Curso Online de Consultoria de moda

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O curso online “Consultoria de moda“ tem o intuito de compilar informações para que os interessados sobre a temática possam aprimorar seu conhecimento sobre as principais características da área, tais como: o mercado da moda feminino e masculino, tipos físicos femininos e masculinos, os principais estilos e suas características.

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  • Conteúdo programático:

    Introdução à Moda

    Tópicos da história da Moda

    Identificação de cores, padronagens e modelagens

    Moda e linguagem

    Tendências de Moda

    A moda e a indústria

    O mercado de moda feminino e masculino

    Marcas de Moda

    Top Models

    Dicionário de Moda

    Bibliografia

  • Introdução à Moda

    A primeira impressão é a que fica. Uma imagem vale mais que mil

    palavras. Essas e milhares de outras frases carregam a veracidade

    da  importância  da  imagem  de  uma  pessoa.  Por  mais  bem

    intencionado  que  você  seja,  por  mais  inteligente  e  capacitado,

    sempre haverá a questão da aparência na hora de arranjar um bom

    emprego.

    Quem nunca olhou alguém de cima para baixo ou de baixo para

    cima “só uma vez”? A importância de aprender a vestir-se não se

    relaciona somente a estar na moda, mas sim aprender a disfarçar

    as imperfeições e valorizar o que você tem de melhor. Se a sua

    cliente tem pernas finas, porque não mostrar a ela que pode usar

    roupas que não evidenciam tanto isso e que possa parecer que ela

    tem pernas mais grossas? Se uma pessoa tem aquela barriguinha

    indesejada, porque não ensinar que uma calça de cintura alta pode

    disfarçar?

    E  não  é  só  isso.  Mistura  de  cores,  tecidos,  padronagens,

    modelagens  e  muito  mais  fazem  toda  a  diferença  na  hora  de

    compor um guarda-roupa. Qual é o seu estilo? Você já parou para

    pensar  nisso?  Imagine  quem  não  tem  muito  contato  ou  contato

    nenhum com a moda!

    Foto: Miroslava Duma

  • Breve histórico do desenvolvimento do sistema da moda

    A Moda e seu reflexo social

    A   moda   é   o   reflexo   de   uma   sociedade   onde   todos   os

    acontecimentos refletem no comportamento das pessoas, seja na

    maneira de vestir, na maneira de falar, nos objetos desejados, ou

    mesmo na identificação de um grupo. Ela nasceu há muitos anos,

    visto   a   modificação   de   comportamento   surgida   por   uma

    necessidade.

    Segundo Lipovetsky (1989, p.10):

    A moda tornou-se um problema esvaziado de paixões e de desafios teóricos, um

    pseudoproblema cujas respostas e razões são conhecidas previamente; o reino

    caprichoso da fantasia só conseguiu provocar a pobreza e a monotonia do conceito. A

    moda está muito mais democrática nos dias de hoje, principalmente em relação à roupa

    usada para trabalhar, porém ainda existem alguns empregos formais que são regidos

    por regras de etiqueta e protocolos, seguidos por empresas. A roupa de trabalho é

    sempre mais sisuda, ternos claros ou escuros fazem parte do dia-a-dia de muitas

    secretárias, jornalistas, executivas e demais profissionais formais. Vive-se num país de

    clima tropical, iniciando a produção da própria moda brasileira, buscando mais estilos,

    mais cores e liberdade de expressão diante do que o profissional quer representar.

    Alguns  fatores  sociais,  políticos  e  econômicos  podem  explicar  a

    existência da moda e sua evolução diante da sociedade, mas não

    são  o  suficiente  para  falar  dela  como  fenômeno.  A  Moda  segue

    suas leis formais, interpretando o mundo vivido pelos homens de

    uma maneira própria.

    Tópicos da história da Moda

    Os trajes do Século XIX

    1800 1810 Nos  períodos  regencial  e  diretório,  destaque  para  a

    cintura alta, tecidos mais finos e modelos com decotes. Época do

    culto às formas das estátuas gregas.

    1810 1820 A  roupa  masculina  vai  perdendo  o  rebuscamento.

    Homens   utilizam   cartola,   bengala,   plastron   roupa   justa   do

    tradicional  ao  Dândi,  após  o  período  napoleônico.  As  mulheres

  • utilizavam  chapéus  enormes  que  cobriam  a  face.  O  espartilho

    mantem a cintura reta, mas aos poucos vai estreitando a silhueta.

    1820 1830 Época do romantismo a cintura feminina volta a afinar,

    surgem  as  mangas  pernil  e  carneiro.  Chapéu  com  abas  largas

    eram  usados  até  a  meia  noite.  O  vestuário  masculino  volta  a

    evidenciar sua vaidade.

    1830 1840 As mangas formam um balão, mas ao final da década

    já iniciam um ajuste. O início da era vitoriana traz a gola pelerine e

    o arredondamento das saias.

    1840 1850 Tempo de revoluções e progressos. As saias vão até o

    chão. Mas as mulheres não gostavam muito das saias longas. À

    noite elas utilizavam o decote no colo. Sinônimo de burguesia.

    1850 1860 O  momento  do  volume  das  saias.  Muitas  anáguas

    foram usadas até a criação da crinolina. A diversidade dos tecidos,

    estampas e o glamour vitoriano faz surgir exagero no volume das

    saias  e  babados.  No  vestuário  masculino  apenas  surge  uma

    variação  no  corte  dos  casacos,  afunilamento  nas  calças,  cores

    sóbrias e escuras combinando com o papel do homem burguês.

    1860 1870 Começam  aparecer  algumas  peças  do  vestuário

    masculino  adaptadas  ao  vestuário  feminino  como  o  bolero.  Os

    perfumes voltam a ser utilizados e o estilo floral se manifesta.

    1870 1880 Nesta  época,  a  mulher  se  cobre  cada  vez  mais  de

    peças, joias e adornos para mostrar a riqueza do marido. Enquanto

    ele, se desprende dos enfeites e detalhes.

    1880 1890 - Momento   de   consolidação   plena   da   burguesia,

    desfrutando de todo capital acumulado.

    1890 1900 Começa  a  Belle  Époque,  conhecida  como  Anos

    Dourados  nos  Estados  Unidos.  A  moda  imitava  a  arte  e  ela  se

    caracterizou  pelo  alongamento  da  silhueta  feminina.  Os  vestidos

    foram  ajustados  acompanhando  as  curvas  sinuosas  do  corpo.  A

    sociedade viveu a transição dos rígidos valores vitorianos para o

    afrouxamento da moralidade.

  • Trajes do século XIX

    Fonte:http://modahistorica.blogspot.com.br/2013/08/historicismo-na-moda-seculo-xviii-

    e.html

    O Vestuário

    O  vestuário  marcou  grande  presença  no  desenvolvimento  da

    sociedade  moderna,  desde  a  época  da  Revolução  Industrial,

    industrialização, produtividade, sociedade de consumo até possuir

    a  abrangência  do  mercado  mundial.  O  vestuário  foi  uma  das

    primeiras  produções  que  o  ser  humano  sentiu  necessidade,

    seguindo para objetos industriais e a informação. A moda não para,

    ela  é  inquieta  e  acelerada,  construindo  variações  absorvidas  de

  • imediato, diferindo do comportamento e das atitudes, que possuem

    suas variações de um modo mais lento e elaborado.

    De acordo com Lipovetsky (1989,p.32 33):

    Diferentemente da moda, o costume liga-se as tradições do espaço, orgulha-se do país,

    prestigia e imita os ancestrais, assegura a permanência costumeira do coletivo coeso.

    A moda orgulha-se muito mais do seu tempo, e vive o zeitgeist, imita modelos presentes,

    nativos ou estrangeiros, concede superioridade ao novo, no mesmo tempo em que

    desqualifica o velho, possibilitando a ruptura, a permeabilidade, a disjunção do corpo

    social e a descontinuidade histórica. Dois grandes princípios regem a temporalidade da

    moda e evidenciam sua essência moderna: “amor pela mudança e influência

    determinante dos contemporâneos”.

    Toda  roupa  transmite  alguma  mensagem  a  respeito  da  pessoa

    que  está  usando,  do grupo  pertencente  e  principalmente  a  ideia

    que  a  pessoa  que  está  vestindo  quer  transmitir.  Isso  tudo  diz

    respeito à semiótica e aos signos da moda, a maneira pela qual a

    pessoa  quer  ser  vista  pela  sociedade  em  geral.  A  maneira  de

    vestir-se  pode  realçar  tanto  a  vida  profissional  quanto  á  vida

    pessoal.   A   roupa   pode   expressar   seus   sentimentos   e

    personalidades,  porém  não  define  situações.  As  proporções

    físicas,  o  tecido  e  o  estilo  influenciam  na  reação  das  demais

    pessoas para conosco.

    O  grande  ideal  é  vestir-se  harmoniosamente  com  o  corpo  e  as

    ideias, atribuídas ao bem estar. O ser humano precisa aceitar-se a

    sua  maneira,  adquirindo  signos  que  o  façam  sentir-se  bem,  em

    alguns  casos  não  fugindo  demasiado  de  regras  protocolares,  no

    caso de utilizar roupas para trabalho.

    O design e sua aplicação

    O design é um ramo da atividade humana, que engloba uma série

    de especializações, entre as quais podem ser citadas; o design de

    produtos, a programação visual, o design de moda, e o design de

    interiores, entre outras.

    De acordo com Azevedo (2005, p.17 e 19):

    Para compreender melhor a atividade de um designer é necessário observar ao passar

    do tempo, alguns movimentos que surgiram para incentivar a procura do homem por

    novas formas, e com isso descobrir novos materiais. Diante do mundo que começa a se

    mecanizar, o homem vai contribuir definitivamente para uma grande revolução estética

    e social, que é a das formas dos objetos que usamos no dia a dia. Elas passam a

    ser diferentes de um dado instante para o outro.

  • O design é uma ferramenta utilizada para a melhoria do padrão de

    qualidade dos objetos, podendo atribuir novas qualidades, novas

    formas  e  valores.  Ele  existe  para  possibilitar  a  inovação,  e  a

    criação de uma harmonia entre produto e objetivos atribuídos, com

    relação à beleza, funcionalidade ou ambas.

    De acordo com Azevedo (2005,p.8):

    O termo design tem aparecido constantemente no nosso dia-a-dia, representando parte

    de um novo vocabulário. Muitas ve zes pode significar algo novo que esteja aparecendo

    no mercado ou mesmo um novo estilo lançado por um novo mito, ou ainda aparece

    quando queremos nos referir a algo que esteja na moda.

    A aplicação  do  design  na  moda  consiste  no  aprimoramento  das

    características de um objeto. A problemática traduz uma questão

    a  ser  solucionada,  e  o  designer  consiste  em  aplicar  as  soluções

    com  maior  coerência.  Muito  depende  da  funcionalidade  e  a

    estética, as demais características do produto, ou seja, para que o

    produto  vai  ser  desenvolvido.  A  adequação  ao  ambiente  e  a

    necessidade  do  desenvolvimento,  fazem  parte  da  pesquisa  do

    designer.

    O  termo  designer  de  moda  começa  a  ser  reconhecido  por

    empresas   do   mundo   inteiro,   diante   de   sua   necessidade   e

    funcionalidade  no  mercado  de  trabalho.  Com  uma  visão  muito

    além  do  que  a  pesquisa  de  tendência  e  o  desenvolvimento,  o

    designer  de  moda  é  voltado  para  a  indústria,  englobando  uma

    sequência de valores e responsabilidades que segue até o produto

    no seu estágio final da moda, a sua extinção.

  • Atualmente o termo “designer de moda” já é reconhecido por empresas do mundo

    inteiro.

    A moda Clássica

    O clássico sempre teve seu espaço garantido na moda. São peças

    que atravessam as coleções, enfeitando as mulheres que primam

    pelo bom gosto. Ser clássica não é sinônimo de ser desatualizada;

    ao contrário, quem ama o estilo sabe a importância de acompanhar

    as  tendências,  adquirindo  peças  de  qualidade.  Atualizar  o  visual

    com as novidades das coleções também é outra característica das

    “clássicas”.

    A  segurança  com  a  utilização  da  moda  clássica  é  sem  dúvida  a

    garantia de sucesso para qualquer evento, mas isto não coloca em

    risco o fato de se buscar algo novo e casual.

    A  utilização  das  calças  na  mulher  surge  de  tempos  antigos  e  foi

    usada por muitos ícones da época.

    De acordo com Lehnert ( 2002, p.35)

    As calças de pregas para senhoras, diretas e inspiradas nos fatos clássicos de homem,

    estão indissoluvelmente ligadas ao nome de Marlene Dietrich. Esta atriz de estilo

    andrógeno afirmava de si própria que sempre foi metade homem. Foi ela quem no início

    dos anos 30 tornou moderno a utilização de calças e casacos como indumentária

    feminina elegante. Marlene Dietrich era uma figura carismática, tanto no grande ecrã

  • como na vida real, quando se apresentava vestida com o conjunto clássico de calças e

    blazer da mesma cor, ou de fraque e chapéu alto. Mais tarde substituída por calças mais

    justas, voltou a ser grande moda nos anos 80.

    Nos   anos   30,   as   mulheres   que   trabalham   em   escritórios

    começaram a usar saia e blusa. Usava-se saias juntas, ou então

    saias de pregas ou ligeiramente rodadas. Os tailleurs eram usados

    em qualquer ocasião durante o dia, principalmente de manhã.

    De acordo com Lehnert (2002, p.23):

    Nos anos cinquenta e sessenta, a petite robe noire alcança o seu auge. Só nessa altura

    Coco Chanel criou o seu tailleur, hoje considerado como a essência do estilo Chanel.

    Trata-se de um tailleur simples de tweed colorido ou tecido bouclé, com um casaco de

    linhas diretas, sem golas, guarnecido a toda volta com um galão, e fechado com

    correntes ou com botões dourados. Faz também parte do conjunto uma leve saia de

    quatro panos, um pouco abaixo do joelho. A ideia de Chanel era que este conjunto fosse

    adequado a todas as ocasiões. Coco Chanel abriu assim caminho a criadoras Jil Sander

    ou Donna Karan, que fiéis a esta ideia, nela basearam as suas coleções destinadas a

    mulheres modernas e trabalhadoras, Karl Lagerfeld, diretor artístico da casa Chanel,

    modernizou de forma decisiva esse tailleur clássico e já ligeiramente antiquado.

    As produções clássicas e elegantes de Chanel

    Fonte: http://revistacriativa.globo.com/Revista/Criativa/0,,EMI129734-17098,00-

    VISTA+COCO+CHANEL+E+OUTRAS+CELEBRIDADES.html

  • Nos anos  80  surge  o  momento  em  que  a  mulher  expõe  sua

    conquista no mercado e faz refletir na moda. As mulheres querem

    provar que podem ser tão competentes quanto os homens.

    Dona Karan foi o sucesso internacional desses tempos. Lançou a

    moda dedicada à mulher ambiciosa e com uma vida profissional

    intensa,  que  não  quer  deixar  de  ser  clássica  e  feminina.  A

    utilização das calças largas, fluídas e transparentes, podendo ser

    utilizada para festas.

    A     estilista     dedicou     seu     trabalho     às “Young

    Urban

    Professionals”, mulheres  independentes  que  vivem  e  trabalham  nas

    grandes metrópoles.

    De acordo com De Carli (1991, p.60)

    A sociedade de Consumo também é criticada pela descaracterização da relação entre

    o objeto consumido e a utilidade. O foco da compra deslocou-se: não é mais o

    utilitarismo, não é mais a necessidade, não é mais o objeto em si que determina a

    compra, mas seus estilos, suas novas e incessantes diferenças agregadas, seu signo

    social.

    Mulheres clássicas e não antigas

    Para a mulher que ocupa posição de destaque, a roupa clássica é

    sempre a grande solução. Mas não confunda clássico com antigo:

    o estilo vale sempre, mas deve ser renovado e atualizado.

    Mesmo a moda clássica das executivas acompanha as mudanças

    no  comportamento.  Com  a  valorização  do  corpo,  as  formas

    ajustadas  trazem  saias  sensatas,  na  altura  do  joelho,  e  paletós

    mais acinturados.

    As  mulheres  não  querem  mais  parecer  só  um  instrumento  de

    trabalho, também querem ser desejadas e observadas.

    O local de trabalho deve ser:

    As  cores  claras  são  energéticas,  mas  as  escuras  tradicionalmente
    projetam  uma  aura  de  poder.  Austeridade  demais  também  pesa.
    Amenize, jogando acessórios ou desmembrando o tailleur com novas
    parcerias.  Lembre-se:  os  acessórios  e  complementos  podem  ser
    arrojados,  mas  a  peça  principal deve  ser  comportada. Um  bom
    paletó  é  indispensável.  Pode  ser  usado  sobre  uma  saia,  calça  ou
    vestido.   Roupas   mais   entreteladas   de   linhas   rígidas   impõem


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