Curso Online de MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS DA ILHA DE MOSQUEIRO (BELÉM DO PARÁ)

Curso Online de MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS DA ILHA DE MOSQUEIRO (BELÉM DO PARÁ)

Descreve a historicidade da Ilha de Mosqueiro. Comenta os aspectos fisiográficos. Discorre sobre a hidrografia do Estado do Pará, citando...

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Descreve a historicidade da Ilha de Mosqueiro. Comenta os aspectos fisiográficos. Discorre sobre a hidrografia do Estado do Pará, citando suas sete regiões hidrográficas. Discorre sobre a hidrografia da Ilha de Mosqueiro. Comenta os impactos ambientais ocasionados em conseqüência do lixo urbano, do comprometimento do sistema de drenagem pluvial pelos esgotos sanitários clandestinos, dos problemas causados pelos assentamentos precários.

Bibliotecário (UFPA). Especialista em Gestão nas Organizações e Magistério Superior (FACINTER). Analista em Desenvolvimento Regional (Bibliotecário) da 6ª S.R. da CODEVASF (JUAZEIRO-BA). Professor em Educação a Distância. Ex-Técnico em Gestão Cultural da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves (FCPTN/CENTUR). Ex-Primeiro Secretário do Conselho Regional de Biblioteconomia do Pará, Amapá e Tocantins(CRB-2). Ex-2º Sargento da Polícia Militar do Estado do Pará. Ex-Professor dos Colégios/Cursinhos Impacto, Boa Esperança, Paulo Freire, Acadêmico, Nóbrega, Rui Barbosa, Anchieta, Armstrong, Aquarius, Opção, etc. Membro fundador do Clube de Ciências da UFPA.



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  • JOÃO COIMBRA NETO

    joão coimbra neto

    bibliotecário.
    especialista em gestão nas organizações/magistério superior.
    técnico em gestão cultural da
    fundação cultural do pará tancredo neves.
    ex-membro do conselho reg. de biblioteconomia (crb-2).
    professor em ead.

    meio ambiente
    e recursos hídricos
    da ilha de mosqueiro (belém do pará)
     

  • RESUMO

    resumo

    descreve a historicidade da ilha de mosqueiro. comenta os aspectos fisiográficos. discorre sobre a hidrografia do estado do pará, citando suas sete regiões hidrográficas. discorre sobre a hidrografia da ilha de mosqueiro. comenta os impactos ambientais ocasionados em conseqüência do lixo urbano, do comprometimento do sistema de drenagem pluvial pelos esgotos sanitários clandestinos, dos problemas causados pelos assentamentos precários.

  • 1 INRODUÇÃO

    1 inrodução

    a amazônia brasileira ocupa uma área territorial de aproximadamente 5,1 milhões de km2, o que equivale a 58,9% do território nacional.
    esse território abriga a maior bacia de água doce do planeta, com 30.000 km2, uma bacia hidrográfica que alcança 7,3 milhões de km2, enfim um potencial de recursos grandiosos.
    o bioma amazônia estende-se do oceano atlântico às encostas orientais da cordilheira dos andes, até aproximadamente 600 m de altitude, contendo parte de nove países da américa do sul, sendo 69% dessa área pertencente ao brasil (ab'saber, 1977 apud ferreira, 2011)
    esse bioma abrange os estados do pará, amazonas, maranhão, goiás, mato grosso, acre, amapá, rondônia e roraima, totalizando 4.871.000 km2 e uma população em torno de vinte milhões de habitantes, 60% dela vivendo em áreas urbanas (inpe, 2004).

  • entretanto, apesar do gigantismo dos números, são mínimas as informações. o desconhecimento dos recursos e das potencialidades reais da amazônia, do ponto de vista ambiental, sócio-econômico, acarreta distorções em todos os setores, seja através de intervenções inadequadas na região, seja pela própria escassez de recursos continuados para as ações de apoio em várias áreas, tais como: saúde, educação, pesquisa e outros.
    apesar da imensurável abundância, acreditamos que a qualidade da água está seriamente comprometida pela quantidade de substâncias químicas, lixo e efluentes domésticos e industriais que são lançados nos rios e igarapés, sem nenhum tratamento ou controle de preservação.
    além disso, nas últimas décadas, os recursos hídricos têm sido gradativamente reconhecidos como escassos, onde as causas perpassam a fatores como poluição, condições climáticas, aumento populacional, desenvolvimento econômico, uso desordenado, etc.

  • o presente curso tem como objetivo principal fazer um diagnóstico simplificado da situação dos recursos hídricos e identificação de problemas ambientais, tais como lixo urbano, esgotamento sanitário e poluição industrial, comprometendo a rede hidrográfica da ilha de mosqueiro, localizada no município de belém, pará.
    no desenvolvimento deste artigo, utilizaremos autores diversos, como brandão (2006), costa (2004), di paolo (1985), ferreira (2011), furtado (2008), inpe (2004), leão (2011), sectam (2010), projeto radam (1972), sales (2006), meira filho (1978), rodrigues (2010), venturueri et al. (2011), wanzeller (2005), entre outros.

  • 2 ILHA DE MOSQUEIRO: HISTORIOGRAFIA

    2 ilha de mosqueiro: historiografia

    sua história remonta ao período colonial, habitada inicialmente por tribos dos índios morubiras e tupinambás, sendo que pela ilha passaram homens de relevância histórica para o estado do pará, como pedro teixeira e francisco caldeira castelo branco, que fundou belém em 1616.
    os primeiros habitantes da ilha, muito antes da chegada dos colonizadores, foram os índios tupinambá da ilha do sol, e os índios morobira da aldeia de mortiguara (rodrigues, 2011 apud paz, 2000).
    a descoberta de mosqueiro se deu no final do século xix, haja vista que muitos estrangeiros se instalaram durante o período áureo da borracha e, assim, costumavam passar os fins de semana na ilha, merecendo destaque os ingleses da pará eletric railways company (responsáveis pela instalação de energia elétrica e transporte interno de belém), bem como os alemães, franceses e americanos.

  • a ilha de mosqueiro, até os anos 60, era ainda considerada um dos bairros mais privilegiados de belém, pois atraiam a população de veraneio nos finais de semana, feriados e período de ferias, principalmente a de classe média alta. estas ocupavam as mansões da orla, construídas na época da borracha (final do século xix e início do século xx) em estilo europeu, dado a presença de migrantes franceses, alemães, etc., bem como casas modernas construídas posteriormente por famílias de belém (furtado; silva júnior, 2008).
    foi elevada à categoria de freguesia pela lei nº. 563, de 10 de outubro de 1868 e à categoria de vila pela lei nº. 324, de 06 de julho de 1895, sendo que, através da lei nº. 753, de 26 de fevereiro de 1901, integra a ilha ao patrimônio histórico de belém (capital do estado), passando ser distrito da mesma.
    acerca de sua população, estimada em 50 mil moradores (de acordo com o ibge são 28 mil habitantes), nos meses de julho, dezembro e fevereiro, a ilha chega a ter cerca de 500.000 pessoas, entre pessoas de belém, de outros estados e países (pinto, 2011).
    a ilha de mosqueiro está situada na microrregião guajarina em um típico ambiente estuarino com influências marinhas. localiza-se geograficamente entre as coordenadas 01º04’ a 01º14’ de latitude sul e 48º19’ a 48º29’ de longitude oeste de greenwich, com altitude média de 15 metros acima do nível do mar (venturueri et al, 2011).

  • figura 1: ilha de mosqueiro, estado do pará (codem, 1998).
    possuindo uma área de aproximadamente 220 km², a ilha do mosqueiro é a maior das 39 ilhas que, juntamente com a área continental, compõem o município de belém, ocupando 44,33% da área total do município.

  • 3 ASPECTOS FÍSIOGRÁFICOS

    3 aspectos físiográficos

    concernente ao clima da ilha de mosqueiro é o mesmo de belém: tipo afi, caracterizando-se como equatorial, super úmido, sem estação seca, com períodos chuvosos de dezembro a maio e menos chuvoso de julho a novembro cuja pluviosidade fica em torno de 2.800mm anuais. quanto à temperatura possui a média de 27°c cuja amplitude térmica está em torno de 6° (classificação de koppen). a cobertura vegetal natural da ilha está sob o domínio da floresta ombrófila densa, onde a grande diversidade florística representa a exuberância da floresta amazônica. sua topografia perpassa ao planalto rebaixado da amazônia e a planície fluvial amazônica, correspondendo aos níveis de tabuleiros, terraços e várzeas característicos do nordeste paraense, mais especificamente na microrregião de belém, onde se insere a ilha de mosqueiro (furtado; silva júnior, 2008).

  • 4 HIDROGRAFIA DO ESTADO DO PARÁ

    4 hidrografia do estado do pará

      
    o estado do pará é detentor de um malha hidrográfica abundante, compreendida pelas bacias amazônica e do tocantins, sendo formado pelos seguintes rios: amazonas, xingu, araguaia, pará, tapajós, jari (divisor entre pará e amapá), tocantins, paru, gurupi e maicuru, rio iriri, rio itacaiunas, rio nhamundá, rio trombetas e rio guamá (pará 2010).
    o sistema de divisão hidrográfica do estado do pará, de acordo com a sectam (2005) apud torres (2011), é formado por sete regiões hidrográficas.

  • 4.1 REGIÃO HIDROGRÁFICA DA COSTA ATLÂNTICA-NORDESTE

    4.1 região hidrográfica da costa atlântica-nordeste

    ocupa 10,1% da área do estado. constitui-se das bacias dos rios guamá-moju, gurupí e das bacias da região do atlântico. tem como drenagens principais os rios guamá, capim, acará, mojú, aiu-açu, acará miri, camari, piriá, gurupi-miri, guajará, rolim, coaraci-paraná, uarim, caeté, pirabas, maracanã, marapanim, mojuí e maguarí. esta região engloba como principais municípios rondon do pará, dom eliseu, abel figueiredo, bom jesus do tocantins, jacundá, goianésia do pará, breu branco, moju, igarapé-miri, abaetetuba, barcarena, viseu, cachoeira do piriá, nova esperança do piriá, paragominas, ulianópolis, dom eliseu, augusto correa, santa luzia do pará, tracuateua, bragança, quatipuru, bonito, capanema, são joão de pirabas, primavera, peixe-boi, nova timboteua, salinópolis, santarém novo, santa maria do pará, igarapé-açu, maracanã, magalhães barata, são francisco do pará, terra alta, marapanim, castanhal, são joão da ponta, são caetano de odivelas, vigia, colares, santo antônio do tauá, santa izabel do pará, curuçá, santa bárbara do pará, benevides, ananindeua e belém. sendo formada pela:
    • sub-região hidrográfica guamá – mojú
    • sub-região hidrográfica gurupí
    • sub-região hidrográfica costa atlântica


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  • JOÃO COIMBRA NETO
  • RESUMO
  • 1 INRODUÇÃO
  • 2 ILHA DE MOSQUEIRO: HISTORIOGRAFIA
  • 3 ASPECTOS FÍSIOGRÁFICOS
  • 4 HIDROGRAFIA DO ESTADO DO PARÁ
  • 4.1 REGIÃO HIDROGRÁFICA DA COSTA ATLÂNTICA-NORDESTE
  • 4.2 REGIÃO HIDROGRÁFICA DA CALHA NORTE
  •   4.3 REGIÃO HIDROGRÁFICA DE PORTEL–MARAJÓ
  • 4.4 REGIÃO HIDROGRÁFICA DO TAPAJÓS
  • 4.5 REGIÃO HIDROGRÁFICA DO BAIXO AMAZONAS
  • 4.6 REGIÃO HIDROGRÁFICA DO XINGU
  • 4.7 REGIÃO HIDROGRÁFICA DO TOCANTINS-ARAGUAIA
  • 5 HIDROGRAFIA DE MOSQUEIRO
  • 6 IMPACTOS AMBIENTAIS
  • 6.1 LIXO URBANO
  • 6.2 SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL E REDE COLETORA DE ESGOTO SANITÁRIO
  • 6.3 ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS
  • 7 CONCLUSÃO
  • REFERENCIAS
  • ANEXO A LIXO NA PRAIA DO ARIRAMBA FONTE: OLIVEIRA (2011)
  • ANEXO A DRENAGEM PLUVIAL CONTAMINADA NA PRAIA DO MURUBIRA FONTE: OLIVEIRA (2011)
  • ANEXO C PALAFITAS NO ENTREPOSTO COMERCIAL DO CAJUEIRO FONTE: LOPES (2011).