Curso Online de BASTÃO RETRÁTIL TÁTICO
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Curso Online de BASTÃO RETRÁTIL TÁTICO

Introdução, Gradiente de Força, Nomenclatura, Definições e Conceitos, Zonas de Ataque, Tipos e Pontos de Ataque, Situações de Risco, Posi...

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Introdução, Gradiente de Força, Nomenclatura, Definições e Conceitos,
Zonas de Ataque, Tipos e Pontos de Ataque, Situações de Risco, Posições, Empunhaduras, Porte, Saque e Fechamento do Bastão Retrátil Tático, Defesas, Ataques, Técnicas de Controle e Aspectos Legais

Estudante e pesquisador de Artes Marciais desde os 10 anos de idade, com mais de 34 anos de experiência em diversas Artes de Combate. O seu treino inclui uma variedade de sistemas de defesa pessoal, mas a sua especialidade são as artes Coreanas, em estilos como: HapKiDo,Taekwondo Tuk Kong Mu Sul e Modern Farang Mu Sul, e outras como a Capoeira e o Krav Magá. Tendo treinado também vários Sistemas de lutas tais como o Judo, Karatê, Jiu Jitsu, Kickboxing, Goshin Jitsu, SOTAI.


- João Vicente Martins Filho

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  • AVISO IMPORTANTE

    AVISO IMPORTANTE

    O conteúdo deste curso é destinado apenas a estudos acadêmicos. As técnicas, táticas e metodologias descrito aqui são perigosas e não devem ser usadas ou praticadas sem extrema cautela. O autor ou o editor não tem qualquer responsabilidade em qualquer esfera do direito for, por ferimento, contusões, ou qualquer tipo de acidente que possa vir a acontecer durante a realização deste curso, quer sejam provocadas acidentalmente ou intencionalmente. Este curso não tem a intenção de ser uma obra para autodidatas, sendo importante e indispensável a orientação e supervisão de um instrutor qualificado, o que ao final do curso, deixaremos links de sites e contatos de instrutores capacitados. Ninguém esta autorizado a se intitular instrutor apenas por ter lido ou estudado esse curso. Interessados em serem instrutores, entrem em contato com um de nossos representantes.

  • Breve Biografia do Grão Mestre Athagil

    Breve Biografia do Grão Mestre Athagil

    Estudante e pesquisador de Artes Marciais desde os 10 anos de idade, com mais de 32 anos de experiência em diversas Artes de Combate. O seu treino inclui uma variedade de sistemas de defesa pessoal, mas a sua especialidade são as artes Coreanas, em estilos como: Hap Ki Do, Tuk Kong Mu Sul e Modern Farang Mu Sul, e outras como a Capoeira e o Krav Magá. Tendo treinado também vários Sistemas de lutas tais como o Judo, Karatê, Jiu Jitsu, Kickboxing, Goshin Jitsu.
    Idealizou e criou seu próprio sistema de Defesa Pessoal juntamente com seu Mestre Edmilson Macário, o S.I.A.D – Sistema Integrado de Auto Defesa, onde tem divulgado por todo o Brasil.
    Adquiriu várias Graduações como Faixa Preta em diversas Artes Marciais e é considerado um dos Mestres que mais trabalha em prol da Confederação Brasileira de Hapkido Hoshinkwan e um dos Instrutores com mais Conhecimento dos Dias de Hoje. Está sempre viajando pelo Brasil divulgando a técnica e filosofia do Hapkido Hoshin Moo Sool sendo requerido para Seminários e demonstrações pelos Estados Brasileiros e Instituições Policiais.
    Possui Título de Grão Mestre em Artes Marciais por duas faculdades da Bahia e suas Graduações foram dadas e reconhecidas por algumas das Organizações mais prestigiadas do mundo.
    É ainda Co-Autor do Livro HAPKIDO – Caminho para União da Energia Vital (técnicas básicas), juntamente com seu amigo e Mestre Edmilson Macário, sendo seu representante oficial e Diretor Técnico Regional responsável pela divulgação do estilo no Estado do Espírito Santo.

  • Formação Marcial

    Formação Marcial

    8º Dan em Hoshinkwan Hapkido
    4º DAN em Taekwondo
    5º DAN em Kickboxing
    4º DAN em Tuk Kong Mu Sul
    1º DAN em Karatê Bukeikoryu
    5º DAN em Goshin Jitsu
    3º DAN em Krav Magá
    Cinto Negro em Defensa Personal Policial - WCMAU – World Corean Martial Arts Union
    Contra-Mestre em Capoeira
    Instrutor Certificado de Modern Farang Mu Sul
    Instrutor Certificado do Método SOTAI – Combate com Facas
    Instrutor de Defesa Pessoal Urbana – Habilitado pela ABRAPAM
    Instrutor de Defesa Pessoal Policial – Habilitado pela P.M.E.S (Polícia Militar do Espírito Santo)

  • Participação em Associações, Federações, Confederações e Informações Adicionais

    Participação em Associações, Federações, Confederações e Informações Adicionais

    Instrutor de Defesa Pessoal do Curso de Formação de Soldados (CFSD), 9º BPM – 1993, 1994, 1997 e 1998
    Instrutor de Defesa Pessoal e Técnicas de Uso do Bastão PR-24 (Bastão Policial) do Curso de Formação de Guardas Municipais de Cachoeiro de Itapemirim-E.S.
    Instrutor de Técnicas Defensivas para o GOE – Grupo de Operações Especiais de Cachoeiro de Itapemirim
    Instrutor de Defesa Pessoal Policial do 9º BPM
    Instrutor de Auto Defesa e Imobilizações Policiais para a Polícia Federal
    Instrutor de Defesa Pessoal para várias equipes de segurança, tais como: Shopping Cachoeiro, Grupo Nassau e Viação Itapemirim
    Introdutor do Taekwondo em Cachoeiro de Itapemirim-E.S.
    Introdutor do Hapkido no Espírito Santo
    Introdutor do Modern Farang Mu Sul no Espírito Santo
    Introdutor do Krav Magá no Espírito Santo
    Co-Autor do livro “HAPKIDO – Técnicas Básicas”
    Reconhecido pela Federação Nacional de Artes Marciais como Fundador do HOSHINKWAN HAPKIDO e do S.I.A.D. Sistema Integrado de Auto Defesa

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    O ser humano desenvolveu armas para sua sobrevivência, seja na forma de facas, lanças, bastões ou qualquer outra forma que apareça. São equalizadores que serviram para dar “dentes e garras” que a natureza privou da humanidade.. O progresso trouxe conforto e conhecimentos inimagináveis aos nosso antepassados, porém, não podemos esquecer os problemas, entre eles o foco principal deste trabalho, a violência.
    O Bastão Retrátil Tático é uma ferramenta largamente utilizada, seja por indivíduos preocupados com sua integridade física, ou por profissionais de segurança e policiais ao redor do mundo. É considerada uma arma não letal, porém, que necessita de treinamento adequado para que o operador possa utilizá-la em seu máximo potencial. No Brasil, o Bastão Retrátil Tático começou a se popularizar entre agentes de segurança privada e policiais na metade dos anos noventa.
    PRINCIPAIS VANTAGENS DO BASTÃO RETRÁTIL TÁTICO
    1 – Simplicidade: as técnicas são fácies de serem aplicadas, não necessitando um excelente domínio psicomotor.
    2 – Portabilidade: por seu tamanho extremamente reduzido, o bastão é

  • um dos equipamentos mais fáceis de serem portados. O principal problema de qualquer ferramenta é não estar disponível quando necessitamos. Quando os bastões retráteis foram introduzidos nas forças policiais a mais de 30 anos foi exatamente para atender a essa necessidade. Era comum deixar o cassetete ou a tonfa nos veículos ao invés de portá-los.
    3 – Versatilidade: o equipamento pode ser aplicado em diversas situações de risco, tanto para controlar, imobilizar, conduzir ou desarmar o oponente.
    4 – Aplicabilidade: seu design possibilita maior número de aplicações em relação a cassetetes rígidos, sendo facilmente utilizados em espaços confinados ou em situações que necessitem uso moderado da força por agentes de seguranças ou agentes da lei.
    5 – Ocultabilidade: o bastão é facilmente ocultado nos trajes dos agentes de segurança, evitando que a equipe de segurança pareça ostensiva demais ou causando medo e constrangimento no público.
    6 – Efetividade: o bastão retrátil propicia um maior impacto psicológico, ao mesmo tempo que potencializa qualquer técnica aplicada contra o agressor.
    Existem porém algumas desvantagens:
    1 – Ostensividade: os cassetetes rígidos, por serem mais visíveis atendem melhor o critério de policiamento ostensivo/preventivo.
    2 – Confiabilidade: os cassetetes rígidos por não terem partes móveis, tem menos tendência a defeitos de fabricação e mau uso.

  • GRADIENTE DE F0RÇA

    GRADIENTE DE F0RÇA

    Pessoas que trabalham na área de segurança, seja ela pública ou privada devem ter procedimentos que defina qual a resposta para situações de agressão na proporção exata de acordo com a violência perpretada.
    As forças de segurança devem usar um gradiente de força que mostra alternativas que seguem o preceito de uso proporcional da força, estando dessa forma amparados nos aspectos moral e legal. O uso excessivo, indevido ou arbitrário de força que cause danos físicos ou morais, não deve ser permitido pela sociedade civil e precisa ser fiscalizado pelos órgãos responsáveis pela manutenção da ordem e do estado de direito que preservem os direitos individuais.
    A atuação equivocada de policiais ou seguranças mostra o despreparo ou falta de treinamento que gera medo e revolta na população, descrédito das instituições e condenação pelos órgãos de imprensa. Quando falamos de profissionais de segurança pública ou privada devemos lembrar da Declaração Universal dos Direitos Humanos que em seu artigo terceiro diz:

  • “ Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal”
    Embora esse artigo defina a necessidade de proteger o cidadão, devemos lembrar que isso abrange sua dignidade. O profissional de segurança deve respeitar e fazer cumprir as leis e normas vigentes e ao mesmo tempo evitar a responsabilidade civil ou penal que o uso indevido ou exagerado da força produz. É interessante ressaltar que isso não significa ter uma atitude passiva que paralise suas ações e ameace sua integridade física ou moral. Nesse contexto é importantíssimo que o agente de segurança seja equipado com recursos que aumentem sua segurança e ao mesmo tempo tenha a capacitação necessária para sua utilização de maneira efetiva e finalmente tenha treinamento e domínio de procedimentos e técnicas para sua defesa pessoal. Exemplificando a questão podemos citar um segurança que tenha apenas um cassetete em seu cinturão, não tendo sido treinado em técnicas de defesa pessoal, irá utilizá-lo para desferir golpes contundentes ao invés de tentar aplicar uma chave de braço para controlar o agressor. Situações em que agentes de segurança utilizam-se de golpes para lesionar e não para controlar um indivíduo são mais comuns do que poderíamos imaginar, exatamente pela falta de treinamento que é primordial para se confiar no equipamento e saber como tirar o máximo do seu potencial.

  • O maior perigo é limitar as atribuições do segurança, ao invés de dar-lhe boa capacitação, por esta ser muito onerosa.
    A força utilizada deve ser baseada na situação que o agente de segurança enfrenta e deve ser imediata. A força utilizada tardiamente permite a punição do indivíduo, posto que não cabe ao agente de segurança julgar, proferir e executar a sentença. O objetivo de utilizar força é neutralizar o indivíduo em sua ação que caracterize desrespeito às leis, ou que possa causar mal à sociedade que esse indivíduo convive. É importante definir que o agressor é quem comete a ação e o agente de segurança apenas reage, gerando uma resposta defensiva.O nível de ameaça que o agressor representa é proporcional à força que será utilizada para contê-lo. A avaliação da situação deve ser a somatória de vários fatores relacionados ao agente de segurança ou ao agressor como, por exemplo, a idade, sexo, tamanho, porte, preparo físico, nível de habilidade, relação numérica entre agentes de segurança e agressores, etc., bem como circunstâncias especiais, como a proximidade do oponente a uma arma de impacto ou de fogo, o conhecimento de informações relevantes sobre a periculosidade do oponente, o fato do agente de segurança estar ferido ou exausto ou em posição vulnerável, etc. Um agente de segurança sozinho pode utilizar um nível de força maior contra vários oponentes, mas se o oponente for muito mais fraco e representar um risco menor, é recomendado não escalar no uso da força. É a percepção da totalidade da situação que proporciona a escolha e dosagem do nível de força que será utilizado para conter o agressor. Um policial militar uniformizado é um fator inibidor, onde apenas sua presença pode evitar que uma ação criminosa seja consumada. Desta forma um bom policiamento de determinada região

  • tende a diminuir seus índices de criminalidade.
    Em casos onde o agressor está nervoso é recomendado negociar tentando diminuir a tensão; como nas situações que envolvem reféns, nas quais um bom negociador pode fazer o marginal se entregar, preservando tanto a sua vida quanto à dos reféns.
    Em uma situação com um familiar nervoso ou um agente de segurança que lida com o público, devemos optar por técnicas que não causem constrangimento e ao mesmo tempo preservem a integridade física do agressor. Nesses casos é altamente recomendado o uso de chaves de braço, por exemplo.
    Em alguns casos, por não termos o treinamento necessário para aplicar uma técnica de controle para restringir os movimentos ou conduzir a pessoa, o uso de armas não letais intimida o agressor e inibe a escalada da violência. Será mais difícil avançar contra um agente de segurança que exibe um bastão retrátil, o marginal desistirá de sua agressão pelo medo de também se lesionar.
    Em situações onde há mais de um agressor e estamos sozinhos, não é recomendado tentar aplicar uma técnica de controle. Enquanto imobilizamos um, o outro elemento pode atacar, desta forma, ao invés de controlar, um golpe contundente (soco, chute, cotovelada, etc.), não expõe tanto o segurança possibilitando eliminar a ameaça rapidamente se tiver o treinamento necessário.
    A última opção é o uso de armas letais, apenas situações excludentes de ilicitude (legítima defesa, estrito cumprimento do dever legal, exercício regular do direito e estado de necessidade),
    .

  • especificadas na lei, justificam seu uso. São importantes o bom senso e a responsabilidade, além é claro do treinamento adequado.
    É importante ressaltar que podemos pular etapas no gradiente de força. Por exemplo, se uma pessoa estava apenas agredindo verbalmente o agente de segurança enquanto este tentava negociar, e se esta pessoa saca repentinamente um revólver, o agente pode fazer uso de meios letais para se defender. O momento é que define qual a melhor resposta.
    Existem sub-níveis em cada nível de gradiente de força, por exemplo, imagine uma situação onde um agente de segurança tenta retirar uma pessoa de um local, sorrimos e pedimos educadamente, se ele não concorda, aumentamos o tom e solicitamos com maior ênfase, se ele nos ofende, usamos um comando autoritário e assim por diante e estávamos apenas no nível da negociação.
    Os níveis de gradiente de força devem ser constantemente treinados para que em uma situação de risco possamos decidir imediatamente nossas respostas de maneira correta, diferenciando o bom do mal profissional.


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  • NOMENCLATURA, DEFINIÇÕES E CONCEITOS
  • SITUAÇÕES DE RISCO:
  • POSIÇÕES
  • EMPUNHADURAS
  • PORTE, SAQUE E FECHAMENTO DO BASTÃO RETRÁTIL TÁTICO
  • Fechamento do Bastão
  • DEFESAS
  • Defesas com Empunhadura Simples
  • Defesas com Dupla Empunhadura
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