Curso Online de CURSO ON-LINE SOBRE PONTUAÇÃO

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Este curso aborda os principais usos de alguns dos sinais de pontuação em construções mais complexas, através de exemplos simples e práti...

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Este curso aborda os principais usos de alguns dos sinais de pontuação em construções mais complexas, através de exemplos simples e práticos.

Professora, tutora, conteudista e revisora de textos em língua portuguesa.



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  • CURSO ON-LINE SOBRE PONTUAÇÃO

    CURSO ON-LINE SOBRE PONTUAÇÃO

    Um jeito simples de aprender a pontuar!

  • Para que pontuamos? Para dar pausas numa sequência discursiva e para marcar uma entoação, afetada, muitas vezes, pela emoção do autor.

    Para que pontuamos? Para dar pausas numa sequência discursiva e para marcar uma entoação, afetada, muitas vezes, pela emoção do autor.

  • VÍRGULA:

    VÍRGULA:

    O trabalho aqui será o de analisar alguns dos sinais de pontuação em construções mais complexas, portanto, compreendamos!

  • 1) Pedro, que não se sentia bem, estava gripado. Nesta oração, percebemos que não é qualquer Pedro, e também uma característica do sujeito.

    1) Pedro, que não se sentia bem, estava gripado. Nesta oração, percebemos que não é qualquer Pedro, e também uma característica do sujeito.

  • É o que denominamos de uma oração adjetiva explicativa, que vem sempre entre vírgulas, a qual destaca uma característica, uma especificidade do sujeito.

    É o que denominamos de uma oração adjetiva explicativa, que vem sempre entre vírgulas, a qual destaca uma característica, uma especificidade do sujeito.

  • 2) Quando João viajou, fez-se noite em meu viver.

    Neste exemplo, podemos notar que a linguagem é poética, certo? E dividindo as duas orações, qual delas necessita de complementação para ganhar significado? Ou sentido completo? Pense!

    Se você respondeu a 1ª oração, acertou! Pois ela tem valor de tempo, é uma oração adverbial e aparece antes da oração principal, a qual possui sentido completo, entendeu?

  • Diferente seria: “Maria Maria é o som e a cor...” Olha aí a conjunção!

    Diferente seria: “Maria Maria é o som e a cor...” Olha aí a conjunção!

    3) “Maria Maria é o som, é a cor, é o suor...” (Milton Nascimento – Maria Maria).

    Neste trecho da música de Milton Nascimento há uma oração sem conectivos, ou seja, sem preposições, pronomes, conjunções e etc. E quando isso acontece, temos uma oração assindética, que não necessita de complemento para ter sentido.


  • 4) Não pense em nós, que eu não desejo casar.

    A 2ª oração possui valor explicativo. Ela é considerada uma oração sindética explicativa, porque também tem a conjunção “pois”.

    Está dando para compreender em que situações utilizamos a vírgula?


  • 5) Professores, tutores, coordenadores, encaminhem logo seus currículos.


    Aqui temos palavras com mesma função sintática e gramatical; ou seja, são sujeitos e substantivos. Todos pertencem à área de educação.

    Vamos continuar?


  • 6) Estuda, e trabalha, e namora, e malha...


    Nesta construção ocorre o que se denomina de Polissíndeto (figura de linguagem). Onde a conjunção “e” se repete para reiterar a expressividade da oração.

  • 7) À noite, às vezes, saía para dançar.


    “À noite” e “às vezes” são advérbios, porque vêm acompanhando um verbo ► saía, acrescentando-lhe uma circunstância de tempo.

    8) Meu pai trabalha muito, aliás, só trabalha.

    Palavras retificadoras como: por exemplo, aliás, então, ou melhor, e etc. vêm sempre entre de vírgulas.


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  • VÍRGULA:
  • 1) Pedro, que não se sentia bem, estava gripado. Nesta oração, percebemos que não é qualquer Pedro, e também uma característica do sujeito.
  • É o que denominamos de uma oração adjetiva explicativa, que vem sempre entre vírgulas, a qual destaca uma característica, uma especificidade do sujeito.
  • Diferente seria: “Maria Maria é o som e a cor...” Olha aí a conjunção!
  • PONTO E VÍRGULA
  • Chamo-me Andrea; ela, Gabriela. Notamos aqui uma vírgula como vimos anteriormente, já presente, por isso é que usamos o ponto e vírgula.
  • A seleção brasileira já estava escalada: no gol, jogaria Félix; na defesa, Carlos Alberto; no meio do campo, Clodoaldo... É uma enumeração!
  • “ Os pobres dão pelo pão o trabalho; os ricos dão pelo pão a fazenda; os de espírito generosos dão pelo pão VIDA...” Nesta oração temos elementos coordenados dentro de um mesmo período.
  • DOIS-PONTOS
  • “A vida é realmente muito diferente. Quer dizer: ao vivo é muito pior.” (Belchior , Apenas um Rapaz latino-americano). A oração após os dois-pontos esclarece o que foi afirmado.
  • RETICências
  • Ponto final
  • PARÊNTESES
  • BOA SORTE E ATÉ A PRÓXIMA!