Curso Online de VIGILANTE PROFISSIONAL
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Curso Online de VIGILANTE PROFISSIONAL

01. MATÉRIA NOÇÕES DE SEGURANÇA PRIVADA 02. LEGISLAÇÃO APLICADA 03. DEFESA PESSOAL (Conceito) 04. ARMAMENTO E TIRO 05. MANUTENÇÃO DE PRIM...

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01. MATÉRIA NOÇÕES DE SEGURANÇA PRIVADA
02. LEGISLAÇÃO APLICADA
03. DEFESA PESSOAL (Conceito)
04. ARMAMENTO E TIRO
05. MANUTENÇÃO DE PRIMEIRO ESCALÃO
06. TONFICA: HISTÓRICO
07. DEFESA PESSOAL (Posição de ataque)
08. TIPOS DE VIGILÂNCIA

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).


- Denílson Pereira Maciel

- Joao Carlos Novo

- Maria Augusta Mendes

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  • 01. MATÉRIA NOÇÕES DE SEGURANÇA PRIVADA
    02. LEGISLAÇÃO APLICADA
    03. DEFESA PESSOAL (Conceito)
    04. ARMAMENTO E TIRO
    05. MANUTENÇÃO DE PRIMEIRO ESCALÃO
    06. TONFICA: HISTÓRICO
    07. DEFESA PESSOAL (Posição de ataque)
    08. TIPOS DE VIGILÂNCIA

  • MANUAIS DO VIGILANTE
    • Apresentação

    Os Manuais do Vigilante são destinadas a uniformizar o ensino de segurança ao vigilante, em sua formação básica, nas extensões e respectivas reciclagens.

    VOLUME 1

    Apostila homologada pelo:
    DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL

    Elaborada pela:
    A B C F A V
    ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CURSOS DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE VIGILANTES

  • 01. NOÇÕES DE SEGURANÇA PRIVADA (N.S.P.)

    Objetivo da Disciplina:
    Nos termos da Portaria 387/06 do Departamento de Polícia Federal (DPF), esta disciplina encontra-se dividida em 04 (quatro) unidades didáticas e tem por objetivo capacitar o vigilante a desenvolver os conceitos, as missões, os papeis das empresas, dos representantes de classe e dos órgãos reguladores. Objetiva, ainda, identificar os direitos, deveres e responsabilidades dos profissionais que atuam na área da segurança privada, tanto na esfera administrativa, quanto na trabalhista.
    Segurança Privada: o Brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança e liberdade. A autodefesa está adstrita à legítima defesa, exercício regular de direito, ou estado de necessidade, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. As atividades de segurança privada, com números cláusulas, são reguladas e fiscalizadas pela Polícia Federal. A segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade. Fora de controle,

  • corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir
    “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros, “exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por “iniciativa privada”.
    I. HISTÓRICO NORMATIVO
    A Lei nº. 7.102, de 20/06/1983, foi instituída para regulamentar as atividades de segurança privada, em especial a segurança dos estabelecimentos financeiros e o funcionamento das empresas prestadoras de serviços de segurança privada.
    Após alguns anos, foi publicada a Lei nº. 8.863, de 20/03/1994, que buscou definir as atividades de segurança privada, prevendo o serviço orgânico de segurança, pelo qual é facultado às empresas criar o seu próprio sistema de segurança.
    Em seguida, foi editada a Lei nº. 9.017, de 30/03/1995, que, na parte em que alterou as disposições normativas alusivas à área de segurança privada, atribuiu ao Departamento de Polícia Federal a competência para fiscalizar os estabelecimentos financeiros e as empresas de segurança privada, assim como previu a cobrança de taxas, atualizou os valores referentes a multas e

  • estabeleceu parâmetros para o capital social mínimo das empresas e o transporte de numerário.
    A Lei n° 7.102/83 foi regulamentada pelo Decreto n.° 89.056, de
    24/11/1983, que, por sua vez, foi atualizado pelo Decreto n.° 1.592, de
    10/08/1995.
    O Departamento de Polícia Federal, depois da edição das normas acima indicadas, instituiu a Portaria n° 992-DG/DPF, de 25/10/1995, responsável pelo disciplinamento de toda a atividade de segurança privada existente no país.
    Após a Portaria n° 992/95-DG/DPF, a Direção Geral do Departamento de Polícia Federal editou as Portarias n.° 1.129, de 15/12/1995 (que aprovou o Certificado de Segurança e de Vistoria, emitidos pelas Superintendências Regionais do Departamento de Polícia Federal), n.° 277, de 13/04/98 (que alterou diversos dispositivos da Portaria n.° 992/95-DG/DPF), n.° 891, de
    12/08/99 (que instituiu e aprovou o modelo da Carteira Nacional de
    Vigilante e respectivo formulário de requerimento), n.° 836, de 18/08/2000
    (que alterou dispositivos da Portaria n.° 891/99) e n.° 076, de 08/03/2005
    (que alterou o art. 113 da Portaria n.° 992/95).
    Conceito

  • Atividade desenvolvida por pessoas devidamente habilitadas, por meio de empresas especializadas, visando a proteger o patrimônio, pessoas, transportar valores e apoiar o transporte de cargas. Tem caráter de complementaridade às ações de segurança pública e é executada sempre de forma onerosa para o contratante.
    De acordo com o art. 2º, incisos I e II da Portaria nº. 387/06-DG/DPF são tipos de segurança privada:
    Empresas especializadas - são prestadoras de serviço de segurança privada, autorizadas a exercer as atividades de vigilância patrimonial, transporte de valores, escolta armada, segurança pessoal e cursos de formação.
    Empresas possuidoras de serviços orgânicos de segurança - são empresas não especializadas, autorizadas a constituir um setor próprio de vigilância patrimonial ou de transporte de valores.
    OBJETIVO:
    O objetivo desta unidade didática é revelar ao aluno os conceitos, missões, políticas e terminologias utilizadas na segurança privada.
    1. Segurança Privada:

  • Trata-se de uma atividade regulada, autorizada e fiscalizada, em todo território nacional, pela Polícia Federal. É desenvolvida por empresas especializadas em segurança e por empresas que possuem serviço próprio de segurança (orgânicas), com emprego de profissionais devidamente capacitados, denominados vigilantes e com a utilização de barreiras físicas e demais equipamentos destinados a inibir ou impedir atos contra a pessoa e o patrimônio.
    2. Segurança Privada como Complemento da Segurança Pública:
    Estabelece o artigo 144 da Constituição Federal que a segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos e é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do
    patrimônio pelas Polícias Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Ferroviária Federal, Polícias Civis, Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares.
    A violência urbana e as dificuldades para sua prevenção e controle por parte dos órgãos de segurança pública, faz crescer a sensação de insegurança na sociedade, fato que leva a um significativo crescimento das atividades de segurança privada, como forma encontrada para a preservação da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

  • Considerando que a segurança pública não atende a interesses pessoais ou particulares, e sim à sociedade como um todo, e que não possui condições de suprir completamente suas tarefas de proteção de pessoas e do patrimônio, aqueles que detêm melhores condições econômicas buscam a segurança privada para fazê-lo.
    Por isso, as atividades de segurança privada, como bem estabelece o Art. 1º,
    § 1º da Portaria nº. 387/2006 da Polícia Federal, são atividades complementares da segurança pública.
    3. Políticas da Segurança Privada:
    Encontram-se voltadas à gestão pública e às empresas e representantes de classe, com a obediência aos princípios da dignidade da pessoa humana e das relações públicas, visando à satisfação dos usuários finais do serviço, bem como a atuação ostensiva e preventiva dos profissionais de segurança, visando proteção à pessoa e ao patrimônio.
    4. Terminologias Utilizadas na Segurança Privada:
    4.1. Vigilantes:
    Profissionais capacitados pelos cursos de formação, empregados das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança,

  • devidamente registrados no Departamento de Polícia Federal, responsáveis pela execução das atividades de segurança privada.
    4.2. Empresas Especializadas: São empresas prestadoras de serviços de segurança privada, autorizadas pelo Departamento de Polícia Federal a exercer a vigilância patrimonial, transporte de valores, escolta armada, segurança pessoal e cursos de formação de vigilantes.
    4.3. Empresas Possuidoras de Serviço Orgânico de Segurança:
    São empresas não especializadas, mas que estão autorizadas a constituir um serviço próprio de vigilância patrimonial ou de transporte de valores.
    4.4. Estabelecimentos Financeiros:
    São estabelecimentos que realizam a guarda e movimentação de numerário
    (bancos, financeiras, caixas econômicas, etc.). Uma melhor definição de
    “Estabelecimentos Financeiros” esta expressa no parágrafo único do artigo
    1º da Lei 7.102/83. “Os estabelecimentos financeiros referidos neste artigo compreendem bancos oficiais ou privados, caixas econômicas, sociedades de crédito, associações de poupanças, suas agências, subagências e seções”.

  • 4.5. Transporte de Valores:
    Consistem no transporte de numerário, bens ou valores, mediante a utilização de veículos comuns ou especiais.
    O transporte de numerário de valor igual ou superior a 20.000 UFIR
    (Unidade Fiscal de Referência) deverá ser feito em veículos especiais, guarnecidos por no mínimo 04 (quatro) vigilantes (vide artigos 25 e 26 da Portaria 387/06 DPF).
    O transporte de numerário de valor maior que 7.000 UFIR e menor que
    20.000 UFIR poderá ser feito em veículo comum, com no mínimo 02 (dois)
    vigilantes. (artigo 26, parágrafo único, da Portaria 387/06 DPF).
    4.6. Segurança Pessoal Privada:
    Atividade exercida por profissionais especializados com a finalidade de garantir a incolumidade física das pessoas.
    4.7. Escolta Armada:
    Atividade que visa garantir o transporte de qualquer tipo de carga ou de valores.
    A guarnição será composta de 04 (quatro) vigilantes, contando com o motorista, em veículo com quatro portas, com sistema de comunicação e com identificação externa.

  • No transporte de cargas ou valores avaliados em no máximo 20.000 UFIR, poderá a guarnição ser composta de dois vigilantes.
    4.8. Classe Patronal:
    É a classe dos empregadores e tem como entidades representativas dentro dos Estados os Sindicatos das Empresas de Segurança Privada.
    4.9. Classe Laboral:
    É a classe dos empregados e tem como entidades representativas os Sindicatos dos Vigilantes, cuja função é representá-los e negociar melhores condições de trabalho.
    5. Atividades de Segurança Privada:
    Nos termos da Portaria 387/06 do Departamento de Polícia Federal, as atividades de segurança privada são: vigilância patrimonial, transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal privada. Todas essas atividades devem ser exercidas por profissionais devidamente credenciados pela Polícia Federal, através de cursos de formação e de extensão, em empresas especializadas.


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  • 02. LEGISLAÇÃO APLICADA
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  • 05. MANUTENÇÃO DE PRIMEIRO ESCALÃO
  • 06. TONFICA: HISTÓRICO
  • 07. DEFESA PESSOAL (Posição de ataque)
  • 08. TIPOS DE VIGILÂNCIA