Curso Online de Física Quântica e Budismo
4 estrelas 1 aluno avaliou

Curso Online de Física Quântica e Budismo

A Física Quântica tem aparecido na atualidade quase banalizada ,não fosse sua complexa apresentação matemática. Muitos físicos corroboram...

Continue lendo

Autor(a):

Carga horária: 9 horas

Por: R$ 100,00
(Pagamento único)

Certificado digital Com certificado digital incluído

A Física Quântica tem aparecido na atualidade quase banalizada ,não fosse sua complexa apresentação matemática. Muitos físicos corroboram uma idéia saborosa de espiritualidade perdida pela ciência clássica, calculista, "materialista", fria, e etc... Mas será mesmo que a ciência clássica era materialista? As idéias da ciência moderna como: objetividade, determinismo, calculabilidade, decidibilidade, previsibilidade e etc, derivam de um atributo divino, a Oniciência, caro à espiritualidade judaico-cristã. Nosso propósito é desmistificar esperanças espirituais na ciência devido ao desespero nas perdas de ilusões nas Religiões.

Sou Filósofo de formação, pós-graduado em lógicas não clássicas e filosofia da ciência, Ministrei o curso de Lógica Epistêmica e Semiótica do Virtual na UFRPE.


- José Carlos De Freitas

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
  • Física Quântica e Budismo

    física quântica e budismo

    "negar a realidade das coisas é perder a realidade. afirmar o vazio das coisas é perder o vazio." kanchi sosan - hsin hsin ming - dedicado a eric dennis, vitória helen e amaro luiz de carvalho –prof : luiz de carvalho

  • Não Há alma eterna tampouco aniquilação.

    não há alma eterna tampouco aniquilação.

  • Por que A mente nova do Rei?

    por que a mente nova do rei?

    georges dumézil, em análises decisivas da mitologia indo-européia,
    mostrou que a soberania política, ou dominação, possuía duas cabeças: a do rei-mago, a do sacerdote-jurista. rex e flamen, raj e brahma, rômulo e numa, varuna e mitra, o déspota e o legislador, o ceifeiro e o organizador. e, sem dúvida, esses dois pólos opõem-se termo a termo, como o escuro e o claro, o violento e o calmo, o rápido e o grave, o terrível e o regrado, o"liame" e o "pacto", etc.¹ mas sua oposição é apenas relativa; funcionam em dupla, em alternância, como se exprimissem uma divisão do uno ou
    compusessem, eles mesmos, uma unidade soberana. "ao mesmo tempo antitéticos e complementares, necessários um ao outro e, por conseguinte, sem hostilidade, sem mitologia de conflito: cada especificação num dos planos convoca automaticamente uma especificação homóloga no outro, e ambos, por si sós, esgotam o campo da função." são os elementos principais de um aparelho de estado que procede por um-dois, distribui as distinções
    binárias e forma um meio de interioridade. é uma dupla articulação que faz do aparelho de estado um estrato.

  • Introdução:Jamgön Mipham Rinpoche (1846-1912)

    introdução:jamgön mipham rinpoche (1846-1912)

    [...] mesmo que samsara e nirvana, aceitação e rejeição, adoção e repúdio tenham aparência de fenômenos distintos, sua realidade última não-referencial -- que não pertence a nenhum extremo do samsara ou nirvana -- jamais sai do estado de perfeita igualdade. se alguém compreende essa realidade última, automaticamente experimenta -- como os budas e bodisatvas -- uma grande compaixão por todos que não tenham essa realização. embora essa pessoa corretamente discrime entre a prática da virtude e a distância do mal, não há necessidade de considerar aquilo que se aceita ou repudia (ou qualquer outro ponto de referência) como tendo uma realidade absoluta. por outro lado, o fato de que nada disto existe no nível absoluto não significa que não exista no nível convencional. esses dois níveis não são antagônicos. o que não existe no nível absoluto são, justamente, os fenômenos convencionais. sem tais convencionalidades, não haveria algo como uma realidade última. assim, para aqueles que compreendem que um fenômeno e sua natureza última não estão em contradição, se manifesta um amor e compaixão de natureza não-referencial. esse é o caminho verdadeiro do mahayana.

  • Aproximações

    aproximações

    a física quântica tem aparecido na atualidade quase banalizada ,não fosse sua complexa apresentação matemática. muitos físicos corroboram uma idéia saborosa de espiritualidade perdida pela ciência clássica, calculista, “materialista”, fria, e etc... mas será mesmo que a ciência clássica era materialista? as idéias da ciência moderna como: objetividade, determinismo, calculabilidade, decidibilidade, previsibilidade e etc, derivam de um atributo divino, a oniciência, caro à espiritualidade judaico-cristã.

  • O que Mudou?

    o que mudou?

    a física quântica introduziu algumas mudanças não clássicas :
    incerteza ( indeterminação)
    amplitudes de probabilidade
    indistinguibilidade (inseparabilidade, não localidade)
    subjetividade.
    passamos então de uma espiritualidade racional e certa para uma mais próxima da sensibilidade e portanto da incerteza. mas será isso mesmo a prática científica em física quântica?

  • Continua...

    continua...

    é necessário não irmos com muita sede ao pote. procurar fundamentar nossa espiritualidade em observações de cientistas de renome não é o caminho:
    já a citação a seguir é quase como um síntese do budismo: “um ser humano é parte de um todo chamado por nós de “universo”, é uma parte limitada no tempo e no espaço. ele experiência a si mesmo, seus pensamentos e sentimentos, como alguma coisa separada do resto ─ uma espécie de ilusão de ótica de sua consciência. essa ilusão é uma forma de prisão para nós, restringindo-nos aos nossos desejos pessoais e à afeição por umas poucas pessoas próximas. nossa tarefa deve ser a de nos libertarmos dessa prisão alargando nossos círculos de compaixão para envolver todas as criaturas vivas e o todo da natureza em sua beleza.”
    do site samsara.

  • Continua...

    continua...

    a interdependência de que fala einstein de maneira muito bela se mostra limitativa para a interdependência búdica:
    "de mãos vazias, eu seguro uma enxada. andando a pé, eu monto um búfalo. passando uma ponte, eu vejo - a ponte flui, mas a água não." shan-hui (fu ta-shih). como veremos, essa está mais próxima da não separabilidade quântica.

  • Sem sede em achar uma base...

    sem sede em achar uma base...

    "não se apresse em acreditar em nada, mesmo se estiver escrito nas escrituras sagradas. não se apresse em acreditar em nada só porque um professor famoso que disse. não acredite em nada apenas porque a maioria concordou que é a verdade. não acredite em mim. você deveria testar qualquer coisa que as pessoas dizem através de sua própria experiência antes de aceitar ou rejeitar algo." (siddartha gautama, o buddha, kalama sutra 17:49)

  • Uma analogia enganosa

    uma analogia enganosa

  • Pensando a Física Quântica

    pensando a física quântica


Matricule-se agora mesmo Preenchendo os campos abaixo
R$ 100,00
Pagamento único
Processando... Processando...aguarde...

Desejo receber novidades e promoções no meu e-mail:


  • Física Quântica e Budismo
  • Não Há alma eterna tampouco aniquilação.
  • Por que A mente nova do Rei?
  • Introdução:Jamgön Mipham Rinpoche (1846-1912)
  • Aproximações
  • O que Mudou?
  • Continua...
  • Sem sede em achar uma base...
  • Uma analogia enganosa
  • Pensando a Física Quântica
  • Princípio de Correspondência Clássico/Não Clássico
  • A Lógica do experimento da Dupla Fenda
  • Símbolos Lógicos Matemáticos
  • Explicando a Demonstração
  • Lógica do teste Quântico
  • Teste Completo
  • Primeira dedução: A ^ ¬B/B ^ ¬A
  • Segunda dedução: A^B
  • A Soma das probabilidades normais
  • E se lançarmos fótons de Luz com A^ B
  • Espectro de ?[A ] ^ ?[B ]
  • A Interferência Quântica
  • Hipótese de Separabilidade de partículas
  • O absurdo das Hipóteses
  • Em amor é um erro falar-se de uma má escolha, uma vez que, havendo escolha, ela tem de ser sempre má. Marcel Proust.
  • Algumas conclusões...
  • Amplitude de Probabilidade... A verdadeira origem da descoberta consiste não em procurar novas paisagens, mas em ter novos olhos. Marcel Proust.
  • Densidade de probabilidade
  • Como representamos os complexos e suas funções...
  • Mapa dos Complexos
  • Mapa de f(z)=-Z
  • Um Bom Exemplo: f(Z)=|Z| Valor absoluto
  • Vendo Melhor os complexos...
  • Milagres complexos...
  • Os Complexos e as interferências Quânticas
  • Paradoxo EPR e Teorema de J. Bell
  • Teorema de John Bell
  • Superposição/Incerteza e o Gato de Schrödinger - Momento
  • O nosso eu é edificado pela superposição de estados sucessivos. Mas essa superposição não é imutável, como a estratificação de uma montanha. Levantamentos contínuos fazem aflorar à superfície camadas antigas. Marcel Proust. Superposição - Posição
  • Superposição - Posição
  • Indistinguibilidade e Ontologia clássica
  • Indistinguibilidade: Essas evocações turbilhonantes e confusas nunca duravam mais que uns poucos segundos; muitas vezes, a breve incerteza quanto ao local em que me achava também não deixava distinguir, umas das outras, as diversas suposições de que era feita, como não podemos isolar, vendo um cavalo na corrida, as posições sucessivas que nos mostra o cinescópio. Marcel Proust
  • Ontologia Quântica
  • Semântica da Teoria Quântica Décio Krause
  • Emaranhamento, inseparabilidade e indistinguibilidade...
  • Condensado Bose-Einstein
  • Qual linguagem usar: Não individualidade ou separabilidade? A Lógica da Complementariedade de N. Bohr
  • Lógica da Complementariedade de N. Bohr
  • Lógica da Complementariedade
  • A Lógica de N. Bohr para a relação clássico/não-clássico
  • Definição de P-dedução de Newton C. A. de Costa
  • Exemplo Onda/Partícula
  • A Arte cavalheiresca do arqueiro Zen
  • A porta sem porta...O Koan
  • Convergência/ruptura de conduta: qual caminho é a porta sem porta?
  • A delicadeza
  • Espaço semântico/espaço neutro
  • Espaço semântico
  • Espaço semântico e Linguagens
  • Espaço semântico e ciclo limite
  • Espaço semântico do lingüística Louis Hjelmslev
  • Sistemas dinâmicos gramatical/agramatical como semiótica formada.
  • O dentro e fora Gramatical e ou Dinâmico
  • Homologia de formas de expressão e Conteúdo: o caso dos sistemas dinâmicos
  • Sistemas dinâmicos e caos
  • Estabilidade e condições iniciais.
  • Ciclos limite e estabilidade
  • Atractor Estranho
  • Outra forma de expressão: Estabilidade e Ciclo Limite
  • Suas mãos e seus pés são os pincéis...
  • O universo é a tela sobre a qual ele pinta sua vida...
  • Qual a relação do Budismo entre convergência e ruptura de conduta?
  • A Potência Búdica não é a Luz do Platonismo
  • Algumas observações...
  • Budismo e Potencia de vida
  • Espinosa e o Budismo uma relação promissora.
  • O Budismo Não é Niilista
  • Interdependência Búdica e Afirmação da Vida Não há alma eterna tampouco existe aniquilação
  • Niilismo na Caverna de Platão
  • A diferença em si
  • Budismo como Potencia...
  • Espinosa e o Budismo...
  • A vida como obra de arte...
  • Potencia criativa...Koan