Curso Online de consertos de tv led

Curso Online de consertos de tv led

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Tecnico e eletronica e imfomatica manutencao de celulares. Autor de varios livros. Afiador de alicate de cuticulas a 15anos esta aprendir com meu avo e sigo ater tiver focas para segurar um alicate



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Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • Curso Manutenção em TV de LED

    APRESENTAÇÃO

    Nesta obra que ora se inicia ensinarei como funcionam e as técnicas de consertos para os televisores LCD com o backlight formado por leds. Tais televisores ficaram conhecidos no mercado como televisores LED e vem ganhando cada vez mais espaço no comércio de eletrônicos.

    Isto devido à sua arquitetura mais fina, mais elegante e com menor consumo de energia elétrica do que os modelos LCD tradicionais com o backlight formado por lâmpadas fluorescentes CCFL. Veja abaixo um televisor de 32” da Samsung de frente, perfil e traseira:

  • Observe que esta TV citada no exemplo é uma Samsung UN32C4000 e de acordo com a etiqueta seu consumo é de 100 W. Enquanto uma 32 de LCD comum consome entre 130 e 150 W. Além das TVs de LED serem mais finas, leves e econômicas, suas taxas de contraste são bem maiores que as das TVs LCD convencionais. As TVs LED tem taxa de contraste acima de 500.000:1 enquanto as LCD comuns têm no máximo 50.000:1. Além disso, as TVs LED são verdadeiras centrais multimídia com diversas entradas e algumas com possibilidade até de navegação na internet, full HD e excelente dinâmica de imagem (entre 60 e 240 quadros por segundo).

    PREFACIO.

    I - Alguns Termos usados nos Televisores LCD e de LED. II - Entradas do Televisor.
    III - Menus do Televisor.
    1 Menu do usuário. 2 Menu de serviço.
    IV Fluxograma de Teste de Funcionamento da TV LED V - Desmontagem e Identificação das Placas da TV LED 1 Desmontagem da TV
    2 Identificação das placas da TV
    VI - O Backlight da TV LED
    Tipos de backlight para TVs de LED
    Barras de LEDs nas bordas ou “edge lit”
    Painel de LEDs atrás do display ou “back lit” 2 Aspecto real de um backlight com LEDs
    VII Alimentação do Backlight de LED e controle de brilho.
    Conversor triplo para seis barras de LEDs no backlight
    Conversor sêxtuplo para seis barras de LEDs no backlight 3 Inversão dos conectores das barras de LEDs
    - Roteiro para consertos da alimentação do Backlight de LEDs 1 TV liga, tem som normal, mas não acende a tela.
    - Fluxograma Para Conserto da Alimentação do Backlight de LED
    - A Tela de cristal Liquido (LCD)
    Como o cristal líquido controla a luz
    A divisão da tela e os transistores TFT 2 Estrutura da tela LCD e backlight
    XI Esquema em blocos de Um Televisor LED
    1 Localização dos principais componentes na placa principal da TV 2 Televisores com CIs separados
    CIs principais de um televisor LG
    Detalhes da placa T-CON
    XII Defeitos Relacionados com a Tela LCD XIII - A Fonte de Alimentação (SMPS)
    XIV Roteiro para Conserto da Fonte de alimentação
    1 A TV não liga e não acende o led stand-by do painel

  • XV Fluxograma Para Conserto da Fonte Alimentação (SMPS) XVI Circuitos da Placa Principal (SSB)
    Esquema em bloco da placa principal
    Como localizar os componentes principais na placa SSB 3 Leitura de esquema circuitos da placa principal
    XVII - Roteiro Para Conserto e Defeitos na Placa Principal
    TV não liga, mas a fonte está funcionando. Pode ou não acender o led do painel
    A tela acende, mas não tem imagem
    A TV está sem som, porém a imagem está normal 4 A imagem fica travando ou congelando
    5 O controle remoto ou o teclado não funcionam
    Fluxograma de Testes para a Placa Principal
    Testes na Fonte e Conversor LED Com Osciloscópio. XX Testes na Placa Principal (SSB) Com Osciloscópio.
    Observações finais.

    ALGUNS TERMOS USADOS NOS TELEVISORES LCD E DE LED

    Ao pegar um esquema elétrico ou manual de serviço de um televisor de LED ou LCD comum, vamos nos deparar com algumas siglas e como elas estão em inglês podem atrapalhar um pouco os técnicos que ainda não tem trato com este idioma. Neste capítulo relacionei as siglas mais comuns e as mais importantes, já traduzindo o que significam a fim de facilitar a interpretação de um esquema ou manual de serviço para estes aparelhos e em conseqüência os testes e reparos:
    ADC Conversor analógico digital;
    AFC Controle automático de freqüência. Corrige a freqüência do seletor varicap;
    AGC Controle automático de ganho. É usado para ajustar ganho do seletor
    de acordo com o nível de sinal na antena;
    AR Tamanho da imagem 4 por 3 ou 16 por 9;
    Arsenal Nome dado ao CI processador de vídeo ou Hércules (quando ele é separado);
    ASF Algoritmo que remove as barras laterais da tela quando não há sinal
    de vídeo;
    ATSC Comitê para o sistema de TV avançado. Padrão da TV digital nos EUA;
    AV Áudio e vídeo externo;
    BGA Tipo de CI que usa esferas de solda para fixação e contatos nas trilhas da placa de circuito impresso. É um modelo de CI muito usado nos televisores LED e LCD comuns;
    BLU Unidade backlight dos televisores LCD seja ela de LED ou de lâmpadas CCFL;
    CCFL Lâmpada fluorescente de catodo frio usada no backlight das TVs
    LCD comuns;

  • CCD Legendas transmitidas para auxiliar os deficientes auditivos; Chelsea Nome dado ao CI DSP/scaler quando ele é separado do Arsenal; Compair Dispositivo usado pela Philips para detectar erros e ajustar seus aparelhos;
    CSM Modo de ajuste para o usuário;
    CVBS Sinal de vídeo composto (luminância + croma);
    DAC Conversor digital analógico;
    DBE Reforço extra para sons graves;
    DCM Módulo para comunicação de dados;
    DDC Canal de dados do monitor. Contém informações sobre o modelo do aparelho;
    DDR Memórias com dupla taxa de transferência de dados;
    DRAM Memória RAM dinâmica;
    DRM Gerenciador de direitos digitais;
    DSP Processador de sinais digitais. Nome dado ao maior CI de um televisor LED ou LCD;
    DST Ferramenta (controle remoto) especial para assistência técnica;
    DVI Interface de sinal de vídeo digital;
    EEPROM Memória que armazena os dados de ajuste da TV;
    FDS ou FDW Duplo quadro ou duas imagens ocupando a tela toda;
    FHD Completa alta definição;
    FLASH Memória com o firmware (software necessário para o funcionamento da TV);
    Gb Gigabyte. Corresponde a mais de 1 bilhão de bytes;
    HD Alta definição. Imagem com um grande número de linhas e colunas;
    HDD Disco rígido para armazenamento de dados;
    HDMI Interface multimídia de alta definição. Usada para transferir sinais de áudio e vídeo digitais de alta definição através da tecnologia TMDS;
    HP Fone de ouvido;
    I²C Barramento duplo para a comunicação serial entre os vários circuitos do aparelho;
    IR Infravermelho do controle remoto;
    IRQ Pedido de interrupção para um circuito se comunicar com o CI micro; ISDB-T Serviço integrado de transmissão digital terrestre O padrão da TV digital do Brasil;
    ITV TV Institucional usada em hotéis, hospitais, etc;
    LS O estado dos controles de um aparelho quando ele é desligado. Ele é memorizado pela
    EEPROM de modo a ligar a TV com os ajustes iguais quando ela foi
    desligada;
    LATAM América Latina;
    LCD Tela de cristal líquido;
    LED Diodo emissor de luz. Formam o backlight das TVs LED.
    LVDS Tráfego de sinais diferenciais em baixa tensão. São trilhas de baixa tensão (de 1,2 a 1,5

  • V) que levam o sinal em alta velocidade ao display LCD dos televisores e monitores;
    Mb Megabyte. Corresponde a cerca de 1 milhão de bytes;
    MPEG Formato digital usado para processar imagens nos televisores LCD;
    MUTE Corte do som da TV; NAFTA América do Norte; NC Sem conexão;
    NTSC Comitê para o sistema nacional de TV. Sistema do sinal de croma
    usado em vários países como os da América do Norte e Japão. O sinal de cor é 3,579545 MHz;
    NVM Memória que não perde os dados ao desligar a TV. Pode ser usada para armazenar os comandos e ajustes;
    OAD Atualização de software através do sinal recebido pela antena da TV;
    OSD Menu na tela da TV;
    PAL Linha de fase alternada. Sistema do sinal de croma usado em vários países incluindo o
    Brasil. O sinal de cor é 3,575611 MHz no sistema PAL-M e 3,582056 MHz em
    PAL-N;
    PCB ou PWB Placa de circuito impresso;
    PCM Modulação por código de pulso;
    PIP Quadro dentro de quadro. Imagem menor sobreposta à uma imagem maior;
    PLL Laço de fase travada. Circuito usado pelo seletor varicap para
    sintonizar os canais e memorizá-los;
    PWM Modulação por largura de pulso. É uma onda quadrada de largura variável;
    RAM Memória de acesso aleatório. Este tipo de memória perde os dados
    quando tem sua alimentação interrompida. Portanto ela é sempre carregada quando o aparelho é energizado;
    RESET Pulso momentâneo para inicializar os circuitos quando a TV é
    energizada;
    SCL Sinal de clock (sincronismo) do barramento I²C;
    SDA Dados seriais bidirecionais do barramento I²C;
    SDRAM Memória RAM dinâmica síncrona. Este tipo de memória é usado pelo CI DSP para carregar os dados a serem corrigidos e poderem desta forma formar as imagens para o display
    LCD. As memórias SDRAM dos televisores LCD são do tipo DDR;
    SIF Sinal de FI de som (4,5 MHz);
    SMPS Fonte de alimentação chaveada;
    SSB Placa processadora de sinais (placa principal) das TVs LCD; STB Set top Box. Circuito que recebe e processa os sinais digitais das emissoras de TV;
    T-CON Placa que transfere o sinal da linha LVDS ao display LCD;
    TFT Transistores mosfets microscópicos que controlam os subpixels das telas das TVs LCD;

  • TMDS Tráfego de sinais diferenciais com redução de interferência. Este sistema é usado para transferir dados digitais em alta velocidade pelos conectores HDMI e DVI sem a influência de ruídos eletromagnéticos; UART Transmissão/recepção universal de dados controlada por software; USB Barramento serial universal. Usado para conectar vários tipos de periféricos à TV;
    USRT Transmissão/recepção universal de dados controlada por hardware (circuito eletrônico);
    USART Transmissão/recepção universal de dados controlada por hardware
    e software;
    URSA CI usado por alguns TVs de LED para acelerar os dados nas linhas LVDS nos modelos
    que tem grande velocidade de transferência de quadros para o display (FHD
    entre 120 e 240 quadros por segundo). Ele fica entre o CI DSP e o flat cable que vai à placa T-COM do display;
    YPbPr Sinais de vídeo componentes: luminância e diferenças de cor R-Y e
    B-Y;
    YUV Sinais de vídeo componentes.

    II. ENTRADAS DO TELEVISOR

    Conforme explicado, os televisores LED são centrais multimídia com diversas entradas que são selecionadas através da tecla “source” do controle remoto. Veja abaixo na figura 1 algumas das entradas do televisor estudado neste trabalho:

    Alguns televisores usam encaixes RCA para as entradas de vídeo composto e componentes, porém por economia de espaço o modelo estudado usa conectores do tipo P2. Neste caso ela vem com adaptadores P2-RCA conforme visto na figura 2 abaixo:

  • Figura 2 Adaptadores P2/RCA usado em alguns modelos de televisores de LED
    As entradas vistas nas figuras 1 e 2 servem para os sinais analógicos e são
    descritas abaixo:

    Antena e CATV São as entradas do seletor varicap. O varicap destas TVs possui o conversor de TV digital interno. Portanto ele pode sintonizar os sinais dos canais analógicos e digitais.

    Os canais analógicos são indicados com números inteiros, como por exemplo, canal 4, 5, 7. Já os canais digitais são indicados como 4.1, 5.1, 7.1 e assim por diante. A maioria das emissoras transmite dois sinais: analógico e digital e através desta numeração os diferenciamos. Os canais analógicos e parte dos digitais usam o padrão 4:3 de imagem.

    Desta forma aparece uma barra preta em cada lado da tela. Se usarmos o botão “P.SIZE” no controle a imagem se expandirá e ocupará a tela toda, porém ficará achatada.

    Algumas emissoras digitais transmitem em determinados programas o sinal HDTV em formato Wide no padrão 16:9 e assim ela ocupa toda a tela normalmente sem achatar. Se a antena estiver desajustada ou se a recepção estiver ruim para determinada emissora, na opção sinal analógico a imagem fica com chuviscos ou fantasmas e na opção digital a imagem fica congelando ou sumindo aparecendo a indicação “sinal fraco ou inexistente” na tela da TV.

    Vídeo componentes Possui três entradas para imagem (luminância ou Y, vermelho ou Pr e

  • azul ou Pb) e duas para o som (L e R). Como os sinais entram separados e também no formato progressive scan (varredura completa de todas as linhas para cada quadro), a imagem proporcionada é de alta qualidade.

    Vídeo composto CVBS ou AV Aqui é uma entrada para o sinal de vídeo (luminância + croma) e duas para o som (L e R). A entrada CVBS produz uma imagem de qualidade inferior à de vídeo componentes devido ao fato de fazer um caminho de processamento maior e trabalhar com imagem entrelaçada (cada quadro é varrido duas vezes para ser formado). Porém todos os aparelhos que trabalham com imagem possuem pelo menos a saída CVBS. A TV do estudo tem duas entradas AV.

    DB15 Esta entrada leva os sinais RGB (analógicos) e os de sincronismo H e V (digitais) do computador PC para a TV funcionar como monitor.
    Veja abaixo na figura 3 a seleção das entradas feita pelo menu da TV
    através da tecla “source” do controle remoto:

    A entrada será habilitada sempre que o plugue estiver encaixado no conector correspondente à entrada a ser usada. Enquanto não há plugue, a entrada fica desabilitada.

    Agora as entradas digitais. Aqui temos as entradas HDMI, DVI, USB e alguns modelos entradas. Ethernet (para conexão de uma rede interna). Algumas têm opção para navegação na internet.

    Veja abaixo na figura 4 as entradas digitais da TV estudada:

  • HDMI Estas entradas possuem 19 pinos e por ela passam os sinais de áudio de vídeo digitais de alta definição e em alta velocidade através da tecnologia TMDS (com redução de ruídos).

    Os modernos equipamentos de DVD player e videogame já possuem esta entrada, bastando apenas
    o cabo específico HDMI para fazer a ligação com a TV. Uma das entradas HDMI também serve como interface digital para o vídeo (DVI), porém neste caso será necessário ligar o som na entrada de áudio para DVI.

    Saídas de áudio Esta TV possui uma saída de áudio analógica e outra digital para a ligação com outros equipamentos de som.

    USB Este conector permite a ligação de outros aparelhos à TV como pen drive, players (MP3, MP4, etc.) e HDs (discos rígidos) externos e assim usar o televisor como reprodutor de filmes, músicas e fotos armazenadas nestes periféricos.

    Veja abaixo na figura 5 como é feita a conexão e o menu usado para navegar pelos arquivos do periférico conectado à porta USB.

  • Para entrar no menu do player dos periféricos ligados na USB usamos a tecla “P.MODE” ou “source” do controle. Lembrando que deve haver algum dispositivo ligado na USB para habilitar esta função. Para maiores detalhes sobre a seleção das entradas consulte o manual da TV.

    III . MENUS DO TELEVISOR

    1 Menu do usuário

    É acessado através da tecla MENU do controle remoto e nele o usuário pode fazer diversos ajustes na TV como brilho, contraste, cor, matiz, luz de fundo, ajustes no som, sintonia dos canais e vários outros como indicados no manual da TV. Veja na figura 6 o menu da TV estudada:

    2 Menu de serviço

    É acessado através da seqüência de teclas MUTE-1-8-2-POWER. O modo de serviço é usado para fazer ajustes de acordo com o manual técnico da TV (indispensável para este tipo de ajuste).

    Veja o menu do modo de serviço da TV estudada na figura 7:

  • IV. FLUXOGRAMA PARA TESTE DE FNCIONAMENTO DA TV LED


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