Curso Online de tratamento de agua de abastecimento
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Curso Online de tratamento de agua de abastecimento

O tratamento da água tem como objectivo assegurar a sua potabilidade, ou seja, proteger a saúde pública tornando-a tão agradável à vista ...

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O tratamento da água tem como objectivo assegurar a sua potabilidade, ou seja, proteger a saúde pública tornando-a tão agradável à vista e ao paladar quanto possível, e evitar a destruição dos materiais do sistema de abastecimento de água.

- Marcus Vinicius Terra Dias

- Glaucio Camillo De Oliveira

"Ótimo bem abrangente"

- Yrllan R Sincurá

"curso exelente , pois , o presente futuro depende de açoes para que nossos decendentes vivam com mais qualidade de vida ."

- Gilberto Gomes Da Silva

- Larissa Imaculada Da Costa Sobrinho

- Leandro Francisco De Oliveira

- Layla Isabel Batista Da Silva Costa

- Marluce Peixoto Soares

- Teobaldo Florêncio De Almeida Júnior

- Genivaldo Maximiano Viana

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- AntÔnio SÉrgio Vaz Da Costa

- Gilcineia Feijo Nunes

- Michael Josiel Da Cruz

- Saulo Santos Amorim

"Boa tarde ! curso excelente sei que buzzero é uma das melhores rede de curso online do Brasil em breve estarei terminando ,tem dias que olhei porque o tempo é curto obrigado por pedir minha opinião Cláudio de Brito Chaves"

- Cláudio De Brito Chaves

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- João Alberto Soares Fernandes

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- Enio Daniel Reis

"Bom dia! O curso é muito bom, muito tem com minha área de estudos. Estou me dedicando bastante, mas infelizmente o tempo é pouco, mesmo assim sempre que posso, tô lá estudando. Quero parabeniza-los pela iniciativa e manifestar desejo de que continuem com aplicação de novos cursos. obrigado."

- Karla Pollyanna Maciel De Sousa

- Daiana Ferreira Raveli

- Ilza Tavares Da Silva

- Rutiléa Luzia Machado

- Cesar Domingues

- Heremita De Fátima Das Neves Ritta

- Ana Regina Bongalhardo Goulart

- Pedro De Souza Sena

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  • CURSO SOBRE TÉCNICA DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE ABASTECIMENTO

    CURSO SOBRE TÉCNICA DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE ABASTECIMENTO

    ENG°. LUIZ FERNANDO REIS

  • gestão dos recursos hídricos 2010

    gestão dos recursos hídricos 2010

    Especialização em Pesca, Aquicultura e Ambiente
    água subterrânea

  • Introdução

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    Introdução

    Água subterrânea:

    cerca de 97% da água doce disponível para uso da humanidade encontra-se no subsolo, na forma de água subterrânea.
    mais da metade da água de abastecimento público no Brasil provém das reservas subterrâneas.
    importantes são os cuidados que se devem ter com as obras de captação que, quando construídas sem o devido acompanhamento de profissional capacitado, e fora dos padrões das normas técnicas, se constituem em fontes de possível contaminação natural, ou induzida, dos aqüíferos.

  • Introdução

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    Introdução

    Vantagens do uso das águas subterrâneas, em relação às águas superficiais:

    são mais protegidas da poluição;
    o custo de sua captação e distribuição é muito mais barato. A captação pode ser próxima da área consumidora, o que torna mais barato o processo de distribuição;
    em geral não precisam de nenhum tratamento, o que, além de ser uma grande vantagem econômica, é melhor para a saúde humana;
    permitem um planejamento modular na oferta de água à população, isto é, mais poços podem ser perfurados à medida que aumente a necessidade, dispensando grandes investimentos de uma única vez.

  • Introdução

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    Introdução

    Distribuição da água no subsolo

    Zonas de ocorrência da água no solo de um aqüífero freático

  • Introdução

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    Introdução

    zona de saturação

    é a região abaixo do lençol freático (nível freático) onde os poros ou fraturas da rocha estão totalmente preenchidos por água.
    observe-se que em um poço escavado num aqüífero deste tipo a água o estará preenchendo até o nível freático.
    em aqüíferos freáticos o nível da água varia segundo a quantidade de chuva. Em épocas com mais chuva o nível freático sobe e em épocas em que chove pouco o nível freático desce.
    um poço perfurado no verão poderá ficar seco caso sua penetração na zona saturada for menor do que esta variação do nível d’água.

  • Introdução

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    Introdução

    Água subterrânea:

    Na zona de saturação encontra-se a água subterrânea possível de ser explorada por diversas técnicas especializadas
    aqüíferos – denomina-se aqüífero toda formação geológica capaz de conter água e ainda permitir que quantidades significativas se movimentem em seu interior em condições naturais.
    As formações permeáveis como areia, arenitos e formações ferríferas parcialmente decompostas são excelentes aqüíferos.
    as águas subterrâneas são realimentadas pelas infiltrações de águas de origem meteóricas (chuva).
    essas águas fluem lentamente (mm/dia, cm/dia ou m/dia) pelos poros e ou fissuras/fraturas intercomunicantes das rochas, armazenando-se em reservatórios subterrâneos ou alimentando os rios (efluência), lagos e nascentes durante os períodos sem chuvas.

  • Introdução

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    Introdução

    Classificação dos aqüíferos segundo a pressão da água:

    Aqüíferos livres ou freáticos - A pressão da água na superfície da zona saturada está em equilíbrio com a pressão atmosférica, com a qual se comunica livremente. São os aqüíferos mais comuns e mais explorados pela população. São também os que apresentam maiores problemas de contaminação.
    Aqüíferos artesianos - Nestes aqüíferos a camada saturada está confinada entre duas camadas impermeáveis ou semipermeáveis, de forma que a pressão da água no topo da zona saturada é maior do que a pressão atmosférica naquele ponto, o que faz com que a água suba no poço para além da zona aqüífera. Se a pressão for suficientemente forte a água poderá jorrar espontaneamente pela boca do poço. Neste caso diz-se que temos um poço jorrante.

  • Classificação dos aqüíferos

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    Classificação dos aqüíferos

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    Classificação dos aqüíferos segundo a geologia do material saturado:

    aqüíferos porosos - ocorrem em rochas sedimentares consolidadas, sedimentos inconsolidados e solos arenosos decompostos in situ. Constituem os mais importantes aqüíferos, pelo grande volume de água que armazenam, e por sua ocorrência em grandes áreas. Estes aqüíferos ocorrem nas bacias sedimentares e em todas as várzeas onde se acumularam sedimentos arenosos. São poços isotrópicos podendo fornecer até 500 metros cúbicos por hora de água de boa qualidade.
    Aqüíferos fraturados ou fissurados - ocorrem em rochas ígneas e metamórficas. A capacidade destas rochas em acumularem água está relacionada à quantidade de fraturas, suas aberturas e intercomunicação. No Brasil a importância destes aqüíferos está muito mais em sua localização geográfica, do que na quantidade de água que armazenam. Fornecem poucos metros cúbicos de água por hora.

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    Classificação dos aqüíferos segundo a geologia do material saturado:

    aqüíferos cársticos - São os aqüíferos formados em rochas carbonáticas. Constituem um tipo peculiar de aqüífero fraturado, onde as fraturas, devidas à dissolução do carbonato pela água, podem produzir aberturas muito grandes, criando, neste caso, verdadeiros rios subterrâneos. É comum em regiões com grutas calcárias, ocorrendo em várias partes do Brasil.


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  • CURSO SOBRE TÉCNICA DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE ABASTECIMENTO
  • gestão dos recursos hídricos 2010
  • Introdução
  • Classificação dos aqüíferos
  • Províncias Hidrogeológicas do Brasil
  • Dúvidas
  • DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA
  • VOLUME DE ÁGUA DISPONIVEL NO PLANETA
  • POLUIÇÃO DAS ÁGUAS
  • INTERFERENCIA DO HOMEM
  • DISPONIBILIDADE DE ÁGUA PLANETA
  • DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA NO BRASIL
  • CICLO HIDROLÓGICO
  • TIPOS DE MANANCIAIS
  • OBJETIVOS DO TRATAMENTO DE ÁGUA
  • ETA do Ribeirão do Lipa
  • DOENÇAS DE VEÍCULAÇÃO HÍDRICA
  • CAPTAÇÃO DE ÁGUA BRUTA
  • PRÉ - CLORAÇÃO
  • A PRE – CLORAÇÃO RECOMENDADA
  • COAGULAÇÃO
  • CALHA PARSHALL
  • DESESTABILIZAÇÃO DAS PARTICULAS COLOIDAIS
  • REAÇÃO COM A ALCALINIDADE
  • REAÇÃO [Al(OH)6]+++ COM A ALCALINIDADE
  • REAÇÃO QUÍMICA
  • COAGULANTES PRIMÁRIOS
  • CALHA PARSHALL
  • PREPARO DE SOLUÇÃO
  • Mistura Rápida
  • FLOCULAÇÃO
  • FLOCULADOR
  • DESESTABILIZAÇÃO POR ADSORÇÃO
  • DESESBILIZAÇÃO POR VARREDURA
  • COMBINAÇÃO DA ADSORÇÃO E DA VARREDURA
  • DECANTAÇÃO
  • TIPOS DE DECANTADORES
  • VELOCIDADE DE SEDIMENTAÇÃO
  • DECANTADOR
  • MÓDULO TUBULAR
  • TIPOS DE DECANTADORES
  • DECANTADOR TUBULAR
  • PERFORMANCE DE UM DECANTADOR
  • FILTRAÇÃO
  • FILTRAÇÃO DESCENDENTE
  • Composição do Filtro de Carvão
  • COMPOSIÇÃO DO FILTRO de Areia
  • CAMADA SUPORTE
  • FILTRAÇÃO
  • FENOMENOS QUE OCORREM NA FILTRAÇÃO
  • CAMADAS FILTRANTES
  • FUNDO FALSO
  • PERTURBAÇÃO DO LEITO FILTRANTE
  • LAVAGEM DO FILTRO
  • EXPANSÃO DO LEITO FILTRANTE
  • FILTRAÇÃO LENTA
  • VANTAGENS E DESVANTAGENS FILTRO LENTO
  • DESINFECÇÃO
  • EFICIÊNCIA DA DESINFECÇÃO
  • TEMPO REQUERIDO PARA DESTRUIR OS ORGANISMOS
  • DESINFECÇÃO
  • CLORAÇÃO
  • Indicador de contaminação (microorganismo)
  • PADRÃO DE POTABILIDADE Portaria 518
  • COAGULANTES
  • ALCANILIZANTES
  • DESINFETANTES
  • AUXILIAR DE COAGULAÇÃO
  • FLUORETAÇÃO DA ÁGUA
  • METAS DA OMS – 2000
  • FLUORETAÇÃO Meta OMS - 2000
  • FLUORETAÇÃO Meta da OMS - 2000
  • OBRIGATORIEDADE DA FLUORETAÇÃO
  • FLUOSSILICATO DE SÓDIO
  • ÁCIDO FLUOSSILíCICO
  • FLUORETO DE SÓDIO
  • FLUORETO DE CÁLCIO
  • APLICAÇÃO DE FLUOR NA ÁGUA mg/L de fluoreto
  • DESINFECÇÃO DE RESERVATÓRIO
  • TRATAMENTO DE ÁGUA DE POÇO
  • DUREZA DA ÁGUA
  • TIPOS DE DUREZA
  • FORMAÇÃO DA DUREZA
  • PROBLEMAS DA ÁGUA DURA
  • DESPERDÍCO DE ÁGUA
  • Distribuição de Água no Brasil
  • CONSUMO DE ÁGUA PARA USO DOMÉSTICO
  • DESPERDÍCIO DEVIDO A GAMBIARRAS
  • PERDAS DEVIDO A GAMBIARRA
  • LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ETA’s
  • ATIVIDADES SUJEITAS AO LICENCIAMENTO
  • COMPETÊNCIA DE CONCEDER O LICENCIAMENTO
  • LICENÇA PRÉVIA ( LP )
  • LICENÇA DE INSTALAÇÃO ( LI )
  • LICENÇA DE OPERAÇÃO ( LO )
  • DOCUMENTOS EXIGIDOS
  • PRAZO DE VALIDADE DAS LICENÇAS AMBIENTAIS
  • A abordagem hidrogeológica – multidisciplinaridade
  • Saneamento Ambiental
  • Quantidade de Água no Planeta
  • Ciclo Hidrológico
  • Água Superficial Rios
  • Evolução do Consumo de Água
  • SISTEMA INFORMATIZADO
  • TELA COM ALTERAÇÃO DE VAZÃO
  • Pesquisa de vazamentos com geofone
  • Pesquisa de vazamentos com haste de escuta
  • CESET- UNICAMP – ST 306
  • A Q U Í F E R O G U A R A N I
  • H I S T Ó R I C O O termo Aqüífero Guarani foi dado pelo geólogo uruguaio Danilo Anton em homenagem à nação Guarani que habitava essa região nos primórdios do período colonial. Este aqüífero é, na verdade, formado por um conjunto de sedimentos fluviais e eólicos de períodos Jurássico e Triássico:
  • AQÜÍFERO BAURU
  • 5) Nas margens deste aqüífero, as erosões de forma geral, tem a força suficiente de expor parte deste arenito, denominados técnicamente como afloramentos rochosos. 6) Estas ROCHAS são denominadas como ARENITO, são classificados geológicamente como rochas metamórficas.
  • 7) A ROCHA denominada de ARENITO, são classificados geológicamente como rochas metamórficas, há que se saber e compreender que o sufixo ¨ ito ¨ em latin, significa petrificado, então, o ARENITO, significa AREIA PETRIFICADA , e melhores, e para melhor entendimento, vejam formações rochosas no curso de Geologia. 8) Podemos afirmar que é por aqui que a chuva entra em ação, fluindo, lixiviando e depositando não só os materiais orgânicos, que é a nata na agricultura, mas também materiais químicos considerados nocivos, promovendo o início da contaminação do lençol freático.
  • C U R I O S I D A D E S
  • E X P L O R A Ç Ã O
  • O C O N S U M O Aliada à qualidade da água importante para consumo humano, pelo fato do aqüífero apresentar uma boa proteção contra os agentes poluidores, que afetam as águas dos rios e outros mananciais superficiais, e aliado à possibilidade de captação nos locais onde ocorrem as demandas maiores e pelas suas reservas de água, faz com que o AQÜÍFERO GUARANI seja um manancial muito econômico, para suprir o abastecimento do consumo humano na área em que se encontra. Porém, há que se preservar de forma controlada.
  • A população atual na área de ocorrência do AQÜÍFERO GUARANI é estimada em 15 milhões de habitantes. Um importante alcance social e econômico das águas subterrâneas da Bacia Sedimentar do Paraná e do Aqüífero Guarani em particular, resulta do fato de estas poderem ser consumidas, em geral, sem necessidade de serem previamente tratadas, tendo em vista os mecanismos de filtração e que ocorrem no subsolo. Aspectos relativos ao desenvolvimento e uso das funções do aqüífero são ainda inscipientes. Dentre estes usos destaca-se o uso energético em balneários e indústrias agropecuárias. O uso da energia termal de suas águas poderá resultar em economia de kilowatts ou na cogeração de energia elétrica.
  • Vale ressaltar, que o principal fator de risco da utilização das águas subtarrâneas resulta do grande número de poços rasos e profundos que são construídos, operados e abandonados sem tecnologia adequada, devido à falta de controle e fiscalização nas esferas federal, estaduais e municipais. Nesse quadro, a poluição dos aqüíferos superiores que ocorrem no Brasil, Paraguai, Uruguai ou Argentina, assim, poderá contaminar a água que é extraída dos poços profundos que captam do Aqüífero Guarani, até mesmo quando estão localizados nos seus setores confinados.
  • PROJETO AQÜÍFERO GUARANI O Projeto Aqüífero Guarani objetiva a formulação de um marco legal e institucional para a gestão dos recursos do aqüífero. Desta forma, deverá contribuir significativamente para o avanço dos conhecimentos técnicos e científicos que embasarão o modelo de gestão conjunta a ser desenvolvido pelos países.
  • CONTAMINAÇÃO
  • AQÜÍFERO CONFINADO
  • AQÜÍFERO BAURU
  • F O N T E :
  • ONDE SE LOCALIZA
  • Para impedir a contaminação do solo pelo USO e de APLICAÇÃO AGROTÓXICOS, na agricultura que utiliza fertilizantes e inseticidas, deverá em breve ser proibida nestas regiões. Uma alternativa já está sendo vibilizada nos meios agrícola, com o plantio controlado que é a AGRICULTURA ORGÂNICA, muito aceita pelo mercado consumidor. Atualmente, a questão qualidade do produto, não vê sòmente na questão visual das frutas e hortaliças, mas sim, a procedência e o cultivo.
  • APROVEITAMENTO TERMAL DAS ÁGUAS ÁGUA QUENTE ( + 3°C em 100 m ) Em regiões onde o aqüífero é profundo, as propriedades rurais aproveitam a água naturalmente quente para combater geadas. Ou para reduzir o consumo de energia elétrica em chuveiros e aquecedores. Essa é uma das vantagens geotermais das águas profundas, mas o uso e aproveitamento indiscriminado, levará em breve a insuficiência, pois trata-se de uma reserva finita.
  • BACIAS HIDROGRÁFICAS DO BRASIL
  • SUBSISTÊNCIA AGRÍCOLA Irrigação Usar água tão boa para regar plantas é um desperdício. Mas, segundo os geólogos, essa pode ser a única solução para lavoura em áreas em risco de desertificação, como o sul de Goiás e o oeste do Rio Grande do Sul.
  • A Q U E D U T O Transportar água a grandes distâncias torna se num investimento de alto custo, além de acarretar em perdas imensas por vazamento. Mas, para a cidade de São Paulo, que despeja 90% de seus esgotos nos rios, com tratamento questionável, então o Aqüífero Guarani poderá, se tornar a única fonte.
  • T I P O S D E A Q Ü Í F E R O S A pressão da  água na superfície da zona saturada está em equilíbrio com a pressão atmosférica, com a qual se comunica livremente. São os aqüíferos mais comuns e mais explorados.São também os que apresentam maiores tendências de contaminação.
  • AQÜÍFERO CONFINADO
  • AQÜÍFEROS POROSOS Ocorrem em rochas sedimentares consolidadas, sedimentos inconsolidados e solos arenosos, decompostos in situ. Constituem os mais importantes aqüíferos, pelo grande volume de água que armazenam, e por sua ocorrência em grandes áreas. Estes aqüíferos ocorrem nas Bacias Sedimentares e em todas as várzeas onde se acumularam sedimentos arenosos. Uma particularidade deste tipo de aqüífero é que tem  sua porosidade quase sempre homogeneamente distribuída, permitindo que a água flua para qualquer direção em função tão somente dos diferenciais de pressão hidrostática ali existentes. Esta propriedade é conhecida como isotropia.   Poços perfurados nestes aqüíferos podem fornecer até 500 metros cúbicos de água de boa qualidade por hora.
  • AQÜIFEROS DE FRATURAS
  • AQÜÍFEROS CÁRSTICOS
  • INSTALAÇÕES DE PRODUÇÃO
  • Segmentos principais dos Sistemas de Produção de Petróleo no mar:
  • Sistemas de Produção de Petróleo
  • Tipos de Unidades
  • Evolução dos Sistemas de Produção Flutuantes
  • Tipo de UEP
  • Plataformas Fixas
  • Carregamentos Atuantes
  • Plataformas Fixas – Campo de Produção de Peroá
  • Plataformas Auto Eleváveis
  • Semi-Submersível
  • Componentes de uma plataforma Semi-Submersível
  • Função dos Componentes
  • Semi-Submersível
  • Definições Navais
  • Semi-Submersível
  • Sistema de Ancoragem
  • Semi-Submersível
  • Mono-Coluna
  • Tension Leg Platform (TLP)
  • Spar - Buoy
  • Spar-Buoy
  • FPSO
  • Desenvolvimento dos FPSO’s
  • FPSO
  • FPSO Unidade Estacionária Ancorada
  • FPSO
  • Sistemas de Produção
  • Campo da Petrobras
  • Vantagens da Utilização de FPSOs
  • Transferência do Óleo
  • Sistemas de Escoamento da Produção
  • Como escolher a melhor plataforma para o projeto?
  • Impacto do Tipo de UEP no Layout Submarino
  • Certificações
  • Estrutura Organizacional
  • Pacotes de Serviço
  • Outros Serviços
  • Análises para Manutenção
  • Análises Físico Químicas
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  • Desempenho de Lubrificantes
  • Outros Serviços
  • Análises de Controle de Qualidade
  • Outros Serviços
  • Calibração de Vidraria
  • Pacotes de Serviço
  • Desenvolvimento de Tecnologia