Curso Online de Mecatrônica Ladder ll - Ro

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Sobre Automação Industrial Diagrama PLC Válvulas Botoeiras Contatores Relés Desenho Software

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Sobre Automação Industrial
Diagrama
PLC
Válvulas
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Desenho
Software

Prof. de colégio Técnico, fiz até 4º modulo de Engenharia Mecânica, tenho 15 anos na área de ensino e 40 anos trabalhando na indústria. Conhecimento e trabalhos efetuados na área, como torneiro mecânico-SENAI, ajustagem de moldes, fabricação de máquinas sheel mounding, automatização, acompanhamento de fabricação de pneumática e hidráulica industrial, especificação e montagem, máquinas de mármore e granitos, bem como máquinas de embalagem, fabricação de blocos e prensas hidráulicas. ATENÇÃO alunos: 90% dos cursos tem site externo de apoio e pesquisas, não deixe de visitar. Cursos de NR-12 e NR-13, revisado pela Técnica de Segurança do Trabalho, D. Mirian M. dos Santos,com CREA e obedecendo a lei vigente.



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  • Mecatrônica

    Mecatrônica

    A mecatrônica enfatiza o gerenciamento e o controle da complexidade dos processos de indústrias modernas que exigem ferramentas sofisticadas para gerar em tempo real seus diversos processos integrados.

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  • Fonte Wikipédia

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  • Áreas atingidas

    Áreas atingidas

    Eletromecânica
    Eletrônicos
    Mecânica
    CAD/CAM
    Software
    Controle digital
    Circuitos de controle
    Simulação
    Microcontroladores
    Modelamento de sistemas

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  • A Mecatrônica

    A Mecatrônica

    É o conjunto de estudos das tecnologias existentes, nas área citadas anteriormente, é a automação, preparação, definição e manutenção de um equipamento, os processos exigem que o técnico esteja ao par de tudo o que acontece na máquina, procedendo sua programação e execução de operação, faz controle de entrada até a saída da peça na máquina, equalizando a mecânica com elétrica e eletrônica digital.

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  • Robótica

    Robótica

    A mecatrônica somado a robótica, são consideradas aspectos tecnológicos de base para a iniciação aos novos e crescentes recursos da automação nos processos de fabricação industriais.
    Percebemos que vamos trabalhar com computadores em auxilio ao comando e produção da máquina.

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  • Muito da função produção ou manufatura ser alçada à condição de tornar-se estratégica na organização, foi devido ao enorme crescimento econômico japonês ocorrido nas décadas de 60, 70 e 80.
    Modelo japonês:

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  • • Baseado em melhoria adaptação a um estilo de manufatura de menores lotes focados na customização, através da máxima diversificação.
    Métodos utilizados:
    • Just in time
    • Lean manufacturing

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  • Just In Time - Modelo de produção criado no Japão, que consiste em integrar componentes (fabricados por diferentes fornecedores) para a fabricação de produtos finais no exato momento em que serão necessários para a montagem. Isso possibilita a diminuição de acúmulo de estoques e matérias-primas, diminuindo-se os custos de produção.

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  • Nota

    Nota

    Temos vária fábricas em um só terreno, na qual cada industrias faz parte do equipamento, esse enviando conforme necessário a uma linha central de montagem.
    Um exemplo do que acontece hoje, montagem de um automóvel, esse recebe pneu, farol, estofamento e outros de cada divisão existente.
    Más lembrando todas essas fábricas em um só local.

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  • Lean Manufacturing - Surgiu na Toyota no Japão pós-Segunda Guerra Mundial e tem como filosofia a expurgação dos desperdícios no processo organizacional de uma companhia.
    No início, muitas empresas enxergavam apenas a área de produção como foco para a aplicação do Lean.
    Manufacturing. Hoje se define como a filosofia Toyota aplicada a todas as dimensões dos negócios.

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  • Mecatrônica
  • Áreas atingidas
  • A Mecatrônica
  • Robótica
  • Nota
  • Competência individual e social
  • Tecnologia dos Materiais
  • CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS
  • Estrutura cristalina
  • Relações
  • O que pode modificar o material
  • Fase de um material
  • Efeitos dos elementos de liga
  • Na tabela a seguir
  • MOTORES
  • Indices
  • Prévia
  • Tensão
  • Motor de fase auxiliar dois pólos
  • Esquema de ligação do motor 110/220 V
  • Motor de fase auxiliar
  • Motor Elétrico Trifásico
  • Motor Elétrico de Múltiplas Velocidades
  • Motor de Enrolamentos Separados
  • Motivos
  • Comparação de um motor de duas velocidade com um transformador trifásico
  • Identificação dos Motores
  • Placa de Identificação
  • O que é
  • Tensão de Funcionamento
  • Ligação em Estrela-Triângulo
  • Bobinas e Ligações
  • Motor trifásico de 9 terminais
  • Motores de 12 terminais
  • Ligações do motor 12 terminais
  • Corrente no motor trifásico
  • Ligações estrela e triângulo
  • Corrente nominal (In)
  • Corrente de partida (Ip/In)
  • Rotação do motor trifásico
  • Determinando a rotação (rpm)
  • Velocidade síncrona (ns)
  • Velocidade Assíncrona (n)
  • Escorregamento (s)
  • Torque
  • Fórmula
  • Consideração
  • Potência Mecânica
  • Fórmula
  • Nos circuito trifásicos
  • Rendimento (?)
  • Fator de Serviço (FS)
  • Regime de serviço
  • Regimes Padronizados
  • Classe de Isolamento
  • Grau de proteção (IP)
  • Categoria
  • Categorias
  • Tolerância
  • Tolerâncias
  • Motor de 50 Hz
  • Sistema de Partida
  • O sistema
  • Partida compensada
  • Partida Suave
  • Redes Elétricas
  • Eletro calha (Bus-Way)
  • Componentes Elétricos Industriais
  • Chaves Manuais
  • Disjuntor
  • Botoeiras e pedaleiras e fins de curso
  • Cores de botões
  • Sinalizadores
  • Sensores
  • Contator
  • Relé Térmico de Sobrecarga
  • Temporizador
  • Relé Falta de Fase
  • Autotransformador de partida trifásica
  • Identificação
  • Integral
  • Inversores de frequência
  • Conectores tipo SAK
  • Canaletas e Quadro de Comando
  • Cores
  • Identificadores
  • Acessórios para Cabeamento
  • Armários para quadro de comando
  • Fusível Diazed
  • Fusível NH
  • Dimensionando um fusível
  • Exemplo
  • CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL (CLP)
  • TRANSFORMADOR DE COMANDO
  • Simbologia
  • Exemplo de Simbologia
  • Esquema de partida de motor
  • CARACTERÍSTICAS DE DESEMPENHO DE MOTORES ELÉTRICOS
  • Torno Mecânico
  • Interno do motor
  • Automação
  • Conteúdo
  • Introdução
  • História de Automação
  • USO COM COMPUTADOR
  • Eniac
  • CAD – CAE - CAM
  • Capítulo 1
  • Sistema automático
  • Comando
  • sinais
  • Gráfico de sinal analógico
  • Sinal digital
  • Cadeia de comando
  • Grupo de elementos na cadeia de comando
  • Atuadores
  • Transdutor de pressão
  • Classificação de Sensores
  • Sensores (transdutores) mecânicos são acionados por contato da peça são chamados também de microswiych ou microruptor fim de curso São pequena chaves liga e desliga
  • Sensores de proximidade sem contato mecânico
  • Sensores Magnéticos
  • Sensores capacitivos
  • Sensor óptico por barreira
  • Sensor óptico por Reflexão
  • O feixe de luz chega ao receptor somente após ser refletido por um espelho prismático e o acionamento da saída ocorrerá quando o objeto a ser detectado interrompe esse feixe
  • Sensores de posição
  • Absolutos
  • Sensores de Temperatura
  • Termo Resistores/RTD
  • Eletro pneumática
  • 5.0.1 botões de Comando
  • Relés
  • Quando cessar a tensão da bobina os contatos se abrem
  • Acionamento elétricos para válvulas direcionais (solenoide)
  • Capítulo 8
  • Os primeiros CLPs surgiram na década de 60 na industria automobilística para substituir os painéis e reles, reles esse que tem seu custo elevado e difícil substituição já os CLPs podem fazer modificações via software Em 80 foi introduzido o microcontrolador e o CLP passou a contar com mais capacidade em executar algoritmos mais complexos e conexões via rede
  • CLP
  • O CLP pode ser considerado um computador pois processa e armazenas informações tem placa de comunicações de entrada e saídas
  • Módulos de entrada
  • Módulo de saída
  • Programação
  • Instruções
  • Comando Numérico Computadorizado
  • Tipos de comandos numéricos
  • Programação e Operação
  • Operamos em Polegadas e milímetros
  • A máquina pode ser operada manualmente através de botões no painel de comando ex. ligar e desligar mudar o sentido de rotação ligar e desligar o óleo de corte girar a torre de ferramentas movimentar a torre nos sentidos longitudinal e transversal trocar ferramentas girar a mesa e indexar girar o magazine de ferramentas
  • Centros de usinagens
  • Definição dos eixos
  • Definem-se como eixo CNC todos os movimentos direcionais sejam lineares ou angulares que podem ser programados e atinjam o ponto final programado é comum encontrarmos máquinas de dois eixos e meio ( movimento indexado ou não continuo) só atua quando os outros eixos estão parados
  • Máquina de cinco eixos
  • Existem máquina de 6, 7 e até 8 eixos que além de dos eixos lineares primários podem possuir outros três eixos lineares conhecidos como eixo lineares secundários e suas disposições são da seguinte maneira se o eixo é paralelo ao X se chamará U se paralelo a Y o nome será V se paralelo ao eixo Z recebe o nome de W deste modo soma 9 eixos no CNC podemos chegar em até 15 eixos esses eixos podem movimentar e parar mesa, cabeçote e outros
  • Coordenadas
  • Sistema de coordenadas Absoluto
  • Ponto Zero da Máquina (M)
  • Ponto zero da peça (W)
  • Programa.
  • Funções
  • Robótica
  • Robôs Manipuladores
  • Estruturas dos Robôs Manipuladores.
  • As juntas determinam os movimentos possíveis do manipulador A combinação dos diferentes tipos de junta e a forma e dimensões dos elos determinam a anatomia do manipulador Esta anatomia deve levar em consideração sua aplicação especifica
  • Manipuladores Cartesianos.
  • Manipuladores Esféricos.
  • Manipuladores de Revolução.
  • Equações
  • Informe
  • Nota