Curso Online de Eletropneumática Industrial
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Curso Online de Eletropneumática Industrial

Unidade de Condicionamento Atuadores Pneumáticos Vávulas de Bloqueio Lei de ohm Medidas elétricas Componentes dos circuitos elétrico...

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Unidade de Condicionamento
Atuadores Pneumáticos
Vávulas de Bloqueio
Lei de ohm
Medidas elétricas
Componentes dos circuitos elétricos
Circuitos Eletropneumáticos
e muito mais.

Trabalho a 10 anos na área de Informática Formação ? TI Técnico em Redes e Manutenção Administrador de Redes Certificações ? Cisco RS e CCNA Security


- Claudio Dos Santos Vieira

"Boa noite. Para mim o que tenho para falar este espaço é pequeno, mas vamos lá .O que vou falar deste curso serve também para o outro que fiz. O conteúdo do curso é muito bom, porém o desenvolvilmento é que não é bom. explico: tem muitos erros tais como fala na letra pi e aparece outro símbolo ou o inverso acontece. Os exercícios propostos não são resolvidos. Às vezes a gente tenta resolver mas quando não consegue teria que ter a solução para ver onde erramos. Esta é minha opinião ."

- Gladson Euler Lima Da Silva

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  • 1. Introdução 2. Implantação 3. Produção, Distribuição 4. Unidade de Condicionamento (Lubrefil) 5. Válvulas de Controle Direcional 6. Válvulas de Bloqueio, Controle de Fluxo e Pressão 7. Atuadores Pneumáticos 8. Introdução à Eletricidade Básica 9. Alimentação Elétrica 10. Lei de Ohm 11. Medidas Elétricas 12. Componentes dos Circuitos Elétricos 13. Circuitos Eletropneumáticos

    1. introdução
    2. implantação
    3. produção, distribuição
    4. unidade de condicionamento (lubrefil)
    5. válvulas de controle direcional
    6. válvulas de bloqueio, controle de fluxo e pressão
    7. atuadores pneumáticos
    8. introdução à eletricidade básica
    9. alimentação elétrica
    10. lei de ohm
    11. medidas elétricas
    12. componentes dos circuitos elétricos
    13. circuitos eletropneumáticos

  • 1. introdução

    "pelas razões mencionadas e à vista, posso chegar à conclusão de que o homem dominará e poderá elevar-se
    sobre o ar mediante grandes asas construídas por si, contra a resistência da gravidade".
    a frase, de leonardo da vinci, demonstra apenas uma das muitas possibilidades de aproveitamento do ar na
    técnica, o que ocorre hoje em dia em grande escala.
    como meio de racionalização do trabalho, o ar comprimido encontra, cada vez mais, campo de aplicação na
    indústria, assim como a água, a energia elétrica, etc.
    somente na segunda metade do século xix é que o ar comprimido adquiriu importância industrial. no entanto, sua
    utilização é anterior a da vinci, que em diversos inventos dominou e usou o ar.
    no velho testamento são encontradas referências ao emprego do ar comprimido: na fundição de prata, ferro,
    chumbo e estanho. a história demonstra que há mais de 2000 anos os técnicos contruíam máquinas pneumáticas,
    produzindo energia pneumática por meio de um pistão. como instrumento de trabalho utilizavam um cilindro de
    madeira dotado de êmbolo.

  • os antigos aproveitavam ainda a força gerada pela dilatação do ar aquecido e a força produzida pelo vento.
    em alexandria (centro cultural vigoroso no mundo helênico), foram construídas as primeiras máquinas reais, no século iii
    a.c.. neste mesmo período, ctesibios fundou a escola de mecânicos, também em alexandria, tornando-se, portanto,
    o precursor da técnica para comprimir o ar. a escola de mecânicos era especializada em alta mecânica, e eram
    construídas máquinas impulsionadas por ar comprimido.
    no século iii d.c., um grego, hero, escreveu um trabalho em dois volumes sobre as aplicações do ar comprimido
    e do vácuo.
    contudo, a falta de recursos materiais adequados, e mesmo incentivos, contribuiu para que a maior parte destas
    primeiras aplicações não fosse prática ou não pudesse ser convenientemente desenvolvida. a técnica era
    extremamente depreciada, a não ser que estivesse a serviço de reis e exércitos, para aprimoramento das máquinas
    de guerra. como conseqüência, a maioria das informações perdeu-se por séculos.

  • durante um longo período, o desenvolvimento da energia pneumática sofreu paralisação, renascendo apenas nos
    séculos xvi e xvii, com as descobertas dos grandes pensadores e cientistas como galileu, otto von guericke,
    robert boyle, bacon e outros, que passaram a observar as leis naturais sobre compressão e expansão dos gases.
    leibinz, huyghens, papin e newcomem são considerados os pais da física experimental, sendo que os dois
    últimos consideravam a pressão atmosférica como uma força enorme contra o vácuo efetivo, o que era objeto das
    ciências naturais, filosóficas e da especulação teológica desde aristóteles até o final da época escolástica.
    encerrando esse período, encontra-se evangelista torricelli, o inventor do barômetro, um tubo de mercúrio para
    medir a pressão atmosférica. com a invenção da máquina a vapor de watts, tem início a era da máquina. no
    decorrer dos séculos, desenvolveram-se várias maneiras de aplicação do ar, com o aprimoramento da técnica e
    novas descobertas. assim, foram surgindo os mais extraordinários conhecimentos físicos, bem como alguns
    instrumentos.

  • um longo caminho foi percorrido, das máquinas impulsionadas por ar comprimido na alexandria aos engenhos
    pneumo-eletrônicos de nossos dias. portanto, o homem sempre tentou aprisionar esta força para colocá-la a seu
    serviço, com um único objetivo: controlá-la e fazê-la trabalhar quando necessário.
    atualmente, o controle do ar suplanta os melhores graus da eficiência, executando operações sem fadiga,
    economizando tempo, ferramentas e materiais, além de fornecer segurança ao trabalho.
    o termo pneumática é derivado do grego pneumos ou pneuma (respiração, sopro) e é definido como a parte da
    física que se ocupa da dinâmica e dos fenômenos físicos relacionados com os gases ou vácuos. é também o
    estudo da conservação da energia pneumática em energia mecânica, através dos respectivos elementos de trabalho.

  • 2. implantação

    vantagens:
    1) - incremento da produção com investimento relativamente
    pequeno.
    2) - redução dos custos operacionais.
    a rapidez nos movimentos pneumáticos e a libertação
    do operário (homem) de operações repetitiva
    possibilitam o aumento do ritmo de trabalho,
    aumento de produtividade e, portanto, um menor
    custo operacional.
    3) - robustez dos componentes pneumáticos.
    a robustez inerente aos controles pneumáticos
    torna-os relativamente insensíveis a vibrações e
    golpes, permitindo que ações mecânicas do próprio
    processo sirvam, de sinal para as diversas
    seqüências de operação; são de fácil manutenção.
    4) - facilidade de implantação.
    pequenas modificações nas máquinas convencionais,
    aliadas à disponibilidade de ar comprimido,
    são os requisitos necessários para implantação
    dos controles pneumáticos.

  • 5) - resistência a ambientes hostis.
    poeira, atmosfera corrosiva, oscilações de temperatura,
    umidade, submersão em líquidos raramente
    prejudicam os componentes pneumáticos,
    quando projetados para essa finalidade.
    6) - simplicidade de manipulação.
    os controles pneumáticos não necessitam de operários
    especializados para sua manipulação.
    7) - segurança.
    como os equipamentos pneumáticos envolvem
    sempre pressões moderadas, tornam-se seguros
    contra possíveis acidentes, quer no pessoal, quer
    no próprio equipamento, além de evitarem problemas
    de explosão.
    8) - redução do número de acidentes.
    a fadiga é um dos principais fatores que favorecem
    acidentes; a implantação de controles pneumáticos
    reduz sua incidência (liberação de operações
    repetitivas).

  • limitações:

    1) - o ar comprimido necessita de uma boa preparação
    para realizar o trabalho proposto: remoção
    de impurezas, eliminação de umidade para evitar
    corrosão nos equipamentos, engates ou travamentos
    e maiores desgastes nas partes móveis
    do sistema.
    2) - os componentes pneumáticos são normalmente
    projetados e utilizados a uma pressão máxima de
    1723,6 kpa. portanto, as forças envolvidas são
    pequenas se comparadas a outros sistemas.
    assim, não é conveniente o uso de controles pneumáticos
    em operação de extrusão de metais.
    provavelmente, o seu uso é vantajoso para
    recolher ou transportar as barras extrudadas.
    3) - velocidades muito baixas são difíceis de ser obtidas
    com o ar comprimido devido às suas propriedades
    físicas. neste caso, recorre-se a sistemas
    mistos (hidráulicos e pneumáticos).

  • 4) - o ar é um fluido altamente compressível, portanto,
    é impossível se obterem paradas intermediárias
    e velocidades uniformes.
    o ar comprimido é um poluidor sonoro quando
    são efetuadas exaustões para a atmosfera. esta
    poluição pode ser evitada com o uso de silenciadores
    nos orifícios de escape.
    propriedades físicas do ar
    apesar de insípido, inodoro e incolor, percebemos o
    ar através dos ventos, aviões e pássaros que nele
    flutuam e se movimentam; sentimos também o seu
    impacto sobre o nosso corpo. concluímos facilmente
    que o ar tem existência real e concreta, ocupando lugar
    no espaço.

  • compressibilidade

    o ar, assim como todos os gases, tem a propriedade
    de ocupar todo o volume de qualquer recipiente, adquirindo
    seu formato, já que não tem forma própria. assim,
    podemos encerrá-lo num recipiente com volume
    determinado e posteriormente provocar-lhe uma
    redução de volume usando uma de suas propriedades
    - a compressibilidade.
    podemos concluir que o ar permite reduzir o seu volume
    quando sujeito à ação de uma força exterior.

  • elasticidade

    propriedade que possibilita ao ar voltar ao seu volume
    inicial uma vez extinto o efeito (força) responsável
    pela redução do volume.


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  • 1. Introdução
  • 2. Implantação
  • 3. Produção, Distribuição
  • 4. Unidade de Condicionamento (Lubrefil)
  • 5. Válvulas de Controle Direcional
  • 6. Válvulas de Bloqueio, Controle de Fluxo e Pressão
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  • 8. Introdução à Eletricidade Básica
  • 9. Alimentação Elétrica
  • 10. Lei de Ohm
  • 11. Medidas Elétricas
  • 12. Componentes dos Circuitos Elétricos
  • 13. Circuitos Eletropneumáticos