Curso Online de violência Urbana
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Curso Online de violência Urbana

A violência urbana é o termo usado para designar ataques relativamente sérios à lei e à ordem pública que vêem a violência se exprimir em...

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A violência urbana é o termo usado para designar ataques relativamente sérios à lei e à ordem pública que vêem a violência se exprimir em uma ou mais cidades de um ou mais países.

*Graduado em Gestão da Segurança Pública *MBA Segurança Privada Safety & Security *Cursando Atualmente Graduação em Segurança Privada *Certificado pela Policia Federal para ministrar cursos em centros de formação de vigilantes,mais de 10 anos na área de segurança Privada,professor conteudista e Tutor de cursos online em vários site de EAD,dezenas de cursos na área de Segurança. Sócio e Diretor de Ensino da Roseg Treinamentos site EAD de cursos de segurança. Informações e Duvidas: defensere@hotmaiil.com


- Alexandre De Souza Buriche E Santos

"Maravilhoso!"

- Narcélio Linhares De Oliveira

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  • INTRODUÇÃO

    introdução

    a violência urbana é o termo usado para designar ataques relativamente sérios à lei e à ordem pública que vêem a violência se exprimir em uma ou mais cidades de um ou mais países. a violência urbana é um problema que afeta a ordem pública e toda a sociedade, independente de classe social,  englobando diversos tipos de violência: doméstica, escolar, dentro das empresas, contra idosos, crianças, entre outras. esse mal vêm amedrontado as pessoas e muitas vezes impedindo-as de realizar diversos tipos de tarefas. não há uma causa específica para a violência, apesar de muitos especialistas apontarem a má distribuição de renda como fator principal.

  • de fato, a desigual distribuição de renda desencadeia um circulo vicioso que vai da privação da educação e de condições básicas de saúde e moradia até o desenvolvimento de caminhos ilegais e a criminalidade. mas por outro lado, se a pobreza realmente fosse a causa principal da violência urbana brasileira, cidades nordestinas teriam os índices mais altos de violência. sendo assim, outras causas seriam a desestruturação familiar, o desemprego e o crescimento do crime.

  • pois é, as conseqüências da violência são terríveis, o crescimento do tráfico de drogas, o aumento de crimes extremamente violentos que começam por brigas familiares,de bar ou de trânsito. sem falar nos roubos que aumentam ainda mais o medo e falta de liberdade dos cidadãos. a solução para a violência urbana não é aumentar o reforço policial como o governo já tentou fazer, mas sim tentar conscientizar toda a população da importância que a ação conjunta de toda a sociedade tem no combate a violência urbana.contribua você também, pequenos atos podem contribuir para acabar com a violência urbana.

  • A Interiorização da Violência pela Urbanização

    a interiorização da violência pela urbanização

    a violência em geral cobre uma diversidade de comportamentos ou atos individuais, interpessoais ou mesmo coletivos. de uma época como de uma sociedade à outra, como recordado pelo filósofo yves michaud, as formas de violência empregadas e sua intensidade variam muito. falaríamos hoje, por exemplo, de uma « violência na estrada » ou de uma « insegurança no trânsito ». mas não é tudo, nossa sensibilidade a estas formas de violência mudou.segundo o autor, as normas aumentaram. assim, comportamentos violentos passados outrora pelo silêncio como o mau trato infantil ou as violências conjugais são hoje denunciadas: a violência circulando na esfera familiar é assim particularmente recente. tudo isto explica, sempre segundo yves michaud, a extensão da incriminação no direito penal. num mesmo movimento, o direito penal vê sempre mais a violência como não sendo necessariamente propriamente física: o que implica a atualização da noção de « vias de fato » à categoria mais antiga de « golpes e feridas ».

  • para explicar a sensibilização maior quanto à violência, nós podemos recorrer à célebre teoria da « civilização das maneiras » segundo a qual o ocidente teria conhecido a partir da idade média um longo processo de polissagem das maneiras: os conflitos que antes se exprimiam em afrontamentos sangrantes tenderam de mais em mais a serem interiorizados, por exemplo, via o esporte segundo norbert elias, o promotor da dita teoria, esta evolução não é mais imputável a um simples crescimento do "self control", mas à sua generalização à todos os setores da vida pública ou privada sob impulsos de vários fatores tais quais a escolarização, a difusão dos códigos de corte e, enfim, a urbanização. a cidade é aqui reputada estar na origem da interiorização de sua violência pelo homem: a evolução no seio das massas a impôs mais retenção nos seus atos.

  • A Repreensão da Violência às Margens da Cidade

    a repreensão da violência às margens da cidade

    seguindo nobert elias, o historiador jean-claude chesnais sublinhou por sua vez o declínio tendencial da violência nas sociedades modernas, estudou entretanto somente a violência própriamente física.mas outros historiadores vieram a contradizer esta ideia após a publicação dos trabalhos do historiador americano tedd gurr, realizadas nos anos 1970-1980, e que interpretaram a violência em termo de privação: ela se desenvolveria quando a elevação das aspirações dos indivíduos não se acompanhava mais de uma melhora comparável de sua qualidade de vida.

  • é o que teria acontecido com as sociedades ocidentais a partir dos anos 1930, década na qual ted gurr observa uma reversão completa da tendência, isto é, um aumento agora durável da violência, do homicídio, da criminalidade, dos roubos ou da delinquência, seguindo uma curva em j. a tese de ted gurr é às vezes evocada pelo nome de « teoria da curva em j » por esta razão. na frança, segundo sebastian roché, esta escalada continua a se observar a partir da metade dos anos 50. ela é independente, segundo ele, do contexto econômico : « a delinquência aumenta particularmente durante os anos de reconstrução e de prosperidade. depois da metade dos anos 80, ela tende a se estagnar, e isto apesar do aumento do desemprego de longa duração e dos fenômenos de exclusão ».mesmo se este diagrama é ele-mesmo controverso, é importante tê-lo na cabeça durante o estudo das violências urbanas propriamente ditas, que apresentam uma evolução diferente.

  • anteriormente, devemos nos recordar que um dos princípios da organização da cidade sempre foi pensado como o recuo da violência para fora de seus muros; em oposição à campanha ao redor, uma campanha considerada o lugar de todas as jaqueiras e pilhagens, uma campanha onde o movimento de pacificação ocorreu tardiamente, o que explica o êxodo rural maciço para « esta tênue luz libertária do anonimato » das cidades, de acordo com a expressão da historiadora elisabeth claverie. é necessário ver contudo, que este anonimato é ambivalente porque também é uma condição de existência de todas as espécies de tráfegos quem podem finalmente contribuir para a violência da cidade.

  • seja como for, como observa por exemplo michel foucault em "vigiar e punir", os grandes complexos industriais europeus foram construídos na orla das cidades para prevenir as revoltas operárias. do mesmo modo, nos estados unidos, os campus foram construídos fora das cidades para afastar a ameaça estudantil… as populações mais depauperadas em busca de trabalho instalaram-se também nos subúrbios. ora, no inconsciente coletivo, o subúrbio continua por excelência o lugar à margem, aquele que acolheria marginais, bárbaros, em outros termos zulus, para retomar um vocábulo idôneo: a partir da idade média, o subúrbio é este espaço que se situa a uma milha da cidade e onde cessa o desterro, ou seja, o poder senhoril; este espaço para além do qual não se faz mais parte da cidade e, por conseguinte da civilização.

  • as violências “urbanas” não são, por assim dizer, mais do que violências suburbanas; em todo caso, excluem-se da definição as violências perpetuadas no seio das manifestações que reivindicam quanto a elas logicamente uma maior visibilidade no centro da cidade: a violência se encontra no coração mesmo da cidade pelo fato que esta ultima é o centro do poder político a derrubar. para o político, que é tentado a pensar a violência como contagiosa, esta aposta na segregação poderia finalmente ser feliz com a separação e classificação dos indivíduos elegendo a forma-prisão como modelo ideal de controle desde os finais do século xviii, segundo foucault (o.c.).

  • O Aparecimento da Violência Urbana e Conexões

    o aparecimento da violência urbana e conexões

    apesar da repressão de todos os tempos, a cidade tem sido sempre palco de violência. assim, em uma carta dirigida ao prefeito de londres 1730, o escritor daniel defoe reclamava que « os cidadãos não mais se sentem seguros em suas próprias casas, nem sequer atravessando as ruas ». as « violências urbanas » tal qual nós tivemos definido aparecem claramente nos estados unidos por volta dos anos 60, na frança, no início dos anos 80.


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  • INTRODUÇÃO
  • A Interiorização da Violência pela Urbanização
  • A Repreensão da Violência às Margens da Cidade
  • O Aparecimento da Violência Urbana e Conexões
  • As Causas do Aparecimento das Violências Urbanas
  • As Dificuldades de Intervenção Frente à Violência Urbana
  • A Escolha de Combater os Efeitos da Violência, Notadamente o Sentimento de Insegurança
  • Conclusão