Curso Online de Esmirna, A Igreja que Simbolizava a Morte
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Curso Online de Esmirna, A Igreja que Simbolizava a Morte

Um curso teológico de escatologia, que visa enfatizar as características de uma igreja militante e mártir.

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Um curso teológico de escatologia, que visa enfatizar as características de uma igreja militante e mártir.

Formado em teologia pela FAECAD Faculdade de ciências, tecnologia e biotecnologia das Assembleias de Deus, Pastor e Vice Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Quitungo RJ, devidamente regulamentado pela CEADER e pela CGADB.


- Cícera Maria Da Silva Delfino

"Parabéns otimo curso"

- Romaro Da Silva Ferreira

- Marcelo Alves Ribeiro

- Gabriel Augusto Ochoa Pinheiro De Utrilla

- Luiz Cláudio Santos

- Jose Luis Utrilla De Ochoa

"Muito interessante, porém discordo do significado apresentado para anjo"

- Willian Hander De Souza

- Antonio Gilneson Lemos Jovito

- Dericson Santos Ribeiro

- Izabel Assunção Trarbach

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  • Esmirna

    Esmirna

    A Igreja que Simbolizava a Morte

  • O Apocalipse revela claramente que foi escrito em uma ocasião de grande perseguição, basta dizer que era necessário prestar obediência ao imperador, ainda que aparentemente as coisas parecessem calmas, no que tange os cristãos gozarem determinadas liberdades políticas, religiosas e culturais, sempre estaria lá o Império Romano pronto para os reprimir por qualquer desvio de conduta.

  • Mas houve uma mudança repentina, mais ou menos em 67 dC, um tirano e louco chamado Nero subiu ao trono de Roma. Precipitou-se em tirar as vidas de suas três primeiras esposas e a de sua própria mãe, pois temia perder o trono. A sua insanidade, causou as chamas da perseguição contra a igreja. Pelo qual o imperador os culpara de seus erros políticos. Perseguição esta que martirizou muitos cristãos, e que fora mencionada nas duas epístolas de Pedro.

  • Mas logo Nero morreu, e proporcionou um momentâneo estado de paz à igreja. Em 81 dC, entretanto, outro insano assume o poder. Domiciano, ele era muito mais cruel que Nero, se intitulou divino, e logo começou uma segunda onda de perseguição aos cristãos.

  • Através de Domiciano Roma expandiu-se e conquistou muitos territórios e países, gerando grande diversidade de línguas e culturas no império. Como unificar tantas diversificações? A adoração ao imperador foi a resposta. Unificaria o império, pois obrigaria cada cidadão romano a prestar, uma vez ao ano, pública lealdade diante do busto de César.

  • Mas para os cristãos, adorar a César era uma traição ao Rei dos Reis. Ao invés de declarar: ‘César é Senhor’, os primeiros cristãos lealmente confessavam: ‘Cristo é Senhor’ como resultado, passou a igreja a sofrer dolorosamente, esta perseguição provavelmente é a citada pelos postulados de João em Apocalipse.

  • Quero aqui levantar uma hipótese, que devido a essa grande perseguição hora citada aos cristãos, as igrejas da Ásia possuiam aggelw gr. aggelos anjos (mensageiros), que levavam e traziam as cartas que eram postuladas pelo então prisioneiro na ilha de pátimos e último apóstolo vivo do Senhor Jesus, a mesma expressão é utilizada em Ap 1.1 “Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou e as notificou a João, seu servo”

  • Certamente podemos desmistificar uma questão teológica que nos é bastante peculiar, “ao anjo da igreja” se estas cartas fossem endereçadas ao pastor da igreja o termo seria poimenaV gr. Poiménas (pastor), como está escrito em Ef 4.11.
    Elas não poderiam ser endereçadas aos anjos (literal) seres celestes, pois estes apesar de serem mensageiros de Deus, não necessitavam deste tipo de comunicação, cartas escritas pelas mãos de um homem para se comunicar com anjos, pois não vem ao caso.

  • Vamos ver o discurso escatológico de Jesus em Mc 13:
    “1 E, saindo ele do templo, disse-lhe um dos seus discípulos: Mestre, olha que pedras e que edifícios!
    2 E, respondendo Jesus, disse-lhe: Vês estes grandes edifícios? Não ficará pedra sobre pedra que não seja derribada.
    3 E, assentando-se ele no monte das Oliveiras, defronte do templo, Pedro, e Tiago, e João, e André lhe perguntaram em particular:
    4 Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá quando todas elas estiverem para se cumprir.
    5 E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Olhai que ninguém vos engane,
    6 porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
    7 E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis, porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.
    8 Porque se levantará nação contra nação, e reino, contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes. Isso será o princípio de dores.
    9 Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; sereis açoitados e sereis apresentados ante governadores e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho.
    10 Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações:
    11 Quando, pois, vos conduzirem para vos entregarem, não estejais solícitos de antemão pelo que haveis de dizer; mas o que vos for dado naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo.
    12 E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai, o filho; e levantar-se-ão os filhos contra os pais e os farão morrer.
    13 E sereis aborrecidos por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.”
    Parece-nos que aqui está a chave do Apocalipse.

  • É certo que ao entendermos o estudo do Apocalipse chegaremos a seguinte conclusão: O que acontecerá na terra está sob completo controle e direção do céu, de modo que também é certo afirmar que todos acontecimentos na terra cumprem a Palavra de Deus. Mt 6.9.

  • De maneira nenhuma podemos esquecer que o Apocalipse é o livro do juízo: Desde o começo do livro até quase o fim, devemos ter em mente o fato que envolve destruição, devastação, morte, dor, tribulação, e vemos isso nas cartas às igrejas quando o próprio Senhor Jesus fala em juízo.


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