Curso Online de Como Fazer uma Horta Orgânica

Curso Online de Como Fazer uma Horta Orgânica

01. Princípios da Agricultura Biológica 02. Cadeia de abastecimento 03. Logótipo e rotulagem 04.Fertilidade do solo O Solo 05.Objetivo  ...

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01. Princípios da Agricultura Biológica
02. Cadeia de abastecimento
03. Logótipo e rotulagem
04.Fertilidade do solo O Solo
05.Objetivo 
06.Vida do solo
07. Composto orgânico (definição de compostagem)
08. Objetivos da compostagem
09. Fatores a ter em conta na elaboração do composto
10. Arejamento (presença de oxigénio)
11. Humidade
12. Temperatura
13. Escolha do Local para a compostagem
14. Benefícios da adubação verde para a fertilidade do solo
15. Propriedades físicas
16. Efeitos da matéria orgânica sobre as propriedades químicas do solo
17. Efeitos da matéria orgânica sobre asitos
18. Adubo verde sob coberto
19. Condições de eficácia
20. Épocas do cultivo
21. Plantas companheira e antagônicas
22. Preparação para plantação
23. Semeadura – cultivo de tomate em vasos
24. Plasticultura no plantio de tomate

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).



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  • Introdução
    agricultura biológica.

    A Agricultura Biológica é também conhecida como “agricultura orgânica” (Brasil e países de língua inglesa), “agricultura ecológica” (Espanha, Dinamarca) ou “agricultura natural” (Japão). A agricultura biológica é um modo de produção agrícola que respeita profundamente o meio ambiente e a biodiversidade, que faz apelo a uma série de medidas preventivas para evitar a ocorrência de situações que obriguem ao uso de produtos fitossanitários, de medicamentos, etc.
    A Agricultura Biológica é o modo de produção agrícola mais ecológico e sustentável, pela aproximação das suas práticas aos equilíbrios naturais, pela maior utilização de fatores de produção renováveis e de baixo custo energético e pela interdição de práticas e produtos de maior impacte ambiental.
    A agricultura biológica integra um conjunto de técnicas agrícolas, visando a utilização racional do sistema formado pelo clima-água-solo-microrganismos-planta, de modo a preservar o equilíbrio dos ecossistemas agrícolas e torná-los sustentáveis a longo prazo. São excluídas a quase totalidade das substâncias químicas de síntese, tais como os fertilizantes químicos e pesticidas de síntese.

  • 1. Princípios da Agricultura Biológica

    A agricultura biológica baseia-se numa série de objetivos e princípios, assim como em práticas comuns desenvolvidas para minimizar o impacto humano sobre o ambiente e assegurar que o sistema agrícola funciona da forma mais natural possível.
    As práticas tipicamente usadas em agricultura biológica incluem:
    Rotação de culturas, como um pré-requisito para o uso eficiente dos recursos locais
    Limites muito restritos ao uso de pesticidas e fertilizantes sintéticos, de antibióticos, aditivos alimentares e auxiliares tecnológicos, e outro tipo de produtos
    Proibição absoluta do uso de organismos geneticamente modificados
    Aproveitamento dos recursos locais, tais como o uso do estrume animal como fertilizante ou alimentar os animais com produtos da própria exploração
    Escolha de espécies vegetais e animais resistentes a doenças e adaptadas às condições locais
    Criação de animais em liberdade e ao ar livre, fornecendo-lhes alimentos produzidos segundo o modo de produção biológico
    Utilização de práticas de produção animal apropriadas a cada espécie

  • 2. Cadeia de abastecimento

    Mas a agricultura biológica também faz parte duma cadeia de abastecimento maior, que engloba os sectores de transformação, distribuição e revenda, e por último, o próprio consumidor. Cada elo desta cadeia desempenha um papel importante na geração de benefícios através dum vasto leque de áreas, incluindo:
    Proteção ambienta l
    Bem-estar anima l
    Confiança do consumidor
    Sociedade e economia
    Cada vez que comprar uma maçã biológica no supermercado local, ou escolher um vinho produzido com uvas biológicas do menu do seu restaurante favorito, pode ter a certeza de que estes produtos foram produzidos de acordo com normas rigorosas, que visam o respeito pelo ambiente e pelos animais.

  • Normas
    Na UE estas normas foram estabelecidas no Regulamento do (CEE) 2092/91 Conselho de 24 de junho de 1991 relativo ao modo de produção biológico de produtos agrícolas e à sua indicação nos produtos agrícolas e nos géneros alimentícios.
    Uma revisão detalhada do atual regulamento resultou em duas propostas da Comissão Europeia em dezembro de 2005 para uma série de normas simplificadas e melhoradas: uma para a importação de produtos de agricultura biológica e outra para a produção e rotulagem de produtos de agricultura biológica. O regulamento para as importações Regulamento do Concelho 1991/2007 que altera o Regulamento (CEE) n.º 2092/91 relativo ao modo de produção biológico de produtos agrícolas e à sua indicação nos produtos agrícolas e nos géneros alimentícios, em vigor desde Janeiro de 2007.
    A definição de produção biológica, o seu logótipo e sistema de rotulagem, estão contidos no
    Regulamento do Regulamento do Concelho relativo à produção biológica e à rotulagem de produtos de agricultura biológica, o qual será aplicado a partir de 1 de janeiro de 2009.

  • 3. Logótipo e rotulagem
     
    O Regulamento de agricultura biológica da UE especifica como deve ser feita a gestão das culturas e produção animal e como devem ser preparados os produtos alimentares para humanos e animais, de modo a poderem ostentar indicações referentes ao modo de produção biológico. A adesão ao Regulamento biológico da UE também é exigida para que os produtos possam ostentar o logótipo da UE para a agricultura biológica. É também obrigatório que esse rótulo contenha o código identificativo dos organismos de controlo que inspecionam e certificam os operadores biológicos.
    Este regime de rotulagem visa ganhar a confiança dos consumidores dos Estados-Membros da UE na autenticidade dos produtos de agricultura biológica que adquirem. O logótipo da UE destina-se a facilitar o reconhecimento dos produtos de agricultura biológica pelos consumidores e funciona de forma semelhante aos outros logótipos nacionais que poderá encontrar nos produtos do seu próprio país. Neste momento não é obrigatório que todos os produtos produzidos de acordo com o Regulamento Europeu de agricultura biológica tenham este logótipo, mas passará a ser quando o novo Regulamento entrar em vigor.

  • 4.Fertilidade do solo O Solo

    O solo – embora negligenciado – é indiscutivelmente um dos mais importantes recursos naturais. Ele é essencial para a vida na terra porque nutre as plantas, que por sua vez fornecem alimento e oxigénio aos seres humanos e animais. Os agricultores biológicos respeitam o valor do solo ao monitorizarem atentamente o que nele aplicam, o que dele retiram e de que forma as suas atividades afetam a sua fertilidade e composição.

  • 05.Objetivo 
    Os agricultores que seguem uma agricultura biológica não procuram apenas manter o solo num estado saudável, fértil e natural; tentam também melhorar as suas condições através da adição dos nutrientes adequados, de melhoramentos ao nível da estrutura do solo e de uma gestão eficaz da água.
    Práticas importantes usadas pelos agricultores biológicos para manterem e melhorarem a saúde do solo incluem:
    Adopção de rotações de culturas longas e diversificadas para interrupção dos ciclos dos infestantes e pragas, para dar ao solo tempo para recuperação e para adição de nutrientes úteis. Plantas como o trevo, por exemplo, fixam azoto atmosférico no solo
    Utilização de fertilizantes orgânicos à base de estrume – para melhoria da estrutura do solo e para prevenção da erosão
    Restrição rigorosa ao uso de fertilizantes e pesticidas sintéticos – para evitar alterações a longo-prazo da consistência e a dependência química do solo
    Fornecimento de pastagens mistas aos animais – para evitar sobre pastoreio, permitir tempo de recuperação do solo e evitar a perda de nutrientes sementeira de culturas para adubação verde, que permitem a cobertura do solo após a colheita – para prevenção da erosão do solo e lixiviação de nutrientes
    Plantação de sebes e prados – para prevenção da erosão do solo e perda de nutrientes

  • 06.Vida do solo
     
    Um solo produtivo não é um solo a céptico. Um solo produtivo não é um solo envenenado. Um solo produtivo não é um solo inerte. . Só um solo com vida suporta sobre si vida.
    A microfauna e a meso fauna do solo assim como a macro, a meso e a microfauna sobre o solo, são decisivas para a pujança e diversidade da vida vegetal nesse solo – vida vegetal por seu lado vital para toda essa fauna.
    Enquanto que a macrofauna que se alimenta de plantas vivas pode ser concorrente conosco no consumo dos vegetais, a micro e meso faunas, excetuando as espécies que pela sua proliferação se tornam pragas, ao encontrarem alimento na vegetação seca ou podre, tornam-se fatores preciosos para a fertilidade do solo.
    Um solo vivo é geralmente um solo arejado, é um solo com boa estrutura, é um solo que retém melhor a humidade e que mais dificilmente encharca, é um solo que mais facilmente garante uma temperatura regular aos organismos que nele vivem.

  • E não há solo vivo se nele quebrarmos as cadeias vitais dos seus organismos, se lhes desestruturarmos permanentemente os ecossistemas, se lhes reduzirmos em cada intervenção no solo as suas condições de vida. Muito há para estudar neste aspecto entre nós, quer entre aqueles que trabalham a terra, quer entre aqueles que se dedicam à investigação científica.
    Alguns estudos revelaram que a agricultura biológica leva a um aumento do número de organismos benéficos existentes no solo, que ajudam a promover o desenvolvimento mais saudável das plantas e animais.
    Um estudo de 2002 intitulado agricultura biológica concluiu que a agricultura biológica:
    Duplica o número de besouros coprófagos no solo
    Produz 50% mais minhocas
    Produz 60% mais besouros
    Duplica o número de aranhas
    Fertilização do Solo

  • 07. Composto orgânico (definição de compostagem)

    A compostagem é um processo biológico em que os microrganismos transformam a matéria orgânica, como estrume, folhas, papel e restos de comida, num material semelhante ao solo a que se chama composto.
    O termo compostagem é hoje associado mais ao processo de tratamento dos resíduos orgânicos do que ao processo para aproveitamento dos resíduos agrícolas e florestais. De acordo com o Dicionário Porto Editora, a compostagem é o processo biológico através do qual a matéria orgânica constituinte do lixo é transformada, pela ação de microrganismos existentes no próprio lixo, em material estável e utilizável na preparação de húmus.
    A compostagem é um processo de oxidação biológica através do qual os microrganismos decompõem os compostos constituintes dos materiais libertando dióxido de carbono e vapor de água. Apesar de ser considerado pela maioria dos autores como um processo aeróbio, a compostagem é também referida como um processo biológico que submete o lixo biodegradável à decomposição aeróbia ou anaeróbia e donde resulta um produto
    – o Composto.
    O processo de compostagem envolve a decomposição da matéria orgânica por microrganismos e ocorre naturalmente, podendo, contudo, ser acelerado pela intervenção do homem.
    O termo composto orgânico pode ser aplicado ao produto compostado, estabilizado e higienizado, que é benéfico para a produção vegetal. Contudo, em países como o Reino Unido, o termo composto também é aplicado com o sentido mais abrangente que inclui todos os substratos para propagação das plantas com base em turfas.

  • 08. Objetivos da compostagem
     
    O propósito da compostagem é converter o material orgânico que não está em condições de ser incorporado no solo num material que é admissível para misturar com o solo.
    Outra função da compostagem é destruir a viabilidade das sementes de infestantes e os microrganismos patogénicos.
      – Caracterização dos materiais para compostagem
    De forma genérica, os materiais vegetais frescos e verdes tendem a ser mais ricos em azoto do que os materiais secos e acastanhados. Note-se que o verde resulta da clorofila que tem azoto enquanto que o castanho resulta da ausência de clorofila. No caso das folhas, a senescência (em que se verifica o amarelecimento das folhas devido à degradação da clorofila) está associada à remobilizado do azoto das folhas para outras partes da planta.
    Os materiais utilizados para a compostagem podem ser divididos em duas classes, a dos materiais ricos em carbono (materiais castanhos) e a dos materiais ricos em azoto (materiais verdes). Entre os materiais ricos em carbono podemos considerar os materiais lenhosos como a casca de árvores, as aparas de madeira e o serrim, as podas dos jardins, folhas e agulhas das árvores, palhas e fenos, e papel. Entre os materiais azotados incluem-se as folhas verdes, estrumes animais, urinas, solo, restos de vegetais hortícolas, erva, etc.


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  • 03. Logótipo e rotulagem
  • 04.Fertilidade do solo O Solo
  • 05.Objetivo 
  • 06.Vida do solo
  • 07. Composto orgânico (definição de compostagem)
  • 08. Objetivos da compostagem
  • 09. Fatores a ter em conta na elaboração do composto
  • 10. Arejamento (presença de oxigénio)
  • 11. Humidade
  • 12. Temperatura
  • 13. Escolha do Local para a compostagem
  • 14. Benefícios da adubação verde para a fertilidade do solo
  • 15. Propriedades físicas
  • 16. Efeitos da matéria orgânica sobre as propriedades químicas do solo
  • 17. Efeitos da matéria orgânica sobre asitos
  • 18. Adubo verde sob coberto
  • 19. Condições de eficácia
  • 20. Épocas do cultivo
  • 21. Plantas companheira e antagônicas
  • 22. Preparação para plantação
  • 23. Semeadura ? cultivo de tomate em vasos
  • 24. Plasticultura no plantio de tomate