Curso Online de CULTIVO DE LICHIA
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Curso Online de CULTIVO DE LICHIA

Curso com finalidades praticas e teóricas, contendo desde a escolha da variedade ate a comercialização da lichia.

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Curso com finalidades praticas e teóricas, contendo desde a escolha da variedade ate a comercialização da lichia.

"Quando se trata de aluno sem nenhum conhecimento, teria que se resumir os tipos de lichias, época de poda,e como podar, tipos de pragas e como combate-las e quais os produtos existentes, como pulverizar e quando e onde comerci-alizar..."

- Francisco Antonio Ortega

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  • CULTIVO DE LICHIA

  • ORIGEM

    ORIGEM

    A lichieira é originária da China, na sua região subtropical da província de Guangdong.
    O cultivo da lichia está por todo o mundo, sendo descrita desde 1.500 anos antes de Cristo pelo povo Malaio e já há milhares de anos cultivada na China. No mundo, a lichia foi registrada em Madagascar (1.802), no Brasil (1.810), na Austrália (1.854), no Havaí (1873), na Flórida (1.880), na Califórnia (1.897). As variedades de lichieiras cultivadas no Brasil são predominantemente Bengal, Brewster e Americana, sendo que a comercialização dos frutos iniciou-se somente na década de 70. O Estado de São Paulo é o maior produtor de lichias, sendo que em 2006 respondeu por mais de 90% da produção nacional.

  • CLASSIFICAÇÃO BOTANICA

    CLASSIFICAÇÃO BOTANICA

    A lichia é da família das “sapindaceae”, termo proveniente do latim “Sapindus” e significa sabão da índia, pois “sapindus” provém de “sapo” = sabão e “indus” = índia, devido à presença de saponinas em seus frutos. A lichia (Litchi chinensis Sonn.) é um importante representante da família Sapindaceae, à qual pertence, também, o guaraná (Paulinia cupana).
    Existem três subespécies de lichia: a chinensis, philippinensis e javanensis, sendo que a segunda produz frutos não comestíveis e a terceira, frutos de pequeno valor comercial e de interesse apenas na Indochina e em Java. Portanto, somente a Litchi chinensis chinensis é de interesse econômico e, na qual, distinguem-se duas grandes raças: Lichia da água e Lichia da montanha, sendo que; na China, a primeira tem frutos de melhor qualidade e é cultivada nas terras baixas; já a segunda tem frutos menores, com casca um tanto espinhosa, também comestíveis e é cultivada em altitudes mais elevadas.

  • A planta atinge 10 a 12 metros de altura e tem tendência a desenvolver ramos direcionados para o solo. O sistema radicular das plantas, originadas de semente, apresenta uma grande raiz pivotante (praticamente ausente nas originadas por processos vegetativos), sendo que as raízes absorventes se distribuem no perfil do solo até uma profundidade de 10 metro.

  • FOLHAS

    FOLHAS

    As folhas são alternadas e compostas, o número de folíolos varia de 2 a 12, são pinadas, alternadas e compostas com 4 a 7 folíolos e medem aproximadamente 7 cm de comprimento, verde-escuro, lustrosa na superfície e verde-acinzentado no lado de baixo.
    Propriedades anti-inflamatórias significativas foram encontradas nas folhas de lichieira, e quando utilizadas inibiram edema inflamatório sugerindo um mecanismo de ação com envolvimento imunológico nessas propriedades.

  • FLORES

    FLORES

    A inflorescência é em panícula, produzida em ramo do ano e composta de centenas de pequenas flores brancas. As flores da lichieira são pequenas, branco-esverdeadas e reunidas em inflorescências paniculadas axilares ou terminais com 8 a 10 estames. A inflorescência da lichieira ocorre em forma de panícula, produzida em ramo novo (do ano), com panículos terminais agrupados em 10 unidades ou mais. As panículas tem de 10 a 40 cm. de comprimento e produzem centenas de flores pequenas, brancas, verdes ou amarelas e exalam um perfume distinto quanto em total floração. As flores da lichieira tem de 3 a 6 mm de largura quando totalmente abertas sobre pedículos de 1,5 mm A florada da lichieira se inicia do final do inverno até o começo da primavera e depende essencialmente, dentre outros fatores, do estresse hídrico conjugado ou não com baixas temperaturas.

  • A produção da lichieira é alternante e depende do número de flores funcionalmente masculinas presentes por panículo. Normalmente, a florada começa em fins do inverno a início da primavera, sendo que ocorrem três tipos de flores que se abrem, consecutivamente, na mesma panícula:
    Flor tipo I: funcionalmente masculina
    Flor tipo II : funcionalmente feminina
    Flor tipo III: funcionalmente masculina

    Nas flores das lichieiras duas são funcionalmente masculinas e uma feminina. As masculinas não possuem óvulo e as femininas são hermafroditas. A segunda variedade de flor masculina possui pistilo rudimentar e ovários não desenvolvidos.

  • FRUTO

    FRUTO

    O fruto é uma drupa de forma e tamanho variáveis, dependendo do cultivar; pode ser redondo, oval ou cordiforme e atingir até 5 cm de comprimento por 4 cm de largura; o peso pode variar de 10 a 35 g. A casca é vermelho-brilhante (quando maduro), delgada, coriácea e quebradiça. A polpa é, normalmente, branca e translúcida. A semente é marrom-brilhante, com tamanho aproximado de l0 a 18% do fruto. Os frutos da lichieira demoram de 80 a 112 dias para amadurecer, dependendo do cultivar e do clima. A contagem desse tempo para o amadurecimento deve ser feita a partir do momento em que ocorre a abertura das flores, quando um ou todos os seus órgãos sexuais apresenta-se maduros e inicia-se o período reprodutivo.
    A casca da lichia é rugosa e de diferentes tonalidades de vermelho. A casca destaca-se da polpa facilmente quando madura. A casca é verde quando imatura. A polpa da lichia é gelatinosa, translúcida, sucosa e não aderente ao caroço. A polpa pode compreender até 80% do fruto e apresenta sabor doce e aromático nos melhores cultivares.

  • SEMENTE

    SEMENTE

    A semente da lichia é única, marrom-escura e possui de 6 a 12 mm de largura e de 10 a 23 mm de comprimento. Em algumas frutas de lichia podem ocorrer o aborto de sementes, conhecidas como “língua-de-galinha”, por serem pequenas e murchas. Essa ocorrência não altera o tamanho do fruto, mas aumenta a quantidade de polpa existente no fruto, tornando-as preferidas para o consumo.
    O extrato aquoso da semente da lichia antagonizou a resistência à insulina em ratos com diabetes tipo 2. Esse extrato pode reduzir os níveis de TNF-alfa, hiperleltinemia e hiperinsulinêmica, antagonizando a resistência, fortificando a sensibilidade à insulina, reajustando a lipodistrofia e o metabolismo irregular da glicose, reforçando a ação antioxidante e melhorando as funções do fígado e rim em T2DR.

  • VALOR NUTRICIONAL

    VALOR NUTRICIONAL

    A lichia possui nutrientes essenciais e micronutrientes tais como diversos minerais e as vitaminas hidrossolúveis, especialmente a vitamina C. A lichia possui quantidades apreciáveis de compostos de conhecida atividade antioxidante. Em média, cada 100 gramas de lichia contém cerca de 65 calorias. Seus valores nutricionais médios são de 0,8 gramas de proteínas, 0,4 gramas de gorduras, 16,3 gramas de carboidratos, 02 gramas de fibra e 10 miligramas de cálcio. Esses valores são médios, tendo em vista a condição de produção de cada cultivar e também de cada espécie de lichia. A lichia possui alto teor de açúcares, minerais como potássio, magnésio e fósforo, vitaminas como riboflavina (B2), niacina (B3) e tiamina (B1). Na gastronomia a lichia é utilizada fresca, enlatada, desidratada, processada em sucos, vinhos, licores, picles, aguardentes, caipirinhas, compotas, gelatinas, iogurtes, sorvetes, tortas, bolos e uma série infindável de usos que dependem somente da criatividade.

  • As concentrações de vitamina C no fruto são influenciadas pela disponibilidade de luz. Quanto maior a quantidade de luz na região produtora, maiores as quantidades de vitamina C e de glicose nos frutos. O Estado de SP, por exemplo, recebe insolação solar média de 6 a 7 horas diárias dependendo da região do estado, enquanto que no agreste baiano essa média sobe a níveis de 8 horas diárias. Para a lichieira, o excesso de nitrogênio ou fósforo no solo tende a diminuir as concentrações de vitamina C dos frutos, ao passo que o excesso de potássio aumenta sua concentração. A riqueza de potássio e fósforo na lichia são superiores aos do pêssego, da laranja, da uva, da maçã e do morango. Os teores de fósforo da lichia são comparáveis aos da banana e os teores de vitamina C são comparáveis aos da laranja, do limão, da carambola da tangerina e do maracujá.
    As antocianinas presentes na casca da lichia são potentes antioxidantes responsáveis pela coloração avermelhada da fruta.


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