Curso Online de A agonia de JESUS.
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Curso Online de A agonia de JESUS.

A Hematidrose é um fenômeno raríssimo apenas uma fraqueza física excepcional onde o corpo inteiro dói, acompanhada de um abatimento moral...

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A Hematidrose é um fenômeno raríssimo apenas uma fraqueza física excepcional onde o corpo inteiro dói, acompanhada de um abatimento moral violento causada por uma profunda emoção, por um grande medo. Apenas um ato destes pode causar o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas onde o suor anexa-se ao sangue formando a hematidrose.

A hematidrose pode ser mais entendida com uma transpiração de sangue acompanhada de suor.

Hematidrose (hêmato+hidrose)

LUCIANO RODRIGUES 29 ANOS - BRASILEIRO - ENSINO MÉDIO COMPLETO DOUTOR EM TEOLOGIA PELA FACULDADE NACIONAL DE TEOLOGIA para solicitação das apostilas lucianords27@gmail.com


- Marcelo Alves Ribeiro

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  • A agonia de JESUS.

    Por Luciano Rodrigues

  • Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte como aquela. 'Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra'. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico.

  • O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno
    raríssimo. É produzido em condições excepcionais:
    para provocá-lo é necessário uma fraqueza física,
    acompanhada de um abatimento moral violento
    causado por uma profunda emoção, por um grande
    medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-
    se carregando todos os pecados dos homens devem
    ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o
    rompimento das finíssimas veias capilares que estão
    sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao
    suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por
    todo o corpo até a terra.

  • Conhecemos a farsa do processo preparado pelo
    Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o
    desempate entre o procurador romano e Herodes.
    Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os
    soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a
    uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras
    de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas
    de chumbo e de pequenos ossos.

  • Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e
    de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a
    pele, já alterada por milhões de microscópicas
    hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e
    se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage
    em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um
    suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em
    uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao
    longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos
    pulsos, cairia em uma poça de sangue.

  • Depois o escárnio da coroação. Com longos
    espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes
    entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam
    sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro
    cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o
    quanto sangra o couro cabeludo).

  • Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem
    lacerado à multidão feroz, o entrega para ser
    crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o
    grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta
    quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o
    Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas
    ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os
    soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de
    cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé
    após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E
    os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando
    ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.

  • Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos
    despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas
    chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma
    atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se
    trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a
    túnica, se laceram as terminações nervosas postas em
    descoberto pelas chagas.
    Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda
    aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim.

  • O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de
    costas, as suas chagas se incrustam de pé e
    pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal
    da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma
    broca, é feito um furo na madeira para facilitar a
    penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego
    (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no
    sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de
    martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira.
    Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O
    nervo mediano foi lesado.

  • Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado;
    uma dor alucinante, agudíssima, que se difundiu pelos
    dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o
    cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode
    provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos
    grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz
    perder a consciência. Em Jesus não.

  • O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco
    nervoso permanece em contato com o prego: quando o
    corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará
    fortemente como uma corda de violino esticada sobre a
    cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará
    despertando dores dilacerantes. Um suplício que
    durará três horas.


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