Curso Online de ESTUDO BÍBLICO V
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Pastor da Igreja Metodista Wesleyana 2ªRegião Eclesiástica; Bacharel Teologia (FAETESP, FAK, Universidade da Bíblia); Bacharel Psicanálise Clinica (CAEC); Mestre Teologia (FAETESP); Doutorado Ciências da Religião (ASSESB ); Doutorado Teologia com habilitação em Teologia Sistemática (Titulo Oferecido por ser o Fundador da FATEMIG); Titulo Honorífico - Doutor em Divindade (FACIB); 51 Participações em cursos, Coordenação de Seminário, Palestras e Seminários; Vice-diretor do CEFORTE no núcleo Muriaé /MG no ano 2005; Fundador da FATEMIG ? Faculdade de Teologia de Minas Gerais / Uberlândia/MG.


- Paulo Sergio Moreno

- Eliel De Oliveira

- Marcelo Alves Ribeiro

- JoÃo Paulo Viana Mascarenhas

- Joel Aparecido Zanotti

- Ivo João De Oliveira

- Wagner Amancio Silva

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  • A MORTE DE JESUS

    A MORTE DE JESUS

    Mt 27.45-66

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    Conforme o critério romano da contagem das horas, a hora sexta correspondia ao meio dia, 12 horas e a hora nona, as 15 horas. Parece que todos se calaram face os acontecimentos, as trevas que atingiam toda a terra. Com a morte do Senhor outros acontecimentos ocorreram que deixaram a multidão surpresa e atônita, e as autoridades não podiam negar que crucificaram o Filho de Deus.

  • ACONTECIMENTOS DO CALVÁRIO

    ACONTECIMENTOS DO CALVÁRIO

    A escuridão sobrenatural que durou do meio dia ate as três da tarde, desceu repentinamente. Ele parece escondido na escuridão. O mundo físico se cobriu de luto.
    O grito alto e penetrante: “Deus Meu, Deus Meu, porque me desamparaste?” quebra o silencio existente. Alguns pensam que Ele chama por Elias. Jesus experimenta, por ter sido feito “pecado” em nosso lugar, a separação de Deus que o pecado produz.

  • Está consumado. São duas palavras apenas, mas a maneira pela qual Ele fala, que é impressionante. Elas são faladas não com esforço, não como expressão de dor, é um brado de vitória. Conforme o relato de Romanos 5 pode-se dizer que Cristo morreu por amor. A morte de Jesus foi diferente da morte de qualquer outro homem. Ninguém podia tirar-lhe a vida exceto se Ele o permitisse (Jo 10.18).

  • O véu do templo é rompido. Conforme Hb 6.19; 10.19 temos um símbolo da grande verdade que mediante o sacrifício de Jesus os pecadores tem acesso direto a Deus.
    O terremoto que fez rasgar-se o véu e abrir os túmulos é mencionado somente por Mateus. O segundo é também símbolo de uma grande verdade espiritual: a ressurreição dos remidos. Embora as sepulturas se abrissem por ocasião da morte de Cristo, os corpos não ressuscitariam ate depois da ressurreição (v.53).

  • A GRANDE CONFISSÃO

    A GRANDE CONFISSÃO

    Os acontecimentos do calvário chamaram a atenção do centurião encarregado da crucificação, levando-o a admitir que Jesus era de fato aquilo que ele ouvira dos sacerdotes insultá-lo por ter Ele a pretensão de ser o Filho de Deus (v54).

  • O SEPULTAMENTO

    O SEPULTAMENTO

    Caindo a tarde (entre 15 às 18 hs) José de Arimatéia que possuía uma sepultura perto de Jerusalém embora ele mesmo não morasse ali, membro do Sinédrio, teve uma atitude corajosa, uma vez que não sendo parente, veio pedir o corpo de Jesus. Obtendo a permissão, José mesmo tomando o corpo da cruz, envolveu-o no lençol de costume, com a ajuda de Nicodemos (Jo 19.39,40), e sob os olhares das duas Marias (v56).

  • No dia seguinte, que é o dia depois da preparação (v62). Costuma-se ser explicado como sendo o sábado (conf. Mc 15.42), entretanto, este dia da preparação era o dia antes da Festa da Páscoa (Jo 19.14,31) a qual podia ocorrer na quarta-feira naquele ano. Talvez por esse motivo Mateus não usou aqui o termo “sábado” para não ser confundido com esse dia.

  • Como os membros do Sinédrio sabiam da profecia particular de Cristo não queriam se arriscar. Temiam que, espalhando-se a noticia de uma ressurreição as consequências seriam mais desastrosas para eles do que o apoio que Jesus obtivera, durante algum tempo, como o Messias (vs 63,64). Obtendo uma ordem de Pilatos, “tendes ai uma escolta”, os membros do Sinédrio tomaram precauções, selando a pedra, provavelmente por meio de cordas de cera ou barro, para que qualquer tentativa de força-la fosse percebida.

  • SIGNIFICADOS DA MORTE DE CRISTO

    SIGNIFICADOS DA MORTE DE CRISTO

    Resgate. Pelo menos quatro dos escritores do Novo Testamento interpretaram a morte de Cristo como um resgate (pagamento de uma divida) Mateus, Paulo, Pedro e João: Mt 20.28; 1Tm 2.6; 1Pe 1.18,19 e Ap 5.9.

  • 2. Expiação. Palavra que significa cobertura. A ideia é que Deus, em lugar de olhar o delito que a pessoa cometeu, vê algo que cobre esse delito e que portanto o neutraliza (Sl 85.1,2).
    3. Reconciliação. Por causa do pecado se originou uma inimizade entre Deus e o homem (Is 59.1,2). Cristo interveio reconciliando-nos com Deus (Cl 1.19,20; 1Pe 5.10,11).
    4. Substituição: Is 53.6, 1Pe 2.24 e 2Co 5.21. O inocente pagou pelo pecador.
    A questão agora é: “nós temos nos apropriado destes benefícios?”


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  • A MORTE DE JESUS
  • INTRODUÇÃO
  • ACONTECIMENTOS DO CALVÁRIO
  • A GRANDE CONFISSÃO
  • O SEPULTAMENTO
  • SIGNIFICADOS DA MORTE DE CRISTO
  • CONCLUSÃO
  • A RESSURREIÇÃO DE JESUS
  • APRESENTAÇÃO
  • NO FINDAR DO SÁBADO
  • O TÚMULO VAZIO
  • A GLORIOSA BOA NOVA
  • UM RECADO ESPECIAL
  • O QUE REPRESENTA A RESSURREIÇÃO PARA NÓS?
  • CONCLUSÃO
  • A GRANDE COMISSÃO
  • INTRODUÇÃO
  • O SUBORNO DOS GUARDAS
  • “TODA A AUTORIDADE”
  • O dever de que Jesus incumbiu os seus discípulos foi:
  • CONCLUSÃO
  • JESUS PÕE À PROVA OS QUE QUERIAM SEGUÍ-LO
  • APRESENTAÇÃO
  • O DESEJO DE SEGUIR A JESUS
  • A ENTREGA DEVE SER INCONDICIONAL
  • HÁ UM TESTE A SER FEITO
  • VERIFICAÇÃO DA LIÇÃO
  • JESUS ACALMA UMA TEMPESTADE
  • UM GRANDE TEMPORAL
  • A MANIFESTAÇÃO DO PODER DE DEUS
  • QUE HOMEM É ESTE?
  • VERIFICAÇÃO DA LIÇÃO
  • OS ENDEMONIADOS GADARENOS
  • APRESENTAÇÃO
  • OS ENDEMONIADOS
  • OS DEMÔNIOS
  • A CURA DOS GADARENOS
  • VERIFICAÇÃO DA LIÇÃO
  • A CHAMADA DE MATEUS
  • APRESENTAÇÃO
  • O DESAFIO E SUA ACEITAÇÃO
  • O BANQUETE DE MATEUS 9.10-13
  • VERIFICAÇÃO DA LIÇÃO
  • A QUESTÃO DO JEJUM
  • APRESENTAÇÃO
  • JESUS EXPLICA A OBRA DA GRAÇA DE DEUS
  • A EXPLICAÇÃO DAS PARÁBOLAS DO REMENDO E DO VINHO NOVO
  • VERIFICAÇÃO DA LIÇÃO
  • A SEARA E OS CEIFEIROS I
  • APRESENTAÇÃO
  • I. O CLAMOR DA MULTIDÃO
  • II. JESUS CONTEMPLA AS MULTIDÕES COMO UMA GRANDE SEARA, PRONTA PARA A CEIFA
  • III. OS MENSAGEIROS DO REI 10.1
  • IV. A COMISSÃO DOS MENSAGEIROS DO REI
  • V. OS EQUIPAMENTOS DOS MENSAGEIROS
  • VI. O COMPORTAMENTO DOS MENSAGEIROS
  • VERIFICAÇÃO DA LIÇÃO
  • A SEARA E OS CEIFEIROS II
  • I. AS DIFICULDADES DOS MENSAGEIROS
  • II. PALAVRAS DE CONSOLO E ENCORAJAMENTO
  • III. OS SOFRIMENTOS DO REI E OS SOFRIMENTOS DOS SERVOS
  • IV. A LEALDADE DOS MENSAGEIROS DO REI E SUA RECOMPENSA, 10,32,33
  • VERIFICAÇÃO DA LIÇÃO
  • A SEARA E OS CEIFEIROS III
  • I. A LUTA DOS MENSAGEIROS DO REI Mt 10.34-39
  • II. A RECOMPENSA DOS QUE RECEBEM O MENSAGEIRO DO REI – Mt 10.40-42
  • REVISÃO
  • JOÃO BATISTA E SEU TESTEMUNHO
  • APRESENTAÇÃO
  • I. ALGUMAS SEMELHANÇAS ENTRE JOÃO E ELIAS
  • II - OS MENSAGEIROS DE JOÃO BATISTA
  • III. JESUS FALA A CERCA DO BATISTA
  • IV. A VIOÊNCIA DO REINO 12-15
  • V – O TESTEMUNHO DE JESUS
  • VERIFICAÇÃO DA LIÇÃO
  • O GRANDE SERMÃO EVANGELISMO
  • INTRODUÇÃO
  • I. A FORÇA DA AUTORIDADE Mt 11.24-27
  • II. A FORÇA DA COMPAIXÃO Mt 11.28-30
  • III. CRISTO TEM UM OUTRO JUGO PARA NÓS
  • IV. CRISTO É O NOSSO MESTRE
  • REVISÃO
  • JESUS É O SENHOR DO SÁBADO
  • APRESENTAÇÃO
  • A DESOBEDIÊNCIA A LEI DO SÁBADO
  • ACERCA DA GUARDA DO SÁBADO HOJE
  • VERIFICAÇÃO DA LIÇÃO
  • A BLASFÊMIA DOS FARISEUS
  • APRESENTAÇÃO
  • I. JESUS REFUTA ACUSAÇÕES DOS FARISEUS
  • II- A IMPOSSIBILIDADE DE SER NEUTRO v.30
  • III. O PECADO IMPERDOÁVEL vs. 31,32
  • VERIFICAÇÃO DA LIÇÃO
  • A ÁRVORE E SEUS FRUTOS
  • INTRODUÇÃO
  • I. A IMPORTÂNCIA DA PALAVRA vs. 34 e 35
  • II. O JULGAMENTO DAS PALAVRAS
  • III. A PALAVRA E O TESTEMUNHO
  • REVISÃO
  • O SINAL DO PROFETA JONAS
  • INTRODUÇÃO
  • I. JESUS OFERECE APENAS UM SINAL
  • II. A RAINHA DO SUL
  • III. OPERIGO QUE CORRIA AQUELA GERAÇÃO
  • REVISÃO
  • A VERDADEIRA FAMÍLIA DE JESUS
  • INTRODUÇÃO
  • I. A FAMÍLIA NATURAL DE JESUS
  • II. BASES PARA UM VERDADEIRO PARENTESCO
  • III. A FÉ TAMBÉM É INDISPENSÁVEL NO RELACIONAMENTO FAMILIAR
  • REVISÃO