Curso Online de Automação Industrial
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Curso Online de Automação Industrial

No curso de automação industrial, você poderá realizar seu curso em sua própria casa, desfrutando do conforto que você já está acostumado...

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No curso de automação industrial, você poderá realizar seu curso em sua própria casa, desfrutando do conforto que você já está acostumado podendo assim, se dedicar mais aos estudos, sendo que você poderá economizar o tempo que você gastaria se locomovendo até a instituição de ensino podendo usar esse tempo para se dedicar mais aos estudos.

Pós-Graduação em nível de mestrado em engenharia civil estruturas - UFRJ, conclusão em 2009. graduação em engenharia civil - UFS, conclusão em 2007.


- Thiego Leandro Alves De Oliveira

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Modelo de certificados (imagem ilustrativa):

Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • Variáveis de Controle Diferentes tipos de entradas e saídas Revisão de comandos elétricos Associação de contatos normalmente abertos Associação de contatos normalmente fechados Principais elementos em comandos elétricos

    Variáveis de Controle Diferentes tipos de entradas e saídas Revisão de comandos elétricos Associação de contatos normalmente abertos Associação de contatos normalmente fechados Principais elementos em comandos elétricos

  • Botoeira ou Botão de comando Relés Contatores Fusíveis Disjuntores Relé térmico ou de sobrecarga

    Botoeira ou Botão de comando Relés Contatores Fusíveis Disjuntores Relé térmico ou de sobrecarga

  • Simbologia gráfica Manobras convencionais em motores elétricos: Partida Direta Manobra de motores com reversão do sentido de giro Limitação da corrente de partida do motor de indução Exercícios de Comandos Elétricos Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis

    Simbologia gráfica Manobras convencionais em motores elétricos: Partida Direta Manobra de motores com reversão do sentido de giro Limitação da corrente de partida do motor de indução Exercícios de Comandos Elétricos Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis

  • Histórico da Tecnologia Principio de Funcionamento Estrutura Básica de um CLP Classificação dos CLPs segundo a capacidade

    Histórico da Tecnologia Principio de Funcionamento Estrutura Básica de um CLP Classificação dos CLPs segundo a capacidade

  • Linguagens de Programação Introdução à programação em Blocos Funcionais Blocos de Funções Gerais Funções Especiais Sistemas automatizados com programação em Blocos Funcionais Exercícios gerais em programação com Blocos Funcionais Laboratório: Flexibilidade no uso do CLP Noções de Projetos em Circuitos Lógicos Combinacionais

    Linguagens de Programação Introdução à programação em Blocos Funcionais Blocos de Funções Gerais Funções Especiais Sistemas automatizados com programação em Blocos Funcionais Exercícios gerais em programação com Blocos Funcionais Laboratório: Flexibilidade no uso do CLP Noções de Projetos em Circuitos Lógicos Combinacionais

  • 1 – Introdução

    A palavra automação está diretamente ligada ao controle automático, ou seja ações
    que não dependem da intervenção humana. Este conceito é discutível pois a “mão do
    homem” sempre será necessária, pois sem ela não seria possível a construção e
    implementação dos processos automáticos. Entretanto não é o objetivo deste trabalho este
    tipo de abordagem filosófica, ou sociológica.
    Historicamente, o surgimento da automação está ligado com a mecanização, sendo
    muito antigo, remontando da época de 3500 e 3200 a.C., com a utilização da roda. O
    objetivo era sempre o mesmo, o de simplificar o trabalho do homem, de forma a substituir o
    esforço braçal por outros meios e mecanismos, liberando o tempo disponível para outros
    afazeres, valorizando o tempo útil para as atividades do intelecto, das artes, lazer ou
    simplesmente entretenimento (Silveira & Santos, 1998). Enfim, nos tempos modernos,
    entende-se por automação qualquer sistema apoiado em microprocessadores que substitua
    o trabalho humano.

    Atualmente a automação industrial é muito aplicada para melhorar a produtividade e
    qualidade nos processos considerados repetitivos, estando presente no dia-a-dia das
    empresas para apoiar conceitos de produção tais como os Sistemas Flexíveis de
    Manufatura e até mesmo o famoso Sistema Toytota de Produção.
    Sob o ponto de vista produtivo, a automação industrial pode ser dividida em três
    classes: a rígida, a flexível e a programável, aplicadas a grandes, médios e pequenos lotes
    de fabricação, respectivamente (Rosário, 2005).

  • Ainda segundo Rosário (2005), a automação industrial pode ser entendida como uma
    tecnologia integradora de três áreas: a eletrônica responsável pelo hardware, a mecânica na
    forma de dispositivos mecânicos (atuadores) e a informática responsável pelo software que
    irá controlar todo o sistema. Desse modo, para efetivar projetos nesta área exige-se uma
    grande gama de conhecimentos, impondo uma formação muito ampla e diversificada dos
    projetistas, ou então um trabalho de equipe muito bem coordenado com perfis
    interdisciplinares. Os grandes projetos neste campo envolvem uma infinidade de
    profissionais e os custos são suportados geralmente por grandes empresas.
    Recentemente, para formar profissionais aptos ao trabalho com automação, surgiu a
    disciplina “mecatrônica”. Entretanto é uma tarefa muito difícil a absorção de forma completa
    todos os conhecimentos necessários, e este profissional com certeza se torna um
    “generalista” que eventualmente pode precisar da ajuda de especialistas de outras áreas.
    Este ainda é um desafio didático a ser resolvido, mas ainda existe uma alternativa que é a
    criação de equipes multidisciplinares.

    Os sistemas automatizados podem ser aplicados em simples máquina ou em toda
    indústria, como é o caso das usinas de cana e açúcar. A diferença está no número de
    elementos monitorados e controlados, denominados de “pontos”. Estes podem ser simples
    válvulas ou servomotores, cuja eletrônica de controle é bem complexa. De uma forma geral
    o processo sob controle tem o diagrama semelhante ao mostrado na figura 1.1, onde os
    citados pontos correspondem tanto aos atuadores quanto aos sensores.

  • Figura 1.1 – Diagrama simplificado de um sistema de controle automático

  • Os sensores são os elementos que fornecem informações sobre o sistema,
    correspondendo as entradas do controlador. Esses podem indicar variáveis físicas, tais
    como pressão e temperatura, ou simples estados, tal como um fim-de-curso posicionado em
    um cilindro pneumático.
    Os atuadores são os dispositivos responsáveis pela realização de trabalho no
    processo ao qual está se aplicando a automação. Podem ser magnéticos, hidráulicos,
    pneumáticos, elétricos, ou de acionamento misto.
    O controlador é o elemento responsável pelo acionamento dos atuadores, levando
    em conta o estado das entradas (sensores) e as instruções do programa inserido em sua
    memória. Neste curso esses elemento será denominado de Controlador Lógico Programável
    (CLP).

    A completa automatização de um sistema envolve o estudo dos quatro elementos da
    figura 1.1, seja o sistema de pequeno, médio ou grande porte. Estes últimos podem atingir
    uma a complexidade e tamanho tais que, para o seu controle, deve-se dividir o problema de
    controle em camadas, onde a comunicação e “hierarquia” dos elementos é similar a uma
    estrutura organizacional do tipo funcional. A figura 1.2 mostra de forma simplificada este tipo
    de organização.

  • Figura 1.2 – Arquitetura de rede simplificada para um sistema automatizado

  • Nota-se que os elementos mostrados na figura 1.1 pertencem a primeira e
    segunda camadas. Na terceira camada estão os sistemas supervisórios, operados pela
    “mão humana”, onde são tomadas decisões importantes no processo, tal como paradas
    programadas de máquina e alterações no volume de produção. Esses também estão
    integrados com os sistemas gerenciais, responsáveis pela contabilidade dos produtos e
    recursos fabris.
    Dentro do contexto apresentado, o objetivo deste curso é o de estudar um sistema
    automatizado até o nível do elemento “controlador”. Apresenta-se a sua interface com os
    sensores e atuadores, bem como uma de suas possíveis linguagens de programação.
    Para finalizar é importante dizer que além dos conceitos aqui apresentados, de forma
    resumida, a Automação Industrial compreende um campo de atuação amplo e vasto. Para
    se ter uma noção, cada elemento sensor ou atuador tem o seu próprio funcionamento, que
    em algumas aplicações tem de ser bem entendidos.

    No caso dos sensores todo o comportamento é previsto através de efeitos físicos,
    existe uma disciplina denominada de “Instrumentação” cujo objetivo é o de somente estudar
    estes elementos.
    Para os atuadores, só para os motores de indução, existe uma grande quantidade de
    bibliografia disponível, e ainda tem-se os Motores de Passo e os Servomotores.
    Como foi dito, a cadeia de automação ainda consiste na comunicação de dados
    entre os elementos, o que leva um estudo a parte das redes industrias.


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