Curso Online de teologia sistemática básico: 6ª matéria: a trindade

Curso Online de teologia sistemática básico: 6ª matéria: a trindade

ESTUDAREMOS, NESSA 6ª PARTE DO CURSO TEOLOGIA BÁSICA. SOBRE AS 3 PESSOAS DA SANTÍSSIMA TRINDADE. PAI, FILHO E ESPIRITO SANTO.

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ESTUDAREMOS, NESSA 6ª PARTE DO CURSO TEOLOGIA BÁSICA. SOBRE AS 3 PESSOAS DA SANTÍSSIMA TRINDADE. PAI, FILHO E ESPIRITO SANTO.

Licenciatura Plena em Letras/Inglesa (Letrólogo), pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Boa Esperança -(FAFIBE), no ano de 2015. 2003-2015 ? Igreja Católica Cargo: Coordenador, Palestrante e Formador do Grupo. ? 2013-2015 - Associação de Jovens e Adolescentes Paraíso Cargo: Voluntário como elaborador de ofícios e projetos. 2011-2015 ? Plataforma de Ensino à Distância, EAD, Buzzero.com Cargo: Autor de Cursos da Língua Portuguesa, Informatica e Religiosos. ? 2010-2015 - Autônomo Serviços gerais na operação de computador e Reforço de Informática Básica. 2012-2013 ? E.M.E.F. Rogério Ribeiro Monteiro/ 2013-2014 ? E.M.E.F. Geralda Bonifácio Rodrigues/ 2014-2015 E.M.E.F. Francisco Higino Filho Cargo: Professor de Jovens e Adultos e professor complementar no ensino regular do 2º ao 5º ano do ensino fundamental I.



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  • A TRINDADE

    a trindade

    6ª parte do curso básico de teologia sistemática

  • INTRODUÇÃO

    marcos 1.11 "e ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: tu és o meu filho amado, em quem me comprazo".
    as três divinas pessoas da trindade estão presentes no batismo de jesus. deus é revelado nas escrituras como um só deus, existente como pai, filho e espírito santo (cf. mt 3.16,17; 28.19; mc 1.9-11; 2 co 13.14; ef 4.4-6; 1 pe 1.2; jd 20,21).

    introdução

  • esta é a doutrina da trindade,expressando a verdade de que dentro da essência una de deus, subsistem três pessoas distintas, compartilhando uma só natureza divina comum. assim, segundo as escrituras, deus é singular (uma unidade) num sentido, e plural (trina), noutro.

  • as escrituras declaram que deus é um só uma união perfeita de uma só natureza, substância e essência (dt 6.4; mc 12.29; gl 3.20). das pessoas da trindade, nenhuma é deus sem as outras, e cada uma, juntamente com as outras, é deus.
    o deus único existe numa pluralidade de três pessoas identificáveis, distintas; mas não separadas. as três não são três deuses, nem três partes ou expressões de deus, mas são três pessoas tão perfeitamente unidas que constituem o único deus verdadeiro e eterno. o filho e também o espírito santo possuem atributos que somente deus possui (ver jo 20.28; 1.1,14; 5.18; 14.16; 16.8,13; gn 1.2; is 61.1; at 5.3,4; 1 co 2.10,11; rm 8.2,26,27; 2 ts 2.13; hb 9.14). nem o pai, nem o filho, nem o espírito santo, foram feitos ou criados em tempo algum, mas cada um é igual ao outro em essência, atributos, poder e glória.
    o deus único, existente em três pessoas, torna possível desde toda a eternidade o amor recíproco, a comunhão, o exercício dos atributos divinos, a mútua comunhão no conhecimento e o inter-relacionamento dentro da deidade (cf. jo 10.15; 11.27; 17.24; 1co 2.10)

  • 1.13 tentado por satanás. ver mt 4.1.
    1.14 o evangelho. ver mc 14.9 .
    1.15 o reino de deus. a proclamação e a concretização do reino de deus foi o propósito da obra de cristo. foi o tema de sua mensagem na terra (mt 4.17). quanto à forma de manifestação do reino, existem:
    o reino de deus em israel. no at, o reino visava preparar o caminho da salvação da humanidade. devido à rejeição de jesus, o messias de israel, o reino foi tirado desta nação (ver mt 21.43 nota); (2) o reino de deus em cristo. o reino esteve presente na pessoa e na obra de jesus, o rei (lc 11.20); (3) o reino de deus na igreja. trata-se da manifestação atual do reino de deus nos corações e nas vidas de todos aqueles que se arrependem e crêem no evangelho (jo 3.3,5; rm 14.17; cl 1.13). sua presença manifesta-se com grande poder contra o império de satanás. não se trata de um reino político, material, mas de uma poderosa e eficaz presença e operação de deus entre o seu povo (ver 1.27, 9.1); (4) o reino de deus na consumação da história. trata-se do reino messiânico, predito pelos profetas (sl 89.36,37; is 11.1-9; dn 7.13,14). cristo reinará na terra durante mil anos (ap 20.4-6). a igreja reinará juntamente com ele, sobre as nações (2 tm 2.12; 1 co 6.2,3; ap 2.26,27; ver ap 20.4 nota); (5) o reino de deus na eternidade. o reino messiânico durará mil anos, dando lugar ao reino eterno de deus, que será estabelecido na nova terra (ap 21.1-4). o centro da nova terra é a cidade santa, a nova jerusalém (ap 21.9-11). os habitantes são os redimidos do at (ap 21.12) e do nt (ap 21.14). sua maior bênção é "verão o seu rosto" (ap 22.4; ver ap 21.1)

  • DEUS PAI

    quem é deus?
    os atributos de deus
    sl 139.7,8 “para onde me irei do teu espírito ou para onde fugirei da tua face? se subir ao
    céu, tu aí estás; se fizer no céu a minha cama, eis que tu ali estás também”.
    a bíblia não procura comprovar que deus existe. em vez disso, ela declara a sua existência e apresenta numerosos atributos seus. muitos desses atributos são exclusivos dele, como deus; outros existem em parte no ser humano, pelo fato de ter sido criado à imagem de deus.

    deus pai

  • atributos exclusivos de deus.
    (1) deus é onipresente — ele está presente em todos os lugares a um só tempo. o salmista afirma que, não importa para onde formos, deus está ali (sl 139.7-12; cf. jr 23.23,24; at 17.27,28); deus observa tudo quanto fazemos.
    (2) deus é onisciente — ele sabe todas as coisas (sl 139.1-6; 147.5). ele conhece, não somente nosso procedimento, mas também nossos próprios pensamentos (1sm 16.7; 1 rs 8.39; sl 44.21; jr 17.9,10). quando a bíblia fala da presciência de deus (is 42.9; at 2.23; 1pe 1.2), significa que ele conhece com precisão a condição de todas as coisas e de todos os acontecimentos exeqüíveis, reais, possíveis, futuros, passados ou predestinados (1sm 23.10-13; jr 38.17-20). a presciência de deus não subentende determinismo filosófico. deus é plenamente soberano para tomar decisões e alterar seus propósitos no tempo e na história, segundo sua própria vontade e sabedoria. noutras palavras, deus não é limitado à sua própria presciência (ver nm 14.11-20; 2rs 20.1-7).
    (3) deus é onipotente — ele é o todo-poderoso e detém a autoridade total sobre todas as coisas e sobre todas as criaturas (sl 147.13-18; jr 32.17; mt 19.26; lc 1.37). isso não quer dizer, jamais, que deus empregue todo o seu poder e autoridade em todos os momentos. por exemplo, deus tem poder para exterminar totalmente o pecado, mas optou por não fazer assim até o final da história humana (ver 1jo 5.19 nota). em muitos casos, deus limita o seu poder, quando o emprega através do seu povo (2co 12.7-10); em casos assim, o seu poder depende do nosso grau de entrega e de submissão a ele (ver ef 3.20).

  • (4) deus é transcendente — ele é diferente e independente da sua criação (ver êx 24.9-18; is 6.1-3; 40.12-26; 55.8,9). seu ser e sua existência são infinitamente maiores e mais elevados do que a ordem por ele criada (1rs 8.27; is 66.1,2; at 17.24,25). ele subsiste de modo absolutamente perfeito e puro, muito além daquilo que ele criou. ele mesmo é incriado e existe à parte da criação (ver 1tm 6.16 nota).
    a transcendência de deus não significa, porém, que ele não possa estar entre o seu povo como seu deus (lv 26.11,12; ez 37.27; 43.7; 2co 6.16).
    (5) deus é eterno — ele é de eternidade à eternidade (sl 90.1,2; 102.12; is 57.12). nunca houve nem haverá um tempo, nem no passado nem no futuro, em que deus não

  • existisse ou que não existirá; ele não está limitado pelo tempo humano (cf. sl 90.4; 2pe 3.8), e é, portanto, melhor descrito como “eu sou” (cf. êx 3.14; jo 8.58).
    (6) deus é imutável — ele é inalterável nos seus atributos, nas suas perfeições e nos seus propósitos para a raça humana (nm 23.19; sl 102.26-28; is 41.4; ml 3.6; hb 1.11,12; tg 1.17). isso não significa, porém, que deus nunca altere seus propósitos temporários ante o proceder humano. ele pode, por exemplo, alterar suas decisões de castigo por causa do arrependimento sincero dos pecadores (cf. jn 3.6-10). além disso, ele é livre para atender as necessidades do ser humano e às orações do seu povo. em vários casos a bíblia fala de deus mudando uma decisão como resultado das orações perseverantes dos justos (e.g., nm 14.1-20; 2rs 20.2-6; is 38.2-6; lc 18.1-8).

  • (7) deus é perfeito e santo — ele é absolutamente isento de pecado e perfeitamente justo (lv 11.44,45; sl 85.13; 145.17; mt 5.48). adão e eva foram criados sem pecado (cf. gn 1.31), mas com a possibilidade de pecarem. deus, no entanto, não pode pecar (nm 23.19; 2tm 2.13; tt 1.2; hb 6.18). sua santidade inclui, também, sua dedicação à realização dos seus propósitos e planos.
    (8) deus é trino e uno — ele é um só deus (dt 6.4; is 45.21; 1co 8.5,6; ef 4.6; 1tm 2.5), manifesto em três pessoas: pai, filho e espírito santo (e.g., mt 28.19; 2co 13.14; 1pe 1.2). cada pessoa é plenamente divina, igual às duas outras; mas não são três deuses, e sim um só deus (ver mt 3.17 nota; mc 1.11 nota).

  • atributos morais de deus. muitas características do deus único e verdadeiro, especialmente seus atributos morais, têm certa similitude com as qualidades humanas; sendo, porém, evidente que todos os seus atributos existem em grau infinitamente superior aos humanos. por exemplo, embora deus e o ser humano possuam a capacidade de amar, nenhum ser humano é capaz de amar com o mesmo grau de intensidade como deus ama. além disso, devemos ressaltar que a capacidade humana de ter essas características vem do fato de sermos criados à imagem de deus (gn 1.26,27); noutras palavras, temos a sua semelhança, mas ele não tem a nossa; ele não é como nós.
    (1) deus é bom (sl 25.8; 106.1; mc 10.18). tudo quanto deus criou originalmente era bom, era uma extensão da sua própria natureza (gn 1.4,10,12,18,21,25,31). ele continua sendo bom para sua criação, ao sustentá-la, para o bem de todas as suas criaturas (sl 104.10-28; 145.9); ele cuida até dos ímpios (mt 5.45; at 14.17). deus é bom, principalmente para os seus, que o invocam em verdade (sl 145.18-20).


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