Curso Online de TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO: O QUE É?

Curso Online de TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO: O QUE É?

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A teologia da libertação é uma corrente teológica que engloba diversas teologias cristãs desenvolvidas no Terceiro Mundo ou nas periferias pobres do Primeiro Mundo a partir dos anos 70 do século XX, baseadas na opção preferencial pelos pobres contra a pobreza e pela sua libertação. Desenvolveu-se inicialmente na América Latina, estendeu-se mundo afora e posteriormente minada pelo Igreja e sua ortodoxia.
A Teologia existe enquanto reflexão e em suas ramifações que alardeiam a todo instante as mazelas sociais e espirituais acometidos contra os menos favorecidos.

Me chamo Luiz Carlos Ferreira Nascimento. Tenho Licenciatura em Filosofia, Bacharelado em Teologia e Especialização em Docência do Ensino Superior. Sou professor de Filosofia, Sociologia na rede Estadual de ensino, de Filosofia e Ensino Religioso na rede particular e Professor de Filosofia da Educação na rede particular a nível Superior. Faço parte do grupo de estudos sobre a Fenomenologia e Existencialismo tendo em vista projeto de Mestrado.



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  • teologia

    da libertação

  • INTRODUÇÃO

    introdução

    a teologia da libertação é uma corrente teológica que engloba diversas teologias cristãs desenvolvidas no terceiro mundo ou nas periferias pobres do primeiro mundo a partir dos anos 70 do século xx, baseadas na opção preferencial pelos pobres contra a pobreza e pela sua libertação. desenvolveu-se inicialmente na américa latina.
    estas teologias utilizam como ponto de partida de sua reflexão a situação de pobreza e exclusão social à luz da fé cristã. esta situação é interpretada como produto de estruturas econômicas e sociais injustas, influenciada pela visão das ciências sociais, sobretudo a teoria da dependência na américa latina, que possui inspiração marxista.

  • a situação de pobreza é denunciada como pecado estrutural e estas teologias propõem o engajamento político dos cristãos na construção de uma sociedade mais justa e solidária, cujo projeto identifica-se com ideais da esquerda. uma característica da teologia da libertação é considerar o pobre, não um objeto de caridade, mas sujeito de sua própria libertação. assim, seus teólogos propõem uma pastoral baseada nas comunidades eclesiais de base, nas quais os cristãos das classes populares se reúnem para articular fé e vida, e juntos se organizam em busca de melhorias de suas condições sociais, através da militância no movimento social ou através da política, tornando-se protagonistas do processo de libertação. além disto, apresentam as comunidades eclesiais de base como uma nova forma de ser igreja, com forte vivência comunitária, solidária e participativa.

  • por seu método e opções políticas, trata-se de uma teologia extremamente controversa, tanto pelas suas implicações nas igrejas quanto na sociedade. a partir dos anos 1980, com a redemocratização das sociedades latino-americanas e a queda do muro de berlim com conseqüente crise das esquerdas e as transformações sociais e econômicas provocadas pela globalização e o avanço do neoliberalismo esta teologia perdeu parte de sua combatividade política e social.

  • CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA

    contextualização histórica

    segundo gonçalves, o nascimento e o desenvolvimento da teologia da libertação na américa latina e no caribe se deve basicamente a três fatores:
    situação política, econômica e social do continente: a teologia da libertação foi gestada durante os regimes militares que governavam países do continente.

  • NASCIMENTO

    nascimento

    a teologia da libertação nasceu da influência de três frentes de pensamento: o evangelho social das igrejas norte-americanas, trazido ao brasil pelo missionário e teólogo presbiteriano richard shaull; a teologia da esperança, do teólogo reformado jürgen moltmann; e a teologia política que tinha como seus grandes expoentes o teólogo católico johann baptist metz, na europa, e o teólogo batista harvey cox, nos estados unidos.

  • há uma série de eventos que precederam o nascimento da teologia da libertação:
    1952: o missionário presbiteriano richard shaull chega ao brasil trazendo o evangelho social e cria uma estreita relação com os pastores presbiterianos rubem alves e jaime wright;
    1964: o teólogo reformado jürgen moltmann publica sua obra teologia da esperança;
    1965: o teólogo batista harvey cox publica a cidade secular;
    1967: o teólogo católico johann baptist metz pronuncia a conferência sobre a teologia do mundo;

  • o marco do nascedouro da teologia da libertação está na publicação da obra da esperança, de rubem alves, que tinha o título de teologia da libertação, criticando a teologia metafísica de uma forma geral e propondo o nascimento de novas comunidades de cristãos animados por uma visão e por uma paixão pela libertação humana e cuja linguagem teológica se tornava histórica.

  • a primeira participação católica no lançamento da teologia da libertação foi a publicação da teologia da revolução, em 1970, pelo teólogo belga radicado no brasil josé comblin. em 1971, gustavo gutiérrez publicou teologia da libertação. somente em 1972, leonardo boff surge no cenário teológico com a publicação de jesus cristo libertador. como rubem alves estava asilado nos eua neste período, boff passou a ser o mais conhecido representante desta corrente teológica que vivia no brasil, devido à proteção recebida pela ordem dos franciscanos, à qual ele pertencia.

  • o método destas teologias é indutivo: não parte da revelação e da tradição eclesial para fazer interpretações teológicas e aplicá-las à realidade, mas partem da interpretação da realidade da pobreza e exclusão e do compromisso com a libertação para fazer a reflexão teológica e convidar à ação transformadora desta mesma realidade. ocorre também uma crítica à teologia moderna e sua pretensão de universalidade. consideram esta teologia eurocêntrica e desconectada da realidade dos países periféricos.

  • POLÊMICAS E CRÍTICAS

    polêmicas e críticas

    enquanto pese as análises positivas acerca da teologia da libertação, acusa-se tal ideologia de ter fechado os olhos para os assassinatos praticados em regimes ditos socialistas, como os de cuba, com fidel castro, e da urss stalinista.
    ainda, acusa-se tal movimento de ser condescendente com a culpabilidade da igreja, que segundos estudiosos, é bem menor do que julgam os promotores, e de deturpar o caminho divino, colocando-o em segundo plano diante da missão terrena de ajudar os pobres.


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