das raças Alentejana e Transtagana. São animais de meio porte, cabeça pequena, focinho curto, bochechas largas, orelhas médias e horizontais, membros curtos de ossatura fina. São animais que possuem mais aptidão para produção de toucinho e banha, rústicos e as fêmeas possuem alta prolificidade.


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  • CRIAÇÃO DE SUÍNOS PARA AGRICULTORES FAMILIARES
  • 1 – INTRODUÇÃO
  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS
  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)
  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (Continuação)
  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)
  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)
  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)
  • 2 – CONSIDERAÇÕES SOBRE RAÇAS DE SUÍNOS (continuação)
  • 3 – MANEJO DO REBANHO
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  • 4 – SISTEMAS DE CRIAÇÃO
  • 4 – SISTEMAS DE CRIAÇÃO (continuação)
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  • 4 – SISTEMAS DE CRIAÇÃO (continuação)
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  • 5 – MANEJO SANITÁRIO DO REBANHO
  • 5 – MANEJO SANITÁRIO DO REBANHO (continuação)
  • 5 – MANEJO SANITÁRIO DO REBANHO (continuação)
  • 5 – MANEJO SANITÁRIO DO REBANHO (continuação)
  • 5 – MANEJO SANITÁRIO DO REBANHO (continuação)
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  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES
  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES (continuação)
  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES (continuação)
  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES (continuação)
  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES (continuação)
  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES (continuação)
  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES (continuação)
  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES (continuação)
  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES (continuação)
  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES (continuação)
  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES (continuação)
  • 6 – CONSTRUÇÕES E INSTALAÇÕES (continuação)
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  • 7 – MANEJO ALIMENTAR
  • 7 – MANEJO ALIMENTAR (continuação)
  • 7 – MANEJO ALIMENTAR (continuação)
  • 7 – MANEJO ALIMENTAR (continuação)
  • 7 – MANEJO ALIMENTAR (continuação)
  • 7 – MANEJO ALIMENTAR (continuação)
  • 7 – MANEJO ALIMENTAR (continuação)
  • 7 – MANEJO ALIMENTAR (continuação)
  • 8 – MANEJO REPRODUTIVO
  • 9 – REFERÊNCIAS
  • 9 – REFERÊNCIAS
  • 9 – REFERÊNCIAS