Curso Online de Solda arco submerso

Curso Online de Solda arco submerso

Aprenda as principais técnicas de soldagem em arco submerso

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Aprenda as principais técnicas de soldagem em arco submerso

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Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • ÍNDICE
    DESCRIÇÃO GERAL DA SOLDAGEM POR ARCO SUBMERSO .......................... 2 SELEÇÃO DO ARAME E DO FLUXO ........................................................... 11

    PROJETO E PREPARAÇÃO DA JUNTA........................................................ 31
    SOLDAGEM ........................................................................................... 68 PROCEDIMENTOS E DICAS OPERACIONAIS............................................. 104

  • Introdução

    FLUXOS OK
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    Essa apostila de soldagem por arco submerso foi preparada para profissionais atuantes na área de soldagem, tanto na área técnica quanto na comercial. Ele não fornece instruções específicas de ope- ração de equipamentos, mas apenas uma explicação sucinta da teo- ria básica. Seu principal objetivo é apresentar procedimentos, tabelas e outras informações operacionais úteis no planejamento e na execu- ção de aplicações básicas de soldagem de união ou de revestimento por arco submerso.
    Para outras informações que não estejam contempladas nessa apostila, consulte a assistência técnica, seu representante ESAB ou a filial ESAB mais próxima.
    Manuais de instruções operacionais para os equipamentos ESAB estão disponíveis mediante solicitação nas filiais ESAB. Todos eles contêm informações de segurança que devem ser lidas e observadas por todos os operadores de equipamentos.

  • Descrição geral da soldagem por arco submerso

    FLUXOS OK
    Capítulo 1
    Definição
    Soldagem por arco submerso é um método no qual o calor re- querido para fundir o metal é gerado por um arco formado pela cor- rente elétrica passando entre o arame de soldagem e a peça de trabalho. A ponta do arame de soldagem, o arco elétrico e a peça de trabalho são cobertos por uma camada de um material mineral granulado conhecido por fluxo para soldagem por arco submerso. Não há arco visível nem faíscas, respingos ou fumos.
    Escopo geral
    Corrente de soldagem correntes até 2.000 A, CA ou CC, com um único arame.
    Espessuras soldagem monopasse até 16 mm de espessura e sol- dagem multipasse sem limite de espessura.
    Velocidade de soldagem até 400 cm/min com um único arame. Maiores velocidades podem ser alcançadas com vários arames na mesma poça de fusão.
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    FLUXOS OK
    Posição a alta corrente de soldagem aliada ao alto aporte térmico cria uma grande poça de fusão. Sob tais condições, as soldas devem ser mantidas na horizontal para evitar escorrer. Soldas com pequenas poças de fusão podem ser inclinadas por até 15 da horizontal sem grande dificuldade. Se o tamanho dos passes for limitado, soldas ho- rizontais podem ser executadas em superfícies verticais, desde que seja providenciado um suporte adequado para o fluxo.
    Vantagens do processo
    elevada velocidade de soldagem;
    maiores taxas de deposição;
    boa integridade do metal de solda;
    processo de fácil uso;
    melhor ambiente de trabalho e maior segurança para o operador.
    Limitações do processo
    O processo de soldagem por arco submerso é limitado às posi- ções de soldagem plana e horizontal em ângulo.

  • FLUXOS OK
    Elementos da soldagem por arco submerso
    Cinco elementos estão presentes na execução de uma solda por arco submerso:
    calor gerado pela passagem de uma corrente elétrica através de um arco;
    arame para soldagem consumível;
    as peças a serem soldadas;
    fluxo para arco submerso - um composto mineral granulado para soldagem;
    o movimento relativo entre o cabeçote de soldagem e as peças de trabalho.
    Seqüência geral de atividades
    Reduzindo a soldagem por arco submerso aos seus termos mais simples, considerando o equipamento já montado e em uso, a se- qüência geral de atividades para fazer uma solda por arco submerso é a seguinte:

    Ajuste do equipamento de soldagem

    Para os detalhes descritos a seguir, veja a Figura 1.
    O cabeçote de soldagem deve ser montado em conformidade com as instruções fornecidas.

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    FLUXOS OK
    O cabeçote, o painel de controle e o carretel são montados em um dispositivo móvel.
    O caminho a ser percorrido pelo equipamento deve estar livre e disponível.
    A fonte de soldagem é conectada à rede elétrica. São conecta- das, através de cabos elétricos, a fonte de soldagem ao cabeçote e à peça de trabalho.

    Figura 1 - Equipamento de soldagem

    Preparação das peças de trabalho

    Para os detalhes descritos a seguir, veja a Figura 2.
    Determina-se o tipo de junta mais adequado para a solda a ser executada. Preparam-se e limpam-se as regiões a serem solda- das.
    Se aplicável, coloca-se o cobre-juntas.
    As peças a serem soldadas são colocadas em posição para sol- dagem. Normalmente elas são ponteadas ou presas por disposi- tivos auxiliares para mantê-las na posição desejada.

  • FLUXOS OK
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    Figura 2 - Preparação das peças de trabalho

    Preparação para a soldagem

    Para os detalhes descritos a seguir, veja a Figura 3.
    Cada elemento da soldagem por arco submerso tem um efeito sobre a solda concluída. Os valores para a tensão e corrente de soldagem, a composição e o diâmetro do arame de soldagem pa- ra o tipo de junta escolhida e o material a ser soldado são deter- minados das tabelas aplicáveis. É responsabilidade do operador ajustar e verificar as condições adequadas de soldagem e ajustar o equipamento para manter as condições pré-ajustadas e produ- zir a solda.
    A bobina de arame de soldagem é instalada no carretel. A extre- midade da bobina é inserida nas roldanas do dispositivo de ali- mentação de arame e alimentada até alcançar as peças de traba- lho. O cabeçote de soldagem é então posicionado de forma que o arame fique pronto para iniciar a solda.
    O fluxo requerido é colocado no silo do cabeçote de soldagem. Uma quantidade do fluxo é depositada até cobrir a região de sol- dagem no ponto inicial da solda.
    Os controles são ajustados para estabelecer as condições ade- quadas de soldagem: corrente, tensão e velocidade de solda- gem.

  • FLUXOS OK

    Figura 3 - Preparação para a soldagem

    A atividade de soldagem

    Quando o equipamento de soldagem é ajustado para operação, vários fatos ocorrem em uma rápida seqüência:
    um arco elétrico é estabelecido quando a corrente flui entre o a- rame e a peça;
    o dispositivo de alimentação do arame começa a empurrar o a- rame a uma velocidade de alimentação controlada;
    o carro inicia seu deslocamento ao longo do cordão de solda (manual ou automaticamente);
    o fluxo para soldagem por arco submerso é alimentado através do tubo do silo e distribui-se continuamente sobre o cordão de solda por uma pequena distância à frente da região de soldagem.

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  • FLUXOS OK
    O enorme calor desenvolvido pela passagem da corrente de sol- dagem através da zona de soldagem funde a extremidade do arame e as bordas adjacentes das peças de trabalho, criando uma poça de metal fundido. Esta poça está em um estado líquido bem fluido e é turbulenta. Por essas razões, qualquer escória ou quaisquer bolhas de gás são prontamente varridas para a superfície. O fluxo para sol- dagem por arco submerso protege completamente a região de solda- gem do contato com a atmosfera. Uma pequena quantidade de fluxo se funde. Essa porção fundida tem várias funções: ela cobre comple- tamente a superfície da solda, evitando a contaminação do metal de solda por gases atmosféricos; dissolve e portanto elimina as impure- zas que se separam do metal fundido e flutuam em sua superfície; e também pode ser o agente de adição de certos elementos de liga. A combinação de todos esses fatores resulta em uma solda íntegra, limpa e homogênea.

    Figura 4 - O processo de soldagem por arco submerso
    À medida que o cordão de solda é constituído, a parte fundida do fluxo se resfria e endurece, formando um material duro e vítreo, que protege a solda até seu resfriamento, sendo normal seu completo destacamento da solda.

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  • FLUXOS OK
    Desde que adequadamente executadas, as soldas por arco sub- merso não apresentam fagulhas, tornando desnecessários equipa- mentos de proteção contra a radiação. Não há respingos a serem re- movidos.
    Princípios básicos - teoria de controle de alimentação do arame de soldagem
    As altas velocidades de soldagem e altas taxas de deposição que são características do processo de soldagem por arco submerso re- querem um controle automático do motor que alimenta o arame de soldagem à solda. Nenhuma mão de soldador seria capaz de alimen- tar suavemente o arame de soldagem a velocidades comparáveis às de uma máquina de soldagem por arco submerso. Tampouco ele po- deria manter o controle preciso das mesmas condições de soldagem.
    O sistema de controle automático e a fonte de energia emprega- dos na soldagem por arco submerso atuam para manter constantes a tensão e a corrente de soldagem.

    Relação entre a tensão de soldagem e a distância entre o arame e a peça de trabalho

    A tensão de soldagem é proporcional ao comprimento do arco:
    se a distância entre o arame e a peça aumentar, a tensão de sol- dagem aumentará;
    se a distância entre o arame e a peça diminuir, a tensão de sol- dagem diminuirá;

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    FLUXOS OK
    se a distância entre o arame e a peça se mantiver constante, a tensão de soldagem permanecerá constante;

    Taxa de fusão versus taxa de alimentação do arame

    Fonte de corrente constante
    se, por um curto período de tempo, a corrente fluindo através da região de soldagem fundir o arame a uma taxa maior que a de sua alimentação, a distância entre o arame e a peça aumentará e a tensão de soldagem aumentará;
    inversamente, se, por um curto período de tempo, o arame for alimentado mais rapidamente que sua taxa de fusão, a distância entre o arame e a peça diminuirá e a tensão de soldagem diminu- irá;
    uma tensão de soldagem constante pode ser mantida se for em- pregada uma unidade de controle que automaticamente varie a taxa de alimentação do arame à medida que a tensão de solda- gem se altere.
    Fonte de tensão constante
    com uma fonte de tensão constante, a tensão do arco é mantida pela fonte. A corrente do arco é controlada pela velocidade de a- limentação do arame, de modo que um aumento nesse parâme- tro produzirá um aumento da corrente;
    portanto, o sistema de alimentação do arame é simplificado para um dispositivo de velocidade constante e o controle do arco é re- alizado pela fonte de energia.


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  • SUGESTÕES PARA O ESTUDO DE DESENHO GEOMÉTRICO 2
  • OS INSTRUMENTOS DE DESENHO 3
  • 1. DESENHO GEOMÉTRICO 5
  • 2. ENTES GEOMÉTRICOS 6
  • 3 RETA 7
  • 3.1. SEMI-RETA 7
  • 3.2. SEGMENTO DE RETA 8
  • 3.3. SEGMENTOS COLINEARES 8
  • 3.4. SEGMENTOS CONSECUTIVOS 8
  • 3.5. RETAS COPLANARES 8
  • 3.6. RETAS CONCORRENTES 8
  • 3.7. POSIÇÕES DE UMA RETA 9
  • 3.8. POSIÇÕES RELATIVAS ENTRE DUAS RETAS 9
  • 4. CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 10
  • 4.1. TRAÇADO DE PERPENDICULARES 10
  • 4.2. TRAÇADO DE PARALELAS 13
  • 4.3.
  • DIVISÃO DE UM SEGMENTO DE RETA EM UM NÚMERO
  • QUALQUER DE PARTES IGUAIS
  • 14
  • 5. ÂNGULO 15
  • 5.1. DEFINIÇÃO 15
  • 5.2. ELEMENTOS 15
  • 5.3 REPRESENTAÇÃO 15
  • 5.4. MEDIDA DE ÂNGULOS 15
  • 5.5. CONSTRUÇÃO E MEDIDA DE ÂNGULOS COM O TRANSFERIDOR: 15
  • 5.6. CLASSIFICAÇÃO: 16
  • 5.6.1. Quanto à abertura dos lados 16
  • 5.6.2. Quanto à posição que ocupam 17
  • 5.7. POSIÇÕES RELATIVAS DOS ÂNGULOS: 18
  • 5.8. TRANSPORTE DE ÂNGULOS 19
  • 5.9. BISSETRIZ DE UM ÂNGU