Curso Online de Sincronização e Sonorização

Curso Online de Sincronização e Sonorização

O Curso de Sincronização e Sonorização visa preparar o aluno para trabalhar com equipamentos profissionais de som. O curso foi feito espe...

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O Curso de Sincronização e Sonorização visa preparar o aluno para trabalhar com equipamentos profissionais de som. O curso foi feito especialmente para quem deseja trabalhar com sistema de sonorização profissional ou já está atuando no mercado de trabalho e quer renovar e atualizar seus conhecimentos.

Pós-Graduação em nível de mestrado em engenharia civil estruturas - UFRJ, conclusão em 2009. graduação em engenharia civil - UFS, conclusão em 2007.



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  • Prefácio Programa do curso I Módulo – O técnico de som e a sua postura II Módulo - Noções elementares da teoria do Som III Módulo – O microfone

    Prefácio Programa do curso I Módulo – O técnico de som e a sua postura II Módulo - Noções elementares da teoria do Som III Módulo – O microfone

  • IV Módulo – O cabo e o sinal que ele transmite V Módulo – Mesa de Mistura VI Módulo – Periféricos de som VII Módulo (auxiliar) – Computador e projector Apêndice

    IV Módulo – O cabo e o sinal que ele transmite V Módulo – Mesa de Mistura VI Módulo – Periféricos de som VII Módulo (auxiliar) – Computador e projector Apêndice

  • Dicionário dos termos técnicos Apontamentos

    Dicionário dos termos técnicos Apontamentos

  • Sendo assim, é apropriado que seja
    adotado todo o cuidado no manuseio
    do microfone uma vez que ele é parte
    sensível do sistema sonoro e, se bem
    empregado, pode tornar-se um aliado
    de quem o utiliza. De forma contrária,
    se o microfone é utilizado com
    descaso poderá tornar-se seu inimigo
    durante uma apresentação.

    Figura 1 – Constituição do Ouvido Humano

  • dedicar-se um microfone (e canal da mesa) a cada um dos seus múltiplos elementos. Assim
    devemos selecionar microfones adequados para captarem apenas uma determinada parte do
    coral posicionando-os para que sua sensibilidade mínima esteja nas regiões em que a cobertura
    dos dois microfones for mais próxima.

  • Guitarra e Contrabaixo – Para reduzir o número de mics abertos recomendo a utilização de
    direct box. Trabalhando-se com bons instrumentos e boa equalização na mesa, há como se
    conseguir bons resultados sonoros sem precisar se adicionar microfones se o amplificador de
    palco for essencial por gerar uma distorção desejada, ou se problemas elétricos gerarem ruídos
    que o direct box não elimináveis no direct box então use um microfone experimentando com a
    posição até achar o melhor som.

  • Figura 6 – Tráfego do Sinal de Áudio no Cabo Balanceado

  • Vale destacar, também, que o balanceamento é uma técnica utilizada para melhorar a
    qualidade do sinal de áudio, protegendo-o de ruídos induzidos nas linhas de transmissão. No
    entanto, essa tecnologia não é capaz de eliminar ruídos causados por soldas mal feitas, cabos
    sem manutenção, potenciômetros com problemas, etc.
    Para esses problemas, a velha e eficiente manutenção preventiva é o melhor remédio. Enrolar
    e armazenar corretamente os cabos, trocar periodicamente os conectores, manter os
    equipamentos em lugar seco e livre de poeira são boas atitudes que colaborarão, sem sombra
    de dúvidas, para uma sonorização livre de ruídos.

  • Infelizmente nós operadores de som ao vivo não temos nem a possibilidade de atrasar o som
    que é enviado às caixas para nos proporcionar a chance de ouvir primeiro e reagir a estes picos
    de maior intensidade sonora e nem de prevermos quando estes irão acontecer. E mesmo que

  • tivéssemos, ainda seria razoavelmente difícil acertarmos com os dedos a proporção exata que
    os faders da mesa teriam que ser baixados para contrafazer estes picos sem tirar energia a mais
    ou a menos que o necessário.
    É para conter estes picos que existe o compressor. Embora um operador não consiga reagir
    aos picos sonoros com rapidez, para um circuito eletrônico isto não exige grandes proezas. O
    circuito vai acompanhando o nível de sinal que passa por ele e quando detecta uma rampa de
    energia que sobe acima de limites pré definidos, ele aplica uma redução, também pré definida,
    em cima do sinal de modo a suprimir o pico. Quando bem ajustado, este processo ocorre de
    modo transparente de modo que ninguém na platéia percebe a sua atuação.
    A melhor analogia que conheço para ilustrar a função do compressor, bem como a diferença
    que existe quando este é empregado como limitador, é a do mestre Pat Brown. Imagine um
    camarada pulando sobre uma cama elástica, numa área coberta. À medida que ele vai pulando
    vai ganhando altura. Finalmente ele atinge a altura máxima imposta pela dimensão vertical do
    ambiente. Se esta cobertura for de lona flexível, como de uma tenda, ela terá o efeito de uma
    segunda cama elástica e a cabeça do camarada ao atingi-la sofrerá uma compressão cujo efeito
    será de freiar a sua trajetória ascendente e impulsionar o indivíduo novamente para baixo. É
    assim que funciona o compressor. O grau de elasticidade do limite superior é a taxa de
    compressão (ratio), o pé-direito ou altura do ambiente é o limiar (threshold).

  • Agora suponhamos que ao invés de uma cobertura de lona flexível na ilustração acima, o
    camarada estivesse num salão cujo limite superior fosse uma laje de concreto armado (ai, ai!).
    Temos aí ilustrada a função de um limitador, ou seja, não importa qual a intensidade do sinal ou
    o quanto o sinal não processado iria ultrapassar o limite, aqui não existe flexibilidade, o máximo
    é o máximo e ponto final. Daí a aplicação do limitador em proteger as caixas de som contra
    picos extremamente acima do nível de operação do sistema. Para dar um exemplo: o pico criado
    por um microfone ligado que cai ao chão do palco...
    Compreendida a função do compressor, vamos agora a uma descrição dos seus controles.
    Como descrito acima o limiar ou threshold estabelece o ponto em que o compressor começará
    a atuar sobre o sinal esta atuação será determinada por dois outros controles:
    O ataque ou attack que determina a velocidade do início da atuação. Ou seja, se um pico for
    muito rápido (como o estalar de língua de um palestrante) o compressor o deixará passar, já
    quando o preletor eleva a sua voz para dizer uma palavra com mais força passará o tempo de
    ataque e o compressor atuará pois o nível de sinal ainda estará acima do limiar.
    A taxa de compressão ou ratio é quem determina o quanto o sinal será comprimido. Na
    analogia acima, iria desde uma lona elástica (baixa compressão) até a laje de concreto
    (limitação).


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